A empresa Telecomunicações de Moçambique (TDM) comunica aos seus clientes e o público, em geral, que as comunicações através da rede fixa, bem como da mcel, de e para a Região Norte do País, têm estado a fluir com restrições desde a tarde de sexta-feira, dia 27 de Janeiro de 2017.
Esta situação é resultado da ocorrência de múltiplos cortes da fibra óptica da Rede Nacional de Transmissão, nomeadamente em Caia (Sofala) e Murrupula (Nampula).
Todavia, equipas técnicas especializadas têm estado a trabalhar no terreno, tendo em vista colmatar as anomalias e a consequente reposição definitiva dos serviços.
Pelos transtornos que esta situação está a causar, a TDM apresenta, desde já, as suas sinceras desculpas, e aproveita o ensejo para reiterar o seu contínuo cometimento na melhoria dos seus serviços.
Autor: olamocambique
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Comunicações da TDM e mcel afectadas
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Para breve ligação aérea entre Moçambique e Índia
Moçambique poderá estabelecer, brevemente, uma ligação aérea directa e regular com a República da Índia à luz do Acordo de Serviço Aéreo, assinado pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Fortes Mesquita e o Ministro da Aviação Civil da Índia, Ashok Gajapathi Raju Pusapat, a 16 de Janeiro de 2016, em Nova Deli, Capital da Índia.
O acordo visa conceder às linhas aéreas dos dois países o direito de voar sem aterrar e fazer escalas nos territórios dos signatários, para além do direito de embarcar e desembarcar, tráfego internacional de passageiros e carga, incluindo o correio, separadamente ou em combinação.
Neste momento, as autoridades aeronáuticas dos dois Países trabalham para a operacionalização do entendimento formalizado pelos governantes, podendo serem acordados detalhes sobre a rota e frequência dos voos, os operadores a serem designados para explorarem a rota, entre outros aspectos operacionais.
O Acordo de Serviço Aéreo vai permitir igualmente que as linhas aéreas de ambos os países procedam à venda de serviços aéreos e de seus produtos, serviços e facilidades relacionados no território da contra-parte, directamente ou através de seus agentes, bem como cooperação comercial na operação de aeronaves, combustível, óleos lubrificantes, suprimentos técnicos consumíveis, peças sobressalentes, incluindo motores, equipamentos normais de aeronaves e provisões de bordo.
De acordo com Carlos Mesquita, o acordo surge no âmbito do desejo de ambos os países de promover serviços aéreos internacionais entre os seus respectivos territórios.
“Moçambique e Índia reconhecem que os serviços aéreos internacionais eficientes e competitivos melhoram o comércio, o bem-estar dos consumidores e o crescimento económico, daí que pretendem promover um sistema de aviação internacional baseado na concorrência entre as linhas aéreas”, referiu o governante.
Carlos Mesquita trabalhou na República da Índia, de 14 a 22 de Janeiro último, tendo, para além da assinatura do Acordo de Serviço Aéreo, com o Ministro de Aviação Civil, mantido encontros com relevantes entidades e autoridades da área de logística da Índia, com destaque para o Ministro de Aço, Chaudhary Birender Singh, Ministro dos Caminhos de Ferro da Índia, Suresh Suresh Prabhu, para além de ter trabalhado com a Rites, antiga concessionária da linha férrea de Sena.
Nestes encontros, Mesquita revelou que foram abordados assuntos de cooperação económica de interesse para os dois países, particularmente a componente logística, dado o envolvimento das companhias indianas no investimento na exploração de recursos naturais em Moçambique, com destaque para o carvão e aço, bem como na construção de infra-estruturas de transporte e logística. -
Vice-ministra visita linhas-férreas afectadas
A vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Joaquim Rebelo visitou, esta sexta – feira, 20 de Janeiro, a linha férrea do Limpopo para se inteirar dos estragos causados pelas chuvas que se abateram sobre a cidade e província de Maputo, na madrugada do dia 16 de Janeiro causando a interrupção da circulação de comboios durante 24 horas.
A interrupção deveu-se ao deslizamento de terra em quatro pontos, sendo dois na cidade de Maputo, concretamente no recinto do porto de Maputo e na zona do Infulene, e dois no distrito da Manhiça.
No porto de Maputo, a força das águas, provenientes da vala de drenagem localizada na praça 16 de Junho, destruiu o muro de vedação e arrastou enormes quantidades de areia para o interior do recinto, o que afectou a estrutura da linha-férrea.
Já no Km 89+600, no distrito da Manhiça, a acção da chuva fez transbordar um dos riachos, tendo danificado uma parte da base que sustenta a linha. Nos restantes pontos, o problema está ligado à erosão, associada à precipitação.
Falando na ocasião, Manuela Rebelo louvou o esforço empreendido pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), que procedeu à reparação dos danos em tempo útil, o que permitiu a reabertura da linha à circulação de comboios.
“É claro que foi uma solução provisória. A empresa está a trabalhar no sentido de encontrar uma solução definitiva o mais rápido possível”, disse a governante, que realçou o facto de apenas um dos pontos ter ditado a interrupção da circulação de comboios. “Nos restantes pontos a empresa interveio por uma questão de precaução”, disse a governante chamando à atenção para a tomada de acções preventivas para evitar a ocorrência de episódios do género no futuro.
No final da visita, a vice-ministra dos Transportes e Comunicações lamentou o facto de esta situação ter prejudicado sobremaneira a população, que depende deste meio de transporte para diversos fins. Refira-se que, através da Linha do Limpopo, são transportadas diariamente cerca de duas mil pessoas. -
B) Pedro Mourana expõe sobre questões ambientais
Os Paços do Conselho Municipal da Cidade de Maputo vão acolher, no próximo dia 23 de Novembro, a exposição Ciência e Consciência, do artista plástico Pedro Mourana, de nome artístico PMourana.
Voltadas para as questões ambientais, as obras a serem expostas visam apelar às pessoas para que estabeleçam uma corrente universal de solidariedade, com o propósito de unir a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, no qual a humanidade convive em harmonia com a natureza.
A exposição perspectiva, ainda, para o nosso País e para o mundo uma indústria que não seja poluidora do ambiente, mas que vai ao encontro dos nobres interesses da humanidade e da relação harmoniosa do ser humano com a natureza.
O projecto Ciência e Consciência, cuja primeira aparição teve lugar em Novembro de 2014, é fruto da visão e da crença de PMourana de que a humanidade pode desenvolver ainda mais a ciência, tornando-a responsável e com referências éticas.
Este projecto artístico tem por objectivo apelar, por via pictória, ao desenvolvimento, sem a degradação de valores, que no entendimento do artista plástico seria um retrocesso para a humanidade no lugar do progresso.
Esta exposição faz parte de um projecto interdisciplinar que envolve vários artistas e entidades sociais, a destacar académicos, empresários e instituições de ensino a vários níveis.
De destacar que PMourana nasceu na cidade de Maxixe, província de Inhambane, a 14 de Setembro de 1961. É artista plástico desde 1979. Ao longo da sua carreira tem abordado temas que exaltam o amor à mulher e à poesia, a valorização do património cultural, a exaltação da diversidade cultural, a protecção da criança, o combate à exclusão social, a solidariedade, compaixão pelos valores perenes da sociedade, entre outros de intervenção social.
Do seu palmarés constam diversas exposições individuais e colectivas, dentro e fora do País. Em 1994 venceu o concurso para a elaboração do logotipo da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e concebeu, em 2014, o logotipo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). -
Global Shapers assinala semana do empreendedorismo
Com o lema “Desafio Empreendedor”, a Global Shapers Maputo reuniu esta quarta-feira, 16 de Novembro, na cidade capital, empreendedores, docentes e estudantes universitários para assinalar a passagem da semana global de empreendedorismo.
O seminário teve por objectivo desafiar os estudantes a apresentar as suas ideias de negócio para um painel experiente em matéria de empreendedorismo.
Ainda neste evento, renomados empresários deram a conhecer a sua experiência de sucesso, por forma a motivar os participantes a entrar e a inovar no mundo dos negócios.
Falando à margem do evento, o representante da Global Shapers Maputo, Rodolfo Dias, referiu que a outra finalidade deste encontro era de “facilitar aos jovens empreendedores a encontrar um financiador, um parceiro ou um monitor para as suas ideias inovadoras de negócio”.
Em alusão ao lema do encontro, Rodolfo Dias explicou que o maior desafio do empreendedorismo em Moçambique prende-se “com a falta de conhecimento de como traduzir uma ideia de negócio num produto ou serviço, bem como com a falta de acesso à informação financeira”.
“É neste sentido que estamos aqui para desafiar e providenciar o know-how aos estudantes. Acreditamos que estamos a contribuir para desenvolver o espírito empreendedor no seio da comunidade estudantil", assegurou.
De referir que, para além deste seminário, que teve lugar na cidade de Maputo, a Global Shapers está a organizar, ao longo do País, várias palestras e seminários, todos inseridos na celebração da semana global do empreendedorismo.
A Global Shapers é uma iniciativa do Fórum Económico Mundial, com a missão de incentivar a criação de movimentos inovadores em Moçambique, visando a aceleração do desenvolvimento local. -
C) Lionesses of Africa: Rede de mais de 200.000 mulheres empresárias lançada em Maputo
Lionesses of Africa, uma rede de mais de 200.000 mulheres empresárias no continente africano, é oficialmente lançada, esta quinta-feira, em Maputo, com a realização do primeiro evento Lioness Lean In Breakfast, que conta com o apoio do Standard Bank e da Shell.
A abertura do evento, no qual vão reunir-se mulheres empreendedoras para compartilhar ideias, inspirar e se conectar com a próxima geração de startups lideradas por mulheres, estará a cargo da fundadora e CEO da Lionesses of Africa, Melanie Hawken.
As oradoras confirmadas para o evento são Sasha Vieira, responsável pela unidade de Mudança e Capacitação no Standard Bank; Ana Alecia, fundadora e directora da Bio Oleos; Garcia Sequeira, directora executiva do ITIS – Instituto de Tecnológica Inovação e Serviços; e Sofia Cassimo, empreendedora e especialista no empoderamento das Mulheres.
Comentando sobre o lançamento do Lioness Lean In em Moçambique, Melanie Hawken, fundadora e CEO da Lioness of Africa, disse: "Este é um evento obrigatório para as mulheres empresárias em Maputo, uma vez que lhes dá a oportunidade de ouvir histórias inspiradoras de mulheres que estão a construir grandes empresas no país. O evento lhes permite se beneficiar das ideias e conselhos das mulheres empresárias que viram e experimentaram tudo no mundo dos negócios e da construção da marca. Constitui uma excelente oportunidade para estabelecer contactos com oradores e participantes que partilham a paixão pela promoção das mulheres empresárias em Moçambique”.
Partilhando os seus pensamentos sobre o evento, a parceria entre Lionesses of Africa, Standard Bank e Shell, Sasha Vieira responsável pela unidade de Mudança e Capacitação no Standard Bank, afirmou: "Empreendedorismo, inovação e inclusão financeira numa perspectiva de género são áreas de grande importância em Moçambique e em particular para o Standard Bank".
“Tendo em consideração que África é nossa casa e nós impulsionamos o seu crescimento, ser capaz de fazer parcerias com organizações como Lioness of Africa, que subscrevem a mesma visão e acreditam na priorização do empreendedorismo em todo o continente, é extremamente gratificante”, acrescentou.
Sasha Vieira disse, ainda, que “ao colaborarmos para criar oportunidades adicionais de networking, acesso a mercados e apoio de tutoria para PME’s, podemos ter um impacto e um alcance muito maiores. A este respeito, o Standard Bank e a Shell em Moçambique estão a associar-se a actividades específicas para consolidar os seus esforços e recursos, contribuindo assim conjuntamente para o progresso do ecossistema das PME. Estamos extremamente satisfeitos por ter a Shell como nosso parceiro neste evento e acreditamos que as mulheres empresárias vão tirar muito valor desta oportunidade e dos serviços que a Lioness of Africa disponibiliza em todo o continente.
Refira-se que, depois da África do Sul, Moçambique é o segundo país, onde o Standard Bank está implantado, a realizar este evento e o mesmo será replicado em mais 20 países em todo o continente africano durante o próximo ano, tudo em parceria com o Standard Bank. -
2 de Novembro: Maputo acolhe cimeira da Finantial Times
Maputo acolhe, no dia 2 de Novembro, a cimeira inaugural da Financial Times no continente africano, que vai juntar líderes políticos e do sector empresarial de Moçambique e do mundo, numa iniciativa que conta com o Standard Bank como principal parceiro.
O evento, cuja abertura será efectuada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, vai decorrer sob o tema “Acelerando o crescimento e a estabilidade” e visa debater caminhos para ajudar a acelerar o retorno ao crescimento e a diminuir o risco em Moçambique.
Esta cimeira abordará, ainda, os desafios imediatos e futuros de Moçambique, obtendo opiniões e uma visão ousada que tem em conta os principais tópicos desde a energia, infra-estrutura até agricultura.
Durante a cimeira várias apresentações serão efectuadas por especialistas, economistas seniores e CEOs com destaque especial para o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane. Da parte do Standard Bank, participarão na cimeira Paul Eardley-Taylor, director de Petróleo e Gás para a África Subsariana, que vai integrar o painel com o tema “Projectos de gás: Actualização sobre as licenças e desenvolvimentos de gás” e o Administrador Delegado de Moçambique, Chuma Nwokocha, que fará o lançamento da cimeira no dia 1 de Novembro.
Importa realçar que no painel sobre o “Foco Financeiro: Principais impulsionadores do crescimento num cenário mais resistente e transparente”, os participantes vão abordar as perspectivas de crescimento económico de Moçambique.
O forte envolvimento do Standard Bank, na realização desta cimeira, pela primeira vez, no continente africano, reside na visão de apoiar o crescimento do continente que considera casa, e de Moçambique, em particular.
Presente em Moçambique há mais de 120 anos, o Standard Bank continua comprometido com o crescimento do País, quer através de financiamentos como de aconselhamento, a particulares e aos principais projectos públicos e privados de desenvolvimento socioeconómico, com destaque para os de infra-estruturas, recursos naturais, petróleo e gás e energia.Av.Mao Tse Tung,1245
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C) Jovens debatem liberdade de expressão em tempos de violência
A Universidade Politécnica acolheu esta terça-feira, 25 de Outubro, uma palestra subordinada ao tema “Liberdade de Expressão em Tempos de Violência: Soluções para os Jovens”, que tinha como objectivo promover a liberdade de expressão, de pensamento e de opinião, para além de contribuir para o fortalecimento do diálogo na solução de questões relacionadas com a violência contra jovens, mulheres, crianças e outros grupos vulneráveis, e fortalecer a democracia através do debate de ideias e do envolvimento dos estudantes no debate sobre a agenda nacional do desenvolvimento.
Na ocasião, Hachimo Chagane, representante da Universidade Politécnica, organizadora da palestra, referiu que vários factores podem explicar a falta ou o medo do exercício da liberdade de expressão por parte do indivíduo, dentre os quais a família e a escola, primeira e segunda instituições de socialização, respectivamente.
“Se eu não tenho espaço para exercer a minha liberdade de expressão na família dificilmente conseguirei fazê-lo na sociedade”, disse Hachimo Chagane, que defende que um indivíduo com a auto-estima mal preparada na família certamente perderá segurança e confiança em si próprio. “Mesmo que tenha algo para dizer terá dificuldades para o fazer. Isso abre espaço para que reine a cultura do silêncio”.
Sobre o papel da escola, o representante da Universidade Politécnica é da opinião de que esta deve voltar a ser o local onde o aluno aprende a exercer os seus direitos. “A escola, hoje, tem professores desmotivados, alunos desinteressados, pais distraídos e a sociedade está indiferente a tudo isso”.
Por seu turno, Cármen Bila, do Parlamento Juvenil, disse ser necessário que os cidadãos conheçam e entendam o significado da liberdade de expressão, pois só assim é que poderão saber accionar os mecanismos ou instâncias competentes, tais como a polícia, a procuradoria e os tribunais, sempre que esta for violada.
Mais adiante, Cármen Bila afirmou que os mecanismos de protecção dos direitos em Moçambique são ineficazes, por isso “optamos pelo conformismo e pelo criticismo. Temos muitas leis mas não são respeitadas ou aplicadas. E os cidadãos têm medo de exercer o seu direito à liberdade de expressão por temer represálias, a censura, etc. Acabamos por optar por mecanismos não apropriados, como é o recurso à imprensa”, acrescentou Cármen Bila.
Já a representante da Associação Wansati Pfuka, Felicidade Chirindza, considerou que, para o exercício pleno da liberdade de expressão, as pessoas devem ter habilidades para escutar e analisar.
“Não basta conhecer os seus direitos e liberdades. As pessoas têm de aceitar e saber que a diferença é boa e necessária. Têm de saber acolher um ao outro e isso não se consegue através da força ou coerção, mas sim com base no diálogo”, concluiu. -
African Trade Insurance Agency (ATI) looks to ease investors’ concerns
African Trade Insurance Agency (ATI) is officially open for business in Ethiopia and Zimbabwe. ATI has a current project pipeline estimated at over one billion USD, which is expected to double in the short-term based on existing demand for its products NAIROBI, Kenya, October 19, 2016/ — At a press conference, the CEO of the African Trade Insurance Agency (ATI) (www.ATI-aca.org), George Otieno, along with H.E. Dina Mufti, the Ethiopian Ambassador and Gabriel Negatu, Regional Director, African Development Bank announced today that it is ready to begin covering transactions in Ethiopia and Zimbabwe. After a year-long process that was supported with funds from the African Development Bank, both countries are now members. The announcement will give investors crucial comfort to start or continue doing business in these countries.
ATI was established in 2001 by African governments and a range of other shareholders to ease the concerns of investors by providing a range of investment and political risk insurance products.
In the case of Ethiopia, one of Africa’s fastest growing economies, ATI will help the country maintain its status as one of Africa’s biggest success stories.
The $66 billion economy has been expanding as much as 10.3 percent annually over recent years, according to the International Monetary Fund, with a dip to 6.5 percent last year due to drought. Ethiopia has also been successful in attracting large manufacturers such as Unilever NV, Diageo Plc and Hennes & Mauritz (H&M) and has taken the lead in export of agricultural products.
For Zimbabwe, membership in ATI would give a boost to the country’s quest to attract foreign direct investments.
“I have no doubt that our membership will contribute to Zimbabwe’s current efforts to reduce the cost of doing business by making political risk and credit insurance, as well as non-payment and FDI cover readily available to exporters, importers and investors,” noted Industry & Commerce Minister Mike Bimha.
He also noted that his office had been inundated with inquiries from the private sector and potential investors on how they could access ATI’s insurance services.
“The African Development Bank is pleased to have financed Ethiopia and Zimbabwe’s membership into ATI. The affiliation with ATI will attract prospective investors with additional guarantees to participate in the priority areas of powering & lighting, feeding, industrializing and integrating both countries. It will also help improve the livelihood of millions of Ethiopians and Zimbabweans,” noted Gabriel Negatu, African Development Bank’s Regional Director.
In both countries, ATI has a current project pipeline estimated at over one billion USD, which is expected to double in the short-term based on existing demand for its products. Prospective projects include a 400 MW solar energy plant in Ethiopia that would contribute to the country’s carbon neutral growth plan to improve the living conditions of its citizens. And in Zimbabwe, ATI is considering a line of credit targeting commercial banks that will allow them to increase their lending volumes.
“I believe our entry into Ethiopia and Zimbabwe, particularly at this time, sends a powerful message to investors. Our presence signals that both countries are open for business because we are standing beside them as a credible and internationally-respected insurer with an ‘A’ rating from S&P. This should be positive news to anyone interested in doing business in the either country,” noted Mr. Otieno, ATI’s Chief Executive Officer.
ATI provides political, investment and trade credit risk insurance and surety bonds to clients doing business in its member countries. The products are created to help countries attract more investments and to promote domestic trade by providing insurance that mitigates against sovereign risks and specifically, currency inconvertibility and exchange transfer, expropriation, trade embargoes, non-honouring of contracts and payment default risks among others.
Companies and investors interested in learning more about ATI’s products and services can send an enquiry to AfricanRisks.
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Africa Islamic Finance Forum 2016
The Africa Islamic Finance Forum 2016 provided an unparalleled platform for networking opportunities as well as the centre stage to be at the very forefront of Africa’s flourishing Islamic finance sector On 17th and 18th October 2016, the second edition of the Africa Islamic Finance Forum took place at the Sofitel Abidjan Hotel Ivoire. The forum is designed specifically for the benefit of local and international market players to explore development opportunities in Islamic finance in Africa – concentrating on building the market and exploring its exceptional potential through inward investment and international collaboration. The two-day event features extensive discussions on investment opportunities in key African markets. The event commenced with welcome addresses from H.E the Minister of Planning and Development, IDB Governor in Cote D’Ivoire; the CEO of the Islamic Corporation for the Development of the Private Sector (ICD) (www.ICD-PS.org); the director-general of the Arab Bank for Economic Development in Africa; the governor of the Central Bank of West African States (BCEAO). The forum was inaugurated by Cote d’Ivoire’s Prime Minister, H.E Daniel Kablan Duncan.
The first day of the intellectual discourse deliberate on Africa’s blueprint for Islamic finance development and the outlook for the industry in 2017. An exclusive roundtable then follow to discuss Africa’s value proposition, opportunistic ventures and prospects for sovereign Sukuk issuances, as well as touching on the region’s current regulatory environment and the changes needed that will allow Islamic finance to flourish. The next segment of the forum deliberates on the healthy pipeline of infrastructure projects in Africa and the role of Sukuk in financing such projects, before wrapping up the day with the subject of banking innovation and how financial technology could spur the growth of Islamic banking.
The second day of this prestigious event continues with a session that focuses on Cote d’Ivoire and the investment opportunities that the country has to offer to Islamic investors, as panelists discuss some of the promising sectors and asset classes in the West African nation. In addition, ICD and the Stock Exchange (BRVM) launched the first Sukuk listing in UEMOA market. The final session of the two-day forum then take a closer look at the current Sukuk issuances out of BCEAO member countries, and market challenges that are influencing the growth prospects of the Islamic debt instrument.
The Africa Islamic Finance Forum 2016 provided an unparalleled platform for networking opportunities as well as the centre stage to be at the very forefront of Africa’s flourishing Islamic finance sector.
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‘A viagem de Luna’ amanhã no Centro Cultural Português em Maputo
Vai ser apresentado publicamente, no dia 13 deste mês, no Centro Cultural Português, em Maputo, o livro “A Viagem de Luna” da escritora Teresa Noronha, vencedora do 1º Concurso Literário Alcance Editores. Trata-se de um conto infantil, que retrata uma viagem inesquecível com ilustrações de Ruth Banõn.
O livro será lançando no âmbito do 28º Curso de Literaturas em Língua Portuguesa – “Literatura infanto-juvenil”, que se realiza no dia 10 a 13 de Outubro, no Centro Cultural Portugês, onde a autora irá apresentar uma experiência de dinamização da leitura em contexto escolar.
Teresa Noronha, nasceu em 1965 em Lourenço Marques, cresce e forma-se em Maputo em Engenharia Agronómica em 1986. Em 1988 vai estudar em França, Montepellier onde faz uma pós-graduação em Desenvolvimento Rural. Em 1992 parte para Portugal onde vive em Lisboa e Angra do Heróismo, trabalhando como tradutora e professora de Matemática e Ciências. Trabalhou na Editora Fim de Século e Íman Edições.
Actualmente é responsável pela área de publicações da Escola Portuguesa de Moçambique.
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The Economist’s Nigeria Summit Shifts Focus on the Future of Nigeria’s Economy
The Economist’s Nigeria Summit Shifts Focus on the Future of Nigeria’s Economy The 2017 summit will be a 2-day event, themed, “Paving the Way”, and will be held on March 6th and 7th 2017 at the Intercontinental Hotel, Victoria Island, Lagos LAGOS, Nigeria, October 11, 2016/ — Riding on last year’s successful summit, The Economist Events’ Nigeria Summit (http://APO.af/z2h9b8) has stated that the 2017 edition will explore strategic opportunities available for Nigeria’s economic growth as she seeks solutions to her current financial downturn. HE Yemi Osinbajo, Vice-president of the Federal Republic of Nigeria will deliver the opening address. Delegates at the 2016 Summit concluded that “Nigeria needs to move quickly—the rest of the world is not waiting for Nigeria to catch up. But at the same time it should not risk having the policy reversals of the past”. Many delegates stressed that Nigeria must identify its main strengths, and then act decisively to support them. Herbert Wigwe, the Chief Executive Officer of Access Bank, argued: “We need to prioritise and look at the sectors where we have the greatest efficiencies and where we can invest our resources to get the big impact that is required.”
READ (http://APO.af/T8hL1y) the analysis of our 2016 summit polling.
Now in its 12th year, the Nigeria Summit has become one of the leading events in Africa where business, government and ideas people meet to chart a course for Nigeria’s economy. The 2017 summit will be a 2-day event, themed, “Paving the Way”, and will be held on March 6th and 7th 2017 at the Intercontinental Hotel, Victoria Island, Lagos.
Other speakers for the summit include; Michel Arron, Head of Delegation to the Federal Republic of Nigeria, EU, Paul Arkwright, High Commissioner to the Federal Republic of Nigeria, United Kingdom, Bilikiss Adebiyi, Chief Executive Officer, Wecyclers Corporation, Jonathan Rosenthal, Africa Editor, The Economist amongst others.
This year’s summit is expected to bring together more than 350 participants drawn from different walks of life including Nigeria’s public and private sectors, international business leaders, representatives of Nigerian civil society, international investors, economists and academics
According to The Economist Events, the discussion comes at a crucial time as Nigeria is facing an economic downtime. For the first six months of 2016 Nigeria has been in the grip of a severe foreign currency shortage. Many businesses have been unable to import inputs from raw materials to machine parts as well as simple supermarket products. As the economy has slowed, foreign investors have pulled back. The number of unemployed and underemployed Nigerians has risen. The question then is how Nigeria can get out of her present economic quagmire?
“The 2017 Nigeria Summit will explore the economic and social progress discussed during the last summit, as well as provide an in-depth analysis on the way forward for Nigeria to return to its strong economic growth,” said, Jonathan Rosenthal, Africa Editor, The Economist.
Attendees will be looking at a wide range of issues from the economic policy and diversification to digital disruption, manufacturing, power supply, and education during the panel discussions, which will be chaired by Jonathan Rosenthal.
Other topics to be discussed include; Nigeria on the regional and global stage, Securing a peaceful Nigerian future, Nigeria’s investment landscape from private equity to entrepreneurs, the future for Nigeria’s banking sector, Nigeria’s digital revolution, Skills and education-growing Nigeria’s people power, Powering Nigeria’s future etc. Being at the heart of the continent’s economic renaissance, speakers will also be expected to review Nigeria‘s role on the African continent as well as on a global stage.
For general queries or further information about the event please call emeaevents or visit our website (http://APO.af/Uorf0q).
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AIESEC organiza Conferência Nacional de Capacitação do Capital Humano
Para celebrar o sétimo aniversário da sua existência em Moçambique, a Associação Internacional de Estudantes em Ciências Económicas e Empresariais – AIESEC organiza, entre os dias 14 e 16 de Outubro, na cidade de Maputo, a Conferência Nacional de Capacitação do Capital Humano.
Esta conferência, que irá reunir estudantes universitários de diversas instituições nacionais de ensino superior, públicas e privadas, tem por objectivo providenciar aos participantes ferramentas e estratégias para melhor preparação pessoal e profissional, que os permita criar e gerir projectos com impacto na sociedade.
A AIESEC-Moçambique também pretende, com este evento, procurar desenvolver e fortalecer o espírito de liderança nos jovens, focado no actual contexto de Moçambique através de experiências práticas.
Realizada anualmente, a Conferência Nacional de Capacitação do Capital Humano é dedicada a todos os membros da AIESEC a nível nacional, evento no qual os participantes envolvem-se num ambiente multi-cultural, dinâmico e de globalização.
De referir que esta conferência acontece após a realização da Feira Global, entre 30 de Setembro e 1 de Outubro, na cidade da Beira, desenvolvida pela AIESEC em parceria com a DSD Challenge, juntando estudantes, empresas, Organizações Não-Governamentais e entidades do Governo.
A Feira Global decorreu sob o lema “O Papel da Juventude na Sociedade”, com o objectivo de garantir a aproximação entre os meios corporativo e estudantil, tendo o meio corporativo tido a possibilidade de apresentar os seus produtos e serviços através de exposições e workshops.
Este evento trouxe ainda, ao meio estudantil, uma plataforma para o desenvolvimento da liderança, buscando preparar os jovens para o mercado de trabalho por via de amostras e discussões de assuntos pertinentes, bem como consciencializar a juventude a cerca da competitividade no mercado e os desafios nele existentes. -
Africa: Petroleum Technology Association of Nigeria (PETAN) Announces Details of Inaugural West African International Petroleum Exhibition and Conference (WAIPEC) to Launch in February 2017
PETAN announces Details of Inaugural West African International Petroleum Exhibition and Conference (WAIPEC) to Launch in February 2017 During the three-day event, delegates will have the opportunity to participate in over 25 business, technical and special focus sessions, and hear from more than 75 prominent industry speakers and representatives from both the regional and international oil and gas community LAGOS, Nigeria, October 11, 2016/ — The Petroleum Technology Association of Nigeria (PETAN) (www.PETAN.org) has announced the launch of the inaugural West African International Petroleum Exhibition and Conference (WAIPEC) (www.WAIPEC.com) taking place 21-23rd February 2017 at the Eko Convention Centre, Lagos, Nigeria. PETAN has created WAIPEC as part of its leading role in promoting and driving sustainable development of Nigeria’s petroleum industry. WAIPEC will address the needs of companies seeking to showcase innovative solutions, new technologies within the sector, work to generate international investment and support the development of major new collaborations for the benefit of West Africa’s petroleum economy.
During the three-day event, delegates will have the opportunity to participate in over 25 business, technical and special focus sessions, and hear from more than 75 prominent industry speakers and representatives from both the regional and international oil and gas community. Running alongside the conference – an exhibition is projected to attract more than 200 exhibiting companies and 6,000 visiting professionals from West Africa, Europe, Americas and Asia.
WAIPEC’s programme will be driven by an esteemed steering committee, representing a cross section of key stakeholders from the Nigerian oil and gas industry including the Nigerian National Petroleum Company (NNPC), The Shell Nigeria Exploration and Production Company (SNEPCo), TOTAL E & P, First E & P, SEPLAT Petroleum Development Company and representatives from PETAN amongst others.
Speaking of the event, Bank Anthony Okoroafor, Chairman of PETAN explained; “WAIPEC has been created to specifically address Nigeria’s national energy needs, highlight its challenges and importantly, promote its continued development. The event will provide a platform for the many major oil producers, engineering companies, oilfield services and consultants operating in Nigeria and West Africa, to showcase their technologies and expertise, as well as work to attract international investment and create partnerships for the betterment of the sector.”
For full details on the West African International Petroleum Exhibition and Conference, its content and how to participate, visit www.WAIPEC.com.





