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  • Centro de biotecnologia será instalado em Xai-Xai

    Moçambique deverá contar, a curto prazo, com a instalação de um Centro de Biotecnologia Marinha na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, uma iniciativa financiada pelo Governo espanhol na ordem de 800 mil euros.

    A iniciativa surge no âmbito da cooperação bilateral entre Moçambique e o Reino da Espanha e do acordo resultante entre o Ministério da Ciência e Tecnologia de Moçambique e o consórcio formado por CPD Ciência e Estúdios Biológicos-Probitec da Espanha.

    Para definir os princípios desta iniciativa, a cidade de Xai-Xai acolheu um seminário no âmbito da implantação do referido centro que teve como facilitador Alejandro Lago, director da Cátedra UNESCO sobre Território e Meio Ambiente da Universidade Rei Juan Carlos da Espanha.

    O objectivo do evento era a formação de investigadores do Centro de Biotecnologia Marinha e das instituições de Ensino Superior e de investigação da província de Gaza, em matéria inerente ao acesso de recursos genéticos e conhecimento tradicional associado.

    Segundo informações prestadas por Alberto Matusse, director regional sul da Ciência e Tecnologia, o projecto de implantação do Centro de Biotecnologia Marinha tem o mérito de poder vir a dotar o país de bases apropriadas para o desenvolvimento da biotecnologia marinha, para além de promover a sua apropriação.

  • INEFP diz que a demanda de cursos de TIC´s cresce

    O Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFP) na província de Inhambane está a registar uma solicitação crescente de cursos profissionalizantes nos últimos tempos, sobretudo os relacionados com as tecnologias de informação e comunicação.

    Também existe um interesse crescente e massivo de candidatos aos empregos de pedreiro, carpinteiro, canalizador, serralharia mecânica, electricidade e de moda (corte e costura).

    Os Centros de Formação Profissional de Inhambane e da Maxixe são os que mais solicitações conhecem por parte dos inscritos, maioritariamente jovens e mulheres, o que obriga a instituição a adaptar-se ao fenómeno criando mais oportunidades de formação.

    Na Maxixe, um total de 138 candidatos, maioritariamente jovens, acabam de terminar um curso de Informática. O mesmo aconteceu recentemente na cidade de Inhambane, onde outros 151 foram graduados na mesma especialidade.

    A maior procura desta especialidade coloca-se com a resposta satisfatória ou imediata que os graduados encontram no mercado de trabalho local, incluindo em outros pontos da província de Inhambane, originada pelas reformas e modernização tecnológica de muitos serviços, tanto no sector público como no privado ou associativo.

  • Gorongosa projecta exploração de águas termais

    A direcção do Parque Nacional de Gorongosa (PNG), em Sofala, em coordenação com o Governo distrital e um grupo empresarial do ramo turístico, projecta a exploração das águas quentes localizadas no povoado de Bue Maria, na localidade de Púnguè, em Nhambita.

    Segundo o administrador do PNG, Mateus Mutemba, já foi feita a auscultação às comunidades locais e contactada a referida empresa para a efectivação de estudos complementares para a realização da iniciativa no âmbito do desenvolvimento turístico em curso.

    «Já fizemos a primeira auscultação das comunidades de Nhambita, que se mostram entusiasmadas com a iniciativa depois de nos termos aconselhado com o Governo distrital de forma a viabilizarmos este projecto que, a par de outros, possa estar ao serviço do turismo’», disse Mutemba.

    Acrescentou ainda que o PNG espera que haja na comunidade de Nhambita um contributo significativo no desenvolvimento turístico que já é uma realidade.

    O que se pretende, segundo o administrador do PNG, é fazer com que o operador estabeleça no local um SPA onde se possa fazer massagens a par de outras actividades que vai implementar, nomeadamente acomodação, caminhadas, exploração turística do rio Púnguè, entre outras actividades.

    «O que pretendemos é que o local seja aproveitado em simultâneo com outros locais turístico onde os visitantes vão desfrutar das águas quentes, que constituem grande beleza da humanidade» – disse o administrador do PNG.

    Apesar de não ter sido revelado o nome da empresa interessada na exploração das águas termais de Bue Maria, sabe-se que esta possui vários interesses turísticos no país, sobretudo na província de Inhambane.

    As águas termais de Nhambita encontram-se numa encosta na zona tampão do Parque Nacional de Gorongosa. Mesmo as comunidades locais consomem a água quente tirada de um furo ali estabelecido que para o efeito deixam-na 24 horas para arrefecer.

    Mesmo no período chuvoso as águas misturam-se com a outra (fria), mas mantém a sua temperatura. Outro dado curioso é que na época de Verão a água tem maior temperatura, o que faz com que o peixe existente fique retido numa possa entre as encostas, saindo só no tempo chuvoso, altura em que o caudal das águas é maior.

  • UEM entre as 100 melhores de África

    A Universidade Eduardo Mondlane (UEM), a mais antiga e mais importante instituição do ensino superior em Moçambique, consta entre as 100 melhores universidades africanas.

    Segundo o ranking de 2012 produzido pelo Conselho Superior de Investigação Científica, uma entidade sob tutela do Ministério da Educação da Espanha, a UEM, única universidade moçambicana na lista, ocupa a 62ª posição entre as mais do continente.

    As universidades sul-africanas de Cape Town, Stellenbosch, Wits, Pretória, Rhodes e South Africa, ocupam as seis primeiras posições na lista das melhores de África.

    Comparativamente ao ano de 2011 em que a UEM estava posicionada no 57º lugar, esta posição representa uma queda de cinco pontos.

    A Universidade Eduardo Mondlane tem estado, nos últimos tempos, a tentar trocar o seu currículo na perspectiva de responder as preocupações mais actuais da sociedade moçambicana e não só. Entretanto, os debates do que efectivamente deve ser implementado são motivos de discórdia dentro e fora da instituição. Exactamente por causa desta situação, a instituição, depois de há 3 anos ter decidido pela introdução do Sistema de Bolonha, está agora a retornar ao currículo anterior.

  • Moçambique conquista 14 medalhas no campeonato de ‘TANG SOO DO’

    A selecção nacional de “Tang Soo Do” conquistou 14 medalhas, das quais cinco de ouro, no campeonato mundial de artes marciais desta modalidade realizado recentemente na cidade de Greensboro, na Carolina do Norte, Estados Unidos da América.

    A delegação moçambicana, composta por nove atletas, competiu nas categorias de armas, katas e combate, tendo a atleta Yara Chidia Massamba arrecadado, para além de uma medalha de ouro, o troféu de campeã mundial de cintos a cor seniores femininos.

    Os atletas moçambicanos medalhados são: Dilermando Quive, medalha de ouro e de prata, António Mugabe (ouro e bronze), Yara Chidia Massamba (ouro, prata e bronze), Cláudio Temporário (prata), Lério Cunha (prata), Etevaldo Boca (ouro e bronze), Anuar Dauto (ouro e bronze).

    Recorde-se que Moçambique já se havia destacado, anteriormente, nos mundiais realizados em 2008 e 2010, ao conquistar medalhas de ouro e prata.

    A participação do combinado nacional na prova, que durou três dias, envolvendo atletas provenientes de cerca de 40 países, foi possível com o patrocínio da Mcel.

  • Vale vai exportar carvão de Moçambique para a África do Sul

    A companhia ArcelorMittal South Africa anunciou em Joanesburgo (África do Sul) que está a negociar com as multinacionais brasileira Vale e a anglo-australiana Rio Tinto a possibilidade de importar carvão coque extraído em Moçambique, segundo as agências AIM e Reuters.

    "Estamos a falar entre 300.000 a 400.000 toneladas da Vale este ano", disse William Nel, director geral para a área de ‘procurement’ e logística da ArcelorMittal South Africa, falando durante uma apresentação da sua empresa.

    "Para o caso da Rio Tinto estamos a testar as amostras, se os testes forem efectivos nós vamos provavelmente considerar importar (carvão coque) a partir do próximo ano. A nossa expectativa é de importar cerca de 500.000 toneladas a partir do próximo ano", disse William Nel.

    A Vale é uma das companhias mineiras que exploram carvão mineral em Moçambique, tendo iniciadas as suas exportações em Agosto do ano passado. Numa primeira fase, a Vale espera produzir em Moatize, na província central de Tete, cerca de 11 milhões de toneladas por ano.

    Na segunda fase, prevista para 2014, essa capacidade será duplicada, devendo a produção atingir 22 milhões de toneladas.

    Por seu turno, a companhia anglo-australiana Rio Tinto iniciou as exportações de carvão em Junho último, extraído nas minas de Benga, em Moatize, em Tete.

    Até 2020, a Rio Tinto projecta extrair nas minas de Benga uma média anual acima de 50 milhões de toneladas de carvão, entretanto, condicionadas à óptima qualidade de infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias até ao campo de produção.

    A avaliar pelo imenso potencial do jazigo do mineral de Moatize, a Rio Tinto e a operadora brasileira Vale Moçambique esperam exportar num futuro próximo mais de 100 milhões de toneladas de carvão, incrementando significativamente a balança de pagamentos e Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique.

  • Fundação Vale apoia Ministério da Agricultura no programa de inseminação artificial

    Foi assinado entre a Fundação Vale e o Ministério da Agricultura um Protocolo de cooperação relativo à implementação do Programa Nacional de Inseminação Artificial em Moçambique, cuja tecnologia de reprodução assistida irá acelerar o melhoramento genético da manada nacional de gado bovino de carne e de leite.

    O Programa, criado no âmbito da Estratégia de Desenvolvimento Agrário do MINAG, prevê a promoção do uso da tecnologia de inseminação artificial junto de criadores de gado bovino em todas as províncias do país, com condições agro-ecológicas favoráveis à prática desta tecnologia de reprodução animal.

    Segundo Joaquina Saranga da Fundação Vale, este Protocolo reforça o estabelecimento de relações de cooperação com o Governo e reafirma o compromisso da Fundação de contribuir para o desenvolvimento sócio-económico do país e da província de Tete em particular.

    Efectivamente, o Protocolo preconiza que a Fundação Vale se responsabilize pelo investimento, aprovisionamento e disponibilização ao Ministério da Agricultura de material genético, kits de inseminação artificial, entre outros, bem como pelo apoio aos cursos de inseminação artificial que serão realizados pelo próprio Ministério.

    Ao abrigo do mesmo documento, o Ministério da Agricultura deve avaliar a viabilidade técnica para possível extensão do uso da inseminação artificial junto de explorações comerciais de gado bovino da província de Tete, que se localizem em regiões desta província com condições agro-ecológicas favoráveis para a prática desta tecnologia.

    O Protocolo prevê ainda a implementação da inseminação artificial também na Fazenda Modelo, um organismo da Fundação Vale, em Cateme, na província de Tete, responsável por promover a transferência de conhecimento que possibilite a geração de renda e a melhoria da produtividade agrícola que beneficia as famílias reassentadas.

    A Fundação Vale cuja missão é de promover o bem-estar da sociedade e o desenvolvimento socio-económico sustentável de Moçambique, através da cooperação com entidades públicas, privadas e comunidades, iniciou as suas actividades em 2011 e, desenvolve programas e projectos nas áreas de educação, cultura, saúde, actividades económicas, saneamento básico e infraestrutura social e ambiental.

  • Cervejas de Moçambique registam significativo crescimento no volume de vendas e do lucro

    A empresa CDM-Cervejas de Moçambique, SA, uma subsidiária da SABMiller plc, registou, no exercício findo em Março de 2012, um significativo crescimento do volume de vendas e do lucro operacional, na ordem de 10,2 por cento e 20,8 por cento, respectivamente, conforme foi revelado no decurso da Assembleia Geral ocorrida na última sexta-feira, dia 27, em Maputo.
    As receitas atingiram cerca de 7.807 milhões de meticais, contra 6.749 milhões do ano anterior, enquanto o lucro do exercício situou-se em cerca de 1.083 milhões de meticais, contra 854 milhões do exercício anterior.
    Este crescimento, que reflecte o esforço de investimento feito na fábrica de Nampula, inaugurada há dois anos, resulta do bom desempenho alcançado no primeiro trimestre de 2012, após um abrandamento registado no terceiro trimestre de 2011, uma vez que o impacto do aumento dos preços foi absorvido pelo mercado.
    Está igualmente na origem do crescimento do volume de vendas o bom desempenho da nova unidade fabril instalada na província de Nampula, que proporcionou uma capacidade de crescimento e expansão num mercado maior, bem como a produção da cerveja da mandioca, Impala.
    O estabelecimento do negócio rentável da bebida Chibuku em Maputo, e o lançamento da marca Impala, aliado ao contínuo investimento realizado pela CDM em infraestruturas, resultaram num crescimento acima das projecções feitas na altura da construção da fábrica de cerveja de Nampula.
    Em termos de recursos humanos, o número dos colaboradores da CDM aumentou durante o ano, atingindo o número de 1.036 no final de Março de 2012, devido à introdução de um turno extra, para garantir o aumento da produção em Nampula e Maputo.
    Refira-se que a CDM – Cervejas de Moçambique SA procedeu, durante o período em análise, à emissão de acções no valor de 1,1 biliões de meticais, cuja procura esteve acima da oferta, para além de ter sido reconhecida pelo terceiro ano consecutivo pela Autoridade Tributária como “Melhor Contribuinte do Ano”.
    Para além do investimento na sua capacidade instalada, a Cervejas de Moçambique, SA, tem vindo a privilegiar pontos de ligação com os diferentes stakeholders, promovendo acções concretas relacionadas com o desenvolvimento sustentável, permitindo, assim, contribuir na realização de investimentos de carácter social.
    A CDM-Cervejas de Moçambique, SA é uma subsidiária da SABMiller plc e possui, actualmente, 3 fábricas de cerveja e 8 depósitos de vendas.

    Na foto, a PCA da CDM, Isadora Faztudo

  • Entre a natureza e os devaneios gastronómicos do ‘Caipirinha’

    Se num belo dia de domingo lhe apetecer levar a família a almoçar fora, e está na cidade de Maputo, então o restaurante Caipirinha poderá vir a ser uma excelente opção gastronómica. Além de gozar do privilégio de se situar junto à marginal, bem próxima das ondas do Índico, o estabelecimento apresenta uma esplanada – por onde se estendem diversas mesas e cadeiras – extremamente agradável.

    Nesse sentido, o convite pode-se dividir em dois ambientes distintos. Um, interior, através de uma ampla sala decorada com motivos em madeira e outro, ao ar livre, semelhante a um grande quintal bem ajardinado, ao qual não falta a graça do verde luxuriante, a viva cor das pétalas das flores, a sombra das árvores frondosas abraçadas por filodendros e o grasnar de um grupo de corvos alba – uma espécie apenas existente em Moçambique.

    A sensação de quem se senta no exterior é de pura liberdade, pois além da estreita ligação à natureza, as mesas distam uma das outras respeitando o espaço necessário a uma boa privacidade.

    Caipirinha , por quê? Porque, de facto, o seu staff confecciona uma caipirinha de fazer água na boca. Contudo, e convém realçar, uma qualidade inerente ao menú das bebidas é, sem dúvida, a frescura com que sempre servem as cervejas. Bravo!

    Quanto aos pratos propriamente ditos, dirijo uma nota menos vibrante, uma vez que, no mesmo dia, duas das suas opções não se encontravam disponíveis (mais concretamente, a sopa de peixe e a salada de polvo). Mas, justiça seja feita… O ‘Caipirinha’ não deixa os seus créditos por mãos alheias com o Polvo à Lagareiro e com os devaneios culinários feitos em torno do Rei Bacalhau.

  • Moçambique vai estar em 4 feiras turísticas

    Moçambique vai expor as suas potencialidades turísticas em quatro feiras neste segundo semestre do ano, tendo o Instituto Nacional do Turismo (Inatur) convidado os operadores turísticos do país a nelas participarem, informou a instituição.

    De acordo com o Inatur, uma unidade orgânica do Ministério do Turismo, Moçambique vai estar presente nas feiras de Sanganai/Hlanganani (Harare, Zimbabwe), TTG Incontri (Rimini, Itália), World Travel Market/WTM (Londres, Reino Unido) e EIBTM (Barcelona, Espanha).

    As referidas feiras decorrerão nos meses de Outubro (Harare e Itália) e Novembro (Londres e Barcelona).

    O Inatur precisou que a divulgação de Moçambique como destino turístico passa pela sua participação em feiras de turismo, um ponto de convergência de operadores turísticos, agentes de viagens, hoteleiros, turistas, homens de negócios de vários quadrantes do mundo.

    Moçambique tem exposto nas feiras guias turísticos, brochuras sobre parques e reservas, ilhas e praias e outro tipo de informação geral sobre investimentos no país, particularmente sobre o sector do turismo que na óptica do governo deverá aumentar a sua contribuição para o Produto Interno Bruto dos actuais 2,5% para 4%.

    Nos pavilhões de Moçambique tem sido também exibido o filme que apresenta a riqueza da flora e fauna do Parque Nacional da Gorongoza.

    O governo moçambicano está a efectuar grandes investimentos em infra-estruturas aeroportuárias como forma de facilitar a ligação entre Moçambique e o mundo, sendo de destacar a transformação ainda em curso da base aérea de Nacala, na província de Nampula, norte de Moçambique em aeroporto (internacional) civil, um ponto de ligação com algumas capitais europeias que dura apenas seis horas. (macauhub)

  • Sofala: Venda de algodão dinamiza distritos

    BREVE: A província de Sofala poderá comercializar 16 mil toneladas de algodão caroço avaliadas em mais de 145 milhões de meticais para os bolsos dos camponeses. Tal foi anunciado em Gorongosa pelas autoridades competentes que reconhecem, por conseguinte, que esta acção irá dinamizar a vida dos distritos produtores desta cultura de rendimento, não obstante o facto dos preços de comercialização terem registado uma redução.

  • State Grid pode investir 1.700 milhões de dólares na “espinha dorsal”

    A entrada da REN no capital da HCB pode vir a ser o “atalho” que faltava para a entrada dos chineses no projecto. É que a State Grid comprou 25% da REN, que, por sua vez, adquiriu 7,5% do capital da HCB.

    A empresa chinesa State Grid – a sétima maior empresa do mundo, detentora de 25% da portuguesa Rede Eléctrica Nacional (REN) – quer investir 1.700 milhões de dólares no projecto Cesul, também conhecido por “Espinha Dorsal” – a futura mega-infraestrutura que transportará energia de Tete até aos grandes centros de consumo, aliviando a necessidade de reimportar a Energia de Cahora Bassa a partir da vizinha África do Sul.

    A gigante chinesa tem receitas superiores a 226 mil milhões de dólares – correspondentes a cerca de 17,6 vezes o Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique. A informação é avançada pela Revista “Exame Moçambique”, segundo o qual “é verdade que Moçambique não tem sido até agora uma das prioridades dos investimentos chineses, devido à reduzida dimensão da sua economia. Mas essa realidade está a mudar, fruto das enormes potencialidades de Moçambique na produção de energia, um bem cada vez mais escasso e desejado pelas grandes potências mundiais”.

    Avança ainda que “ao que se diz, os empresários chineses têm investimentos em curso de 13 mil milhões de dólares até 2015, um valor equivalente ao PIB de Moçambique, mas “o caso mais mediático é o da State Grid, que pretende investir 1 700 milhões de dólares na construção do projecto Cesul”, informa a revista.

  • FestCoros: A grande final

    O palco do Cine Gil Vicente acolheu, na cidade de Maputo, a grande final do concurso de canto coral, FestCoros. Foi um momento de muita animação, onde seis grupos disputavam o primeiro lugar. Para além de actuações que incorporam a dança, os grupos tiveram a oportunidade de se fazer acompanhar por músicos como Aly Faque, Nordino Chambal, Liloca, Roberto Isaías, Patrick Manuel, Eusébio Matine e muito mais.

    Foram actuações diversificadas, em que alguns grupos corais foram convidados para se juntarem aos finalistas, tais como o Grupo Coral Universal, vencedor da edição passada, e o Grupo Igreja Unida. O anúncio do vencedor foi o momento mais alto da gala, tendo ficado em primeiro lugar o grupo coral Animadores de Cristo, que recebeu das mãos do presidente do município de Maputo, David Simango, um cheque gigante, no valor 100 mil meticais. Em 2º lugar, o grupo Timpsalma recebeu 50 mil meticais, enquanto o grupo Sautul Islam, o primeiro islâmico a participar no concurso, ficou em 3º lugar, tendo recebido um cheque no valor de vinte e cinto mil meticais.

    Pelo facto de se tratar de uma edição especial, que decorre numa altura em que se celebram vinte anos de paz, cento e vinte e cinco anos da cidade de Maputo e dez anos de existência da Stv, este evento culminou com assinatura de um memorando entre a Stv e o Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

    Na ocasião, o edil de Maputo fez um apelo ao Grupo Soico para não deixar morrer este concurso e prometeu continuar apoiar o FestCoros. Jeremias Langa, administrador Editorial da Soico, considerou que “o FestCoros é um espaço de expressão cultural autêntico, onde podemos ver grupos cristãos das mais diversas congregações religiosas, assim como grupos muçulmanos, todos no mesmo palco, sendo isto importante, num momento em que se vive uma intolerância cada vez mais crescente”.

    Igualmente, agradeceu ao Conselho Municipal, aos grupos corais e a todos os que acompanharam o FestCoros, com a promessa de mais para o ano. O vencedor desta edição, o grupo Animadores de Cristo, prometeu continuar a trabalhar e espera que o prémio de 100 mil meticais ajude a instituições de caridade, assim como a melhorar as condições do grupo, como forma de se consagrar e afirmar no país.

  • Barclays junta especialistas em Macroeconomia para discutir tendências globais e de África

    Especialistas e estrategas de Macro Research vão debater, num Fórum Económico organizado pelo Barclays Bank Moçambique, as últimas tendências que estão a marcar a Economia Global e da África Sub-Sahariana.
    O Barclays Bank vai realizar o Fórum Económico, no salão nobre do Hotel Polana, em Maputo, no dia 31 de Julho, num evento que irá contar com a presença de clientes desta Instituição, bem como da sua PCA, Dra. Luísa Diogo.
    O Fórum Económico do Barclays vai ser organizado pela primeira vez em Moçambique, em Maputo, num evento que irá contar com a presença de clientes, jornalistas, membros da Administração do Banco, bem como da própria PCA, Dra. Luísa Diogo, que irá fazer o discurso de abertura.
    Durante cerca de três horas e meia, este evento vai reunir um grupo distinto de representantes do Barclays/ABSA que irá focar temas actuais e relevantes como é o caso da Economia Global, Perspectivas Macroeconómicas de África Subsaariana e de Moçambique, assim como as tendências do Mercado Cambial.
    O objectivo é o de criar um espaço de discussão e troca de ideias, dando a todos os participantes a oportunidade de contribuir com a sua opinião e visão sobre o tema em debate, bem como apresentar quaisquer questões que julguem pertinentes.
    Além de trazer o debate das grandes tendências económicas nacionais, africanas e mundiais, o fórum é uma oportunidade para estreitar o relacionamento entre o Barclays Bank Moçambique e os seus clientes, preparando-se em conjunto para os vários cenários que poderão surgir no contexto macroeconómico.
    Entre os oradores, estão confirmados Jeff Gable, Head of Africa Macro Research Absa/Barclays, Riddle Markus, Africa Strategist Research Absa/Barlcays, Mike Keenan, Sub-Saharan Fx Strategist Absa/Barclays e Faizal Mkhize, Administrador Delegado do Barclays Moçambique, que irá tecer as considerações finais e resumir as principais conclusões do primeiro Fórum Económico Barclays Bank Moçambique, a ser realizado em Maputo.

    Para mais informações por favor contactar:
    Barclays Bank Moçambique
    Departamento de Comunicação
    Tel: +258 21 351 700
    Mail: comunicacao