O Standard Bank é o mais recente Banco comercial a aderir ao sistema electrónico de cobrança de impostos, a Janela Única Electrónica (JUE).
Numa cerimónia bastante concorrida, ocorrida na última sexta-feira, o presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes e o administrador executivo do Standard Bank, Ken Cockerill, assinaram o acordo de adesão deste Banco ao sistema tecnológico de colecta de receitas, de forma a permitir que os seus clientes, ligados ao comércio externo, beneficiem das vantagens do sistema, entre as quais as facilidades em relação ao pagamento de impostos e a celeridade no processo de desalfandegamento de mercadorias.
No âmbito da parceria entre as duas instituições, o administrador executivo do Standard Bank afirmou que “a assinatura do acordo é uma clara demonstração do comprometimento do Standard Bank em ser um parceiro do Estado, colocando à disposição dos agentes económicos os seus canais ao nível nacional”.
Por seu turno, o presidente da Autoridade Tributária disse que a adesão do Standard Bank à JUE vai contribuir para a aceleração do processo de bancarização aduaneira, que se traduzirá na transparência e integridade na transmissão dos activos públicos, bem como numa maior sustentabilidade e competitividade da economia nacional.
Segundo foi dado a conhecer, de Janeiro a Maio do presente ano, a JUE apresentou uma produtividade de 25% em relação às metas previstas pelas Alfândegas. Foram igualmente formados mais de 1400 profissionais, entre os quais funcionários aduaneiros e despachantes aduaneiros, com o objectivo de responder às necessidades em termos de recursos humanos, para o projecto da Janela Única Electrónica. Particularmente em relação ao sector bancário, foram capacitados 178 profissionais, o que corresponde a 12% do número total.
O projecto da Janela Única Electrónica, implementado pela MCNet, uma parceria publico-privada, permite a submissão de informação standartizada, através dum único ponto de contacto, estando a ter impactos significativos na melhoria do ambiente de negócios em Moçambique, permitindo a redução do tempo de desembaraço de mercadorias e a diminuição dos custos operacionais no País.
Categoria: empresas
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Standard Bank adere à Janela Única
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TAP incrementa voos directos para Maputo
A ligação entre Maputo e Lisboa passará a ser estabelecida por quatro voos semanais, segundo decisão anunciada pela TAP, Transportes Aéreos Portugueses. Desde Maio último, a companhia portuguesa efectua três voos semanais entre Lisboa-Maputo-Lisboa, número considerado insuficiente para responder a actual demanda de viajantes entre as duas cidades.
Yolanda Couto, delegada da TAP em Moçambique disse que o número de clientes que procuram os serviços da companhia tende a crescer nos últimos tempos, pelo que a sua empresa procura sempre ajustar a oferta tendo em conta as necessidades do mercado.
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O Euro Fun Park 2012 continua à sua espera
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Moviflor vem mesmo aí
A cadeia portuguesa de lojas de mobiliário Moviflor vai abrir, dentro em breve, um estabelecimento comercial em Maputo, no qual estão a ser investidos 14 milhões de dólares norte-americanos, gerando localmente 60 postos de emprego directo, segundo foi revelado no decurso da conferência dedicada a “Gerar negócios em Moçambique – grandes oportunidades para grandes empreendedoras.
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Oportunidade de investimento na zona de interesse Turístico de inhassoro – Mapanzene e chipongo – com 2.750 hec tares
Segundo o Observatório do Turismo da Cidade de Maputo, o Local identificado, na zona sul de Moçambique para Resort Integrado é o distrito de Inhassoro, na província de Inhambane.
CARACTERÍSTICAS DA ZONA
Grande variedade e qualidade dos atributos naturais (praias de areia branca, águas transparentes e calmas que oferecem condições seguras para os banhistas, vistas atractivas das ilhas, zonas húmidas).
Viabilidade de desenvolvimento: Oferece a possibilidade de se desenvolver uma variedade de estabelecimentos hoteleiros e zonas residenciais de alta qualidade. O reconhecimento internacional atribuído à área, a qualidade das atracções e o tamanho do local contribui para a viabilidade financeira e de marketing do desenvolvimento.
Atributos turísticos: Em Moçambique, a zona de Vilanculos/Bazaruto já atrai um mercado de turismo do mais alto nível e é internacionalmente reconhecida criando uma forte sinergia entre a procura e a demanda.
A área possui uma variedade de atracções turísticas de alta qualidade: reserva marinha, ilhas, locais de mergulho de nível internacional, dugongos, águas transparentes e extensas praias de areia branca.
Pretende-se desenvolver um único Resort de turismo integrado de densidade baixa a média com um leque de serviços dirigidos a uma variedade de segmentos do mercado turístico incluindo o internacional, regional e doméstico.
O objectivo é realizar um desenvolvimento sustentável e uma construção ecológica com base na topografia natural e ambiental do local.
Para mais informações contacte o Instituto Nacional do Turismo – INATUR
Direcção de Investimento e Desenvolvimento
Tel: +258 21 307320/1/3;
Fax: +258 21 307322/4
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‘Pulmão Verde’ de Maputo vai respirar outros ares
As obras de reabilitação do jardim Tunduru, na cidade de Maputo, vão brevemente a concurso público com vista à selecção do empreiteiro a ser encarregue pelo trabalho.
Neste momento, o Conselho Municipal de Maputo está a analisar os moldes em que a remodelação vai decorrer, havendo a possibilidade de executar os trabalhos de forma faseada, de acordo com João Munguambe, vereador de Actividades Económicas.
Sem precisar datas, o vereador Munguambe garantiu que o lançamento do concurso público “está para breve”.
A fonte garantiu que o projecto executivo da reabilitação já foi finalizado, estando já claras as intervenções a serem feitas naquele jardim botânico, o maior do país.
A elaboração do projecto foi encarregue à Técnica – Engenheiros Consultores, Lda., há um ano, por 6.8 milhões de meticais, montante que inclui a fiscalização das obras.
A reabilitação do Tunduru, aguardada há muitos anos pelos citadinos de Maputo e não só, será financiada pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e a mineradora Vale Moçambique, numa parceria estabelecida com o Município.
A previsão inicial era que as obras de restauro daquele espaço verde da capital arrancassem no ano passado, atraso que o vereador do pelouro justificou pelas alegadas “complicações” verificadas no decurso do processo.
Entre os constrangimentos registados, a nossa apontou as mudanças na presidência da empresa dos Portos e Caminhos-de-ferro, com a saída de Rui Fonseca e entrada de Rosário Mualeia.
Construído em 1924, o Jardim Tunduru era um lugar fresco, bastante visitado devido à existência de uma grande variedade de espécies de árvores e preferido por muitos citadinos para o registo fotográfico de momentos especiais como casamentos, entre outros, para além de visita de estudos por parte de estudantes de várias instituições de ensino, sobretudo dos níveis primário e secundário.
No entanto, nos tempos que correm o jardim deixou de ser atractivo, apresentando-se bastante degradado e quase em estado de abandono.
Foi para reverter este cenário que o Conselho Municipal do Maputo procurou parcerias para resgatar a imagem do maior jardim botânico do país.
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Mais de 15 projectos precisam de investidores na Zambézia
Mais de 15 projectos, que poderão impulsionar o desenvolvimento socioeconómico da Zambézia, aguardam por um investimento de mais de 20 biliões de dólares norte-americanos.
Trata-se dos empreendimentos de construção de terminais rodoviárias mistas, de cais de acostagem, da linha-férrea Moatize/Macuse, da edificação do Hospital Central de Quelimane, Efripel, Aquapesca, Suzana Papel e Celulose, Rio Tinto-Corredor de Transporte Integrado, projecto âncora de investimento em turismo em Moçambique, reabilitação da Reserva Nacional de Gilé, Coutada Zona Tampão, reabilitação da Casa dos Noivos na cidade de Gúruè, do Hotel Dom Carlos, entre outros.
A construção de terminais rodoviários mistos consistirá na reabilitação das estações de passageiros e de carga e suas infraestruturas que serão edificados nos distritos de Alto Molócuè, Chinde, Gúruè, Gilé, Ile, Lugela, Morrumbala, Milange, Mopeia, Namacurra, Namarrói, Nicoadala e Pebane.
O governo já fez o levantamento das necessidades de investimento que estão avaliadas em mais de 12 milhões de dólares. Enquanto isto, a construção do porto de águas profundas, em Macuse, custará 395 milhões de dólares.
O governador da Zambézia, Francisco Itae Meque, afirmou que o seu Executivo continua a desdobrar-se na procura de parceiros nacionais e estrangeiros. Entretanto, deixa uma orientação ao Centro de Promoção de Investimento no sentido de dialogar mais com o sector privado nacional e estrangeiro para mobilizar investimentos e melhorar o ambiente de negócios.
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BCI distinguido como “Melhor Banco da África Austral”
A cidade de Arusha, na Tanzânia, acolheu no dia 30 de Maio de 2012, a cerimónia do anúncio oficial e entrega dos prestigiados “African Banker Awards 2012”, onde o Banco Comercial e de Investimentos – BCI foi pela primeira vez distinguido como vencedor do prémio “Best Regional Bank in Southern Africa”, tendo sido a única instituição financeira moçambicana premiada nesta edição.
A cerimónia, realizada no quadro dos eventos associados à Reunião Anual do BAD – Banco Africano de Desenvolvimento, foi testemunhada por uma audiência constituída pelos mais altos dignitários do sector financeiro e bancário do continente africano, designadamente, de entre outros, ministros das Finanças, governadores de Bancos Centrais, PCA’s, CEO’s e directores-gerais dos maiores e mais prestigiados Bancos de África.
Os African Banker Awards são a mais prestigiada distinção do sector bancário ao nível do continente africano. Diferentemente de outros galardões, os critérios utilizados para a nomeação das entidades distinguidas resultam, para além do mérito da sua actividade operacional, de um rigoroso processo de avaliação das candidaturas remetidas, escrutinadas por um júri especializado composto por representantes das equipes editoriais das Revistas African Business e African Banker, e que integra figuras independentes e de reconhecido mérito no contexto bancário africano.
Os “African Banker Awards” são o evento de maior impacto e visibilidade em África, no contexto do reconhecimento do mérito e do desempenho de entidades e individualidades no sector financeiro e bancário. A realização destes eventos coincide normalmente com a realização das reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial.
O BCI é um Banco Universal a operar no mercado moçambicano. Os resultados consolidados, reportados a 31 de Dezembro de 2011, indicam que o Banco detém uma quota de mercado de 29,5% em volume de negócios, sendo 27,6% em Recursos e 31,9% em Crédito. Actualmente, a sua Rede Comercial, dispersa por todo o País, é constituída por 126 unidades de negócio, de entre Agências Universais, Centros BCI Exclusivo, Espaços BCI Private e Centros BCICorporate.
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“Grandes oportunidades para grandes empreendedoras”: LIDE Mulher promove investimento estrangeiro em Moçamb ique
Uma conferência, dedicada a “Gerar negócios em Moçambique – grandes oportunidades para grandes empreendedoras”, vai ter lugar em Lisboa, nesta terça-feira, com o objectivo de promover os negócios portugueses em Moçambique e destacar as oportunidades e vantagens de investir no nosso País.
Ana Paula Figueiredo, advogada e empresária moçambicana, e presidente do LIDE Mulher Moçambique (actualmente em formação), será a convidada de honra no evento, que contará também com a presença de Jacob Nyambir, Embaixador de Moçambique em Portugal.
“Pretendemos debater alguns dos erros mais comuns dos empresários portugueses em Moçambique, isto porque, sendo de facto um país de oportunidades, Moçambique não é o «el dorado», que por vezes se possa erradamente imaginar e que actualmente se vende. Salvo raríssimas excepções, os empresários portugueses que não levem um projecto estruturado, com parceiros locais e de médio/longo prazo, dificilmente terão sucesso, ou seja, os projectos aventureiros, em que se avança sozinho e para o lucro imediato, estão condenados ao fracasso, e isso cria dificuldades no relacionamento», explica Ana Paula.
Por outro lado, acrescenta: “A língua comum, sendo um «facilitador», quando há de facto um projecto bem pensado e com apoio de parceiros locais, é um «complicador», se tal não se verifica. Tal como no Brasil ou em Angola, não é apenas por se falar português que automaticamente um projecto de investidores portugueses terá sucesso nestes países, é necessário apostar em projectos estruturados e em parceiros locais”.
No programa “10/12” da RTP Informação, Ana Paula Figueiredo destacou as potencialidades de Moçambique, que pode servir de porta de entrada para um mercado consumidor de 250 milhões, o da SADC. Além disso destacou o papel da mulher moçambicana na economia, explicando que o mercado informal é dominado pela mulher, e que existem em Moçambique um grande número de mulheres empresárias e muitas mulheres de sucesso. Deu exemplos desta importância da mulher, que se verifica também na política, nos últimos anos, em pontos-chave como a justiça, finanças e recursos minerais.
Por sua vez, Miguel Henrique, presidente executivo do LIDE Portugal refere que “no LIDE percebemos a importância que tem para o tecido empresarial explorar novos e promissores mercados, pelo que temos desenvolvido esforços para implementar o LIDE também em Moçambique, que será finalmente apresentado em Agosto”.
O LIDE é uma rede de “lobbying” e “networking” empresarial de origem brasileira, que reúne personalidades do mundo empresarial. Tem por objectivo incentivar e promover relações empresariais entre os países onde o LIDE está presente; discutir temas económicos e políticos de interesse nacional; fortalecer os princípios de boa governação e a aplicação de princípios éticos na gestão dos sectores público e privado; promover, actualizar e aperfeiçoar o conhecimento empresarial e estimular a responsabilidade social e o respeito pelo meio ambiente nas empresas e organizações.
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BCI e UP selam Protocolo de Cooperação
O BCI e a Universidade Pedagógica (UP) formalizaram na tarde de ontem a assinatura de um Protocolo de Cooperação com o objectivo de desenvolver uma cooperação em determinadas áreas de natureza financeira e comercial.
A assinatura do Protocolo decorreu nas instalações da Universidade Pedagógica, em Maputo, tendo as entidades sido representadas pelo Dr. Ibraimo Ibraimo, Presidente da Comissão Executiva do BCI, e pelo Prof. Dr. Rogério José Uthui, Reitor da Universidade Pedagógica, na presença de diversos Quadros Superiores de ambas as instituições.
O Protocolo assinado permitirá que a UP, instituições associadas e respectivos colaboradores dispersos por todo o País, tenham acesso a uma vasta gama de serviços e produtos financeiros em condições especiais. De entre esses benefícios, destacam-se o Limite de Crédito Ordenado nas Contas à Ordem; o Crédito Pessoal BCI, o Leasing Auto BCI e o Crédito à Habitação BCI, para aquisição, construção e obras, assim como aos cartões BCI Visa Electron e Tako.
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Empresa escocesa vai construir central eléctrica na fronteira entre a África do Sul e Moçambique
A empresa Aggreko, com sede em Glasgow, Escócia, vai construir uma central eléctrica a gás natural na fronteira entre Moçambique e a África do Sul ao abrigo de uma parceria com a sociedade de investimento sul-africana Shanduka Group, foi quarta-feira anunciado.
A central irá fornecer aos dois países 107 megawatts de energia eléctrica, tendo os respectivos contratos de compra de energia sido já assinados com a Eskom da África do Sul e com a empresa estatal Electricidade de Moçambique (EdM).
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VISABEIRA constrói 3 hotéis em Moçambique
As novas unidades serão instaladas nas províncias de Tete, Sofala (Gorongosa) e Inhambane.
O grupo Visabeira vai investir mais de 28 milhões de euros (35 milhões de dólares) na construção de três novos hotéis
em Moçambique – elevando assim para oito o número de unidades turísticas da sua responsabilidade instaladas no país,
revelou o chefe do Sector Financeiro (CFO) do grupo Visabeira, Pedro Reis.As novas unidades serão instaladas nas províncias de Tete, Sofala (Gorongosa) e Inhambane, e permitirão ao grupo fazer crescer o turismo, uma das mais fortes
componentes dos negócios que mantém em Moçambique, a que se juntam a construção de infra-estruturas,
telecomunicações, energia e ambiente.Ao contrário do que é a aposta normal de parte dos grupos portugueses quando decidem avançar com investimentos em
África, a Visabeira começou, primeiro, por Moçambique – sendo esse, por isso, o seu ambiente natural no continente. O
que quer dizer que o grupo tem sempre em perspectiva o alargamento dos seus interesses. Um exemplo disso é o
concurso para a construção de uma central de ciclo combinado – um investimento que pode ascender aos 56,2 milhões
de euros, mas cuja adjudicação ainda não está concluída. -
Movitel ambiciona liderança do mercado
A terceira operadora de telefonia móvel de Moçambique, Movitel, iniciou formalmente a actividade, tendo já conseguido 415 mil clientes no serviço pré-pago, de acordo com Safura da Conceição, presidente do Conselho de Administração da empresa.
Decorrendo de uma parceria entre o grupo moçambicano SPI – Gestão e Investimentos (20%), a Ivespar (10%), subsidiária do grupo SPI, e a empresa Viettel (70%), controlada a 100% pelo Ministério da Defesa do Vietname, a Movitel investiu até à data 177 milhões de dólares, dos 400 milhões de dólares que anunciou, tendo instalado já 12.500 quilómetros de fibra óptica e 1.800 estações de base, para as redes 2G e 3G.
A empresa, que pretende tornar-se líder de mercado, e fornecer todos os serviços passíveis sob a plataforma de telefonia móvel, tendo como ponto de partida o acesso à Internet, quer chegar a 80% da população de Moçambique nos primeiros três anos de actividade e atingir 10 milhões de clientes, sobretudo nas zonas rurais, até ao quinto ano.
Segundo Safura da Conceição, a Movitel representa actualmente 70% de todos os sistemas de fibra óptica em Moçambique e a rede da empresa já cobre 105 dos 128 distritos do país, tendo conseguido 415 mil assinantes do serviço pré-pago sem ter feito um único anúncio.



