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  • Ungulani Ba Ka Khosa lança sétimo livro “Entre as Memórias Silenciadas”

    Um dos mais emblemáticos e conceituados escritores moçambicanos Ungulani Ba Ka Khosa acaba de lançar, em Maputo, o seu sétimo livro intitulado “Entre as Memórias Silenciadas”, no decorrer de uma cerimónia bastante concorrida por políticos, escritores, estudantes, entre outros participantes.
    O lançamento da obra de Ungulani Ba Ka Khosa, tido como um dos melhores escritores africanos do século XX, esteve sob a chancela da Alcance Editores e contou com o alto patrocínio da maior operadora de telefonia móvel, a mcel.
    Trata-se de um livro que retrata um místico de memórias, desde os tempos idos até aos actuais com principal enfoque aos campos de reeducação.
    Tal como o próprio autor afirma, “mais do que retratar as pequenas e grandes misérias da primeira República, o livro, no meu entender, revela os desencontros de uma geração que já não se exalta com os feitos de uma revolução que não consegue renovar o seu discurso. Uma pátria é feita de identidades, de discursos múltiplos. Os meus personagens procuram um chão sólido”.
    Para Ungulani, a sua obra pode ser interpretada por alguns  leitores como um “avivar de páginas recentes e triste da nossa história”, acrescentado que as memórias do seu livro são bastante sensíveis.
    “Falo de homens que não estão contentes com seus destinos. Quase todos, ricos ou pobres, geniais ou medíocres, célebres ou obscuros, gostariam de ter uma vida diferente da que vivem”, salientou.
    Por seu turno, o administrador Comercial da Moçambique Celular – mcel patrocinadora do livro, Cláudio Chiche, afirma que a sua instituição é parceria da Alcance Editores,  no apoio à edição de livros literários, como forma de promover o desenvolvimento da educação e cultura moçambicana.
    “Ao apoiarmos esta obra literária e muitas outras, esperamos dar o nosso contributo para o cultivo mais amplo de hábitos de leitura”, disse Cláudio Chiche.Imagem

  • Vodacom e Mcel vão partilhar as mesmas antenas

    Foi para evitar a dispersão de meios e rentabilizar os recursos de telefonia móvel, sobretudo antenas, que, através do decreto 62/2010, o Governo aprovou o Regulamento de Partilha de Infra-Estruturas entre as operadoras.

  • BIM, CMH e Mcel contribuem para 424.82 milhões Mt

    A arrecadação de receitas de dividendos atingiu 424.82 milhões de meticais em 2011, quase o dobro das receitas do ano anterior, que se situaram em 221 milhões. No relatório e contas publicado esta semana, o Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) atribui o sucesso do exercício de 2010 ao crescimento das receitas de dividendos da mcel, Millennium bim e Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH).

  • Resultado líquido do exercício da mcel fixou-se em 1.091 milhões de MT

    O resultado líquido do exercício da mcel – Moçambique Celular, SA em 2011, fixou-se em 1.091 milhões de MT, uma melhoria significativa comparativamente aos resultados obtidos em 2010 (na ordem dos 297 milhões de MT).

    De acordo com as contas relativas ao exercício económico de 2011, aprovadas pela Assembleia Geral da mcel, reunida na sua sessão de 1 de Junho de 2012, dos resultados alcançados, destacam-se os proveitos operacionais que registaram um crescimento na ordem de 5%, passando de 8.567 milhões de MT em 2010 para 9.015 milhões de MT em 2011, acompanhados de uma evolução bastante positiva do resultado operacional que atingiu os 1.446 milhões de MT contra os 1.297 milhões de MT em 2010 (um crescimento na ordem de 11%).

    A Rentabilidade dos Capitais Próprios da empresa passou para 27%, contra os 9% registados em 2010. O nível de endividamento da empresa sofreu uma redução, sendo que a Autonomia Financeira passou para 40% em 2011 contra os 32% de 2010. O valor de Activos da empresa fixou-se em 11.830 milhões de MT, tendo os fundos próprios da empresa passado para 4.774 milhões de MT contra 3.772 milhões de MT em 2010 (um crescimento na ordem de 27%).

    Ainda em 2011, a contribuição da empresa para impostos directos e indirectos, foi de cerca de 1.200 milhões de MT.

    Em termos de quota de mercado, a empresa permanece com a sua posição de líder no mercado das telecomunicações, terminando o ano com uma base de 4.390.000 clientes.

  • Gabinete da Primeira Dama recebe apoio da Mcel para apoio a projectos de Formação e Promoção do Auto-Emprego

    Gabinete da Primeira Dama recebe apoio da Mcel para apoio a projectos de Formação e Promoção do Auto-Emprego

    O Gabinete da Esposa do Presidente da República celebrou, em Maputo, um memorando de entendimento com a mcel-Moçambique Celular, ao abrigo do qual a maior operadora de telefonia móvel do País vai financiar o projecto de Formação e Promoção do Auto-Emprego, na aquisição de 365 kits profissionalizantes.

    O referido projecto será desenvolvido, nos próximos três anos, pelo Gabinete da Primeira-Dama e visa apoiar os sectores mais carentes da sociedade, bem como contribuir na materialização das acções do Governo para a erradicação da pobreza em Moçambique.

    Na ocasião, Mamudo Ibraimo, administrador delegado da mcel, disse que “é sabido que a mcel investe na sua área de responsabilidade social em quatro principais áreas, nomeadamente, educação, saúde, desporto, cultura e meio ambiente, sendo que este é um investimento que fazemos na educação e auto-emprego”.

    Mais adiante, Ibraimo referiu ainda que “o investimento traduz-se em áreas profissionalizantes como electricistas, canalizadores, pedreiros, serralheiros, entre outras, num investimento total de cerca de cinco milhões de meticais, por três anos”.

    Por seu turno, Flávia Cuereneia, em representação do Gabinete da Primeira-Dama, realçou que “o que temos a dizer à mcel é o nosso muito obrigado por mais este gesto, pois, esta empresa tem sido nossa parceira, desde o início do nosso primeiro mandato, de tal modo que, no âmbito das celebrações do quinto aniversário da nossa revista, a mcel foi distinguida com o troféu Diamante”.

    “Estes kits profissionalizantes, ora atribuídos, são muito importantes, porque ao longo das viagens que a Primeira-Dama faz temos vindo a deparar com este tipo de necessidades concretas. São jovens que precisam de auto-emprego e formação e, tendo isso, já têm instrumentos com os quais poderão trabalhar”, disse Flávia Cuereneia, para depois acrescentar que “o fornecimento destes instrumentos de trabalho vai permitir a  geração de auto-emprego”.

    A assinatura deste memorando, cujo projecto abrange as províncias de Tete, Cabo Delgado, Zambézia e Nampula, contou com a presença da Primeira-Dama, Maria da Luz Guebuza, e de Teodato Hunguana, Presidente do Conselho de Administração desta empresa líder em telefonia móvel moçambicana, cujo número de clientes ultrapassou já a fasquia dos 4,7 milhões, no ano em que celebra 15 anos de existência.