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  • Maputo vai acolher seminário sobre o Sistema de Tecnologia de Informação e Comunicação

    O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, através do Instituto Nacional de Segurança Social acolhe, de 28 a 29 de Março, na Cidade de Maputo, o seminário sobre o Sistema de Tecnologia de Informação e Comunicação, da Associação Internacional da Segurança Social (AISS), ao nível da África Austral.

    Trata-se de um evento em que o INSS vai partilhar e colher as boas práticas no campo da Segurança Social para delegações da África Austral, Índia, Brasil e Portugal.

    A cerimónia de abertura do seminário da AISS será dirigida por Vitória Dias Diogo, ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social e contará, igualmente, com a presença do secretário-geral da Associação Internacional da Segurança Social, Marcelo Caetano, bem como dos parceiros sociais da Segurança Social.

    Fundada em 1927 e presente em 158 países, a AISS é uma associação sem fins lucrativos constituída por instituições, departamentos, agências e outras entidades que lidam com aspectos relativos à Segurança Social no Mundo.

  • Sasol oferece apoio às vítimas do Ciclone Idai

    Hoje, a Sasol comprometeu-se a doar 250.000 Dólares americanos, cerca de 15 milhões de Meticais, para o alívio e apoio às comunidades gravemente afectadas pelo Ciclone tropical Idai nas províncias de Sofala, Manica e Zambézia, bem como a outras áreas afectadas na província de Inhambane.

    "A nossa solidariedade é com o povo Moçambicano, particularmente àquelas comunidades cujas vidas precisam de ser reconstruídas após este desastre devastador", disse Ovidio Rodolfo, Director Nacional em Moçambique.

    A Sasol está a trabalhar com a Cruz Vermelha de Moçambique e em coordenação com o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades(INGC) para apoiar na assistência às comunidades afectadas.

    “Esperamos que a nossa contribuição e os esforços dos nossos parceiros tragamalgum alívio para as famílias afectadas por este terrível evento”, acrescentou o Director Nacional.

    A Sasol é um parceiro de longo prazo comprometido com Moçambique e o seu povo, buscando criar valor através da produção contínua de gás natural e maior exploração de hidrocarbonetos.

  • Economic Briefing 2019: Standard Bank lança novo índice económico

    O Standard Bank lançou esta quinta-feira, 21 de Março, em Maputo, um índice económico denominado “PMITM do Standard Bank Moçambique”, um indicador mensal avançado de conjuntura económica, sobre o ambiente de negócios no país.

    Este índice resulta de um inquérito mensal aos gestores de compras de um conjunto de cerca de 400 empresas participantes, realizado pela IHS Markit, uma empresa líder mundial em informação e pesquisa económica.

    O PMI é um índice combinado, calculado como a média ponderada de cinco sub-componentes individuais: novas encomendas, produção, emprego, prazos de entrega e stock. Valores acima de 50 apontam para uma melhoria nas condições para as empresas no mês anterior, enquanto leituras abaixo de 50 mostram uma deterioração.

    O lançamento do PMITM do Standard Bank Moçambique ocorreu no decurso do Economic Briefing 2019, um evento anual organizado pelo banco, para apoiar os empresários no processo de tomada de decisão, através da partilha das expectativas da evolução da economia moçambicana, regional e mundial.

    Com este indicador, o Standard Bank traz para Moçambique uma ferramenta adicional de leitura das condições económicas, que tem a vantagem de permitir a comparação dos resultados obtidos em diferentes economias.

    A primeira edição do PMITM do Standard Bank Moçambique está disponível para consulta no endereço electrónico https://www.standardbank.co.mz/pt/Relatorios-Financeiros . Futuramente a publicação estará disponível, no mesmo endereço, até ao terceiro dia útil de cada mês.

    O resultado do PMITM do Standard Bank Moçambique para o mês de Fevereiro foi de 50. Fazendo uma leitura deste resultado, Fáusio Mussá, economista-chefe no Standard Bank comentou que "a actividade económica está a caminhar a passos mais lentos do que o previsto. O Índice PMI confirma esta visão. Em 2018, o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu o nível mais baixo, em termos anuais, em 18 anos, com uma média de 3.3 por cento anual, de acordo com a informação preliminar publicada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), de 3.7 por cento anual, em 2017, e 3.8 por cento anual, em 2016”.

  • “Gás Natural Liquefeito vai atrair para Moçambique entre 27 e 32 biliões de dólares norte-americanos em inve stimento directo estrangeiro” – revela director de Petróleo e Gás do Standard Bank

    Com um potencial de 15.2 milhões de toneladas, por ano (MTPA), o projecto de Gás Natural Liquefeito (GNL), desenvolvido na bacia do Rovuma, na província de Cabo Delgado, vai atrair entre 27 e 32 biliões de dólares norte-americanos em investimento directo estrangeiro (IED), devendo rentabilizar 2.6 biliões de pés cúbicos de recursos de GNL ao largo, aumentar de 15 a 18 biliões de dólares o Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique, por ano, e transformar o País, a breve trecho, no quarto maior produtor de GNL do mundo.

    Os resultados do estudo macroeconómico independente sobre o potencial da Área 4 do projecto de Gás Natural Liquefeito, elaborado pelo Standard Bank, foram apresentados terça-feira, 19 de Março, em Maputo, e indicam que o GNL do Rovuma tem potencial para tornar a província de Cabo Delgado numa das regiões de maior crescimento acelerado do mundo, com a perspectiva de desenvolver o apoio às cadeias de valor industrial e agrícola.

    A propósito da pesquisa, Chuma Nwokocha, administrador delegado do Standard Bank, referiu que com o estudo, o banco pretende contribuir para aumentar o entendimento sobre o desenvolvimento dos projectos do sector, no País: “O Standard Bank está interessado em promover o desenvolvimento económico de Moçambique. Com este estudo, esperamos contribuir para que todos os intervenientes no sector e a sociedade em geral percebam melhor sobre o potencial dos projectos de Petróleo e Gás, seus benefícios e como todos nós podemos contribuir para rentabilizar estes recursos”, frisou.

    O projecto de GNL do Rovuma tem como meta de Decisão Final de Investimento (DFI) prevista para meados do corrente ano.

    O director de Petróleo e Gás da África Subsaariana do Standard Bank, Paul Eardley-Taylor, explicou que dependendo do cenário CAPEX (investimento em bens de capital), o GNL do Rovuma poderá gerar um aumento do Produto Nacional Bruto (PNB) anual em 10 a 14 biliões de dólares norte-americanos, contribuindo em 4 a 5 biliões de dólares anuais em receitas públicas, nos próximos 25 anos.

    “Espera-se que o GNL do Rovuma aumente a taxa de crescimento real projectada para Moçambique de 4 por cento para 4.8, a 5.4 por cento, dependendo do cenário”, sublinhou.

    Sob a perspectiva de oferta de emprego, espera-se que o projecto de GNL do Rovuma venha a empregar 20.500 trabalhadores no sector de construção e 1.300 operários. Prevê-se, igualmente, que o desenvolvimento das actividades criem muito mais oportunidades adicionais de emprego de diversas cadeias de valor e actividades de reinvestimento associadas ao apoio, fornecimento e lucros provenientes da operação comercial do GNL do Rovuma.

    O GNL do Rovuma, conforme destaca o estudo, vai formar o núcleo do que, a curto prazo, será uma indústria substancial de gás doméstico em Moçambique, com um abastecimento regional alargado.

    “O desenvolvimento de uma indústria de gás doméstico em Moçambique, poderá ajudar o Governo a alcançar a sua visão de ter um sector de gás doméstico, em paralelo, com capacidade de exportar o GNL. Isto vai conduzir um vasto desenvolvimento nacional e uma transformação social, especialmente na formação das Pequenas e Médias Empresas (PME)”, segundo sustentou Paul Eardley-Taylor.

    Enquanto a China aprofunda a sua política de substituição de combustíveis, que visa substituir o carvão mineral por gás natural limpo como fonte de energia, o sucesso do desenvolvimento do GNL do Rovuma poderá colocar Moçambique numa posição de liderança para tornar-se um fornecedor líder de GNL à segunda maior economia do mundo, a longo prazo.

    O estudo macroeconómico sobre o impacto do GNL do Rovuma antecede o Estudo Macroeconómico de 2014, que incidiu sobre a Área 4, elaborado pelo Standard Bank, em colaboração com os economistas de Conningarth.

    “Sendo o Standard Bank, um banco africano que considera África como a sua casa, compromete-se a conduzir o crescimento do continente, servindo-se da sua presença e da sua visão e perícia para desenvolver os recursos do continente e todo o seu potencial em benefício dos cidadãos africanos”, enfatizou Paul Eardley-Taylor.

    Entretanto, o estudo alerta que qualquer atraso do GNL do Rovuma terá um impacto económico negativo para o alcance das metas actualmente projectadas. Para mitigar este risco, o estudo sobre o GNL do Rovuma faz diversas recomendações.

  • UniLúrio e Eni firmam parceria para o Desenvolvimento Comunitário e a Protecção da Biodiversidade em Cabo De lgado

    A Eni, através de sua subsidiária Eni Rovuma Basin (ERB), e a Universidade Lúrio assinaram, no passado dia 14 de Março, um Memorando de Entendimento para o Desenvolvimento Comunitário e a Protecção da Biodiversidade na Cidade de Pemba e na Ilha de Vamizi, na Província de Cabo Delgado.

    O acordo foi assinado pelo Director Geral da ERB em Moçambique, Filippo Maioli, e o Reitor da UniLúrio, Prof. Doutor Francisco Noa, aquando da realização de um Workshop sobre Conteúdo Local e Desenvolvimento Sustentável, no âmbito do Projecto Coral Sul realizado, na Cidade de Pemba.

    A parceria, prevê a implementação de um projecto-piloto que consiste na criação de um viveiro de corais no Santuário Marinho da Ilha de Vamizi, em parceria com as Comunidades Costeiras, através da implementação do projecto Coral Sul .

    Importa realçar que a Ilha de Vamizi é rodeada por recifes de corais que constituem importantes ambientes marinhos e possuem uma rica biodiversidade, sendo fundamentais tanto ecológica como economicamente.

    Na última década, o CCP (Conselho Comunitário de Pesca) da Ilha de Vamizi tem mantido o Santuário Marinho em 50% das águas da ilha para preservar os estoques de peixes e promover a segurança alimentar para o futuro.

    Com essa parceria, será possível empregar as comunidades costeiras durante a fase de criação e monitoria do viveiro, bem como estudantes finalistas da Faculdade de Ciências Naturais da Unilurio na Cidade de Pemba.

    O Magnifico Reitor da Universidade Lúrio começou por informar “que esta parceria não só traz resposta para Cabo Delgado, mas sim em todo o país”, realçando que a parceria “é um reconhecimento da Eni e de outros grupos que nos últimos tempos têm tomado a iniciativa de se aproximar a Universidade”.

    A Eni está presente em Moçambique desde 2006, após a aquisição do Contrato para a Área 4, na Bacia do Rovuma Offshore, no norte do País, onde estima-se que a quantidade total de gás exceda os 85 TCF. O Projecto Coral Sul inclui a construção de uma fábrica flutuante (FLNG), para o tratamento, liquefação, armazenamento, e descarregamento de GNL. A fábrica terá uma capacidade de liquefação de aproximadamente 3,4 milhões de toneladas por ano. A sua construção começou em Junho de 2017 e espera-se que a produção inicie em 2022.

  • Isaque Chande fala do poder persuasivo do provedor da justiça na UniLúrio

    Com o objectivo de divulgar e/ou explicar sobre as funções do Provedor da Justiça, por si desempenhadas, Isaque Chande orientou uma palestra, no passado dia 19 de Março, na sede da Universidade Lúrio (UniLúrio), em Marrere, com directrizes viradas para “O poder persuasivo do Provedor da Justiça – fragilidade ou essência da natureza do órgão”.

    Convidado a tecer alguns comentários em volta do tema, o Magnífico Reitor, Francisco Noa, fez um “périplo” ao nível do conceito cidadania, como forma de despertar atenção sobre os reais factores que interferem na formação de um cidadão apto, não só para defender os seus direitos, como também para contribuir no desenvolvimento do país.

    Olhando a democracia como um processo, Francisco Noa olha para a cidadania como o caminho efectivo para despertar mentes sobre a importância de mudança de mentalidades. Tal exercício da cidadania é preciso que se contextualize nas realidades, nas quais o indivíduo se encontra.

    Falar da cidadania é, em parte, estratégico, tendo em conta o relevante papel que a UniLúrio tem desempenhado na formação dos estudantes, para que possam, através do conhecimento adquirido, saber ser e estar socialmente, assim como impulsionar mudanças consideráveis no país.

    Indo mais afundo do tema, o Provedor da Justiça, Isaque Chande, começou explicando que o tema, em discussão, tinha como objectivo explicar as pessoas, pois existem várias correntes que acham que o facto de o provedor da justiça não ter um poder decisório é uma fragilidade, mas esse não é o meu entendimento. A Constituição da República, as leis que regulam a nossa actividade, conferem o Provedor da Justiça um poder persuasivo que é eficaz, até porque a Constituição da República estabelece mecanismos que ajudam a tornar esse poder (do provedor da justiça) efectivo.

    “Queríamos partilhar com os estudantes, docentes quais as funções do provedor, uma vez que se trata de um novo órgão, do nosso estado. É tão importante para que os cidadãos – destinatários dos nossos serviços saibam sobre o nosso mandato legal” – Explica.

    Isaque Chande, convicto do impacto positivo da palestra, valorizou o facto de “esta[r]mos com estudantes, jovens que são o futuro do nosso país”, pois segundo ele, eles precisam compreender como está estruturado o estado, quais os desafios do país, e como “em conjunto podemos melhorar a actuação da administração pública no interesse de todos os moçambicanos”.

    Chamado a explicar o contexto da palestra, Chande disse que “este exercício começamos desde que tomamos posse. Já o fizemos em outras universidades, instituições públicas e o plano é expandir a informação em diversos pontos do país”. Tal afirmação fundamenta a sua explanação segundo a qual “o fundamental é que as pessoas compreendam o nosso mandato legal”, para que todas as instituições da administração pública ofereçam a sua colaboração, para o bem do cidadão, porque o objectivo que levou à criação da imagem do Provedor da Justiça é a necessidade de contribuir para uma maior eficácia e eficiência da administração pública”.

    “Pretendemos transmitir a mensagem de que “nós estamos a construir um estado de direito democrático que assenta nos direitos e liberdades fundamentais, assim como os deveres. Um estado centrado na pessoa humana”, mas é preciso que conjuntamente construamos essa realidade, para o benefício dos cidadãos – rematou.

  • Universidade Politécnica vai apoiar Fundo da Paz e Reconciliação Nacional

    A Mozambique Business School (Escola de Negócios da Politécnica) vai capacitar quadros e rever o modelo de governação institucional do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional, bem como desenvolver e implementar programas de formação técnico-profissional para os combatentes.

    Para o efeito, as duas instituições assinaram, na segunda-feira, 18 de Março, em Maputo, um memorando de entendimento que prevê, igualmente, a realização de estudos de viabilidade, com vista à instituição de um fundo de pensões e à criação de um microbanco para a prestação de serviços financeiros a este grupo social.

    Intervindo após a cerimónia de assinatura, o presidente da Mozambique Business School, José Tomo Psico, referiu-se à importância deste memorando na valorização dos feitos dos combatentes.

    “É necessário valorizar e integrar devidamente aqueles que fizeram tudo o que esteve ao seu dispor para conquistar a independência e a integridade territorial do nosso País”, disse José Tomo Psico, que considerou que uma das formas de garantir a valorização dos combatentes é a formação, pois só assim é que se pode garantir a sustentabilidade dos diversos programas e iniciativas de financiamento geridos pelo Fundo da Paz e Reconciliação Nacional.

    Para o presidente da Mozambique Business School, é importante “preparar as pessoas que poderão obter financiamento para garantir uma boa gestão e a rotatividade dos fundos para que mais combatentes sejam beneficiados pelos programas”.

    Por seu turno, o director executivo adjunto do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional, Guido Machipissa, é de opinião de que a assinatura deste memorando vai permitir uma boa gestão da instituição e dos recursos, com vista a uma boa reinserção económica e social dos combatentes.

    “Estaremos mais capacitados para enfrentar os desafios. Geralmente, quando abordamos potenciais parceiros, a primeira coisa que querem saber é como é que estamos organizados para terem a certeza de que saberemos gerir os recursos alocados”, asseverou Guido Machipissa.

    Outra mais-valia apontada por Guido Machipissa tem a ver com o facto de o memorando incluir a formação dos combatentes, grupo-alvo da instituição que dirige: “Podemos dizer que estávamos a semear no deserto porque, por exemplo, atribuíamos dinheiro ou meios de trabalho, sem antes sabermos se a pessoa estava preparada ou não, e isso influenciava negativamente nos níveis de reembolso”.

  • Reabre agência Barclays Bank Moçambique em Ressano Garcia

    Foi reaberta, no dia 14 de Março, a agência bancária do Barclays Bank Moçambique, no posto administrativo de Ressano Garcia, no distrito da Moamba, província de Maputo, um passo importante naquilo que tem sido a reformulação de toda a rede de agências da entidade bancária.

    Inaugurado pelo governador da província de Maputo, Raimundo Diomba, a agência que foi totalmente reformulada, criada com o intuito de acelerar o processo de bancarização, para maior inclusão financeira das comunidades, e não menos importante, com o principal objectivo de orientar os clientes para uma visão de negócios, habilitando-os para a actual conjuntura do sistema financeiro.

    O Governador da Província de Maputo, Raimundo Diomba, acredita que a abertura de novas agências vai responder à crescente procura de produtos e serviços bancários, transações, poupança e crédito, contribuindo assim, para o desenvolvimento económico do país.

    O Administrador Delegado, do Barclays Bank Moçambique, Rui Barros, sublinhou que “ao reabrirmos este balcão, o qual representa a nossa nova imagem, dinâmica e totalmente orientada para o Cliente, estamos a fazer uma aposta clara no desenvolvimento do comércio formal na histórica vila de Ressano Garcia, demonstrando o nosso compromisso firme com a evolução, com o futuro e com a inovação, ao serviço do País e dos nossos Clientes”.

    Rui Barros destacou ainda que “a reformulação das nossas agências bancárias, que gradualmente temos vindo a implementar para melhor servir os nossos clientes, insere-se no âmbito de uma das apostas estratégicas do nosso Grupo, trazendo os serviços financeiros do País para um novo patamar de desenvolvimento, do qual nos orgulhamos e que, claramente, está ao nível do que melhor existe nesta área, em todo o Mundo”.

    O Barclays Bank Moçambique é membro da grande família Absa, com presença em 12 países do Continente e mais de 42.000 colaboradores, conta com uma rede de 44 balcões a nível nacional.

  • IPEME e ANADARKO juntos na capacitação de empresas

    O Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME) e a Anadarko Moçambique Área 1, líder do Projecto Mozambique LNG, assinaram hoje, em Maputo, um memorando de entendimento para a utilização dos Centros de Apoio e Orientação ao Empresário (COrE) de Maputo e Cabo Delgado para a informação, formação e assistência de pequenas e médias empresas (PME’s) moçambicanas. A Anadarko vai igualmente providenciar formação e capacitação do pessoal do COrE de Maputo e Cabo Delgado bem como a modernização do COrE de Cabo Delgado. Este memorando insere-se no âmbito das acções do IPEME orientadas para a dinamização e desenvolvimento das pequenas e médias empresas e do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores da Anadarko.

    Na cerimónia de assinatura do memorando, o Ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, afirmou:

    “O presente acto representa o sair do papel para a realidade. O país tem vindo a falar de conteúdo local e o Governo está comprometido em aproveitar os benefícios desta grande indústria, e também que a mesma oportunidade possa chegar ao bolso dos moçambicanos. O presente acordo prevê a formação de empresários moçambicanos para que depois com suas ferramentas possam aceder às oportunidades que possam advir através da implementação do Projecto de GNL da Anadarko e que PME’s tenham capacidade paracompetir de igual modo com as grandes empresas.”

    Ragendra de Sousa afirmou ainda que espera que as duas partes possam operacionalizar o projecto a curto prazo e que o mesmo esteja focado para os legítimos beneficiários. Instou ainda a evitar-se burocracias excessivas neste instrumento útil para o empresariado moçambicano e para todos os moçambicanos no geral.

    Ragendra de Sousa agradeceu à Anadarko “pelo facto de se ter aproximado de uma instituição do Governo – e não de qualquer outra instituição – para disponibilizar recursos que possam catalisar o desenvolvimento do tecido empresarial local”. Por fim, deixou o compromisso do Governo, através do Ministério da Indústria e Comércio, de dar o devido seguimento para o êxito do memorando assinado.

    Por seu turno, Steve Wilson, Vice-Presidente e Director-Geral da Anadarko em Moçambique, afirmou: “Estamos a trabalhar em parceria com o Governo Moçambicano e parceiros relevantes para maximizar a participação do conteúdo local no Projecto Mozambique LNG, liderado pela Anadarko. O memorando que hoje assinámos com o IPEME representa a continuação do trabalho conjunto entre o Governo de Moçambique e a Anadarko para desenvolver as empresas moçambicanas de modo a aumentar a sua capacidade e competitividade para aceder às oportunidades oferecidas por este projecto e a outras oportunidades de mercado.”

    Steve Wilson acrescentou “O desenvolvimento de fornecedores locais é estratégico para nós, pois permite-nos contribuir para o desenvolvimento sustentável de Moçambique e, ao mesmo tempo, trazer benefícios para os nossos acionistas. Com efeito, a substituição de importações de alto custo pode representar uma economia de custos significativa para a empresa, e, por outro lado, é um importante catalisador para facilitar a criação de emprego para Moçambicanos e para o crescimento económico do país”.

    A Anadarko espera investir cerca de 2,5 mil milhões de dólares americanos com empresas de propriedade moçambicana ou registadas em Moçambique ao longo dos 5 anos do período de construção da fábrica de GNL.

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    Sobre o IPEME

    O Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas O IPEME é uma entidade pública com autonomia administrativa e financeira, criada nos termos do Decreto n.o 47/2008, de 3 de Dezembro, orientada para a dinamização e desenvolvimento das pequenas e médias empresas.

    Sobre o Projecto Mozambique LNG

    O Projecto de GNL de Moçambique será o primeiro projecto de GNL onshore em Moçambique, inicialmente composto por dois módulos de produção de GNL com capacidade total de 12,88 milhões de toneladas por ano (MTPA ) para apoiar o desenvolvimento dos campos de Golfinho/Atum localizados exclusivamente na Área 1 Offshore. Este projecto inicial abre o caminho para uma importante futura expansão até 50 MTPA. O Projecto Golfinho/Atum também fornecerá volumes iniciais de aproximadamente 100 milhões de pés cúbicos de gás natural por dia (MMCFD) para uso doméstico em Moçambique.

    A Anadarko Moçambique Área 1 Lda., uma subsidiária integral da Anadarko Petroleum Corporation, é a operadora da Área 1 Offshore com uma participação de 26.5 por cento. O co-emprendimento inclui a ENH Rovuma Área Um, S.A. (15 por cento), Mitsui E&P Mozambique Area1 Ltd. (20 por cento), ONGC Videsh Ltd. (10 por cento), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10 por cento), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10 por cento) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8.5 por cento).

  • Porto de Maputo investe em novos equipamentos multi-uso para manusear cargas pesadas e contentores

    O Porto de Maputo conta com mais dois novos guindastes móveis, com capacidade máxima de 144 toneladas cada, adquiridos no âmbito de um amplo programa de investimento em curso, para a ampliação e modernização da maior infraestrutura portuária do País.

    O equipamento, inaugurado na sexta-feira, 8 de Março, pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, representa um investimento de 19 milhões de dólares norte-americanos e vai conferir uma maior eficiência e competitividade ao porto, traduzida em aumento de volumes manuseados, mais receitas, empregos gerados à montante e à jusante, entre outros efeitos positivos para a economia.

    Para o titular da pasta dos Transportes e Comunicações "não há dúvidas que o investimento realizado terá um efeito multiplicador, não só nas operações do Porto de Maputo, como também na economia nacional e regional".

    Como resultado da implementação do Plano Director do Porto de Maputo, aprovado pelo Governo em 2010, segundo referiu Carlos Mesquita, foram materializados investimentos maciços que permitiram a dragagem, reabilitação de infra-estruturas e formação do capital humano especializado.

    Num outro desenvolvimento, o governante explicou que, “seguindo a tendência de 2017, o manuseamento de carga pela via ferroviária voltou a crescer em cerca de 50 por cento, em 2018, consolidando os melhores resultados conseguidos em 2017 em que o volume ferroviário da principal carga manuseada pelo porto de Maputo cresceu em quase 100 por cento”.

    Estes resultados, conforme enfatizou o ministro, representam um enorme ganho para a economia nacional se tivermos em linha de conta que a retirada das rodovias, de carga tradicionalmente ferroviária, incrementa a competitividade das nossas infra-estruturas, para além de melhorar a fluidez do trânsito na N4, melhoria da segurança rodoviária, entre outros ganhos.

    Como resultado dos investimentos realizados para o retorno da carga tradicionalmente ferroviária, transportada por via rodoviária, o porto passou a manusear, desde Janeiro desde ano, 204 vagões por dia, contra os anteriores 120 vagões, um salto que permitiu a retirada da N4 de mais de 25 mil camiões por ano.

    Andreas Muller, director de vendas de guindastes móveis do porto da Liebherr-MCCtec, empresa alemã fornecedora do equipamento, referiu que as máquinas inauguradas no Porto de Maputo fazem parte do modelo com mais êxito no mundo, contando com mais de 200 unidades em vários portos internacionais.

    "Faz agora três anos que vendemos as primeiras máquinas a Moçambique. Hoje em dia, existem cinco unidades no País, sendo que quatro funcionam no Porto de Maputo e uma no Porto de Nacala, na província de Nampula”, disse Andreas Muller.

    Trata-se, segundo explicou de máquinas multi-uso, que podem manusear cargas pesadas e contentores e podem custar entre quatro a cinco milhões de euros dependendo do modo do seu transporte.

  • Campeões do Moçambola premiados pelo Standard Bank

    O Standard Bank premiou, na quinta-feira, 7 de Março, em Maputo, as equipas da União Desportiva do Songo e o Ferroviário de Maputo, campeão e vice-campeão, respectivamente, da edição 2018 do Moçambola, a maior prova futebolística do País, organizada pela Liga Moçambicana de Futebol (LMF).
    Na gala do Moçambola, que contou o patrocínio exclusivo do banco, a União Desportiva do Songo levou o prémio, no valor de 600 mil meticais, enquanto o Ferroviário de Maputo ficou com 150 mil.
    Foram ainda distinguidos, na ocasião, o melhor árbitro da edição (Ema Novo), com 50 mil meticais, melhor guarda-redes (José Guirrugo), com 100 mil, e equipa Fair Play (Sporting Clube de Nampula), com 50 mil meticais.
    Intervindo em nome dos patrocinadores do Moçambola, António Macamo, membro do Conselho de Administração do Standard Bank, pediu aos principais protagonistas da prova para que brindem aos amantes da modalidade com muitos golos e lances de encher os olhos, pois "o Moçambola é festa e constitui, hoje, o maior produto desportivo nacional pela sua força aglutinadora, e emoções que transmite ao nosso povo".
    Aos gestores da prova, António Macamo endereçou mensagens de encorajamento: "Queremos que saibam que temos acompanhado todas as vossas lutas para que o nosso campeonato aconteça sem sobressaltos", frisou.
    O Standard Bank presta apoio ao Moçambola desde 2009, no quadro da sua responsabilidade social corporativa, visando ajudar o futebol nacional a crescer e a profissionalizar-se.
    O representante do Ministério da Juventude e Desportos, Francisco da Conceição, agradeceu o apoio que os patrocinadores e parceiros prestam à principal prova futebolística do País, num contexto, particularmente, atípico da economia nacional: "Queremos mais uma vez reafirmar que o Governo, com ou sem dificuldades, continuará a dar o seu apoio incondicional ao Moçambola, mas tenham, em conta que no presente ano decorrerão vários mega-eventos desportivos, nomeadamente o 14º Festival Nacional de Jogos Desportivos Escolares, na cidade de Chimoio, província de Manica, e a realização da 12ª edição dos Jogos Africanos, em Marrocos", indicou.
    Abordado momentos após a gala, Ananias Couana, presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) disse existir um acordo de parceria com o Standard Bank que vai até o próximo ano e tem sentido que o banco tem acompanhado o desenrolar do Moçambola época após época: "Trata-se de um banco do desporto, que apoia, igualmente, várias outras áreas desportivas, mas que sempre deu primazia às necessidades do Moçambola", observou, realçando que o novo figurino do Moçambola, apesar de ser competitivo e sustentável, foi desenhado em função da conjuntura económico e financeira que o país atravessa.
    "Trabalharemos sempre para manter o modelo clássico de todos contra todos e para isso contamos com o apoio do Standard Bank, entre outros parceiros", destacou Ananias Couana.
    Para o secretário-geral da União Desportiva do Songo, Pensar José, o prémio, no valor de 600 mil meticais, constitui o resultado do trabalho desenvolvido pelo clube durante a época 2018, sendo que o gesto do Standard Bank representa o cometimento do banco para com o desenvolvimento do desporto nacional: "O valor ganho será aplicado na melhoria das condições do clube, pois como se sabe, o Moçambola adoptou um novo modelo, que exige uma ginástica, no sentido de não se perder o foco no objectivo que o clube traçou de manter o título de campeão nacional", concluiu.

  • Moçambique comprometido com a agenda da OIT

    O nosso Pais está comprometido com a agenda da OIT-Organização Internacional do Trabalho, tendo, com efeito, ratificado todas as convenções fundamentais e três das quatro convenções prioritárias em 2015, segundo garantiu a ministra moçambicana do Trabalho, Emprego e Segurança Social, na sexta-feira, 8 de Março, em Windhoek, Namíbia, no decurso da reunião anual dos ministros e parceiros sociais (empregadores e trabalhadores) do sector do trabalho e emprego da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
    Igualmente, conforme indicou Vitória Diogo, Moçambique ratificou, recentemente, o Protocolo à Convenção 29 sobre o Trabalho Forçado, o Protocolo à Convenção 81 sobre a Inspecção do Trabalho, a Convenção 176 sobre a Segurança e Saúde nas Minas e a Convenção sobre o Trabalho Marítimo.
    “Os nossos laços de cooperação remontam há mais de quatro décadas e ganharam um grande dinamismo nos últimos cinco anos. É, em parceria com a OIT, que o Governo definiu a primeira Política de Emprego, aprovada em 2016, o Plano de Acção para o Combate às Piores Formas do Trabalho Infantil e a primeira Lista de Trabalhos Perigosos para as Crianças, formulação da Lei-Quadro de Protecção Social, entre outras acções”, indicou.
    Num outro desenvolvimento, a governante referiu-se ao Relatório da Comissão Mundial sobre o “Futuro do Trabalho”, com o qual Moçambique se identifica por conter recomendações que servirão de inspiração na formulação de agendas globais, continentais, regionais e nacionais, com vista à universalização do trabalho digno e dos princípios e direitos fundamentais no trabalho.
    Para Moçambique, segundo sublinhou Vitória Diogo, o lançamento do relatório sobre o “Futuro do Trabalho” chegou no momento certo por “coincidir com o fim de um ciclo de governação, por isso as dez recomendações do relatório, com as devidas adequações, serão incorporadas no âmbito da preparação dos instrumentos de governação do próximo ciclo”.
    Importa realçar que a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social chefiou a delegação moçambicana, na reunião, cuja composição integrou quadros do Governo, representantes dos trabalhadores (OTM-CS e CONSILMO) e representantes dos empregadores (CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique).

  • 70 jovens formados em matérias sobre computação em nuvem

    Oi

    Existe representação da Google Developers Group aqui em Maputo?

    Helga Neida Nunes <helganeida> escreveu no dia segunda, 11/03/2019 à(s) 15:21:

    Um total de 70 jovens moçambicanos beneficiou de uma capacitação em matérias de tecnologias de informação, através de um workshop denominado Cloud Study Jams, promovido, no sábado, 9 de Março, em Maputo, pela Google Developers Group (GDG) em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank.

    Para o efeito, a associação juntou no evento de estudo sobre computação em nuvem (Cloud), leccionado em 4 sessões e por igual número de formadores, jovens interessados em adquirir conhecimentos através da plataforma Google Cloud, fornecida pelo Google.

    Rosário Fernandes, organizador do evento, disse que o principal objectivo do workshop era dar experiência prática aos jovens interessados em tecnologias de informação e aumentar o proficiente técnico dos participantes na área de computação em nuvem.

    Segundo o organizador, GDG é formado por um grupo de voluntários patrocinados pela própria Google, e o critério de selecção para o ingresso na formação ou capacitação é terem conhecimentos básicos sobre tecnologias de informação.:

    A segunda edição do Cloud Study Jams, focalizou-se na interacção entre os participantes sobre inteligência artificial dentro da nuvem. Para o treinamento personalizado dos formandos, Rosário Fernandes disse que foi necessário fazer-se o uso de uma plataforma chamada Qwiklabs, que oferece várias ferramentas de fácil adequação.

    “Geralmente, cada exercício dentro da plataforma tem um custo, mas durante o workshop e depois da formação, eles vão beneficiam do uso grátis, por um período de um mês”, frisou Rosário Fernandes.

    Cada ciclo de formação (exercícios) foi leccionado por um formador, por causa da diversificação dos temas e o prosseguimento será à conquista de medalhas electrónicas que servem igualmente como elemento catalisador dentro do curriculum vitae dos participantes.

    Vânia Matável, participante do evento, disse que aprendeu a operar com a base de dados e a manusear os dados, que se forem grandes, podem ser guardados na nuvem.
    “Creio eu que trabalhar com nuvem, pela minha experiência, no caso de perda de um ficheiro ou documento, a mesma guarda para nós sem ser necessário o uso de um dispositivo ou pen drive para armazenar”, disse Vânia Matável.

    Vânia Matável congratulou a iniciativa promovida pelo GDG e o Standard Bank, pelo facto de unir jovens para estudos sobre tecnologias de borla, isto é, sem pagar nada.

    Almeida João de Almeida, estudante finalista do curso de tecnologias de informação, disse que aprendeu uma tecnologia nova para o armazenamento de dados: “Achei interessante aprender algo que ainda não foi introduzido no meu curso, vou aplicar este conhecimento durante o meu percurso”, concluiu Almeida.

    Importa realçar que a Incubadora de Negócios do Standard Bank é um empreendimento concebido no âmbito da visão e estratégia do banco, cuja materialização passa pela implementação de iniciativas que fomentam a inovação e o empreendedorismo, que são os mentores do crescimento económico do País.

    Para além do espaço físico, a incubadora oferece desde a formação até à interacção com outras empresas e órgãos ou entidades governamentais, tendo em vista a criação de condições para o surgimento e estabelecimento de empreendimentos sustentáveis, que terão um impacto positivo na economia e na sua cadeia de valores, gerando riqueza e inclusão financeira para os cidadãos.