Categoria: emprego

  • Vale forma 25 jovens em Moatize para operar na Mina

    Vinte e cinco jovens provenientes do Bairro 25 de Setembro, na Vila de Moatize, em Tete, concluíram na última semana, a primeira fase do Curso de Operação de Equipamento de Mina, organizado pela Vale, que durou cerca de seis meses.

    Os jovens foram seleccionados com o envolvimento dos líderes comunitários do Bairro 25 de Setembro, na Vila de Moatize, e das autoridades do Governo do Distrito de Moatize e têm a possibilidade de ingressar no quadro de pessoal da mineradora, após a formação teórica e prática.

    Na mensagem que foi lida durante a cerimónia, os formandos agradeceram a oportunidade proporcionada pela Vale, num contexto em que “muitos jovens, mesmo depois de concluir o ensino médio, enfrentam imensas dificuldades em ingressar em formações técnico-profissionais que garantam emprego de imediato”.

    O Director Provincial de Recursos Minerais e Energia, Manuel Sithole, que na cerimónia de encerramento, falou em representação do Governador da Província de Tete, congratulou a Vale gradativamente recrutar jovens locais para as suas operações em Moatize, tendo destacado especialmente o facto de entre os formandos figurarem sete jovens do sexo feminino.

    Em representação da Vale, Eufrásio Chacala, Gerente Geral de Beneficiamento de Carvão, afirmou que a expectativa da mineradora ao apostar em jovens das regiões onde opera é de trazer valor agregado ao país. Sublinhando ainda que “é esta a massa crítica que vai fazer com que este empreendimento traga resultados e constitua a força catalisadora de desenvolvimento nas comunidades locais, muito especialmente de Moatize e regiões vizinhas”.

    Este é o segundo grupo de jovens das comunidades circunvizinhas à operação da Vale em Moatize a participar desta formação de 12 meses. Em Fevereiro, 24 jovens da Vila de Cateme, Posto Administrativo de Cambulatsisi, distrito de Moatize, protagonizaram a primeira acção deste género.

  • Estudantes universitários reflectem sobre o seu papel no mercado

    Perto de 300 jovens estudantes de sete instituições do ensino superior baseadas na capital do País participaram, quarta-feira última, em Maputo, no fórum global denominado “Mozambique Young to Business”, para reflectir sobre o papel dos jovens nos diferentes sectores do mercado.
    O evento, que reuniu estudantes das principais universidades do País, Organizações Não Governamentais (ONGs), representantes do Governo e empresas, incluiu a realização de workshops e debates sobre temas como internacionalização, liderança e inovação.
    Com esta iniciativa, a AIESEC pretende maximizar o seu impacto junto da sociedade, através da aproximação dos estudantes universitários às empresas e organizações, estimulando, desta feita, o desenvolvimento do potencial da juventude moçambicana, o espírito empreendedor, visão global e desenvolvimento de competências de liderança.
    Francisco Maibaze, presidente da AIESEC Moçambique disse a-propósito que o “Mozambique Young to Business” deste ano serviu para “reflectir sobre o papel dos jovens nos diferentes sectores do mercado, porque acreditamos que os jovens têm um papel fundamental para o desenvolvimento do País e as principais perspectivas que temos é que este seja um momento de reflexão para que, amanhã, os jovens possam ter cada vez mais uma atitude positiva em relação à sociedade, criando impacto positivo sobre ela”.
    “Do modo geral, este evento tem como objectivo juntar os principais pólos do mercado, nomeadamente ONGs, empresas, estudantes e a sociedade civil em geral, para reflectir sobre temas importantes, como o empreendedorismo, inovação, entre outros”, referiu Francisco Maibaze.
    Fundada em 2010 em Moçambique, a AIESEC conta com 50 mil membros em 107 países e tem por objectivo estimular a descoberta e o desenvolvimento do potencial de liderança dos seus membros com impacto positivo na sociedade.
    As suas actividades também incluem programas de intercâmbio profissional e actua em iniciativas de integração de estudantes universitários no meio corporativo, projectos envolvendo o sector não corporativo, consciencialização de jovens para temas sociais tais como estágios de jovens estrangeiros em organizações moçambicanas e o envio de estudantes universitários nacionais para estágios internacionais.

  • MNE abre vagas para cargos no estrangeiro

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) de Portugal acaba de abrir diversas vagas para o desempenho de funções para embaixadas, postos consulares, missões e representações permanentes para vários países.

    As condições exigidas aos candidatos variam consoante o cargo e o país ao qual se candidatam, mas, na maioria dos casos, a fluência em língua inglesa é um fator preferencial, sendo que é também um requisito obrigatório que os interessados tenham estatuto de residentes e a situação regularizada na nação de destino para efeitos de futura contratação.

    No caso dos assistentes administrativos, os candidatos devem ter, pelo menos, o 11º de escolaridade e, para concorrerem a técnicos, a licenciatura é um requisito (dando-se preferência, de acordo com as informações veiculadas, à área das relações internacionais).

    A remuneração para cada um dos cargos nos diferentes países pode ser consultada, na moeda local, nos respetivos avisos de abertura publicados pelas embaixadas e que acompanham os anúncios de recrutamento.

    As candidaturas para todas as vagas disponíveis estarão abertas ao longo do mês de abril, variando o prazo limite entre 16 e 22 deste mês, consoante a vaga. A data limite deve ser confirmado em cada uma das ofertas.

    Todas as questões relacionadas com os concursos para os Serviços Externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros devem de ser solicitadas ao respetivo posto (Embaixada ou Consulado-Geral).

    O MNE está à procura de assistentes administrativos para as embaixadas de Portugal em Vancouver (Canadá), Tunes (Tunísia), Estocolmo (Suécia), Buenos Aires (Argentina), Rio de Janeiro (Brasil), Londres (Inglaterra), Moscovo (Rússia) e Trípoli (Líbia) e ainda de técnicos para exercer funções em Haia, nos Países Baixos, e na cidade moçambicana de Maputo.

    Clica para conhecer todas as vagas disponíveis e as respetivas condições, bem como os prazos limite de candidatura http://www.carreirasinternacionais.eu/servicos-externos-mne:

    – Assistente Administrativo (Vancouver)

    – Assistente Administrativo (Tunes)

    – Assistente Administrativo (Estocolmo)

    – Técnico (Haia)

    – Assistente Administrativo (Buenos Aires)

    – Assistente Administrativo (Rio de Janeiro)

    – Técnico (Maputo)

    – Assistente Administrativo (Londres)

    – Assistente Administrativo (Moscovo)

    – Assistente Administrativo (Trípoli)

    Consulta também os próximos concursos a aguardar datas de abertura.

    O Recrutamento de trabalhadores para serviços externos do MNE é feito de acordo com o estatuto do pessoal dos serviços externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Decreto-Lei n.º 444/99, de 3 de Novembro.

    Os candidatos devem reunir, até ao termo do prazo de candidatura, os requisitos previstos na lei, designadamente:

    a) 18 anos de idade completos;

    b) Não inibição do exercício de funções públicas ou não interdição para o exercício daquelas que se propõe desempenhar;

    c) Robustez física e perfil psíquico indispensáveis ao exercício das funções;

    d) Cumprimento das leis de vacinação obrigatória;

    e) O candidato selecionado deverá possuir autorização/estatuto de residente no (país) e ter a sua situação regularizada junto das entidades fiscais e da segurança social locais, para a respetiva contratação. Esta situação não impede que possam concorrer cidadãos que ainda não preencham estes requisitos. O candidato que for selecionado e contratado, terá de obter, em tempo útil, essas autorizações e regularizar a sua situação, o que na maior parte dos casos só pode ocorrer quando tem um contrato de trabalho assinado.As provas de seleção, de acordo com o Regulamento dos procedimentos concursais em vigor, são realizadas nos locais onde os postos se situam.

  • Para quem procura emprego em Moçambique

    Para quem procura emprego em Moçambique

    emprego.co.mz – Oportunidades em Moçambique

    http://www.emprego.co.mz

    O serviço público gratuito que divulga as melhores oportunidades de trabalho em Moçambique.

  • Farmas sul-africanas recrutam mais moçambicanos

    Pouco mais de mil moçambicanos deverão ser recrutados ao longo deste ano para trabalharem nas farmas (fazendas) sul-africanas do Limpopo, ao abrigo de um memorando assinado recentemente em Maputo pela Ministra do Trabalho, Maria Helena Taipo, e empresários do ramo naquele país vizinho.

    No quadro do mesmo memorando, um total de 394 moçambicanos acaba de conseguir emprego nas farmas da África do Sul. Trata-se do segundo grupo a seguir para aquele país nesse contexto, sendo que o primeiro rumou para aquele país em Julho do ano passado.

    Fonte: Notícias

  • Vagas por preencher

    Caros candidatos,

    Uma grande organização sedeada na província de Nampula procura com urgência candidatos para os seguintes postos de trabalho:

    POSITIONS – RECRUITMENT NR
    Relief Engineer 1
    Plant Engineer 1
    Control and Instrument Engineer 1
    Plant Superintendent 1
    Engineering Supervisor (Mechanical) 1
    Engineering Supervisor (Electrical) 1
    Instrument Technicians 3
    Instrument Mechanician 3
    Junior Engineer (Mechanical) 3
    Maintenance Planning Superintendent 1
    Electrical Supervisor 1
    Electricians 10
    Electrical Draughtsman 1
    Mechanical Draughtsman 1
    Mechanical Fitters 18
    Electricians 13
    Metallurgists 3
    Senior Metallurgists 1
    Auto-Mechanics 3
    Auto-Electrician 1
    Mine Planners 1
    Hydraulic Assistant 1
    Boiler Makers 2
    Mechanical Lubricators 2
    TOTAL 74

    Please send CVs in English to bruna

    We are always happy to add more people to our distribution list. Kindly send an email with the word subscribeor <a href=”mailto:anicha should you want to be removed.

    For more information on other vacancies or EP Recruit, please visit our website:

    Website: www.eprecruitmozambique.com

  • OIT quer alargar licença de maternidade

    A representação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Moçambique, reuniu-se, na passada sexta-feira, em Maputo, com empregadores para fazer uma reflexão sobre a Convenção 183, aprovada por aquela organização multilateral, relativa à protecção da maternidade, particularmente o direito da mulher e do recém-nascido à saúde, com vista à sua ratificação.
    Na perspectiva de assegurar a protecção da gravidez, a OIT pretende promover, no País, a ratificação da Convenção 183, que estipula uma licença por maternidade de pelo menos catorze semanas de duração, contra uma licença de sessenta dias consecutivos consagrados pela lei moçambicana do Trabalho.
    Adelino Buque, presidente do Pelouro do Trabalho e Acção Social da CTA, disse, na ocasião, que a Convenção 183 refere que, a fim de proteger a situação da mulher no mercado do trabalho, as prestações respeitantes às licenças de maternidade e em casos de doença ou complicações, resultantes do parto ou gravidez, devem ser asseguradas através de um seguro social obrigatório ou de fundos públicos.
    “Sucede que a licença de maternidade em Moçambique é suportada de forma dupla, ou seja a entidade empregadora paga os 60 dias e a segurança social paga igualmente 60 dias sob formas pecuniárias”, indicou Adelino Buque, acrescentando que“apesar destas disposições que asseguram direitos à mulher,  muitas vezes ela não faz o uso devido deste direito por mero desconhecimento”.

    Por seu turno, o coordenador da OIT, em Moçambique,  Igor Felice, disse que o objectivo do encontro é discutir a importância da Convenção 183, aprovada pela OIT, com os empregadores para se chegar a uma ratificação: “Sabemos que ratificar uma convenção é o primeiro passo, mas que depois é necessário criar as condições para a sua implementação efectiva”, frisou.
    Relativamente ao mínimo de licença de 90 dias por maternidade estabelecida pela Convenção, Igor Felice explicou que“vamos pensar que em alguns países a maternidade pode chegar até 12 meses, porque está já patente que a amamentação dos bebés essencial para a saúde das crianças e também da mãe e isso representa um investimento vantajoso para a sociedade”.