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  • Brasil e Japão lançam instrumento de apoio à agricultura de Nacala

    Os dois países são importantes parceiros de apoio à erradicação da fome no país, estando envolvidos em vários projectos de promoção da produção e produtividade agrícola.

    O Nacala Fund, um instrumento financeiro que visa desenvolver a agricultura no Corredor de Nacala, província de Nampula, vai ser lançado em Julho próximo na capital política brasileira, Brasília, informou o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Moçambique (CCIBM).
    O presidente da CCIBM, Sinfrónio Júnior, apresentou ao Presidente da República, Armando Guebuza, semana passada, no Rio de Janeiro, a proposta técnica para a constituição do fundo de investimento que foi elaborada com o apoio da Fundação Getúlio Vargas.

    O Nacala Fund visa proporcionar capital de investimento para projectos agrícolas de grande escala e de construção de infra-estruturas no Corredor de Nacala, no norte de Moçambique, sendo uma iniciativa triangular entre os governos de Moçambique, Japão e Brasil, para a promoção do desenvolvimento económico e social de Moçambique.
    Citado pelo jornal JM Online, de Uberaba, estado de Minas Gerais, Sinfrónio Júnior adiantou que, depois do lançamento do projecto em Brasília, com a presença do ex-presidente brasileiro, Luís Inácio Lula da

  • Moçambique participa na 25ª Edição da FIA – Feira Internacional de Artesanato de Lisboa…

    Moçambique irá participar de 30 de Junho a 8 de Julho do corrente ano na FIA, edição de 2012. A participação Moçambicana na FIA enquadra-se nos esforços do país de promoção das industrias culturais e criativas ao nível internacional. Moçambique estará representado por várias empresas de produção e comercialização de artesanato.

  • BIM, CMH e Mcel contribuem para 424.82 milhões Mt

    A arrecadação de receitas de dividendos atingiu 424.82 milhões de meticais em 2011, quase o dobro das receitas do ano anterior, que se situaram em 221 milhões. No relatório e contas publicado esta semana, o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) atribui o sucesso do exercício de 2010 ao crescimento das receitas de dividendos da mcel, Millennium bim e Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH).

  • Empresário nacional tem limitações para investir no turismo

    O turismo é um sector que, à semelhança dos recursos naturais, é considerado um dos motores de desenvolvimento do País. Nas últimas semanas tem suscitado concorridos e acesos debates a nível nacional.
    O economista e operador turístico Lucas Chachine falou do turismo de praia, o mais praticado em Moçambique, e diz que o Governo criou zonas especiais que estão a ser divulgadas para receberem investimento privado. Mas as vias de acesso a estes locais são uma verdadeira dor de cabeça. O que acontece neste momento é que “há aventureiros que penetram nestas zonas e destroem dunas e desenvolvendo uma actividade de pesca descontrolada”. Deste modo, Chachine propõe a existência de um trabalho coordenado na implantação de infraestruturas para garantir fácil acesso assim como a fiscalização.
    Porque o empresariado nacional tem limitações financeiras para intervir nestas zonas, com potencialidades turísticas de nível internacional, corre-se o risco de serem objecto de investimento de grande capital e como “sabemos o investimento de grande capital é estrangeiro e haverá uma espécie de barreiras para a entrada de moçambicanos. Ou seja, está a abrir-se espaço para o investimento mas, ao mesmo tempo, criam-se dificuldades” destaca Lucas Chachine.
    “Eu entendo que tem que haver muito cuidado. Através de uma instituição como o INATUR ou Mozaico do Índico, em algumas áreas de grande investimento deve haver abertura para que parte das acções seja detida por esse organismo à semelhança do que acontece no sector dos recursos naturais” observa Lucas Chachine.
    Outra poposta do economista é a criação de zonas reservadas para o investimento nacional. Diz que esta seria uma forma inteligente de criar equilíbrio entre o investimento nacional e estrangeiro no sector do turismo.
    “Daqui a 20 ou 30 anos, o empresariado nacional terá mais posses e nessa altura estas áreas estarão tomadas por estrangeiros e será difícil a nossa penetração”. (in Jornal de Negócios)

  • Governo quer produzir combustíveis líquidos a partir de carvão

    O governo de Moçambique encomendou um estudo para a construção de uma fábrica para produzir o equivalente a 40 mil barris de combustíveis e subprodutos químicos por dia a partir do carvão de qualidade inferior extraído na província de Tete, afirmou segunda-feira em Maputo o ministro da Energia.

  • Pa pa l’americano” ao vivo em Maputo

    No prosseguimento do projecto “One Night Stand”, a Brand Lover´s, em parceria com a mcel – a operadora da Cultura – levam ao palco do Coconut´s Live, no próximo dia 29 de Junho, em Maputo, as bandas 340 ML e Yolanda Be Cool, para um grandioso concerto de uma fusão do Dub, Rock, Marrabenta, Bossa Nova, Ska e música electrónica.

    Yolanda Be Cool é a banda australiana, famosa por interpretar “We no Speak Americano”, com o conhecido refrão “Pa pa l’americano”.
    A vinda destas duas bandas, incontornáveis no panorama musical internacional, faz parte do cardápio da segunda edição desta iniciativa cultural da Brand Lover´s, com alto patrocínio da mcel, cujo objectivo é trazer o mercado internacional de música para Moçambique e criar um intercâmbio cultural e de partilha de emoções sentidas e expressas em uníssono, entre os seus participantes.
    Neste show, a banda moçambicana 340 ML vai levar na manga o seu frenético som – uma mescla do Dub, Rock, Marrabenta, Bossa Nova e o Ska, enquanto do agrupamento australiano Yolanda Be Cool, formado por Sylvester Martinez e Johnson Peterson, se espera que hipnotize o público moçambicano, com o sucesso “We No Speak Americano”.
    Este tema musical é originalmente cantado por Renato Carosone e escrito por Nicola Nisa Salemo e liderou as paradas no Reino Unido, Dinamarca, Holanda e Suécia, e chegou ao Top 5 na Austrália, Bélgica, Espanha e Noruega e, agora, estará entre nós ao vivo no grandioso espectáculo a ter lugar a 29 de Junho.
    Os bilhetes para esta segunda festa já estão à venda nas lojas mcel em Maputo e no Dolce Vita, com preços desde 500 Meticais.

  • Professores deixam de leccionar para trabalhar na indústria extractiva

    Para já não há dados estatísticos, mas o facto é que o Ministério da Educação já está a perder professores a favor do sector de recursos minerais que ao longo dos últimos 10 anos se vem impondo em Moçambique.
    Atraídos pelos melhores salários na indústria extractiva, alguns professores ao longo do ano lectivo abandonam a carreira e juntam-se aos projectos de pesquisa e exploração mineira no centro e norte do país. Na sua maioria, segundo o Director Nacional de Formação de Professores no Ministério da Educação, são docentes de ciências naturais.

    Para travar este problema e assegurar que os alunos tenham uma aprendizagem geradora de capacidades e inovação, o Ministério da Educação vai lançar, esta semana, um estudo com a duração de 12 meses, no qual pretende de forma mais detalhada analisar a situação do professor em Moçambique.

    Trata-se de um estudo que vai ser realizado por técnicos do Ministério das Finanças, da Planificação e Desenvolvimento e do Instituto Nacional de Estatística.

  • Mphanda Nkuwa e “espinha dorsal”: Governo negoceia acordos de energia

    As autoridades moçambicanas estão a negociar acordos de venda de energia aos países vizinhos para assegurar o financiamento de dois importantes projectos eléctricos, nomeadamente a construção da barragem hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa e a linha de transporte Tete-Maputo.

  • Largo da Beira: Pesquisa de gás vai arrancar

    A petroquímica Sasol prepara-se para iniciar uma campanha de prospecção e pesquisa de gás natural nas águas profundas da bacia sedimentar de Moçambique, mais concretamente a 130 quilómetros da costa da cidade da Beira.

    Informações avançadas ontem na capital provincial de Sofala indicam que a abertura do 1º furo está prevista para entre 15 de Julho e 15 de Agosto próximos, estando a probabilidade da descoberta daquele hidrocarboneto situada em 25 por cento.

  • Standard Bank adere à Janela Única

    O Standard Bank é o mais recente Banco comercial a aderir ao sistema electrónico de cobrança de impostos, a Janela Única Electrónica (JUE).
    Numa cerimónia bastante concorrida, ocorrida na última sexta-feira, o presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes e o administrador executivo do Standard Bank, Ken Cockerill, assinaram o acordo de adesão deste Banco ao sistema tecnológico de colecta de receitas, de forma a permitir que os seus clientes, ligados ao comércio externo, beneficiem das vantagens do sistema, entre as quais as facilidades em relação ao pagamento de impostos e a celeridade no processo de desalfandegamento de mercadorias.
    No âmbito da parceria entre as duas instituições, o administrador executivo do Standard Bank afirmou que “a assinatura do acordo é uma clara demonstração do comprometimento do Standard Bank em ser um parceiro do Estado, colocando à disposição dos agentes económicos os seus canais ao nível nacional”.
    Por seu turno, o presidente da Autoridade Tributária disse que a adesão do Standard Bank à JUE vai contribuir para a aceleração do processo de bancarização aduaneira, que se traduzirá na transparência e integridade na transmissão dos activos públicos, bem como numa maior sustentabilidade e competitividade da economia nacional.
    Segundo foi dado a conhecer, de Janeiro a Maio do presente ano, a JUE apresentou uma produtividade de 25% em relação às metas previstas pelas Alfândegas. Foram igualmente formados mais de 1400 profissionais, entre os quais funcionários aduaneiros e despachantes aduaneiros, com o objectivo de responder às necessidades em termos de recursos humanos, para o projecto da Janela Única Electrónica. Particularmente em relação ao sector bancário, foram capacitados 178 profissionais, o que corresponde a 12% do número total.
    O projecto da Janela Única Electrónica, implementado pela MCNet, uma parceria publico-privada, permite a submissão de informação standartizada, através dum único ponto de contacto, estando a ter impactos significativos na melhoria do ambiente de negócios em Moçambique, permitindo a redução do tempo de desembaraço de mercadorias e a diminuição dos custos operacionais no País.

  • Unicef considera “grave e alarmante” o trabalho infantil em Moçambique

    Unicef considera “grave e alarmante” o trabalho infantil em Moçambique

    Agência estima que mais de 1 milhão de crianças moçambicanas, dos sete aos 17 anos, são submetidas ao trabalho infantil, cuja causa principal é a pobreza.

    O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, considerou “grave e alarmante” o envolvimento de menores com trabalho em Moçambique. A declaração foi feita, terça-feira, na passagem do Dia Mundial contra o Trabalho Infantil.

    A agência referiu que milhares de famílias moçambicanas, sobretudo das zonas rurais, admitem que as crianças entrem no mercado laboral para ajudar a compor a renda.

    Em declarações ao correspondente da Rádio ONU, em Maputo, a especialista de Proteção da Criança no Unicef em Moçambique, Mariana Muzzi, descreveu a atual situação da infância no país.

    “O trabalhão infantil em Moçambique tem magnitude muito grande. É um tema grave e alarmante. Os dados nacionais do Instituto Nacional de Estatísticas mostram que mais de 1 milhão de crianças estão a trabalhar. O trabalho de crianças em Moçambique é rural, agrícola, para ajudar na renda familiar. A causa principal do trabalho infantil em Moçambique é a pobreza”.

    O Unicef divulgou uma síntese dos vários relatórios que descrevem o trabalho infantil em Moçambique, sobretudo na agricultura, onde se estima que 82% dos menores estão empregues. Muzzi fala do impacto no dia-a-dia dos menores envolvidos.

    “Algumas das consequências do trabalho infantil, principalmente no trabalho agrícola, é a sobrecarga de trabalho e as lesões e ferimentos por causa desta sobrecarga. As estatísticas mostram que aproximadamente 15% das crianças que trabalham em Moçambique sofrem lesões e ferimentos decorrentes desse trabalho infantil, porque carregam peso muito grande, ou usam facas, por exemplo, no corte de cana-de-açúcar. Isso compromete fisicamente as crianças”.

    A especialista de Proteção da Criança no Unicef em Moçambique defendeu a aposta na Educação como uma das medidas essenciais para a eliminação da prática.

    “A melhor forma de prevenir o trabalho infantil é assegurar que haja escola, educação para todas as crianças, tanto as raparigas como rapazes”.

    O Unicef estima que mais de 1 milhão de crianças moçambicanas, dos sete aos 17 anos, são submetidas ao trabalho infantil.

  • Mutumbela Gogo e “A visita da velha senhora”

    O grupo de teatro Mutumbela Gogo que tem ultimamente alegrado o público com grandes exibições, apresenta às 14:00h da quinta-feira, 14 de Junho corrente em Conferência de Imprensa, o programa da nova proposta teatral intitulada “A Visita da velha Senhora” que deverá brevemente estrear.

    A “visita da Velha senhora” trata-se de uma tragicomédia dos anos 1950, do suíço Friedrich Dürrenmatt. Ela descreve a história da milionária Claire Zachanassian, que após muitos anos regressa a pobre cidadela onde viveu a sua juventude como Clara. A ideia é vingar-se de Alfredo, ex-namorado, que recusou assumir a paternidade da criança que carregava no seu ventre. Ela apresenta ao povo uma proposta imoral para o matar em troca de um bilião de meticais.

  • Ciclo de cinema português começa hoje

    No âmbito da comemoração do Dia de Portugal, o Instituto Camões-Centro Cultural português organizou um ciclo de cinema português, com entrada livre, que está a ser exibido no Cinema Gil Vicente na Av. Samora Machel, com 2 magníficos filmes hoje.

    – O Estranho caso de Angélica, 2010, de Manuel Oliveira, hoje, dia 13, ás 17,00 – de Manuel Oliveira, um dos mais premiados re4alizadores portugueses. A história desenrola-se na zona do Rio Douro – actores Isabel Ruth, Leonor Silveira, Luis Miguekl Cintra, Pilar Lopez de Ayala, Ricardo Trepa

    – A Morte de Carlos Gardel, 2011, de Solveig Nordlung, hoje, dia 13, às 19,30 – baseado na obra homónima de António Lobo Antunes, com Ryi Morrison, Teresa Gafeira, Célia Williams, Carlos Malvarez.

  • Dança Mandala no dia 16

    MAPUTO está a zumbir neste Outono … com um número cada vez maior de eventos culturais, empresariais e desportivos que têm lugar na nossa bela cidade. Assim, queremos dar essa informação a todos os nossos leitores para que você não perca os eventos que lhe interessam. Não perca desta feita a Dança Mandala, no dia 16, no Centro Cultural Franco Moçambicano.