Categoria: empresas

  • Medifarma no XI Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa

    Medifarma no XI Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa

    Distribuidora retalhista de produtos para a saúde em Moçambique há mais de 18 anos, a Medifarma participou no  XI Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa que decorreu, em Maputo, entre os dias 26 e 27 de Março de 2015.

    Segundo o director comercial, João Barata, esta acção pretente reforçar a visibilidade da empresa para os profissionais da saúde moçambicanos.

    A Medifarma representa vários laboratórios internacionais, abrangendo a maioria das áreas terapêuticas, disponibilizando produtos farmacêuticos e material médico-cirurgico.

     

  • Vale recua e dialoga

    A Vale, companhia brasileira mineradora e exploradora de carvão, decidiu retomar as conversações com os representantes das comunidades dos oleiros de Cateme, no distrito de Moatize, província central de Tete, em Moçambique, com o envolvimento do governo, informa nesta quarta-feira (24) a agência AIM.

    A Vale refere, em comunicado, que o seu objectivo é buscar soluções conjuntas e desenvolver iniciativas de incremento da produção e renda, a nível micro-empresarial, que permitirão a integração dos oleiros nessas actividades.

    No entanto, o “recuo” da Vale é visto como resultado da ameaça feita pelos representantes das 1365 famílias envolvidas no processo negocial, que prometeram endurecer ainda mais as revoltas em protesto contra as compensações que apontam como injustas.

    Aliás, as famílias reassentadas pela Vale chegaram a queixar-se de intimidação durante o processo negocial havido entre as partes para resolver o diferendo que opõe as famílias reassentadas àquela mineradora brasileira.

    A Acção Académica para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADECRU) denunciou, no comunicado de imprensa dirigido recentemente a AIM, as tentativas de manipulação, ameaças e intimidação sofridas pelos representantes das famílias nas negociações.

    Aliás, no encontro havido no dia 19 do mês em curso, a retórica e o discurso dominantes dos representantes da Vale e da Policia mocambicana (PRM) gravitava na repreensão e culpabilização das famílias pelos avultados prejuízos averbados pela empresa durante a paralisação das suas actividades.

    Todavia, os oleiros protestaram afirmando que as suas actividades estavam paradas desde 2009, mas a Vale estava a operar e a produzir, exportando e ganhando lucros altíssimos com a venda do carvão feita à custa do seu sofrimento.

    “Nós temos famílias por alimentar e sustentar. Ao invés de focarem as atenções nas principais questões que nós levantamos, preferiram falar dos impactos e danos dos protestos e não propriamente das nossas preocupações”, reclamaram os oleiros no comunicado.

    Na óptica da ADECRU, as graves falhas e os vícios no processo reflectem a excessiva influência, interferência e o poder que a Vale exerce sobre os representantes do governo a todos os níveis.

    O facto, segundo a Acção Académica, revela também a subordinação do interesse público e da soberania nacional aos interesses privados de uma pequena elite política, em conivência com as grandes corporações transnacionais.

  • ACIS lança manuais de orientação para novos empreendimentos

    São dois manuais que deverão prestar informação útil a empresários, facilitando aspectos como registo de empresas, licenciamento comercial e industrial, entre outros.
    Trata-se de duas obras lançadas, ontem, pela Associação Comercial e Industrial de Moçambique (ACIS): “O Quadro Legal para a Constituição de Sociedades Comerciais em Moçambique” e “O Quadro Legal para o Reconhecimento e a Obtenção de Direitos de Terra em Áreas Rurais em Moçambique”, cuja finalidade é fornecer informações importantes aos investidores para a realização de negócios.
    Com a iniciativa, espera-se melhorar o ambiente de negócios e a classificação do país no índice “Doing Business”, que avalia a facilidade de fazer negócios em cerca de 180 países de todo o mundo, através de diversos indicadores como burocracia, fiscalidade, comércio transfronteiriço, entre outros. No “Doing Business”, o país ocupa a modesta 140ª posição, entre os piores na Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral.
    De acordo com o comunicado recebido no nosso jornal, “O Quadro Legal para a Constituição de Sociedades” engloba os procedimentos a partir do registo de uma empresa até ao licenciamento comercial e industrial, sendo que a nova edição inclui as novidades trazidas pelo Decreto 5/2012 de 07 de Março, sobre o licenciamento simplificado.
    A edição inclui fluxogramas de procedimentos, listas de verificação e informação sobre vários procedimentos a serem seguidos para legalizar uma empresa. Enquanto útil para o novo empresário, o conteúdo do guião também apoiará empresas já em funcionamento a verificar se os seus documentos estão em ordem.
    O manual baseia-se na ideia de que investidores informados podem, mais facilmente, cumprir com a lei, na convicção de que o princípio geral de direito é a melhor garantia de propriedade e ordem, e do desenvolvimento sustentável.

  • Concurso 100 Melhores PME

    Concurso 100 Melhores PME

    Encontram abertas as candidaturas ao prémio 100 Melhores Pequenas e Médias Empresas (PME) de Moçambique lançado oficialmente em Maputo.

    O concurso promovido pelo grupo Soico e pelo Ministério da Indústria e Comércio, através do Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas – Ipeme, vai distinguir qualitativamente as PME’s e deverá contar com três principais categorias, nomeadamente, PME do Ano, PME Inclusiva e PME Inovadora.

    Para participar neste evento, as Pequenas e Médias Empresas de Moçambique devem preencher a Ficha de Inscrição, anexar os documentos necessários previstos em Regulamento e consultar o website www.100melhorespme.co.mz por forma a confirmar a sua participação.

    As respostas às perguntas da Ficha de Inscrição serão avaliadas e submetidas a júri próprio, conforme indicado no Regulamento 100 Melhores PME de Moçambique.

  • CTA cria centros de desenvolvimento de negócios

    CTA cria centros de desenvolvimento de negócios

    A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) vai criar três centros de desenvolvimento de negócios para resolver o problema da falta de informação que afecta os empresários nacionais e, deste modo, poderem tirar partido das oportunidades que existem.

    Segundo Hipólito Hamela, membro da CTA, os empresários nacionais não têm aproveitado as oportunidades de negócios existentes no país criadas pelos grandes projectos que operam no país, sobretudo ao nível da indústria extractiva, devido à falta de informação.

    Assim, a CTA vai criar os centros de desenvolvimento de negócios nas três regiões do país, sendo um em Maputo, no Sul, outro na Beira (Centro), e último em Nampula, no Norte.

    Ainda não se sabe exactamente quando os mesmos serão criados, mas Hamela revelou que já há recursos financeiros para o efeitol.

    “A CTA vai criar três centros de negócios para informar as empresas nacionais sobre as necessidades das grandes empresas de modo a terem mais negócios. Por exemplo, o que as grandes empresas vão precisar a curto, médio e longo prazo para viabilizar as suas actividades, o que pode constituir negócios com as várias empresas”, explicou.

    A CTA defende que haja cada vez mais ligação entre os grandes projectos e as Pequenas e Médias Empresas (PME’s), o que poderá contribuir, ainda que indirectamente, para a criação de mais emprego para moçambicanos.

    Hamela disse que a forma de os moçambicanos participarem nos grandes projectos no sector de recursos minerais que se desenvolvem no país é através da prestação de serviços.

    “Este tipo de ligações pode criar mais emprego, mais benefícios para os moçambicanos como empresários, porque não temos capacidade tecnológica para investir directamente nesta indústria. Então podemos tirar dividendos prestando serviços as grandes empresas”, defendeu.

    Hamela falava hoje, em Maputo, durante o seminário de apresentação dos resultados do estudo sobre “os efeitos da explosão de recursos naturais no crescimento económico de Moçambique”. O referido estudo foi encomendado pela CTA e contou com o apoio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Económico e Empresarial (SPEED).

    O estudo, que foi debatido hoje publicamente, será igualmente apresentado ao Conselho Directivo da CTA que deverá formular a sua posição oficial sobre a matéria.

    (AIM)

  • Autocarros a gás voltam a circular em Maputo

    Autocarros a gás voltam a circular em Maputo

    Os autocarros a gás da Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo (EMTPM) que durante a semana passada estiveram paralisados devido à escassez daquele combustível para o seu abastecimento voltaram a circular.

    A informação foi dada por Lourenço Albino, administrador para área de Negócios e Projectos na EMTPM, segundo o qual pelo menos 120 autocarros movidos a gás circulam desde sábado nas horas de ponta para minorar a crise de transporte na cidade de Maputo.

    Este número de autocarros a gás chega a baixar para 80 nas chamadas horas mortas, entre às 9 e 15 horas, altura em que se regista uma ligeira redução da procura de meios de transporte.

    No entanto, Lourenço Albino disse não saber se a resolução do problema de escassez de gás era definitiva ou não, mas que a empresa voltou a receber o combustível com pontualidade e a reposição tem sido feita sem atrasos.

    “Ainda não falamos com o nosso fornecedor para aferirmos se a crise está definitivamente ultrapassada”, disse Lourenço Albino, citado pelo “Noticias” na sua edicao de hoje.

    Não se referiu, no entanto, aos prejuízos causados à empresa nos dias em que os autocarros a gás estiveram paralisados, garantindo que este problema seria discutido com o fornecedor deste tipo de combustível.

    “Temos um contrato comercial com o nosso fornecedor de gás onde estão previstas todas as questões e é com eles que vamos avaliar e discutir o problema dos prejuízos causados com a paralisação dos autocarros”, acrescentou.

    A normalização do fornecimento de gás foi confirmada pela Autogás, através do seu representante Nuno Fernando que afirmou que a situação está normalizada desde o fim-de-semana.

    “Já estamos a receber gás suficiente para fornecer os nossos consumidores e acreditamos que o problema de escassez já foi ultrapassado”, disse Fernando, acrescentando que para a EMPTM e outros clientes também vão receber gás com pontualidade.

    Este revelou que para além da Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo ,a Autogás fornece gás a diferentes empresas privadas de segurança privada e a singulares.
    A escassez de gás nas cidades de Maputo e Matola resultaram de problemas eléctricos.

    In AIM

  • Standard Bank ganha prémios “Euromoney for Excellence” 2012

    Standard Bank ganha prémios “Euromoney for Excellence” 2012

    O Grupo Standard Bank acaba de se destacar entre os vencedores dos prémios “Euromoney for Excellence” 2012, ao conquistar quatro prémios, nomeadamente “Merger and Aquisitions”, “Best Debt Capital Markets House”, “Best Project Finance House” e “Best Risk Advisor in Africa”, segundo foi recentemente anunciado em Londres.

    Os prémios resultam da notável dispersão geográfica e a grande variedade de produtos e serviços desta instituição bancária em África, bem como a sua capacidade de fazer negócios em moeda local e em dólares, nos países onde está implantado, incluindo Moçambique.

    Mais de uma dúzia de projectos do Standard Bank, em quatro países africanos – incluindo o financiamento de 350 milhões de randes para a expansão do oleoduto, ROMPCO, em Moçambique – destacaram-se para a conquista do prémio de melhor projecto de financiamento, “Best Project Finance House”.

    Para a premiação “Merger and Aquisitions” (Fusões e Aquisições), o Standard Bank foi reconhecido pelo seu trabalho de assessoria na aquisição de 9 biliões de randes da Metorex por Jinchuan da China, considerado o maior investimento chinês do ano passado, enquanto o prémio “Best Debt Capital Markets House” resultou das principais transações de “Eurobonds” soberanos para os governos de Senegal e Namíbia, que totalizaram um bilião de dólares.

    Já o prémio de melhor conselheiro de Risco em África (Best Risk Advisor in Africa) é produto duma transacção efectuada pelo Banco em Setembro passado, na qual o Standard Bank ajudou uma grande empresa com uma solução de reestruturação da dívida, que incluiu uma grande quantidade de crédito, de mercado e risco legal.

    Refira-se que os prémios “Euromoney Awards for Excellence”, promovidos pela revista Euromoney, atraíram mais de 600 propostas de bancos do mundo e corretoras.

  • CTA quer reduzir dependência em relação a parceiros nacionais e internacionais

    A CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique vê no desenvolvimento da sua organização CTA-Participações, Lda., um meio de auto-sustentabilidade financeira da agremiação, de modo a reduzir a dependência em relação aos parceiros nacionais e internacionais.
    “Neste momento podemos, com alguma satisfação, dizer que já temos duas actividades, uma de rendimento imobiliário e outra que é a participação no projecto da Janela Única Electrónica”, segundo declarou Salimo Abdula, após a realização da Assembleia Geral ordinária, tida lugar em Maputo na última terça-feira, durante a qual foi aprovado o Relatório e Contas do exercício fiscal de 2011, bem como o Plano de Actividades e Orçamento para 2012.
    Na qualidade de presidente da Mesa da Assembleia Geral, Salimo Abdula referiu que “a CTA continua a ser um intenso movimento participativo, no qual os membros sentem cada vez mais o calor do associativismo e o crescimento da organização que, cada vez mais abrangente, traz resultados na sua interacção com os parceiros, Governo e sociedade em geral, para uma contribuição na melhoria do ambiente de negócio no País”.
    Acrescentou que “Moçambique entrou no radar do mundo, pelas grandes actividades económicas demonstradas e pelo futuro crescimento da sua economia e, obviamente, que os empresários moçambicanos não querem estar à margem desse processo”.
    No decurso da Assembleia Geral, foi realçado, entre outras actividades, que a CTA vai privilegiar o potenciamento técnico-jurídico e económico da sua Unidade de Investigação e Análise Económica (UIAE), por forma a apoiar os mecanismos consultivos com pareceres técnicos nas suas discussões com o Governo.
    Dentre outras actividades que a CTA se propõe a desenvolver, ainda este ano, consta a formação dos assistentes dos Conselhos Empresariais Provinciais sobre gestão da agenda de diálogo, seu papel, gestão financeira e prestação de contas e ainda a formação dos pequenos empresários em matéria de empreendedorismo e oportunidades de negócios.
    Refira-se que, na área da Agricultura, o Plano de Actividades para 2012 contempla a implementação das recomendações do estudo sobre o IVA no sector, bem como a realização de estudos sobre as barreiras não fiscais à agricultura e à comercialização agrícola, incluindo o estudo sobre o incentivo do gasóleo e da energia eléctrica no sector agrícola.

  • IFLOMA vai investir 348 milhões de USD em Moçambique

    A empresa Indústrias Florestais de Manica (Ifloma) irá investir 348 milhões de dólares na plantação de árvores e na construção de uma fábrica de papel nas províncias de Manica e Sofala, região central de Moçambique, noticiou o jornal moçambicano Correio da Manhã.
    Citando uma fonte governamental, o jornal adiantou terem sido iniciados em 2011 os processos para a concessão de terrenos para a plantação de árvores e um outro para a obtenção de um espaço para a construção da fábrica de processamento de estilhas de madeira no porto da Beira, província de Sofala.
    Em Manica, a Ifloma pretende vir a plantar 73 mil hectares de pinheiros e eucaliptos para alimentar a futura fábrica de papel que dará à empresa liderança do mercado do papel a nível de Moçambique, disse ao jornal o engenheiro Cremildo Rungo, director da unidade industrial.
    Cremildo Rungo disse ainda que o projecto já foi elaborado e submetido ao governo, através da Direcção Provincial da Agricultura de Sofala, aguardando-se o aval do ministério da tutela para o seu arranque.
    Actualmente, a Ifloma dispõe já de uma plantação de pinheiros e eucaliptos que se estende por uma área de 25 mil hectares, tendo acabado de plantar com aqueles dois tipos de árvores mais de 7 mil hectares.

  • 125 maquinistas foram formados pela Vale e CFM

    125 maquinistas foram formados pela Vale e CFM

    Cento e vinte e cinco aprendizes já foram formados como maquinistas em Tete e na Beira, resultado da parceria entre a Vale Moçambique e a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, iniciada em 2010. O projecto tem como principal objectivo atender às necessidades de formação de mão-de-obra local para o sector ferroviário no país.

    O maquinista Ângelo Mussone Domingos, que participou da primeira formação, em 2010, teve oportunidade de ir ao Brasil com outros 23 alunos, quando a linha Sena-Beira não estava ainda funcional e a Vale Moçambique não estava ainda em fase de operação. Ele garante que não sabia nada sobre ferrovia, e com a formação que teve na Vale Moçambique tornou-se maquinista, profissão que exerce com muito orgulho até hoje.

    Actualmente, com a linha Sena-Beira já operacional, toda a formação é feita no país. Para exercer a profissão, é requisito possuir a 12ª Classe. São realizadas no total 240 horas de trilha técnica, 240 horas de ensinamento sobre o Regulamento de Circulação de Comboios, 40 horas de Simulador e 300 horas práticas com caráter obrigatório, considerando o nível de responsabilidade na operação de comboios de carga.

    Além dos conhecimentos técnicos, o processo passa por uma instrução de normas e procedimentos operacionais. Os CFM são responsáveis pela orientação dos trabalhadores sobre o Regulamento de Circulação de Comboios, bem como pela certificação do Maquinista.

    O principal destaque da formação é a utilização de um simulador de operação de comboios, que possibilita ao maquinista observar a via, acompanhando toda a dinâmica do comboio e corrigindo sempre que proceder fora do padrão, resultando em mais segurança e eficiência na operação.

    São utilizadas duas estações simuladoras, desenvolvidas pela Vale Moçambique e pela Universidade de São Paulo, uma no Centro Regional de Formação CFM-Sul em Maputo e outra na Beira, na Carreta Escola, cuja finalidade é facilitar a logística dos treinamentos, porque poderá ser deslocada para as localidades onde decorrerão os treinamentos.

    A Vale Moçambique investe no treinamento e formação de mão-de-obra local em diversas áreas. Entre Janeiro e Março de 2012, foram concluídas 128.870 horas de treinamento, e nos últimos dois anos, a empresa formou 1.149 profissionais moçambicanos.

  • Cabo Delgado: 80 triliões de pés cúbicos de gás foram descobertos

    Oitenta triliões de pés cúbicos de gás natural foram descobertos em duas áreas localizadas nos distritos de Palma e
    Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado e a descoberta decorre no âmbito das actividades de pesquisa de hidrocarbonetos, segundo indicou Eliseu Machava, governador da província.
    Como resultado de várias pesquisas, foram descobertos jazigos de níquel e outros metais associados, grafite, mármore e rubi, nos distritos de Montepuez, Ancuabe, Chiúre e Balama.
    No total, segundo o governador, existem sete áreas de ocorrência de hidrocarbonetos, as quais se localizam nos distritos de Palma, Mocímboa da Praia, Macomia, Ibo, Quissanga, Metuge e Mecúfi. Em Montepuez, foi estabelecida uma empresa moçambicana para a comercialização de metais.
    Eliseu Machava apontou que como resultado dos trabalhos de pesquisa foram criados, durante o primeiro trimestre 1.500 empregos para jovens moçambicanos.
    No que se refere à mineração ilegal, o governador de Cabo Delgado disse ao PR que esta actividade ocorre em vários locais da província sendo de destacar os distritos de Montepuez, Namuno, Meluco, Ancuabe e Mueda, onde se extrai o rubi, ouro, topázio azula, granada e turmalinas verdes.

  • 16ª Edição da Feira Internacional do Investimento e Comércio da China

    A CTA anuncia a realização da 16ª Edição da Feira Internacional do Investimento e

    Comércio da China.

    O evento é organizado pelo Ministério do Comércio da República Popular da China e terá lugar entre os dias 9 e 11 de Setembro de 2012, na cidade de Xiamen, na China.

    A Feira, maior evento de investimento global, oferece oportunidades para os expositores divulgarem as suas políticas recentes e favoráveis sobre o investimento, a fim de promover o desenvolvimento económico bilateral e multilateral.

    Para mais informaçõe, consulte: Email:mz.

  • Uma empresa para gerir parques de ciência e tecnologia

    A Empresa Nacional do Parque de Ciência e Tecnologia (ENPCT) terá a sua sede em Maluana, na província de Maputo, disse o porta-voz do Conselho de Ministros ao anunciar a criação da empresa estatal que irá gerir os parques de ciência e de tecnologia.

    Os Parques de Ciência e Tecnologia, prosseguiu o porta-voz e vice-ministro da Justiça, Alberto Nkutumula, constituem complexos integrados que visam o desenvolvimento da investigação científica, promoção de inovação, geração do conhecimento e desenvolvimento do capital humano.

    O governo pretende que os parques venham a ser incubadoras de tecnologia e de negócios, alinhando as actividades das instituições de ensino superior, investigação científica e de inovação, que vão determinar a criação e acomodação de empresas de base tecnológica, bem como de produtos e serviços que possam ser usados não só em Moçambique mas também no estrangeiro.

    «O Parque de Ciência e Tecnologia é um modelo de concentração, ligação, organização, execução e promoção de empreendimentos inovadores, dentro de uma perspectiva de globalização e desenvolvimento sustentável, com vista a torná-los viáveis económica e socialmente e em condições para enfrentar um mercado altamente competitivo», disse

    Nkutumula.

    Esta nova empresa deverá gerir todos os parques a serem criados em Moçambique, sendo que, nesta fase, estão projectados quatro empreendimentos de género, distribuídos pelas três regiões moçambicanas, sul, centro e norte do território.

    Actualmente, apenas o de Maluana está numa fase avançada de construção, prevendo-se que seja inaugurado ainda este ano.

  • Gabriel Machado é o novo director executivo da CTA

    Gabriel Machado é o novo director executivo da CTA. O novo elemento da Confederação das Associações Económicas pretende dar continuidade à melhoria do ambiente de negócios no país. Formado em engenharia eletrotécnica, já desempenhou as funções de gestor de Qualificações e Formação do PIREP (Programa Integrado da Reforma de Educação Profissional) e director da UTRESP (Unidade Técnica de Reforma do Sector Público).