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  • Apreciadores de vinho vão “saborear” mais de 50 marcas em Maputo

    Apreciadores de vinho vão provar no dia 9 de Julho, num dos estabelecimentos hoteleiros da capital, Maputo, mais de 50 marcas de vinhos da Região Vitivinícola de Lisboa. Aliando a diversidade a uma qualidade internacionalmente reconhecida, os vinhos desta região exprimem o melhor que se faz em Portugal e se partilha com o mundo.

    A região dos Vinhos de Lisboa situa-se na faixa costeira do centro de Portugal. Abarca uma área de vinha de aproximadamente 30 mil hectares, produzindo cerca de 20 milhões de garrafas de vinho certificados, além de aguardente, espumante e vinhos generosos. No total são nove denominações de origem – Alenquer, Arruda, Bucelas, Carcavelos, Colares, Encostas d’Aire (Alcobaça e Medieval de Ourém), Lourinhã, Óbidos e Torres Vedras – e ainda a indicação geográfica “Vinho Regional Lisboa”.

    As principais castas brancas que dão origem a estes vinhos são o Arinto, Fernão Pires, Malvasia, Seara-Nova e Vital. Entre as castas tintas que predominam o Alicante Bouschet, Aragonez, Castelão, Tinta Miúda, Touriga Franca, Touriga Nacional e Trincadeira.

    A considerar ainda a contribuição de castas internacionais como o Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Syrah.

    Aqui, os vinhos beneficiam de condições geológicas e climatéricas privilegiadas, reconhecida por muitos povos desde épocas anteriores à fundação da nacionalidade. Com o passar do tempo, o conhecimento e a tecnologia foram apurados e, hoje em dia, os vinhos da Região de Lisboa marcam presença frequente em feiras e eventos nacionais e internacionais. Têm sido acolhidos e reconhecidos em vários pontos do mundo, nomeadamente na Europa, África e América do Norte. Angola, Bélgica, Reino Unido, Escandinávia, Estados Unidos e Canadá são os principais destinos das cerca de 9,5 milhões de garrafas que anualmente são exportadas.

    Moçambique é considerado também um dos mercados estratégicos para os Vinhos de Lisboa, estando actualmente a ser um País alvo de várias acções de divulgação e promoção por parte da Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVRLx). A CVRLx é uma associação regional, interprofissional, à qual compete controlar a origem, garantir a genuinidade e promover os produtos vitivinícolas com direito a Denominação de Origem e a Indicação Geográfica.

  • GPRO e Valdemiro José rendem-se à mCel

    Visando enriquecer a oferta de conteúdos da rede mcel, e diversificando o leque de opções dos clientes, a operadora orgulhosamente moçambicana rubricou, nesta quarta-feira, em Maputo, um contrato de imagem ("endorsement") com o grupo de rap moçambicano GPRO e o jovem cantor Valdemiro José.
    Na ocasião, o administrador Comercial da mcel, Cláudio Chiche, referiu que “este é um acto de valorização da nossa cultura e do comprometimento da mcel, na protecção e parcerias que vai desenvolvendo com os artistas que praticam esta cultura”.
    Acrescentou ter sido testemunhado "mais um acto, onde temos a ligação da mcel com mais duas entidades, o que mostra o valor que a operadora dá a este tipo de acções e o reconhecimento da mcel em relação àquilo que são as actividades que estas duas entidades desenvolvem”, disse Chiche, ajuntando “esperar-se que esta seja uma ligação muito proveitosa e de satisfação mútua”.
    Por seu turno, Joel Prista, fundador da label GPRO, que falou em nome do grupo, agradeceu à mcel pela parceria, apoio e aposta neste grupo jovem moçambicano. “Tal como a mcel que é «Made in Mozambique», nós também o somos e há 12 anos que apostamos na música jovem moçambicana. Saudamos esta operadora, por apostar em jovens com talento que vêm na música uma forma de trazer mensagens positivas que envolvam a sociedade”.
    Já o cantor Valdemiro José agradeceu o convite da mcel para se juntar a esta rede orgulhosamente moçambicana, tendo avançado que “é um enorme orgulho integrar-me nesta família, pois, sou produto de um concurso de música [Fama Show], exactamente patrocinado pela mcel. Agradeço imenso por terem estado atentos à minha carreira, uma vez que se fizeram sentir muito nela”.
    O grupo GPRO notabilizou-se no mercado da música nacional com a faixa “O País da Marrabenta”, um dos temas do álbum “Um Passo em Frente”, cuja tónica base é uma crítica social incisiva, para mais tarde se render à popularidade a nível nacional e internacional, bem como aos prémios Da Vinci da revista TvZine e da Mozambique Music Award.
    Já Valdemiro José, produto de um "reality show", patrocinado pela mcel, é obreiro de uma carreira artística invejável de sete anos, donde constam sucessos de “Ta-se-mal”, “Papá Murroga”, só para citar alguns, que lhe renderam viagens nacionais e internacionais e ainda gravação de uma parte do seu último trabalho discográfico, em Paris, capital francesa.
    Refira-se, que no acto da assinatura do acordo de entendimento, fizeram-se presentes no local, outros artistas que já têm contratos exclusivos de imagem para com a operadora da cultura, a mcel, nomeadamente Mingas, Stewart Sukuma e ainda a dupla de humoristas, Búfalo e Wantsongo.

  • Artistas de todo o país prestes a ‘invadir’ Nampula

    Começam a chegar este fim-de-semana à cidade de Nampula as delegações provinciais ao VII Festival Nacional da Cultura a ter lugar entre os dias 11 e 15 de Julho corrente. São cerca de 1500 artistas que vão estar em Nampula em representação das 11 províncias que fazem a divisão administrativa do país, sendo que cerca de 900 foram seleccionados das competições que marcaram a primeira fase do festival e o remanescente são convidados.

    Os artistas idos das províncias serão alojados em três locais, nomeadamente na Escola Secundária de Muatala, Centro de Formação de Professores e no Centro de Acolhimento de Anchilo, onde foram criadas todas as condições logísticas necessárias, segundo garantias dadas pelo Gabinete Central do VII Festival Nacional da Cultura.

    Também já estão criadas condições para a exibição dos artistas nos bairros de Muatala, Namicopo, incluindo nos recintos escolhidos a nível da zona cimento da cidade de Nampula.

    Encontram-se em fase final os trabalhos de construção de palcos e reabilitação dos recintos localizados naqueles bairros.

    Entretanto, sabe-se que todas as delegações provinciais deslocam-se à Nampula por via terrestre, facto visto como uma oportunidade de fazer o turismo e conhecer melhor os corredores do país. As delegações das províncias de Maputo e Maputo Cidade rumam para Nampula este fim-de-semana. Entretanto, sabe-se que hoje vão se despedir das respectivas governadoras.

    Na cidade de Maputo o acto terá lugar às 9 horas, no gabinete de trabalho da governadora Lucília Hama, enquanto que à nível da província de Maputo a cerimónia terá lugar no Auditório Municipal (ex-Cinema 700) e será dirigida pela governadora Maria Elias Jonas.

    De recordar que o VII Festival Nacional de Cultura que decorre sob o lema “Cultura Moçambicana, Orgulho Nacional na Manutenção da Paz”, pretende-se um evento que resgate a moçambicanidade, a auto-estima e a valorização das artes e cultura, promovendo os artistas e criadores, sublinhando as artes como aliado incontornável no processo de desenvolvimento nacional.

    Na esteira da realização deste festival, Nampula é desde o passado mês de Abril capital da cultura pelo que passou acolher todos os eventos de natureza cultural do país.

    É assim que a gala nacional de música ligeira, o “Ngoma Moçambique”, teve palco naquela urbe, acontecendo o mesmo com relação ao festival internacional do cinema documentário “Dokanema”, a feira nacional do livro e do disco, o seminário nacional sócio-cultural.

    Bailado inaugural

    Oitocentos artistas, entre jovens e adultos de ambos sexos seleccionados de diferentes grupos de dança da cidade de Nampula, participam sob batuta da conceituada bailarina e coreografa, Pérola Jaime, na preparação do bailado que vai inaugurar o festival.

    A coreografia em montagem potencia as três danças representativas da província de Nampula, nomeadamente o tufo, a tropa e N’ssiripuiti, sem no entanto descurar a mistura com ritmos tradicionais de outras províncias do país, de forma a emprestar uma simbiose cultural diversificada tendo em conta o mosaico cultural existente em Moçambique.

    Experiente nestas andanças, Pérola Jaime foi a responsável pela coreografia exibida na cerimónia oficial de abertura dos décimos jogos africanos havidos ano passado na cidade de Maputo.

  • olamocambique's avatarOlá Moçambique

    Angola deverá ultrapassar a África do Sul, actualmente a maior economia do continente, até 2016, revela um relatório do
    Economist Intelligence Unit (EIU), que coloca também Moçambique entre os 10 mercados africanos com mais potencial.
    No relatório “Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes”, o gabinete de estudos da revista Economist
    conclui que o papel das economias africanas ainda representa apenas 3 porcento da economia global e que a África
    Subsahariana (excluindo a África do Sul) representa menos de metade do Produto Interno Bruto do continente.
    No entanto, sublinha que este grupo de países está a crescer mais depressa do que qualquer outro no mundo e que os
    investidores estão a acordar para o enorme potencial da região: “a corrida para participar no crescimento africano já
    começou”.
    O relatório, citado pela LUSA, aponta como sectores com maior potencial de crescimento a agricultura e a agro-indústria,
    as infra-estruturas, os serviços…

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  • 150 professores da primária formam-se em xadrez

    150 professores da primária formam-se em xadrez

    Teve início, dia 2 de Julho, em Maputo, o primeiro curso de formação de 150 professores de xadrez, para leccionar em 104 escolas primárias na cidade capital, no âmbito do projecto de massificação do xadrez, financiado pelo Standard Bank.
    O curso, promovido pela Academia de Xadrez da Matola, inclui ainda 15 jovens seleccionados em vários bairros da cidade de Maputo, para servirem de motivadores da prática do xadrez ao nível das suas zonas residenciais.
    Para a prossecução deste projecto, que visa a massificação desta modalidade nas escolas primárias da cidade de Maputo, o Standard Bank disponibilizou à Academia de Xadrez materiais diversos como tabuleiros, livros, entre outros, que serão utilizados nas diversas fases do projecto.
    Intervindo na cerimónia de abertura do curso, Alfredo Lemos, representante do Standard Bank, referiu que “mais do que cobrir uma lacuna no currículo das escolas públicas, o Standard Bank vê o projecto de massificação de xadrez nas escolas primárias como uma oportunidade para que mais moçambicanos tenham uma formação de qualidade e oportunidades de desenvolvimento humano e intelectual”.
    “A estes benefícios de inestimável valor, acrescenta-se o facto de o xadrez ser uma modalidade desportiva, através da qual as crianças poderão fazer uma ocupação saudável dos seus tempos livres”, afirmou Alfredo Lemos, realçando que “algumas escolas privadas da nossa cidade têm o xadrez no seu currículo, mas as escolas públicas, que são a maioria e acolhem o maior número de crianças, não têm”.
    Por sua vez, Domingos Langa, director da Academia de Xadrez da Matola, disse que “queremos, na verdade, convencer o Ministério da Educação que o xadrez é uma disciplina muito importante no processo de ensino e aprendizagem, tendo a UNESCO aconselhado os governos a introduzirem esta modalidade desportiva na educação”.
    O presente projecto, segundo realçou Domingos Langa, conta com o acompanhamento dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, Juventude e Desporto e ainda o patrocinador Standard Bank.
    Prevê-se que, entre os meses de Dezembro e Janeiro próximos, seja feita feita uma avaliação do projecto, para além de um campeonato envolvendo os professores de xadrez e alunos.

  • «Moçambique desfruta paz social» – Dom Jaime Gonçalves

    PENSAMENTO: O Bispo emérito da Beira, em Sofala, Dom Jaime Gonçalves, considera que após 20 anos do fim da guerra civil, a paz em Moçambique está assegurada.

  • Chókwè processa tomate a partir de 2013

    O distrito de Chókwè, na província de Gaza, poderá a partir dos meados do próximo ano contar com uma fábrica de processamento de tomate e produtos agrícolas para reduzir os prejuízos do apodrecimento de legumes.

    A notícia foi avançada há dias pelo administrador de Chókwè, Alberto Libombo, que garantiu que o início das obras será ainda este semestre. Segundo o mesmo, o objectivo deste investimento é fazer com que o trabalho agrícola, que é base de economia da província, tenha maior impacto na vida dos agricultores e da população.

    “A fábrica vai ser colocada em Macarretane e vai reduzir os prejuízos resultantes da superprodução, que faz com que os produtores percam grandes quantidades de tomate e vendam o produto a preços muito baixos”, explicou.

    Falando ao diário “Notícias” sobre os desafios do sector agro-pecuário no distrito, a fonte falou da necessidade de reabilitação do Regadio de Chókwè, que imprime maior dinamismo ao sector.

    “Gostaríamos de melhorar toda a área do regadio até finais do próximo ano, trabalho que vem sendo levado a cabo pela HidroÁfrica, tendo já coberto uma área de sete mil hectares”, avançou Libombo. Ao mesmo tempo, e de modo a que os projectos cheguem a bom porto, importa ainda melhorar as vias de acesso e a rede sanitária.

  • Forças Armadas têm apenas 5% de mulheres

    RECURSOS HUMANOS: As Forças Armadas de Defesa de Moçambique têm apenas 5% de mulheres nas suas fileiras, uma das cifras mais baixas na África Austral, segundo o Estado Maior-General de Moçambique.

  • Sorteio: Ganha uma ilha paradisíaca

    O Governo de Moçambique vai sortear uma vila numa ilha paradisíaca, com o objetivo de promover o turismo no país.
    A campanha já está a ser divulgada na televisão e Internet. Sob o slogan «Ganha uma ilha paradisíaca», a situa-se na ilha de Benguerra, no Oceano Índico.
    A iniciativa começa a partir do dia 1 de julho em 120 países. A participação faz-se com o envio de sms, sendo escolhidos 15 finalistas. Estes integrarão um programa televisivo para se habilitarem a ganhar o imóvel, que poderão desfrutar durante 25 anos. Enquanto a casa estará sempre acessível ao vencedor, a vila poderá ser utilizada, sem custos, duas semanas por ano (durante três anos), confirmou o diretor do Instituto de Turismo de Moçambique, Tomo Psico, citado pela agência EFE.
    O valor total do prémio, que poderá ser gozado pelo vencedor e outras três convidados, é de aproximadamente 20 milhões de euros.
    O Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, explicou o teor da iniciativa: «Queremos promover o turismo sustentável e ecológico e mostrar ao mundo que Moçambique, mais do que o turismo do sol e praia, tem também uma natureza muito rica.»

  • OMT prevê 1 bilião de chegadas internacionais de turistas em 2012

    Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), a previsão das chegadas de turistas internacionais em todo o mundo deverão atingir a marca histórica de um bilião este ano. Segundo dados do último Barómetro OMT do Turismo Mundial, em 2011 o crescimento foi de 4% face a 2010, alcançando 980 milhões de chegadas internacionais. Embora a um ritmo mais lento, as chegadas devem aumentar entre 3% e 4% este ano. As economias emergentes devem recuperar a liderança com um crescimento mais forte na Ásia, no Pacífico e África (4% a 6%), seguida pelas Américas e Europa (2% a 4%). O Médio Oriente (0% a +5%) deve começar a recuperar parte das suas perdas de 2011.