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  • CTA quer reduzir dependência em relação a parceiros nacionais e internacionais

    A CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique vê no desenvolvimento da sua organização CTA-Participações, Lda., um meio de auto-sustentabilidade financeira da agremiação, de modo a reduzir a dependência em relação aos parceiros nacionais e internacionais.
    “Neste momento podemos, com alguma satisfação, dizer que já temos duas actividades, uma de rendimento imobiliário e outra que é a participação no projecto da Janela Única Electrónica”, segundo declarou Salimo Abdula, após a realização da Assembleia Geral ordinária, tida lugar em Maputo na última terça-feira, durante a qual foi aprovado o Relatório e Contas do exercício fiscal de 2011, bem como o Plano de Actividades e Orçamento para 2012.
    Na qualidade de presidente da Mesa da Assembleia Geral, Salimo Abdula referiu que “a CTA continua a ser um intenso movimento participativo, no qual os membros sentem cada vez mais o calor do associativismo e o crescimento da organização que, cada vez mais abrangente, traz resultados na sua interacção com os parceiros, Governo e sociedade em geral, para uma contribuição na melhoria do ambiente de negócio no País”.
    Acrescentou que “Moçambique entrou no radar do mundo, pelas grandes actividades económicas demonstradas e pelo futuro crescimento da sua economia e, obviamente, que os empresários moçambicanos não querem estar à margem desse processo”.
    No decurso da Assembleia Geral, foi realçado, entre outras actividades, que a CTA vai privilegiar o potenciamento técnico-jurídico e económico da sua Unidade de Investigação e Análise Económica (UIAE), por forma a apoiar os mecanismos consultivos com pareceres técnicos nas suas discussões com o Governo.
    Dentre outras actividades que a CTA se propõe a desenvolver, ainda este ano, consta a formação dos assistentes dos Conselhos Empresariais Provinciais sobre gestão da agenda de diálogo, seu papel, gestão financeira e prestação de contas e ainda a formação dos pequenos empresários em matéria de empreendedorismo e oportunidades de negócios.
    Refira-se que, na área da Agricultura, o Plano de Actividades para 2012 contempla a implementação das recomendações do estudo sobre o IVA no sector, bem como a realização de estudos sobre as barreiras não fiscais à agricultura e à comercialização agrícola, incluindo o estudo sobre o incentivo do gasóleo e da energia eléctrica no sector agrícola.

  • Obtenção de nacionalidade moçambicana: Governo reconhece fraquezas

    O GOVERNO reconhece que há permeabilidade na legislação e alguma vulnerabilidade nos serviços de tutela que facilitam a aquisição da nacionalidade moçambicana, originária, por indivíduos que não respondem aos requisitos fixados na Constituição da República.
    Maputo, Quarta-Feira, 4 de Julho de 2012:: Notícias

    A questão da nacionalidade originária e seu enquadramento legal foi um dos temas de fundo abordados no VIII Conselho Coordenador do Ministério da Justiça a decorrer desde segunda-feira na cidade de Inhambane, considerando que se trata de uma matéria de soberania e preocupação actual devido aos grandes fluxos migratórios que se registam para o país, envolvendo cidadãos provenientes de várias partes do mundo.

    O porta-voz do encontro, Pedro Nhatitima, explica que uma das soluções a considerar para o problema é regulamentar a abordagem constitucional sobre a questão da nacionalidade. Sobre o assunto, a titular da pasta da Justiça, Benvinda Levy, diz que se está a trabalhar com vista à elaboração de uma proposta de Lei da Nacionalidade, que deverá passar pela aprovação da Assembleia da República.

    Com efeito, numerosos cidadãos estrangeiros que chegam ao país conseguem obter, rapidamente, documentos como Bilhete de Identidade, Passaporte e outros que os identificam como moçambicanos, nalgumas vezes originários.

    Segundo dados apurados pelo “Notícias”, chegados ao país alguns cidadãos estrangeiros dirigem-se à conservatória e requerem uma certidão narrativa completa, documento que os habilita a obter documentos na condição de moçambicanos originários, mesmo nos casos em que, tendo nascido em Moçambique, perderam o estatuto de moçambicanos originários por força da Constituição de 1975.

  • Moçambique é dos países africanos com internet mais rápida

    A internet em África sempre foi vista como limitada pela taxa de penetração e baixa velocidade relativamente a outros países do mundo. Um estudo feito pela Net Index veio reafirmar esta tese, dado que o país africano com maior velocidade de internet encontra-se em 77º lugar na lista mundial que abrange 174 países.

    O estudo tem como base milhões de resultados de testes da Speedtest.net, que compara e classifica as velocidades de download de consumo à volta do mundo. Segundo a Net Index, o valor é a taxa média de velocidade em Mbps (megabits por segundo) durante os últimos 30 dias em que a distância média entre o cliente e o servidor é inferior a 500 quilómetros.

    Enquanto que a taxa de velocidade a nível mundial é de 10,26 Mbps, em África a taxa é bem inferior a este valor.

    1. Gana

    Ocupa o 77º lugar da lista mundial e está em primeiro lugar na lista africana com uma velocidade de download média de 4,78 Mbps.

    2. Zimbabwe

    Na lista global, ocupa o 80º lugar e na africana o segundo com uma velocidade de download de 4,65 Mbps.

    3. Quénia

    O terceiro lugar da lista africana corresponde ao 84º da lista mundial e é ocupado pelo Quénia, cujas velocidades de download são de 4.46 Mbps.

    4. Líbia

    Ocupando o quarto lugar do índice africano e o 86º global, a velocidade média de download da Líbia é de 4,27 Mbps.

    5. Madagáscar

    A ilha africana conseguiu posicionar-se acima da África do Sul e da Nigéria, com uma velocidade de 4,25 Mbps. Em quinto lugar na lista africana é o número 87 do índice global.

    6. África do Sul

    Muitos consideram que a África do Sul está na vanguarda das velocidades da internet no continente, contudo, os dados têm mostrado o contrário. A nível da escala global, o país encontra-se na 114ª posição e em 6º no ranking africano.

    7. Marrocos

    Tanto na lista africana como na global, Marrocos encontra-se em ambas numa posição abaixo da África do Sul, estando respectivamente na 7ª e no 115º posição com uma média de download de internet de 2,84 Mbps.

    8. Nigéria

    A Nigéria ocupa o 8º lugar no top africano e o 130º no mundial, com 2,41 Mbps.

    9. Ruanda

    Ruanda encontra-se apenas dois lugares abaixo da Nigéria no índice global e 9º lugar no africano com 2,15 Mbps.

    10. Moçambique

    Moçambique encontra-se em décimo lugar no top africano e em 140º no índice global. Maputo conseguiu manter velocidades de 2.13 Mbps, no entanto ainda está abaixo do ISP superior no país.

  • olamocambique's avatarOlá Moçambique

    Angola deverá ultrapassar a África do Sul, actualmente a maior economia do continente, até 2016, revela um relatório do
    Economist Intelligence Unit (EIU), que coloca também Moçambique entre os 10 mercados africanos com mais potencial.
    No relatório “Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes”, o gabinete de estudos da revista Economist
    conclui que o papel das economias africanas ainda representa apenas 3 porcento da economia global e que a África
    Subsahariana (excluindo a África do Sul) representa menos de metade do Produto Interno Bruto do continente.
    No entanto, sublinha que este grupo de países está a crescer mais depressa do que qualquer outro no mundo e que os
    investidores estão a acordar para o enorme potencial da região: “a corrida para participar no crescimento africano já
    começou”.
    O relatório, citado pela LUSA, aponta como sectores com maior potencial de crescimento a agricultura e a agro-indústria,
    as infra-estruturas, os serviços…

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  • 150 professores da primária formam-se em xadrez

    150 professores da primária formam-se em xadrez

    Teve início, dia 2 de Julho, em Maputo, o primeiro curso de formação de 150 professores de xadrez, para leccionar em 104 escolas primárias na cidade capital, no âmbito do projecto de massificação do xadrez, financiado pelo Standard Bank.
    O curso, promovido pela Academia de Xadrez da Matola, inclui ainda 15 jovens seleccionados em vários bairros da cidade de Maputo, para servirem de motivadores da prática do xadrez ao nível das suas zonas residenciais.
    Para a prossecução deste projecto, que visa a massificação desta modalidade nas escolas primárias da cidade de Maputo, o Standard Bank disponibilizou à Academia de Xadrez materiais diversos como tabuleiros, livros, entre outros, que serão utilizados nas diversas fases do projecto.
    Intervindo na cerimónia de abertura do curso, Alfredo Lemos, representante do Standard Bank, referiu que “mais do que cobrir uma lacuna no currículo das escolas públicas, o Standard Bank vê o projecto de massificação de xadrez nas escolas primárias como uma oportunidade para que mais moçambicanos tenham uma formação de qualidade e oportunidades de desenvolvimento humano e intelectual”.
    “A estes benefícios de inestimável valor, acrescenta-se o facto de o xadrez ser uma modalidade desportiva, através da qual as crianças poderão fazer uma ocupação saudável dos seus tempos livres”, afirmou Alfredo Lemos, realçando que “algumas escolas privadas da nossa cidade têm o xadrez no seu currículo, mas as escolas públicas, que são a maioria e acolhem o maior número de crianças, não têm”.
    Por sua vez, Domingos Langa, director da Academia de Xadrez da Matola, disse que “queremos, na verdade, convencer o Ministério da Educação que o xadrez é uma disciplina muito importante no processo de ensino e aprendizagem, tendo a UNESCO aconselhado os governos a introduzirem esta modalidade desportiva na educação”.
    O presente projecto, segundo realçou Domingos Langa, conta com o acompanhamento dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, Juventude e Desporto e ainda o patrocinador Standard Bank.
    Prevê-se que, entre os meses de Dezembro e Janeiro próximos, seja feita feita uma avaliação do projecto, para além de um campeonato envolvendo os professores de xadrez e alunos.

  • 3 hotéis de 5 estrelas abrem este ano em Cabo Delgado

    Três hotéis de cinco estrelas serão inaugurados em Agosto, na província de Cabo-Delgado, de acordo com o ministro de Turismo, Fernando Sumbana.

    Segundo o ministro, os hotéis foram construídos no âmbito do projecto “Arco-norte” que está a ser desenvolvido pelo Governo moçambicano em parceria com o sector privado nacional e estrangeiro, visando promover as três províncias da zona norte de Moçambique (Nampula, Cabo Delgado e Niassa) como destinos de turistas estrangeiros.

    Para além de Cabo Delgado, estão em curso ainda no âmbito do projecto “Arco-norte” obras de construção de mais sete unidades hoteleiras, também de cinco “estrelas”, nas restantes províncias nortenhas. Segundo o ministro de Turismo estas sete unidades hoteleiras, ainda em construção, deverão ser inauguradas ao longo do próximo ano.

    Leia em http://www.canalmoz.co.mz/hoje/23174-3-hoteis-de-5-estrelas-abrem-este-ano-em-cabo-delgado.html

  • IFLOMA vai investir 348 milhões de USD em Moçambique

    A empresa Indústrias Florestais de Manica (Ifloma) irá investir 348 milhões de dólares na plantação de árvores e na construção de uma fábrica de papel nas províncias de Manica e Sofala, região central de Moçambique, noticiou o jornal moçambicano Correio da Manhã.
    Citando uma fonte governamental, o jornal adiantou terem sido iniciados em 2011 os processos para a concessão de terrenos para a plantação de árvores e um outro para a obtenção de um espaço para a construção da fábrica de processamento de estilhas de madeira no porto da Beira, província de Sofala.
    Em Manica, a Ifloma pretende vir a plantar 73 mil hectares de pinheiros e eucaliptos para alimentar a futura fábrica de papel que dará à empresa liderança do mercado do papel a nível de Moçambique, disse ao jornal o engenheiro Cremildo Rungo, director da unidade industrial.
    Cremildo Rungo disse ainda que o projecto já foi elaborado e submetido ao governo, através da Direcção Provincial da Agricultura de Sofala, aguardando-se o aval do ministério da tutela para o seu arranque.
    Actualmente, a Ifloma dispõe já de uma plantação de pinheiros e eucaliptos que se estende por uma área de 25 mil hectares, tendo acabado de plantar com aqueles dois tipos de árvores mais de 7 mil hectares.

  • Moçambique entre os 10 maiores de África

    Moçambique entre os 10 maiores de África

    Angola deverá ultrapassar a África do Sul, actualmente a maior economia do continente, até 2016, revela um relatório do
    Economist Intelligence Unit (EIU), que coloca também Moçambique entre os 10 mercados africanos com mais potencial.
    No relatório “Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes”, o gabinete de estudos da revista Economist
    conclui que o papel das economias africanas ainda representa apenas 3 porcento da economia global e que a África
    Subsahariana (excluindo a África do Sul) representa menos de metade do Produto Interno Bruto do continente.
    No entanto, sublinha que este grupo de países está a crescer mais depressa do que qualquer outro no mundo e que os
    investidores estão a acordar para o enorme potencial da região: “a corrida para participar no crescimento africano já
    começou”.
    O relatório, citado pela LUSA, aponta como sectores com maior potencial de crescimento a agricultura e a agro-indústria,
    as infra-estruturas, os serviços e os bens de consumo, mas recorda que ainda há grandes dificuldades, a começar pela
    corrupção, que continua a aumentar, a ineficiência dos serviços públicos, o risco político e a falta de mão-de-obra
    qualificada.
    Além disso, o EIU recorda que África não é um país, mas sim 56, com outros tantos sistemas e governos, e aconselha
    os investidores a prepararem-se bem para as oportunidades, os riscos e o potencial.
    Segundo as estimativas do EIU, pelo menos 28 países do Continente Africano deverão crescer a uma média anual
    superior a 5 porcento nos próximos cinco anos. Angola surge no grupo das economias com crescimentos previstos de 5
    a 7,5 porcento, enquanto Moçambique aparece no grupo seguinte, com crescimentos anuais médios de 7,5 a 10
    porcento, juntamente com a Etiópia, a Libéria, o Níger e o Uganda.
    O relatório identifica os dez mercados que deverão ter os melhores desempenhos na próxima década em quatro
    categorias: os países com menor risco político, os maiores reformistas, os países com maior investimento e os maiores
    em território.
    Angola é o segundo com maior investimento, depois da África do Sul, e o quarto maior em dimensão, enquanto
    Moçambique surge em três das quatro categorias: É o segundo com mais potencial na rapidez com que faz reformas, o
    sétimo com menor risco político e o décimo com maior investimento.
    “As reformas estão a acontecer depressa, encabeçadas pela Etiópia, Moçambique, Namíbia, Zâmbia e Uganda,
    enquanto as economias gigantes de Angola e Nigéria, que deverão ultrapassar a África do Sul em 2016, oferecem
    vantagens significativas aos investidores”, conclui o EIU.

     

  • 125 maquinistas foram formados pela Vale e CFM

    125 maquinistas foram formados pela Vale e CFM

    Cento e vinte e cinco aprendizes já foram formados como maquinistas em Tete e na Beira, resultado da parceria entre a Vale Moçambique e a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, iniciada em 2010. O projecto tem como principal objectivo atender às necessidades de formação de mão-de-obra local para o sector ferroviário no país.

    O maquinista Ângelo Mussone Domingos, que participou da primeira formação, em 2010, teve oportunidade de ir ao Brasil com outros 23 alunos, quando a linha Sena-Beira não estava ainda funcional e a Vale Moçambique não estava ainda em fase de operação. Ele garante que não sabia nada sobre ferrovia, e com a formação que teve na Vale Moçambique tornou-se maquinista, profissão que exerce com muito orgulho até hoje.

    Actualmente, com a linha Sena-Beira já operacional, toda a formação é feita no país. Para exercer a profissão, é requisito possuir a 12ª Classe. São realizadas no total 240 horas de trilha técnica, 240 horas de ensinamento sobre o Regulamento de Circulação de Comboios, 40 horas de Simulador e 300 horas práticas com caráter obrigatório, considerando o nível de responsabilidade na operação de comboios de carga.

    Além dos conhecimentos técnicos, o processo passa por uma instrução de normas e procedimentos operacionais. Os CFM são responsáveis pela orientação dos trabalhadores sobre o Regulamento de Circulação de Comboios, bem como pela certificação do Maquinista.

    O principal destaque da formação é a utilização de um simulador de operação de comboios, que possibilita ao maquinista observar a via, acompanhando toda a dinâmica do comboio e corrigindo sempre que proceder fora do padrão, resultando em mais segurança e eficiência na operação.

    São utilizadas duas estações simuladoras, desenvolvidas pela Vale Moçambique e pela Universidade de São Paulo, uma no Centro Regional de Formação CFM-Sul em Maputo e outra na Beira, na Carreta Escola, cuja finalidade é facilitar a logística dos treinamentos, porque poderá ser deslocada para as localidades onde decorrerão os treinamentos.

    A Vale Moçambique investe no treinamento e formação de mão-de-obra local em diversas áreas. Entre Janeiro e Março de 2012, foram concluídas 128.870 horas de treinamento, e nos últimos dois anos, a empresa formou 1.149 profissionais moçambicanos.

  • Oportunidade: Governo vende mais 10% do capital da empresa Moçambicana Seguros

    O governo de Moçambique vai colocar à venda mais 10% do capital social da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), revela o relatório e contas do Instituto
    A Empresa Moçambicana de Seguros é a mais antiga empresa moçambicana que opera no ramo de seguros e também no imobiliário, explorando centenas de imóveis em Moçambique e em Portugal.
    A venda de 10% do capital social da empresa terá lugar na Bolsa de Valores de Moçambique, à semelhança do que ocorreu quando o governo de Moçambique decidiu alienar uma fatia de dimensão semelhante.

    in macauhub

  • Cabo Delgado: 80 triliões de pés cúbicos de gás foram descobertos

    Oitenta triliões de pés cúbicos de gás natural foram descobertos em duas áreas localizadas nos distritos de Palma e
    Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado e a descoberta decorre no âmbito das actividades de pesquisa de hidrocarbonetos, segundo indicou Eliseu Machava, governador da província.
    Como resultado de várias pesquisas, foram descobertos jazigos de níquel e outros metais associados, grafite, mármore e rubi, nos distritos de Montepuez, Ancuabe, Chiúre e Balama.
    No total, segundo o governador, existem sete áreas de ocorrência de hidrocarbonetos, as quais se localizam nos distritos de Palma, Mocímboa da Praia, Macomia, Ibo, Quissanga, Metuge e Mecúfi. Em Montepuez, foi estabelecida uma empresa moçambicana para a comercialização de metais.
    Eliseu Machava apontou que como resultado dos trabalhos de pesquisa foram criados, durante o primeiro trimestre 1.500 empregos para jovens moçambicanos.
    No que se refere à mineração ilegal, o governador de Cabo Delgado disse ao PR que esta actividade ocorre em vários locais da província sendo de destacar os distritos de Montepuez, Namuno, Meluco, Ancuabe e Mueda, onde se extrai o rubi, ouro, topázio azula, granada e turmalinas verdes.

  • Nacala Fund foi apresentado no Rio de Janeiro

    Nacala Fund foi apresentado no Rio de Janeiro

    A Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Moçambique (CCIBM) e a Fundação Getulio Vargas apresentaram uma proposta técnica para fundo de investimento global, intitulado Nacala Fund, e cujo objectivo é que, através de recursos brasileiros e japoneses, seja possível desenvolver a agricultura no Corredor de Nacala, na província de Nampula.

    O Nacala Fund visa proporcionar capital de investimento substancial para projectos agrícolas de grande escala e de desenvolvimentos relacionados à infraestrutura no Corredor de Nacala, no Norte de Moçambique.

    Trata-se, na verdade, de uma iniciativa triangular entre os governos de Moçambique, Japão e Brasil, para a promoção do desenvolvimento econômico e social de Moçambique, escreve o site jmonline.com.br.

    No Rio de Janeiro, o presidente CCIBM, Sinfrônio Júnior, apresentou a proposta ao presidente Guebuza. “O projecto será lançado no mês de julho em Brasília, com a presença do ex-presidente Lula, como também na província de Nampula, norte de Moçambique, e no início de agosto, em Tóquio”, afirma Sinfrônio.

    O fundo de investimento irá captar recursos no Brasil e no Japão para enviar para Nacala. A intenção é desenvolver projectos avícolas, de etanol e de alimentação para erradicar a pobreza no continente africano, principalmente em Moçambique.

    A iniciativa de desenvolvimento regional visa promover em longo prazo o crescimento econômico sustentável e a geração de empregos. É a imensa riqueza em recursos naturais da região que fornece um promissor potencial de desenvolvimento com retornos atraentes do capital para investidores de longo prazo.

    O Nacala Fund é um fundo de capital privado com prazo de 10 anos.

  • «Moçambique desfruta paz social» – Dom Jaime Gonçalves

    PENSAMENTO: O Bispo emérito da Beira, em Sofala, Dom Jaime Gonçalves, considera que após 20 anos do fim da guerra civil, a paz em Moçambique está assegurada.

  • Chókwè processa tomate a partir de 2013

    O distrito de Chókwè, na província de Gaza, poderá a partir dos meados do próximo ano contar com uma fábrica de processamento de tomate e produtos agrícolas para reduzir os prejuízos do apodrecimento de legumes.

    A notícia foi avançada há dias pelo administrador de Chókwè, Alberto Libombo, que garantiu que o início das obras será ainda este semestre. Segundo o mesmo, o objectivo deste investimento é fazer com que o trabalho agrícola, que é base de economia da província, tenha maior impacto na vida dos agricultores e da população.

    “A fábrica vai ser colocada em Macarretane e vai reduzir os prejuízos resultantes da superprodução, que faz com que os produtores percam grandes quantidades de tomate e vendam o produto a preços muito baixos”, explicou.

    Falando ao diário “Notícias” sobre os desafios do sector agro-pecuário no distrito, a fonte falou da necessidade de reabilitação do Regadio de Chókwè, que imprime maior dinamismo ao sector.

    “Gostaríamos de melhorar toda a área do regadio até finais do próximo ano, trabalho que vem sendo levado a cabo pela HidroÁfrica, tendo já coberto uma área de sete mil hectares”, avançou Libombo. Ao mesmo tempo, e de modo a que os projectos cheguem a bom porto, importa ainda melhorar as vias de acesso e a rede sanitária.