Categoria: Moçambique

  • Pedro Mourana expõe no Espaço Cultural da Tmcel

    Por ocasião dos 40 anos de carreira, o renomado artista plástico moçambicano Pedro de S. Betrufe Mourana, de nome artístico PMourana, inaugura, na sexta-feira, 20 de Setembro, em Maputo, uma exposição sob o tema “Eterno Recomeço – 40 anos de peregrinação artística”.

    Trata-se de uma compilação de valiosas obras plásticas feitas ao longo de quatro décadas de uma notável carreira artística, caracterizada por uma criatividade ímpar, na forma de exprimir a paixão e as emoções, através da cultura.

    A exposição, que estará patente durante 30 dias, no Espaço Cultural Moçambique Telecom (Tmcel), localizado no IFT – Instituto de Formação das Telecomunicações, conta com o apoio desta empresa de telecomunicações, inserido no âmbito das suas acções de responsabilidade social corporativa, visando estimular, fomentar, preservar e divulgar o património artístico e cultural nacional.

    PMourana, cuja primeira exposição ocorreu em 1979, tem abordado várias temáticas, desenvolvendo diversas técnicas: "Nesta exposição, as pessoas poderão ver a minha evolução em termos de busca de temáticas, como também na técnica aplicada. Abordo exaustivamente temas de carácter social, sobretudo no que diz respeito à mulher, pois é a partir dela que procuro abordar a humanidade”, referiu o artista.

    Quarenta anos de carreira, conforme enfatizou PMourana, são quatro décadas de escola, de muita aprendizagem contínua. A ideia do artista é juntar no mesmo espaço cerca de 40 obras de arte, algumas das quais pintadas em 1983.

    Sobre a parceria com a Tmcel, PMourana contou que tudo começou a partir duma visita que o presidente do Conselho de Administração da Tmcel, Mahomed Rafique Jusob, fez ao seu atelier, onde contemplou algumas das obras do artista: “Estou feliz por esta parceria e acredito que vai imprimir maior qualidade à minha exposição”, frisou.

    Ainda a propósito da parceria, PMourana considerou que as artes só podem desenvolver-se se o empresariado nacional apoiar, uma vez que um artista isolado mesmo que tenha talento, dom e potencial, se não tiver uma parceria institucional, um curador à altura, não pode singrar na sociedade.

    Importa realçar que PMourana já participou em diversas exposições, tanto individuais como colectivas, dentro e fora do País, onde abordou temas que exaltam o amor, a mulher, a poesia, a música e outros de intervenção social, focalizando assuntos inerentes à valorização do património cultural, à exaltação da diversidade cultural e ao diálogo entre as artes, nomeadamente a pintura e a música.

  • “Africa Code Week Moçambique 2019” ensina jovens a lidar com a tecnologia (COMUNICADO)

    COMUNICADO

    Africa Code Week Moçambique 2019” ensina jovens a lidar com a tecnologia

    A Africa Code Week (africacodeweek.org) ou “Semana de Codificação em África” é um movimento que pretende combater a literacia digital na camada infanto-juvenil no continente africano.

    Pela quarta vez, Moçambique faz parte deste movimento que pretende estimular a consciência dos jovens sobre o uso da tecnologia, através da formação e do desenvolvimento do espírito investigativo, bem como suprir necessidades e resolver problemas da sociedade ou da comunidade local.

    Numa primeira fase, irão ser realizadas sessões de formação de formadores, de 17 a 19 de Outubro. As mesmas sessões serão de curta duração, com apenas 3 horas, e irão abordar conceitos básicos de informática e codificação. A formação dos beneficiários do “Africa Code Week” em Moçambique irá decorrer no Centro de Informática da UEM, e será ministrada por instrutores previamente treinados pelo programa, num evento de capacitação de formadores. Os beneficiários do programa poderão ser estudantes de cursos relacionados com Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC); professores do Ensino Primário ou Secundário com conhecimentos Básicos de TICs e docentes universitários com interesse em ensinar a crianças, jovens e adolescentes.

    Numa segunda fase, e durante uma semana, os beneficiários da formação de formadores irão promover o ensino, a aprendizagem e a disseminação de conceitos básicos de informática, lógica de programação e codificação de aplicativos, junto a uma camada infanto-juvenil, que engloba crianças, adolescentes e jovens do ensino primário, secundário e pré-universitário.

    No dia 19 de Setembro (quinta-feira), às 11 horas, irá decorrer o lançamento do ‘Africa Code Week’ em Moçambique, um momento que irá juntar uma série de personalidades ligadas ao Movimento bem como representantes da Comunicação Social. Nessa altura, a organização do evento irá contar com as presenças e intervenções daembaixadora da Irlanda em Maputo, Nuala O’Brien; o PCA do Camden Education Trust e co-fundador do ACW, Bernard Kirk, a directora do INAGE, Ludmilla Maguni e os representantes da UNESCO em Moçambique, do Ministério da Educaçãoe do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional.

    O ‘Africa Code Week’ em Moçambique possui como sponsors a SAP, UNESCO, Google, Youth Mobile, Camden Education Trust, Cape Town Science Centre, Governo e Embaixada da Irlanda em Moçambique e o Ministério para Cooperação e Desenvolvimento da Alemanha.

    CONVITE

    Aproveitamos para o convidar, como representante do seu órgão de comunicação social, a participar do lançamento do “Africa Code Week’ em Moçambique”, sendo que a sua presença será digna do nosso maior apreço.

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    Para mais informações, queira contactar:

    Sónia Almeida Santos, coordenadora nacional da ACW: sonialmeidasantos@hotmail.com / +258 82 768 4714

    Facebook: Africa Code Week Mozambique

    www.africacodeweek.org

    ACW_Comunicado16092019.pdf

  • Mais de 9.500 estudantes graduados pela Politécnica em 24 anos

    Ao longo dos 24 anos da sua existência, a Universidade Politécnica já graduou um total de 9.567 estudantes, dos quais 3.473 bacharéis, 5.367 licenciados, 225 mestres e 502 estudantes completaram cursos de pós-graduação.
    Para o próximo ano, o maior estabelecimento privado de ensino superior do País, espera atingir e ultrapassar a marca de 10 mil graduados, conforme referiu o reitor, Narciso Matos, no decurso da XXI cerimónia de graduação, ocorrida no sábado, 14 de Setembro, em Maputo.
    Na ocasião, foram graduados 439 estudantes, sendo 407 licenciados e 32 mestres. Do conjunto de estudantes licenciados de 23 cursos, 252 são mulheres, o que corresponde à maioria dos graduados.
    “Estamos decididos a ser e permanecer como uma das melhores universidades de Moçambique”, disse Narciso Matos, assegurando aos presentes na cerimónia que a instituição está a trabalhar para ser ainda uma universidade melhor em 2020, do que em 2019.
    Para o efeito, segundo explicou, a Universidade Politécnica submeteu todos os seus cursos a um processo completo de auto-avaliação externa realizada pelo Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior (CNAQ): “A preparação, as conclusões e recomendações deste processo estão já a promover, com certeza, a melhoria dos nossos cursos”, frisou.
    Num outro desenvolvimento, Narciso Matos indicou que foi iniciado um processo de revisão curricular, através do qual todos os cursos serão actualizados num processo de consulta com professores, estudantes, graduados, empregadores e ordens profissionais, nomeadamente a Ordem dos Engenheiros de Moçambique, a Ordem dos Advogados, Ordem dos Médicos, Ordem dos Contabilistas e Auditores, Ordem dos Enfermeiros, entre outras agremiações.
    Desde modo, espera-se que, em 2021, os cursos sejam actuais e melhor organizados do que agora, razão pela qual todos os professores estão a ser submetidos à formação em comunicação oral e escrita em metodologia de investigação científica, em pedagogia e psicologia da educação e em informática aplicada à educação superior.
    “Celebrem este dia e esta meta. É fruto da vossa determinação. Lembrem-se de que o conhecimento avança todos os dias. Muito do que aprenderam no primeiro ano dos vossos cursos, hoje já precisa de ser actualizado. Muito do que o vosso certificado representa está ainda por ser, porque o certificado significa, acima de tudo, que vocês estão habilitados a continuar a aprender de modo independente”, realçou Narciso Matos.
    Falando em representação dos graduandos, Ludmila Rangel, referiu que a graduação impulsiona outras buscas e, acima de tudo, abre novos horizontes visando um futuro brilhante.
    “Sempre acreditamos que este dia chegaria, pois esforçamo-nos e buscamos, dia-após-dia, condições para a concretização do nosso sonho. Mas não foi um percurso apenas de glórias, uma vez que houve momentos em que fomos colocados à prova. Passamos por momentos de aflição, desespero e noites em claro, ausência no seio familiar, mas foi por um bom motivo”, disse.

  • Benefícios mútuos: Tmcel e ACIS assinam memorando de entendimento

    A Moçambique Telecom (Tmcel) e a Associação de Comércio, Indústria e Serviços (ACIS) estabeleceram, recentemente, em Maputo, uma parceria para a promoção de acções que visam a melhoria do ambiente de negócios e o crescimento de oportunidades empresariais, em Moçambique.
    Trata-se de um memorando de entendimento que vai permitir à Tmcel interagir com os associados da ACIS, provendo soluções de telecomunicações a preços bonificados.
    Intervindo na ocasião, o director executivo da Tmcel, Augusto Fé, referiu que o acto insere-se também no âmbito da responsabilidade social corporativa da empresa, que decidiu abraçar o propósito do desenvolvimento empresarial, através do apoio às associações económicas, gerando sinergias e benefícios mútuos.
    Ao abrigo desta parceria, conforme indicou Augusto Fé, a Tmcel coloca à disposição da ACIS o seu negócio e equipamentos de voz e dados, para melhorar o ambiente de trabalho dos membros da organização.
    “A nossa aposta no melhoramento dos serviços em termos de qualidade e a introdução de tecnologias avançadas de telecomunicações, coloca-nos cada vez mais firmes nos passos que damos para melhor servir as nossas comunidades e com elas continuarmos a nossa histórica caminhada”, frisou Augusto Fé.
    O presidente do Conselho de Gerência da ACIS, Luís Magaço, considerou que o memorando de entendimento assinado com a Tmcel constitui uma troca de serviços e benefícios entre ambas as instituições.
    “Nós teremos acesso privilegiado à área das telecomunicações, particularmente na transmissão de dados e de voz e a Tmcel terá, igualmente, acesso privilegiado aos membros, ferramentas, eventos da ACIS, entre outros aspectos a serem desenvolvidos pela organização”, enfatizou.
    Importa realçar que a ACIS é uma entidade autónoma e privada que tem contribuído para a promoção e desenvolvimento dos sectores comercial, industrial e de serviços, representando cerca de 400 pequenas, médias e grandes empresas nacionais e internacionais, que operam em Moçambique.
    Focaliza as suas acções na prestação de informações úteis aos membros, no que tange ao exercício da actividade económica em Moçambique, na capacitação institucional, no lobby e advocacia, com vista à remoção de barreiras que enfermam o ambiente de negócios.

  • Mozambique LNG apresenta oportunidades de Negócio em Cabo Delgado

    PROJECTO MOZAMBIQUE LNG APRESENTA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS EM CABO DELGADO

    O projecto Mozambique LNG, liderado pela Anadarko, realizou hoje na cidade de Pemba, um seminário para apresentação a fornecedores locais das oportunidades de contratação no projecto. Esta é mais uma iniciativa que visa maximizar a participação do conteúdo local no projecto e que vai ser replicada, ainda no corrente mês, na cidade de Maputo.

    Na ocasião, a CCS JV, o consórcio contratado para Engenharia, Procurement e Construção no âmbito do projecto Mozambique LNG, apresentou detalhadamente diversas oportunidades de contratação, incluindo os valores estimados de contrato e o horizonte temporal, nas áreas de agricultura e pecuária, serviços administrativos, equipamentos capitais, obras e instalações temporárias, comunicações, consumíveis para construção, gestão de acampamento, materiais de construção brutos e manufacturados, equipamento de protecção individual, serviços especializados e transporte.

    Por sua vez, o IPEME apresentou, entre outros, o seu papel como promotor de oportunidades do projecto Mozambique LNG e o INNOQ o seu papel na certificação.

    Dayne Kells, Gestor da Anadarko para a Industrialização do Norte, afirmou: “este seminário é parte do trabalho conjunto contínuo que temos vindo a realizar com o Governo de Moçambique e parceiros relevantes para maximizar a participação do conteúdo local no projecto Mozambique LNG. Hoje, o nosso foco é apresentar uma actualização das oportunidades disponíveis no Plano Prospectivo de Aquisições”.

    Dayne Kells acrescentou: “acreditamos firmemente que o desenvolvimento de fornecedores locais é estratégico para o Projecto Mozambique LNG, pois isso permite-nos contribuir para o desenvolvimento sustentável de Moçambique e, ao mesmo tempo, trazer benefícios aos nossos accionistas. De facto, a aquisição local de bens e serviços é estratégica para o projecto, pois a substituição de importações de alto custo pode representar uma poupança significativa. É igualmente um importante catalisador para facilitar a criação de empregos para os moçambicanos e para o crescimento económico do país”.

    O projecto Mozambique LNG espera gastar cerca de 2,5 mil milhões de dólares americanos com empresas de propriedade moçambicana ou registadas em Moçambique ao longo dos cerca de 5 anos do período de construção das instalações de GNL.

    O projecto Mozambique LNG será o primeiro projecto de GNL onshore em Moçambique, inicialmente composto por dois módulos de produção de GNL com capacidade total de 12,88 milhões de toneladas por ano (MTPA) para apoiar o desenvolvimento dos campos de Golfinho/Atum localizados exclusivamente na Área 1 Offshore. Este projecto inicial abre o caminho para uma importante futura expansão até 50 MTPA. O Projecto Golfinho/Atum também fornecerá volumes iniciais de aproximadamente 100 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia (MMCFD) para uso doméstico em Moçambique.

    A Anadarko Moçambique Área 1 Lda. é a operadora da Área 1 Offshore com uma participação de 26.5 por cento. O co-emprendimento inclui a ENH Rovuma Área Um, S.A. (15 por cento), Mitsui E&P Mozambique Area1 Ltd. (20 por cento), ONGC Videsh Ltd. (10 por cento), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10 por cento), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10 por cento) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8.5 por cento).

  • Há a necessidade de se capacitar as PME face à exploração do gás natural

    A capital do País acolheu, na quarta-feira, 11 de Setembro, a quarta edição da Cimeira Financial Times em Moçambique, durante a qual o administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, defendeu a necessidade de o País se focar na capacitação das suas Pequenas e Médias Empresas (PME) para que tirem, efectivamente, vantagem das oportunidades que se abrem com a implantação dos projectos associados à exploração do gás natural na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado.

    Este apelo surge do facto de existir um défice de participação deste segmento de empresas no processo de desenvolvimento sustentável do País, bem como na prestação de serviços e fornecimento de bens aos grandes projectos.

    É neste sentido que Chuma Nwokocha aponta como prioridade a capacitação das PME para que estas tenham acesso às oportunidades existentes, não só nos grandes projectos, mas também nos mercados regional, continental e mundial.

    “O financiamento é a parte menos relevante, neste momento. O mais importante é ajudar as empresas moçambicanas, em particular as pequenas e médias a adquirirem capacidades e conhecimentos, pois só assim é que terão acesso às oportunidades criadas pelos projectos da bacia do Rovuma”, disse o administrador delegado do Standard Bank.

    Chuma Nwokocha defendeu, ainda, a contínua aposta na agricultura, apesar do enorme potencial que o País detém no sector energético: “A agricultura contribui com 24 por cento para o nosso Produto Interno Bruto e é o maior empregador da população moçambicana. Ou seja, é um sector a ter sempre em conta. Não podemos abandoná-los, só porque descobrimos o gás”.

    Chuma Nwokocha falava na abertura da quarta edição da Cimeira Financial Times em Moçambique, que, na sua opinião, se afigura como uma excelente plataforma de debate e de troca de experiências sobre as melhores soluções para o futuro do País.

    “O Standard Bank sempre investiu no futuro de Moçambique, onde está implantado há mais de 125 anos. Por isso, apoia a realização desta cimeira desde o primeiro momento. Estamos felizes com a qualidade dos debates, que vão, certamente, contribuir para um crescimento sustentável e inclusivo do País”, sublinhou.

    A cerimónia de abertura foi dirigida pelo ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, para quem o evento serve de montra para as oportunidades que o País possui em diversas áreas, pois “a partir daqui é mais fácil fazer saber que existimos e que Moçambique é um bom País para se investir”.

    “Esta cimeira é uma plataforma que nos permite trocar informações sobre as nossas potencialidades. A Financial Times é uma publicação especializada em assuntos económicos, com inserção mundial, e é sempre bom termos um evento desta natureza aqui. Temos e fazemos muitas coisas boas, mas não temos tido a capacidade de as fazer chegar ao mundo, e as pessoas que não conhecem Moçambique começam, pelo menos, a ter informações a partir daqui”, disse Adriano Maleiane.

    Importa realçar que a quarta edição desta cimeira teve como tema “Construindo Resiliência para um Crescimento a Longo Prazo”, dada a necessidade e pertinência do debate sobre reformas e soluções que possam permitir um crescimento sustentável da economia, transformando os actuais desafios em oportunidades.

    A tónica das apresentações e dos debates esteve centrada na diversificação da economia do País e a introdução de reformas com vista ao seu crescimento sustentável, numa altura em que o País se prepara para receber grandes volumes de investimento associados à exploração do gás na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.

    FOTO: Adriano Maleiane

  • Sasol conclui primeiros Acordos de Desenvolvimento Local com comunidades em Moçambique

    Após extensas negociações, a Sasol e os seus Parceiros, a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos SA (CMH) e o International Finance Corporation (IFC), concluiram hoje os dois Acordos de Desenvolvimento Local com as comunidades dos distritos de Inhassoro e Govuro, respectivamente, na província de Inhambane, onde estão localizados os campos de gás de Pande e Temane.

    Os Acordos de Desenvolvimento Local representam um acordo tripartido entre a Sasol, as comunidades locais e os governos distritais, e têm como objectivo alinhar as prioridades das três partes.

    Ovidio Rodolfo, Director Geral da Sasol em Moçambique referiu no seu discurso: “Estamos orgulhosos de ser a primeira empresa em Moçambique na implementação da nova Política de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) para a Indústria Extractiva (aprovada pela Resolução 21/2014 de 16 de Maio), e do Guião de Implementação da Responsabilidade Social Empresarial (Diploma Ministerial 8/2017 de 16 de Janeiro), ambos aprovados pelo Governo de Moçambique em 2014 e 2017, respectivamente.

    Os Acordos de Desenvolvimento Local são uma oportunidade de desenvolver e alavancar a plataforma de Investimento Social, que totalizam entre 2004 e 2018 aproximadamente US$40 milhões, já estabelecida pela Sasol e pelos seus Parceiros. Os Acordos de Desenvolvimento Local também facilitam a implementação da estratégia de ‘Valor Compartilhado’ da Sasol de forma estruturada que se alinha às expectativas da comunidade e do governo local, bem como da Política de Responsabilidade Social Corporativa do Governo de Moçambique para o Sector Extractivo.

    As consultas às comunidades e aos governos distritais indicaram que a prioridade número um está relacionada à água e saneamento, seguida pelo acesso à energia e ao desenvolvimento económico. As actividades destinadas a estimular e melhorar a economia local, com o objectivo geral de aumentar a renda familiar, também foram identificadas como prioritárias.

    O Director geral da Sasol sublinhou ainda que “Acreditamos que os Acordos estabelecerão a fundação para a Sasol construir fortes relações com as partes interessadas, trabalhando juntos sob os princípios de propriedade compartilhada, responsabilidade mútua e compromisso de longo prazo. Eles também ajudarão a impulsionar o desenvolvimento socio-económico nas geografias alvo que, a longo prazo, promoverão um maior valor compartilhado, de acordo com a nossa estratégia em Moçambique”.

    Ovidio Rodolfo manifestou ainda satisfação com o trabalhao das equipas de ambas as partes que estiveram envolvidas nas negociações pela forma habilidosa na qual conduziram o processo de negociação.

    Os projectos prioritários são essencialmente grandes programas plurianuais de alto impacto, com potencial para estender a cobertura além dos beneficiários primários e secundários.

    Nos Acordos de Desenvolvimento Local, existem duas categorias adicionais de investimento: projectos de investimento social independentes e investimentos sociais de pequena escala. Os projectos independentes são projectos de infra-estrutura pontuais identificados por meio do processo de priorização da comunidade, como por exemplo os centros de saúde e escolas. O fundo de investimento social em pequena escala responderá às solicitações da comunidade por contribuições em pequena escala ao desenvolvimento da comunidade, como abrigos para reuniões e campos de futebol.
    Os projectos prioritários identificados serão implementados com a ajuda de parceiros como a Agência de desenvolvimento alemã, Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) e a SNV Netherlands Development Organization (SNV), que possuem conhecimentos especializados em agricultura, energia e água, além de saneamento e higiene.

    Foto: Assinatura do Acordo de Desenvolvimento Local em Mangungumete, distrito de Inhassoro

  • “Corrida Azul” em 2020 pode vir a ter 3.000 participantes

    A “Corrida Azul” registou, na sua terceira edição, ocorrida recentemente em Maputo, um recorde de participação, com perto de dois mil atletas, entre nacionais e estrangeiros.
    Poucas semanas após o início das inscrições, já haviam aderido cerca de duas mil pessoas, cifra que chegou a atingir 2.600 na véspera da realização. Deste universo, participaram, efectivamente, na Corrida Azul perto de duas mil pessoas, nas categorias de federados, populares, veteranos e portadores de deficiência física.
    De acordo com o director da prova, Azarias Samuel, concorreu para esta poeza, a introdução, pela primeira vez em Moçambique, do registo de participantes através de um aplicativo para telemóveis, disponibilizado no Play Store e Apple Store.
    “Este aplicativo facilitou e flexibilizou o processo de inscrição de participantes nacionais e estrangeiros, pois podiam fazê-lo em qualquer lugar e a qualquer hora”, sustentou Azarias Samuel, acrescentando que se trata de uma inovação que colocou a "Corrida Azul" nos patamares organizacionais das corridas realizadas noutros cantos do mundo.
    Em termos técnicos, segundo indicou o director da prova, tudo decorreu conforme tinha sido programado: “Não houve registo de acidentes, cumprimos com o horário e, sobretudo, tivemos maior participação de atletas, daí que vamos propor ao promotor da iniciativa um aumento no número de participantes, para três mil pessoas, na próxima edição”, frisou.
    Num outro desenvolvimento, Azarias Samuel considerou a Corrida Azul, promovida pelo Standard Bank, em parceria com a Associação Moçambicana de Atletismo”, como sendo a maior corrida da cidade nos últimos anos. O nosso interlocutor enalteceu, por um lado, o facto de o primeiro classificado ter feito o percurso de 21 quilómetros com a marca de uma hora e três minutos, o que se deveu, em parte, à boa temperatura que se fez sentir na altura.
    “Apesar de residir na África do Sul, o vencedor da corrida em masculinos é moçambicano, sinal de que existem bons atletas entre nós nesta categoria. O maior problema em Moçambique é que não se têm realizado frequentemente provas desta distância no País”, referiu.
    Jacinto Muthombene, vencedor na categoria de veteranos masculinos, comentou que a prova foi muito competitiva e requereu esforço e coragem: “Corri contra adversários muito bem preparados e consegui ocupar um lugar no pódio”, disse.
    A terceira edição da Corrida Azul, segundo indicou, introduziu um percurso de 21 quilómetros, contra 15 da segunda edição, “daí que me preparei afincadamente para superar essa distância”.
    “Parabéns ao Standard Bank pela competição, sobretudo pela inovação tecnológica adoptada para a inscrição de atletas, pois sai a ganhar o banco e particularmente o atletismo nacional”, concluiu.

  • EUA vs. Irão causa escalada do preço do petróleo

    Por Carmona Bila, docente de Estudos de Paz e Conflitos da Universidade Joaquim Chissano (UJC)

    Penso que a escalada do conflito entre os EUA e o Irão não beneficia a economia global. A política agressiva de Washington, iniciada em Maio de 2018, “pressionar o Irão com máxima força”, liderada por Donald Trump, depois da saída dos EUA do acordo nuclear de 2015, marcou o início de sanções unilaterais contra as exportações do petróleo, a indústria do aço, a indústria petroquímica, o negociador do acordo nuclear, o chefe da força aérea, o líder supremo e designar de terrorista a elite militar iraniana. Porém, aumentou a presença militar americana no Golfo Pérsico, uma demostração de musculatura militar e económica e uma mensagem; não será tolerada qualquer acção ameaçadora dos persas na região.

    Sem dúvidas, as medidas aumentaram o conforto aos aliados dos EUA – Arábia Saudita e Israel na região, enquanto o Irão preparava uma resposta calculada contra a política draconiana e intolerante da administração Trump. Não se devia esperar por resposta diferente do Irão, visto que o golpe colapsou a economia iraniana. O Irão procurou o local mais sensível dos EUA, escalou o conflito para tirar proveito, por incapacidade de resposta económica à altura. O problema do aumento do enriquecimento de urânio pelo Irão é a violação do acordo nuclear sabotado pelos EUA, que não garante um respeito do Tratado de Não Proliferação Nuclear, a posteriori.

    Em relação à tensão no estreito de Ormuz, a mesma atravessa mais de 30 por cento do petróleo do mundo. A tensão afecta a economia global, mina interesses múltiplos dos aliados dos EUA, dos produtores e exportadores do petróleo podendo causar uma paragem da economia de vários Estados na região do Golfo e desacelerar a economia dos EUA. Os ataques contra navios petroleiros (Kokuka Courageousdo panamá e Front Altairda noruega no Golfo de Omã), sabotagem de oleodutos (Arábia Saudita e Emiratos Árabes Unidos) aumenta o risco e o receio de investidores na região.

    A pressão sobre o Irão causou a subida do preço do barril do petróleo em 10$ para 80$, afectando negativamente as companhias petrolíferas exportadoras e provocando um corte de importações de cerca de 1 milhão de barris por dia por parte de alguns Estados europeus, exceptuando a China e a Índia. O preço do barril pode atingir 100$, caso a crise não venha a ser prolongada. Porém, se se prolongar, o preço pode subir e atingir os 150$ e 200$, implicando uma interrupção dos fluxos do petróleo e das importações marítimas de produtos nos países do Golfo, onde estão situados os maiores portos da região e paraísos fiscais.

  • Cornelder investe 20 milhões MT na construção do mercado de Marínguè

    O distrito de Marínguè, na província de Sofala, conta desde o dia 30 de Agosto com um novo mercado de referência, construído de raíz pela concessionária dos Terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, Cornelder de Moçambique.
    A infra-estrutura, com uma área coberta de 1.064 metros quadrados, é constituída por 200 bancas para venda de produtos diversos, duas lojas, um talho, um escritório para a administração do mercado, um posto de primeiros socorros, dois balneários (feminino e masculino), para além de um parque de estacionamento, posto policial e um armazém frigorífico para a conservação de produtos frescos.
    O mercado possui ainda um sistema de abastecimento regular e ininterrupto de água, composto por três tanques com capacidade para 5.000 litros cada, e corrente eléctrica.
    Para a construção desta importante infraestrutura, a Cornelder de Moçambique investiu um total de 20 milhões de meticais, segundo indicou o director executivo adjunto da empresa, António Libombo que, durante a cerimónia de inauguração, agradeceu ao Governo provincial e à Administração do distrito de Marínguè pela colaboração prestada no decorrer das obras.
    "A sua colaboração foi fundamental para o sucesso deste importante projecto. A população de Marínguè, as estruturas locais, assim como a Cornelder de Moçambique aguardavam por este momento com muita expectativa”, disse António Libombo, que apelou à comunidade a cuidar e valorizar o mercado, que vai contribuir para a geração de renda e para o desenvolvimento do distrito de Marínguè e da província de Sofala.
    Na ocasião, o governador da província de Sofala, Alberto Mondlane, que dirigiu a cerimónia de inauguração, apelou, também, ao uso adequado da infraestrutura, pois “vai impulsionar o comércio e, por via disso, alavancar o desenvolvimento económico do distrito”, afirmou.

  • BCI chega a Marávia em Tete

    Foi inaugurada, na quinta-feira, 30 de Agosto, a agência do BCI na vila sede de Fingoé, distrito da Marávia, província de Tete. A cerimónia de inauguração foi orientada pelo Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, e contou com a presença do governador de Tete, Paulo Auade, do administrador do BCI Mukhtar Abdulcarimo, de membros do governo, e da população local.

    Até à data, no quadro do programa ‘Um distrito, um banco’, o BCI registou cerca de 27.000 clientes angariados, e mais de 100 mil operações de balcão, a maioria das quais em depósito em numerário, transferências e cheques de caixa, perfazendo um volume de negócios na ordem de 347.369.300 Meticais.

    Refira-se que Marávia é um nome que faz parte da História de Moçambique. O termo provém dos chamados Estados Maraves, que, dominados pelo clã Phiri, atingiram o seu apogeu nos séculos XVI e XVII, expandindo-se sobretudo pelo actual Malawi, província de Tete e por toda a região do vale do Zambeze.

    É à tradição empreendedora da Marávia que a Agência do BCI espera dar continuidade, trazendo um impulso importante às actividades económicas locais, com particular incidência para a agricultura, comércio, pecuária e outros serviços a elas relacionados. Devido à sua proximidade, vai também trazer melhorias na prestação de serviços às populações dos Postos Administrativos de Chipera, Chiputo e Molowera.

  • Com apoio do Standard Bank: UEM conta com mais 400 plantas no seu campus principal

    O administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, defende o envolvimento dos estudantes e das instituições académicas nas acções de preservação e conservação do meio ambiente, como é o caso do projecto “Plantio de Árvores”, promovido pelo banco, no âmbito da celebração dos 125 anos da sua implantação do País, e que escalou na terça-feira, 3 de Setembro, o Campus Principal da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), na cidade de Maputo, onde foram plantadas 400 árvores.

    Para Chuma Nwokocha, os jovens e as universidades podem desempenhar um papel fundamental no combate à desertificação e às alterações climáticas que estão por detrás dos desastres naturais, dada a sua capacidade de influenciar as comunidades, bem como de replicar as boas práticas.

    “Com o plantio de árvores aqui na UEM, o Standard Bank pretende convidar cada estudante a reflectir sobre como pode contribuir, aqui na universidade e na sua comunidade, para que tenhamos um mundo mais verde. Pretendemos, também, ajudar a proteger a camada de ozono e, por via disso, reduzir o aquecimento global”, explicou o administrador delegado do Standard Bank.

    Na ocasião, o reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Orlando Quilambo, sublinhou que a importância desta iniciativa não reside somente na conservação e preservação do meio ambiente, por via da arborização, mas também na melhoria do processo de ensino e aprendizagem, através da realização de estudos sobre as plantas.

    “A arborização não deve ser apenas para ter um campus mais verde, mas tê-lo como um espaço onde se pode fazer estudos sobre a taxa de crescimento e de sobrevivência das plantas, capacidade de resposta ao stress ambiental, entre outras pesquisas. Não almejamos somente o verde. Queremos ser um exemplo de sustentabilidade ambiental”, realçou Orlando Quilambo, que apelou à entrega de todos os intervenientes, dentre os quais alunos, professores e corpo técnico-administrativo da universidade, com vista ao alcance deste desiderato.

    Importa realçar que, ainda no âmbito desta iniciativa, as escolas primárias completas de Guaxene, Wiriyamu, Triunfo, Chiango, na cidade de Maputo, 4 de Outubro, na cidade da Matola e 1° e 2° Grau de Guava, no distrito de Marracuene, província de Maputo, receberam, recentemente, um total de 60 árvores cada. A iniciativa irá abranger, igualmente, a cidade da Beira.

    O projecto “Plantio de Árvores” foi lançado em Julho último e tem como objectivo contribuir para a consciencialização das comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente. O mesmo prevê o plantio de mais de 3.000 árvores de diferentes espécies, com destaque para acácias, palmeiras, casuarinas e fruteiras nalgumas rodovias, universidades e escolas primárias e secundárias das três urbes.

  • Défice da balança comercial agrava-se em quase 90% em 2018

    O défice da balança comercial de Moçambique em 2018 situou-se em 1931,9 milhões de dólares, montante que representa um agravamento de 89,38% ou 911,7 milhões de dólares face ao valor contabilizado em 2017, informou o Instituto Nacional de Estatística (INE).

    O INE moçambicano, no relatório Estatísticas do Comércio Externo de Bens – Moçambique 2018, adianta que o défice comercial verificado em 2017, de 1020,1 milhões de dólares, foi o mais favorável desde a independência do país, em 1975.

    Moçambique exportou em 2018 produtos no valor de 5012,2 milhões de dólares, um aumento de 6,1% face aos 4725,3 milhões de dólares contabilizados em 2017 e importou bens no montante de 6944,2 milhões de dólares, um crescimento de 20,9% face aos 5745,4 milhões de dólares de 2017.

    O INE informou ainda que, excluindo os grandes projectos, as exportações situaram-se em 1794,4 milhões de dólares (mais 19,1% face a 2017) enquanto as importações atingiram 5952,8 milhões de dólares (mais 18,1% face a 2017).

    Dos 130 países que receberam bens provenientes de Moçambique, destacam-se a Índia (27,3%), África do Sul (17,4%), Países Baixos (12,2%), China (4,8%) e Singapura (4.6%).

    No que se refere à estrutura das importações por países, dos 206 países de origem dos bens que entraram no país em 2018, destacam-se os mesmos de 2017, a África do Sul (27,8%), China (11,5%), Emirados Árabes Unidos (7,5%), Países Baixos (7,5%) e Índia (7.1%).

    Os principais grupos de bens exportados foram Combustíveis Minerais, no valor de 2304,2 milhões de dólares ou 46% do total (menos 5,0 pontos percentuais face a 2017) e Metais Comuns com 1350,5 milhões de dólares (26,9%).

    O INE salientou o facto de este grupo de produtos totalizar 72,9% dos bens vendidos ao exterior, facto que indicia a elevada dependência e pouca diversificação das exportações.

    Os principais grupos de bens importados foram os Combustíveis Minerais com um valor de 1603,7 milhões de dólares correspondentes a 23,1% do total, Máquinas e Aparelhos com 1331,52 milhões (16,3%) e Produtos Agrícolas com 872,6 milhões de dólares (12,2%). (Macauhub)

  • Galp vai duplicar capacidade de armazenagem de gás em Moçambique

    · Parques Logísticos da Beira e da Matola prontos em 2020

    · Novos Terminais suportam aumento das vendas e asseguram cobertura em todo o país

    · Ministro da Economia português visitou construção da nova base na Matola

    · Galp participa na FACIM 2019 com o tema ‘Hoje é um bom dia para mudar’ em destaque

    A Galp vai duplicar, já no próximo ano, a capacidade de armazenagem de gás em Moçambique e aumentar também de forma significativa a armazenagem de combustíveis líquidos, com a conclusão dos trabalhos de construção dos novos Parques Logísticos da Beira e da Matola. Esta aposta da empresa representa um investimento de 138,7 milhões USD e irá contribuir para uma maior segurança e fiabilidade no abastecimento de GPL e combustíveis líquidos em Moçambique.

    No que diz respeito ao GPL, a maior capacidade de armazenagem vai permitir aumentar significativamente os stocks deste produto no país e contribuir para a redução dos custos no abastecimento, garantindo também que a oferta vai acompanhar a crescente procura. A garantia foi dada por Paulo Varela, CEO da Galp Moçambique, na terça-feira, 27 de Agosto, durante uma visita do Ministro da Economia português, Pedro Siza Vieira, ao Terminal Logístico da Matola.

    “O Terminal Logístico em construção na Matola irá contribuir parapotenciar a utilização de infra-estruturas portuárias e ferroviárias, em benefício do País”, explicou Paulo Varela, referindo que “a nova base traz sobretudo uma maior segurança e fiabilidade no abastecimento de GPL (gás de garrafa), duplicando a capacidade de recepção e armazenagem na zona sul, passando das actuais 3 mil toneladas para as 6 mil”.

    As duas novas bases logísticas para recepção, armazenagem e expedição de combustíveis líquidos e de GPL, nas cidades da Beira e da Matola, vão possibilitar também um aumento da competitividade da Galp no mercado nacional e criar condições para abastecer também o mercado em países vizinhos, alargando a sua área de influência nesta região de África.

    Com estes investimentos, que deverão estar concluídos no final de 2020, a Galp passará a contar com quatro parques logísticos em Moçambique. A empresa gera actualmente 120 postos de trabalho directos e cerca de 2 mil indirectos, números que deverão aumentar, no próximo ano, para os 150 e 2500, respectivamente.

    No ano de 2017, o volume de negócios da Galp em Moçambique na área de distribuição de combustíveis representou 128 milhões de euros, tendo em 2018 aumentado para os 163 milhões de euros. Um ritmo de crescimento para manter nos próximos anos.

    A visita realiza-se no contexto da FACIM 2019, que acontece de 26 de Agosto a 1 de Setembro, na qual a Galp marca presença com o tema ‘Hoje é um bom dia para mudar’. A Galp marca novamente presença na Feira Internacional mais importante de Moçambique e onde demonstra a sua actividade neste mercado e na região.

    Presente no país há mais de 60 anos, desde 2018 que a Galp está em todas as províncias de Moçambique através dos seus 62 postos de abastecimento de combustível, apresentando-se como um dos maiores investidores no mercado. Com uma escala global, a empresa considera o investimento em infraestruturas essencial para o futuro desenvolvimento de Moçambique. Envolvida no sector do Oil & Gas, participa também no consórcio que vai extrair e comercializar gás natural na bacia do Rovuma.