Autor: olamocambique

  • Standard Bank abre novo balcão no Porto de Maputo

    O Standard Bank tem, desde quarta-feira, 26 de Setembro, em funcionamento um novo balcão de atendimento nas instalações do Porto de Maputo, no âmbito dos esforços do banco para estar mais próximo dos clientes e melhorar cada vez mais a experiência de serviço.

    Trata-se de uma infraestrutura alinhada ao novo conceito de pontos de atendimento físicos do banco, que consistem numa área dedicada à prestação de serviços disponíveis na banca tradicional, nomeadamente emissão de cartões, descontos de cheques, submissão de pedidos de financiamento, entre outras operações, com o envolvimento de gestores bancários.

    Integra, igualmente, o novo balcão, uma área digital, na qual os clientes terão a possibilidade de realizar transacções bancárias sem a assistência de um gestor, através de inovações tecnológicas como máquinas de grandes depósitos, ATM para depósitos e levantamento de dinheiro, iPads para operações no NetPlus e Quiosques Digitais, para pagamentos de diversos serviços.

    A sua localização estratégica, no complexo ferroportuário de Maputo, vai permitir a dinamização das actividades de vários agentes económicos que operam naquele local, reduzindo os custos operacionais, através da flexibilização das suas operações.

    Este investimento do Standard Bank surge no contexto da sua estratégia de negócio, visando responder às necessidades dos clientes, servindo-os com maior rigor e eficiência.

  • Certidão de quitação automática: Já foram emitidas mais de 5 mil certidões para empresas quites com o INSS

    A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social reiterou, quinta-feira, 20 de Setembro, em Maputo, que só os empresários que estão quites nas contribuições e cumprem regularmente com as suas obrigações com o Sistema de Segurança Social podem obter a certidão de quitação.

    Vitória Diogo fez este pronunciamento ao proceder à abertura da Reunião Nacional do INSS-Instituto Nacional de Segurança Social que tem como propósito discutir os principais instrumentos de política e de gestão do instituto, nomeadamente a evolução do Sistema de Segurança Social Obrigatória, a situação contributiva e o actual estágio do processo de informatização, para melhor gestão de sinergias.

    Há sensivelmente três meses que os empresários podem, no conforto dos seus escritórios, declararem as suas contribuições, obterem as guias de pagamento, verificarem a situação contributiva e emitirem as certidões de quitação, que lhes permitem participar em concursos públicos e ainda demonstrarem a sua idoneidade junto dos potenciais parceiros.

    “Desde que foi lançada a certidão de quitação automática já foram emitidas acima de cinco mil certidões”, indicou a governante, acrescentando que a informatização do sistema tinha, por um lado, em vista eliminar focos de irregularidades e assegurar que os empresários quites com o Sistema de Segurança Social, que salvaguardam os direitos fundamentais do trabalho, tenham as suas certidões emitidas para servirem de exemplo.

    Num outro desenvolvimento, Vitória Diogo anunciou que o INSS vai prosseguir com o processo de correcção dos dados, designado “Operação Limpeza”, com vista a sanar todas e possíveis inconsistências, decorrentes da informatização e modernização do Sistema de Segurança Social em Moçambique.

    Esta operação, a ser levada a cabo, até finais de Novembro próximo, em coordenação com as entidades empregadoras, representações sindicais e com os trabalhadores, visa esclarecer e sanar possíveis inconsistências detectadas no âmbito do processo de informatização.

    Ainda na ocasião, a ministra referiu-se ao alargamento do âmbito pessoal e material da segurança social, consubstanciado pela cobertura dos Trabalhadores por Conta Própria e pela introdução do subsídio de maternidade, que tem implicações quer nas receitas captadas como também nas despesas do sistema.

    O conhecimento da magnitude desta situação, conforme salientou Vitória Diogo, possibilita a aferição do impacto das referidas reformas na sustentabilidade financeira do sistema: “Para o efeito, arrancou no presente mês o Estudo Actuarial da Segurança Social Obrigatória, cuja conclusão está prevista para o mês de Dezembro do corrente ano”, indicou.

    Deste modo, a ministra considerou ser de capital importância a integração de técnicos do INSS na equipa de trabalho liderada por peritos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), tendo em vista a sua capacitação para assumir a dianteira na realização de futuras avaliações, tendo em conta o comando legal que estabelece a realização das referidas avaliações de três em três anos.

  • Standard Bank aconselha clientes sobre mitigação do risco cambial

    O Standard Bank orientou, nos dias 18 e 19 de Setembro, uma sessão de aconselhamento sobre gestão eficaz de tesouraria e mitigação do risco cambial nas operações de importação e exportação, dirigida aos seus clientes.

    Durante a sessão, denominada FOREX Forum e na qual participaram clientes que, no seu dia-a-dia, lidam com importações e exportações, foram abordados temas como o funcionamento do mercado cambial a nível mundial e o seu impacto nas operações dos importadores e exportadores.

    Foram, igualmente, apresentados diversos instrumentos financeiros usados nas operações cambiais que o Standard Bank coloca à disposição dos clientes para ajudá-los a mitigar o risco nas importações e exportações.

    Conforme explicou Jeu Zango, director da Sala de Mercados do Standard Bank, a sessão tinha como objectivo explicar aos clientes, através de ilustrações práticas com casos verídicos de transações que o banco vem executando, que, para além dos instrumentos que usam no seu dia-a-dia, existem outros que podem ser aplicados na gestão do risco cambial, tais como o FX Forward (contratos a prazo), e o SWAP.

    “Os nossos clientes estão expostos ao risco cambial, independentemente de ser um retalhista que importa o produto final para revender ou uma indústria que importa a matéria-prima para transformá-la”, disse Jeu Zango, que realçou a pertinência da sessão face às flutuações cambiais que se registam nos últimos 3 anos e à introdução de um novo Regulamento Cambial que alterou o comportamento dos operadores no mercado.

    Essencialmente, aos clientes foi demonstrado que “há uma forma de controlar ou mitigar o risco cambial, sem ter de ficar à mercê do mercado. Temos organizado sessões de educação financeira para os nossos clientes e isso tem resultado na poupança de custos relacionados com o risco cambial”.

    No final da sessão, os participantes fizeram uma simulação de funcionamento de uma sala de mercados para poderem melhor compreender a volatilidade do mercado cambial e o seu impacto nos negócios.

    Germindo Ofice, representante da Barloworld Equipamentos Moçambique, lida com importações e louvou a iniciativa do Standard Bank, que, na sua opinião, serviu para dissipar muitas dúvidas que pairavam à volta da fixação das taxas de câmbio e dos preços de bens e produtos no mercado internacional.

    Através desta iniciativa, “passamos a ter noção da origem das taxas de câmbio que os bancos nos dão e isso é muito importante para nós que lidamos com as salas de mercado. Também pudemos ter uma ideia da tendência dos mercados em relação aos nossos produtos”.

    Opinião semelhante teve Alexandra Panguene, da Companhia de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC, sigla em inglês), para quem a sessão serviu para esclarecer muitas questões ligadas ao comércio internacional.

    “Lidamos, no nosso dia-a-dia com o comércio internacional e quase todas as questões relacionadas com as operações bancárias que realizamos foram abordadas na sessão. Isso vai ajudar-nos a encurtar os prazos de pagamento, a sermos mais compreensivos quando interagimos com a Sala de Mercados, entre outras vantagens”, afirmou Alexandra Panguene.

  • Em 2019,, operações de importação só através do TCImport

    Está em curso, no País, a fase piloto da operacionalização do Termo de Compromisso para Intermediação Bancária de Importação de Bens (TCImport), através da Janela Única Electrónica (JUE), envolvendo 30 operadores do comércio externo pré-seleccionados.

    Após a conclusão desta fase, prevista para o dia 3 de Março do próximo ano as operações de importação passarão a ser realizadas obrigatória e exclusivamente com a utilização do TCImport, introduzido pelo Aviso nº 20/GBM/2017, de 27 de Dezembro, que aprova as normas e procedimentos cambiais.

    Importa realçar que a participação na fase piloto de utilização do TCImport, no comércio externo, está aberta para qualquer operador que estiver interessado.

  • Vitória Diogo exorta jovens a empreender e se auto-empregar

    O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) vai estabelecer parcerias com o IREX, através da TV Surdo, H2N e Midia LAB, entidade que implementa o Programa para o Desenvolvimento da Mídia em Moçambique, visando a promoção e valorização do auto-emprego e empreendedorismo nos jovens, bem como as medidas preventivas contra acidentes de trabalho e doenças profissionais.

    O relacionamento entre ambas as instituições, segundo indicou a ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, no decurso da visita que efectuou, na quinta-feira, 6 de Setembro, àquelas instalações, em Maputo, vai abranger, igualmente, as áreas da formação profissional, combate às piores formas de trabalho infantil e Inspecção do Trabalho.

    Para aquela governante, a TV Surdo, H2N e Midia LAB, através dos seus programas educativos e inclusivos, contribuem no processo de formação das pessoas, sobretudo jovens, para se reinventarem, através de uma visão crítica, focada na busca do auto-emprego e promoção do empreendedorismo.

    “Temos que desenvolver juntos esta abordagem de formar os moçambicanos, particularmente os jovens, no sentido de buscarem trabalho e não apenas o emprego”, disse Vitória Diogo, sustentando que muitos países desenvolveram-se com base neste princípio de criatividade e empreendedorismo que é designado “pensar fora da caixa”.

    É intenção da ministra em trabalhar com a TV Surdo, H2N e Midia LAB na componente do mercado do trabalho, visa orientar os jovens a optarem por cursos que oferecem mais oportunidades de emprego ou que possam apostar no auto-emprego e empreendedorismo: “É preciso começar a orientar os jovens para se formarem em profissões com maior demanda de emprego rentável, pois existem áreas de formação, cuja taxa de absorção da força de trabalha situa-se acima de 90 por cento”, frisou.

    Com as parcerias em vista, a ministra pretende, por outro lado, disseminar as oportunidades de auto-emprego que o seu ministério detém, por via das instituições de formação profissional subordinadas e tuteladas.

    “Vamos trabalhar na sensibilização das comunidades em relação às piores formas do trabalho infantil, sobre as medidas de higiene e segurança no trabalho, porque estamos a registar um crescimento do nível de doenças profissionais e de acidentes de trabalho, cuja maior parte dos casos não é reportada”, destacou.

    Na ocasião, o representante adjunto do IREX, em Moçambique, Sérgio Chusane, indicou que esta instituição tem estado a investir nas habilidades do saber fazer: “Já formamos, desde 2014, mais de 200 jovens durante as várias edições do Mídia Lab e a taxa de empregabilidade dos graduados situa-se acima de 80 por cento”, disse.

    Anualmente, conforme referiu, o IREX recebe cerca de 800 candidaturas provenientes de todos os pontos do País, das quais são seleccionadas 40, que vão ao bootcamp, num período intensivo de um mês, e transitam para os restantes nove meses entre 30 a 35 candidatos, graduando-se, posteriormente, entre 25 e 26 candidatos são absorvidos.

  • Premiação de Pequenas Subvenções do PEPFAR

    6 de Setembro de 2018 – Durante a cerimónia de entrega de certificados de subvenção dos projectos comunitários ocorrida no dia 30 de Agosto, o Embaixador Pittman reconheceu os destinatários das subvenções comunitárias do PEPFAR para a implementação de projectos comunitários através de organizações Moçambicanas para contribuir para o controlo da epidemia do HIV / SIDA em distritos prioritários em Moçambique entre 2018 e 2019.

    “Temos orgulho em ter prestado quase 773,000 dólares de apoio ao vosso trabalho impressionante em áreas como a oferta de serviços de apoio para órfãos e crianças vulneráveis, prestação de cuidados a adultos e apoio para pessoas vivendo com HIV/SIDA, e realização de iniciativas para diminuir o risco de infecção pelo HIV nas adolescentes e jovens raparigas. O trabalho que tem sido realizado através destes pequenos fundos até à data sublinha o valor e o papel único que as organizações comunitárias desempenham na procura do controlo da epidemia” afirmou o Embaixador Pittman.

    O programa concedeu subvenções a 31 organizações de base comunitária em 2018. Estas organizações solicitaram as subvenções submetendo propostas escritas descrevendo os seus planos para contribuir para o controlo da epidemia, que actualmente afecta cerca de 2,1 milhões de Moçambicanos. Todos os anos, através do programa de projectos comunitários do PEPFAR, a Embaixada dos E.U.A. fornece assistência financeira para capacitar as organizações locais a prevenir a transmissão do HIV / SIDA, difundir a conscientização pública sobre a doença e fornecer treinamento vocacional e actividades geradoras de rendimento para infectadas ou afectadas pelo HIV/SIDA.

    Pittman.pdf

  • Receitas do MITESS atingiram cerca de 300 milhões de meticais

    Como resultado das reformas implementadas no domínio do Trabalho, Emprego e Segurança Social, a receita anual arrecadada pelo Estado evoluiu, desde 2016, de 232.415.690,45 meticais, para 444.963.760,48 em 2017, sendo que até Julho de 2018, situava-se em 295.617.743,69 meticais.

    Estes dados foram revelados pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, no decurso do seminário promovido, na quarta-feira, 29 de Agosto, por ocasião da 54ª edição da FACIM-Feira Internacional de Maputo, que decorre, no distrito de Marracuene, província de Maputo.

    Para a governante, esta conquista resulta das reformas, em curso, com vista a imprimir celeridade, transparência e maior controlo, sobretudo no processo de contratação da mão-de-obra estrangeira, o que consolidou o Sistema de Informação Migratório (SIMIGRA), Folha de Relação Nominal electrónica, incluindo a sua intercomunicabilidade com o Sistema de Segurança Social e a base de dados da Autoridade Tributária.

    “São plataformas que não só possibilitam a gestão do processo de contratação de mão-de-obra estrangeira como também contribuem na redução de espaço de manobra para actos ilícitos nos processos de contratação”, destacou Vitória Diogo.

    Num outro desenvolvimento, a titular da pasta do Trabalho, Emprego e Segurança Social enalteceu o contributo do sector privado na criação de condições para a empregabilidade dos jovens formados, permitindo que 18.598 graduados dos 491.543 cidadãos formados, desde 2015 até ao primeiro semestre do corrente ano, fossem acolhidos em estágios pré-profissionais e absorvidos directamente no mercado de trabalho.

    Já no campo do controlo da legalidade laboral, segundo referiu Vitória Diogo, a Inspecção Geral do Trabalho realizou, desde 2015 até ao primeiro semestre de 2018, um total de 30.026 inspecções, que resultaram na detecção de 45.341 infracções, das quais 35.119 mereceram advertências e 10.222 autos de notícia.

    “Com preocupação constatamos que a maioria de infracções eram relativas à ausência de contratos reduzidos a escrito, a falta de inscrição e canalização de descontos à segurança social, o excesso de carga horária, a falta de provisão de equipamento de protecção no trabalho, a não observação com rigor das medidas básicas de Higiene e Segurança no Trabalho e o emprego ilegal de mão-de-obra estrangeira”, enfatizou.

    Importa realçar que no seminário, inserido no dia do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) na FACIM, foi feita uma reflexão sobre o mecanismo de empregabilidade e orientação profissional, plataformas electrónicas do MITESS na promoção do emprego, segurança social, legalidade laboral e diálogo social, rigor na contratação da mão de obra estrangeira, para além dos desafios e sucessos do empreendedorismo em Moçambique.

    FOTO: Vitória Diogo

  • AIESEC ajuda os jovens a superar os obstáculos e a alcançar resultados

    O Governo, através do Ministério da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional (MCTESTP), considera que os programas de estágio desenvolvidos pela Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) contribuem para a preparação dos jovens graduados para o mercado de trabalho.

    Para além de estágios, a AIESEC-Moçambique promove actividades ligadas ao desenvolvimento do potencial de liderança e de projectos, bem como à gestão de equipas, o que, para o MCTESTP, ajuda os jovens a superar os obstáculos e a alcançar resultados tangíveis em qualquer frente em que são colocados.

    “A disponibilização de quadros devidamente formados e qualificados permitirá uma melhor exploração das oportunidades de negócio que estão a surgir com os investimentos que estão a ser feitos no País”, afirmou Eugénia Cossa, directora nacional da Ciência, Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional.

    Eugénia Cossa, que falava na quinta-feira, 23 de Agosto, num encontro que a AIESEC-Moçambique manteve com os seus parceiros, acrescentou que estas acções constituem uma forma de educação complementar ao Sistema Nacional de Educação.

    “As características do líder, bem como as habilidades práticas, que a AIESEC-Moçambique desenvolve são essenciais e necessárias para todos os jovens graduados que pretendem entrar no mercado de trabalho”, acrescentou a directora nacional, para quem a AIESEC-Moçambique representa o surgimento de uma nova geração no País.

    O encontro, denominado Partners Breakfast, tinha por objectivo partilhar o relatório de actividades do biénio 2017/2018, bem como apresentar a nova direcção nacional da AIESEC-Moçambique e o plano referente a 2018/2019.

    Relativamente ao balanço, Deasy Muzima, presidente da AIESEC-Moçambique, referiu que, entre os meses de Julho de 2017 e Julho de 2018, a organização enviou 35 jovens moçambicanos para programas de estágio no Egipto, Tanzânia e Brasil.

    No mesmo período, “o País recebeu, por via da AIESEC-Moçambique, 32 jovens estagiários, provenientes de Portugal, Brasil, Egipto e Malawi”, disse Deasy Muzima, que avançou que, para o biénio 2018/2019, a organização espera enviar e receber 100 jovens estagiários, sendo que, para tal, pretende sensibilizar e envolver mais organizações públicas e privadas.

  • Albertino Mamba e Zeferina Marinho sagraram-se vencedores da segunda edição da Corrida Azul

    Os atletas Albertino Mamba e Zeferina Marinho sagraram-se, no sábado, 18 de Agosto, vencedores da segunda edição da Corrida Azul, promovida pelo Standard Bank, no âmbito da sua responsabilidade social corporativa, associada às celebrações dos 124 anos da sua implantação em Moçambique.
    A prova, que foi realizada em parceria com a Associação de Atletismo da Cidade de Maputo, tinha um "prize money" de mais de 500 mil meticais, repartido entre atletas federados, veteranos, populares e portadores de deficiência física. O evento contou com a participação de atletas nacionais e internacionais e teve como ponto de partida e chegada a sede do Standard Bank, na avenida 10 de Novembro, na cidade de Maputo.
    Albertino Mamba e Zeferina Marinho, da categoria de federados, em masculinos e femininos, fizeram o percurso de 15 quilómetros em 50´42”62 e 63’26’’91, respectivamente, tendo recebido o prémio de 25 mil meticais cada.
    A Corrida Azul, que reúne elementos para figurar entre as principais provas da modalidade organizadas no País, é uma das iniciativas que o Standard Bank promove para estimular os seus colaboradores e a sociedade a pautarem por hábitos saudáveis, para além de ser uma forma de massificar a prática do desporto, no geral, e do atletismo, em particular.
    A participação de 975 atletas, entre nacionais e internacionais, foi um aspecto que impressionou o administrador delegado do Standard Bank, Chuma Nwokocha, que fez um balanço positivo da segunda edição da prova.
    “O Standard Bank organiza esta prova como forma de promover o bem-estar das comunidades, pois estamos cientes da necessidade de se prestar mais atenção à saúde”, explicou Chuma Nwokocha, que se referiu, igualmente, à vertente desportiva da prova, organizada, pela primeira vez, em 2014.
    A Corrida Azul serve, também, como “um vector de massificação do desporto, uma área na qual o Standard Bank está presente, através, por exemplo, do apoio ao Moçambola, o principal campeonato nacional de futebol”, acrescentou o administrador delegado.
    Por seu turno, o director da prova e treinador de atletismo na Associação de Atletismo da Cidade de Maputo, Azarias Samuel, considerou, na ocasião, que a Corrida Azul proporcionou a oportunidade aos atletas de melhorar o seu desempenho, tendo mencionado o facto de estes terem ocupado cinco dos seis lugares do pódio na categoria de federados, em masculinos e femininos.
    “É sempre importante ter instituições que promovem este tipo de iniciativas. O desempenho dos atletas superou as nossas expectativas. Os atletas internacionais só conseguiram um lugar no pódio. É sempre bom organizar estas provas e ter os moçambicanos a ganhar”, disse Azarias Samuel, que realçou o facto de esta ser a primeira prova de estrada a ser organizada, em 2018, a nível do País.
    Ainda em relação aos atletas internacionais, Albertino Mamba, vencedor na categoria de federados em masculinos, afirmou que a sua presença confere maior competitividade à prova.
    Embora a vitória não tivesse constituído surpresa, Albertino Mamba confessou que não esperava ganhar com tanta facilidade: “Já sabia que iria ficar em primeiro, porque me preparei arduamente, principalmente por saber que teríamos atletas sul-africanos na prova”.
    A preparação, associada à experiência, foi, também, um factor determinante na vitória de Zeferina Marinho, que está mais habituada às provas de pista: “Preparei-me bastante, embora com algum cuidado, porque vou participar, dentro de dias, nas provas nacionais”.
    Entretanto, na categoria de veteranos femininos, Kate Rocha, Acina Jaime e Victória Joaquim conquistaram as três primeiras posições, respectivamente, tendo Kate Rocha doado o seu prémio monetário aos portadores de deficiência física que participaram na prova.
    Importa realçar que o percurso mais longo da Corrida Azul foi de 15 quilómetros, feito pelos atletas das categorias de federados e veteranos, enquanto os populares e os colaboradores do banco fizeram 10 quilómetros. ‎

  • FUNDE promove Liderança em Comunicação Estratégica para Saúde

    A Fundação Universitária para o Desenvolvimento da Educação (FUNDE) promove, entre os dias 10 e 21 de Setembro, no Centro de Excelência em Comunicação para Saúde – CECS da Universidade Politécnica, em Maputo, o curso de Liderança em Comunicação Estratégica para Saúde – LCES.

    A formação, destinada a estudantes, gestores, técnicos seniores e médios de programas de comunicação para a saúde e programas de desenvolvimento, visa fortalecer os conhecimentos e habilidades dos gestores de programas de comunicação para a saúde em Moçambique.

    O curso vai usar as mais recentes teorias e abordagens sobre desenvolvimento e liderança na planificação e implementação de estratégias de comunicação para saúde e constitui uma oportunidade para melhorar o conhecimento e habilidades em comunicação para mudança social e de comportamento.

    Por sua vez, a ESAEN-Escola Superior de Altos Estudos e Negócios, uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, vai ministrar, este ano, três cursos de mestrado, nomeadamente sobre pensamento contemporâneo e desenvolvimento, gestão de empresas e gestão estratégica de recursos humanos.

  • Juve-Inova: Em constituição plataforma nacional para promover juventude inovadora

    A Gapi está a organizar uma plataforma nacional para a implementação de um programa que prepare a juventude a contribuir para um desenvolvimento sustentável e inclusivo de Moçambique.
    Através deste programa, designado Juventude-Inovadora – “Juve-Inova” – a Gapi propõe-se envolver e fazer participar uma rede de parceiros nacionais.
    “Através da nossa experiência dos últimos 10 anos, durante os quais a Gapi se dedicou a programas específicos para jovens, constatámos que é necessário ultrapassar a visão de projectos localizados e com uma visão de curto prazo””, disse o Presidente da Comissão Executiva (PCE) da Gapi, António Souto, que falava na quinta-feira, 16 de Agosto, num debate organizado pela Gapi, com o objectivo de colher subsídios dos parceiros para o aperfeiçoamento do programa.
    Com vista a enriquecer a metodologia e procedimentos operacionais deste programa, 28 organizações de todo o País participaram no debate que se concentrou na problemática da inovação, habilidades necessárias para empreender novos negócios e os constrangimentos para a sustentabilidade, quer dos prestadores de serviços, quer das novas empresas.
    Integraram o painel e moderação deste debate, fundadores e dirigentes de empresas e associações locais, designadamente a ICC, IdeiaLab, AIESEC e Ideário.
    O Juve-Inova deve ser implementado por uma rede de parceiros com competências comprovadas para identificar, seleccionar e prestar assistência técnica multiforme a jovens que revelem capacidades e empenho na criação e/ou expansão de pequenos negócios.
    Igualmente, serão criados instrumentos financeiros específicos para cada região do País, na expectativa de que o Governo e as demais entidades entendam que há um conjunto de instituições, reconhecidas nacional e internacionalmente, que já provaram serem capazes de promover o que é fundamental para o nosso País: uma geração capaz de gerar empregos onde hoje não há.
    Conforme explicou o o PCE da Gapi, para a criação de uma nova geração de empresários no País, é importante que as iniciativas de apoio tenham maior abrangência ao nível das províncias e distritos.
    António Souto afirmou que a Gapi vai usar a sua rede e logística, a nível nacional, para ajudar a alargar o raio de actuação dos seus parceiros para os distritos, e, por via disso, estimular o surgimento ou a expansão de iniciativas de negócio lideradas por jovens.
    Em preparação desta iniciativa e ampliação de um programa já em curso, o Agro-Jovem, que visa a promoção de uma nova geração de empresários na cadeia de valor do agro-negócios, a Gapi renovou os contratos de parceria com dezasseis instituições de ensino superior e técnico-profissional de todo o País, tendo acrescentado outras quatro e anunciou a realização de um "roadshow" que vai abranger mais de dois mil jovens de 20 instituições de ensino, cobrindo todas as províncias do País.
    O "roadshow" vai consistir na realização de debates com jovens, autoridades locais, comunidade académica e pessoas com experiência em negócios, durante os quais serão abordadas questões ligadas à concepção, desenho, crescimento e sustentabilidade de um negócio.
    Tal como nos dois últimos anos e após estas sessões de debates e formações especializadas, os parceiros seleccionam as melhores ideias de negócio para acederem a financiamento. Até ao momento, já foram aprovados financiados para cerca de 100 projectos num valor total que ascende a 60 milhões de meticais.
    No debate ora realizado estiveram representados vários órgãos do Governo, com destaque para os ministérios da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, bem como do Trabalho, Emprego e Segurança Social, além de parceiros da cooperação.

  • Na Matola: Standard Bank passa a disponibilizar novo balcão de atendimento

    No âmbito da sua estratégia de negócio, visando estar próximo dos clientes, servindo-os com rigor, o Standard Bank abre, esta segunda-feira, 2 de Julho, um novo balcão de atendimento no município da Matola, na província de Maputo.

    Trata-se de um balcão bastante estratégico para o desenvolvimento do País, em particular a cidade da Matola, por localizar-se numa zona industrial em franca expansão, razão pela qual vai ajudar no surgimento de novos negócios na região.

    O empreendimento da única instituição bancária centenária, em Moçambique, sito na Estrada Nacional N.4, compreende uma área tradicional, que funciona, de segunda a sexta-feira, e outra área digital, equipada por ATMs tradicionais, quiosques digitais, ATMs para depósitos e máquina de grandes depósitos.

    Os equipamentos tecnológicos disponíveis, na área digital, funcionam ininterruptamente, realizando, assim, o sonho dos cidadãos de efectuarem pagamentos, depósito de dinheiro a qualquer hora do dia ou realizar quaisquer transacções por si próprios, como já acontece nos mais avançados centros de negócio do mundo.

    Com a abertura do novo balcão na cidade da Matola, o banco eleva a sua capacidade de atendimento ao público neste ponto do País.

  • Passageiros do Metrobus passam a estar segurados pela Emose

    Os passageiros utentes do Metrobus, um sistema integrado de transportes, incluindo autocarros e automotoras do projecto, passam a estar segurados ao abrigo do memorando de entendimento celebrado, recentemente, em Maputo, entre a Sir Motors e a EMOSE-Empresa Moçambicana de Seguros.

    De acordo com o presidente da Comissão Executiva da EMOSE, Francisco Langa, esta iniciativa resulta do facto de o Metrobus prestar um serviço de transporte essencial para o cidadão, uma prioridade para o Governo de Moçambique.

    O acordo assinado, segundo explicou Francisco Langa, firma o compromisso da seguradora estatal de segurar os bens do Metrobus, incluindo os seus passageiros, sendo o seguro de passageiros um serviço pioneiro e inovador no País.

    “Pretendemos que esta parceria entre a Sir Motors e o Governo, para providenciar transporte às populações de Maputo, Boane e Matola, possa servir de exemplo e catapultar outras iniciativas do sector privado na base da parceria público-privada, para que aos poucos possamos ir resolvendo os problemas da sociedade, como o problema do transporte”, frisou Francisco Langa.

    O presidente da Comissão Executiva da EMOSE acrescentou que “através deste memorando, vamos poder providenciar o seguro de passageiros aos utentes do Metrobus, segurar também as suas automotoras e os autocarros, de maneira que, para nós, representa um grande ganho, não só do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista social”.

    Importa salientar que o Metrobus transporta, diariamente, cerca de seis mil passageiros, sendo a segurança destes uma prioridade, razão pela qual a transportadora aderiu ao serviço.

    “O seguro é uma componente muito importante da mobilidade e negociar com uma EMOSE rejuvenescida dá-nos bastante prazer”, referiu a propósito Sheila Camal, directora geral da Sir Motors.

    Este projecto entrou em funcionamento em Janeiro do presente ano, visando o transporte de passageiros, através de automotoras e autocarros e já criou, até ao momento, cerca de 130 postos de trabalho.

  • “Aproveitem este apoio tecnológico e modernizem a produção”

    O Presidente da República (PR), Filipe Nyusi, instou os produtores da associação “Massacre de Mbuzine”, nas Mahotas, bem como jovens produtores, a maximizarem a assistência financeira e técnica que recebem da Gapi e seus parceiros, para melhorarem a produção e produtividade, de modo a conquistarem mais e melhores mercados.
    Ao visitar a estufa de hidroponia que a Gapi instalou nas Mahotas, em parceria com a The Master Card Foundation e International Youth Foundation, no âmbito do programa “VIA: Rotas para o trabalho”, o Presidente da República mostrou muita satisfação com a aposta da Gapi na juventude e na modernização da actividade agrícola.
    Sublinhou que “a actividade agrícola é uma das apostas do nosso Governo e ficamos bastante esperançosos, quando vemos que a Gapi aposta no uso de técnicas modernas e sustentáveis e na inclusão da juventude”.
    Ao interagir com o Chefe de Estado, Rui Amaral, coordenador das actividades ligadas à juventude e inovação na Gapi, disse que “as estufas hidropónicas sâo resultado da adesão de novos parceiros aos programas direccionados à juventude e inovação, com enfoque no sector agro”.
    Prosseguindo, Amaral lembrou que “este programa é um complemtento do ´Agro jovem´, financiado pela DANIDA e lançado por Sua Excelência em 2015, visando a criação de uma nova classe de jovens empreendedores.”
    “O Agro-Jovem já financiou mais de 60 jovens em todo o País em montantes que superam os 30 milhões de meticais e está a ser implementado em parceria com 20 instituições de ensino superior e técnico-profissional”, acrescentou Amaral.
    Ainda durante esta interacção, o Presidente inteirou-se sobre as várias intervenções da Gapi, tendo sido informado que, nos 12 principais programas implementados por esta instituição financeira de desenvolvimento em todas as províncias do país, adopta-se uma metodologia que combina financiamento, assistência técnica e capacitação institucional. Através desta metodologia, estimula-se o surgimento de novas pequenas empresas, em particular as ligadas à modernização da agricultura.
    Nesta visita, Filipe Nyusi escalou também algumas estufas da componente de desenvolvimento das cadeias de valor das hortícolas, no âmbito do PROSUL, financiado pelo IFAD e implementada pela Gapi. Nelas, o PR ficou a saber que a Gapi adopta a metodologia denominada “Escola na Machamba do Camponês”, como uma forma de transferência de tecnologia e conhecimento, de modo a que os produtores possam replicar nas suas machambas.
    Lenine Matavele, coordenador desta componente para a província e cidade de Maputo, informou que “com as estufas e com o uso de técnicas avançadas de produção e plantio de mudas e tecnologia de rega, é possível produzir durante todo ano, mesmo num contexto de mudanças climáticas e escassez de água”.
    Antes de finalizar a sua visita, o PR ainda teve oportunidade de visitar o regadio e interagir com os produtores, a quem aconselhou a "aproveitarem este apoio tecnológico e modernizarem a vossa produção".