Categoria: Moçambique

  • INSS divulga novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória

    O INSS leva a cabo, de 11 a 22 de Dezembro de 2017, em todo o País, o processo de divulgação do novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória, aprovado pelo Decreto nº 51/2017, de 9 de Outubro, junto dos parceiros sociais, do público-alvo e dos funcionários, tendo em vista a sua entrada em vigor a 8 de Janeiro de 2018.

    Para o efeito, brigadas constituídas por técnicos dos Serviços Centrais irão escalar todas as províncias, onde irão se reunir com os parceiros sociais e utentes do Sistema, os quais estarão representados pelos sindicatos, empregadores e associações que congregam Trabalhadores por Conta Própria, entre outros.

    Participarão ainda nos eventos, representantes de instituições como a Inspecção Provincial de Trabalho, o Instituto Nacional de Emprego, o Centro de Mediação e Arbitragem Laboral e o Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo, entre outros em representação de entidades públicas e privadas.

    Neste processo de divulgação, estão previstos encontros de socialização do novo instrumento legal com os funcionários das delegações provinciais do INSS.

    O novo regulamento contém, dentre várias inovações, a introdução da pensão reduzida para os trabalhadores que não reúnam condições para aceder a pensão por velhice e das pensões de sobrevivência vitalícia e temporária.

    O dispositivo legal prevê ainda a prerrogativa de os TCP efectuarem o pagamento adiantado das contribuições até ao máximo de 12 meses; a consagração legal dos acordos de amortização da dívida para permitir às entidades empregadoras saldarem as suas dívidas em prestações e a redução do prazo de realização do estudo actuarial, de 5 para 3 anos, com vista a uma avaliação regular da robustez e sustentabilidade do Sistema.

  • Universidade Politécnica: Académicos e políticos reflectem sobre contributo da agricultura para a estabiliza ção da economia

    O secretário-geral do partido Frelimo, Roque Silva, considera que o aumento da produção e produtividade agrícolas podem contribuir para a redução das exportações e estabilização da economia do País, que atravessa períodos de instabilidade.

    Para Roque Silva, é importante que o País não olhe só para as enormes quantidades de recursos naturais e energéticos de que Moçambique dispõe, como únicos factores capazes de gerar desenvolvimento.

    “Podemos ter escolas, estradas, hospitais, etc, mas se não tivermos comida na mesa do cidadão não estaremos a combater a pobreza. Temos de produzir comida em quantidades que permitam satisfazer as necessidades internas e exportar”, defendeu Roque Silva, quando falava na quinta-feira, 7 de Novembro, num debate sobre a agricultura, organizado pelo partido Frelimo e que teve lugar na Universidade Politécnica, em Maputo.

    O debate teve como oradores o deputado e presidente da Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República, Eneas Comiche, o economista e académico João Mosca e o vice-ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa e teve como objectivo discutir os desafios para o relançamento da produção e produtividade agrícola em Moçambique.

    Conforme explicou o secretário-geral da Frelimo, este é o primeiro tema de um ciclo de debates que visam “colher ideias que nos permitam acelerar o processo de desenvolvimento de Moçambique”.

    “Temos de olhar para o País como um todo e pensar que todos os moçambicanos podem sentar-se à mesma mesa e discutir problemas que atrasam o nosso desenvolvimento. Devemos ter a coragem e ousadia de nos abstrairmos das nossas diferenças e trazer diversos segmentos da sociedade para debater sobre questões de interesse nacional”, disse Roque Silva.

    “Estes debates vão influenciar a definição de estratégias que nos levem ao desenvolvimento e, por via disso, ao alcance dos objectivos do Governo, nomeadamente a criação de condições para o bem-estar de todos os moçambicanos”, acrescentou.

    Por seu turno, o reitor da Universidade Politécnica, Narciso Matos, realçou a importância da inclusão social nos debates que têm como finalidade encontrar soluções para os problemas do País, neste caso o fraco desenvolvimento da agricultura.

    “Temos, no País, diversas leituras e pessoas, com diferentes perspectivas e é necessário ter isso em conta quando se está a discutir questões de interesse nacional. Ouvindo todos os extractos da nossa sociedade podemos colher ideias, a partir das quais tomaremos decisões que vão ajudar a desenvolver Moçambique”, afirmou Narciso Matos.

  • 7ª edição Standard Bank Open arrancou no Tunduru

    A 7ª edição do Standard Bank Open teve início no sábado, 9 de Dezembro, nos “courts” do Jardim Tunduru, uma competição promovida pelo banco em coordenação com a Federação Moçambicana de Ténis.
    Trata-se de um torneio que tem por objectivo massificar a prática do ténis no País, contribuindo, deste modo, para a rodagem dos atletas nacionais, por forma a que estejam preparados para as diversas provas internacionais que se avizinham.
    O Open, que tem como patrono o Standard Bank e com um "Prize Money" de 500 mil meticais, movimenta mais de 300 tenistas nacionais e internacionais, divididos entre os escalões de mini-ténis para crianças, juniores, profissionais e veteranos.
    No entanto, o destaque vai para categoria de profissionais, na qual estão inscritos 36 atletas em seniores masculinos e 16 em femininos, contando com a participação, para além de nacionais, de tenistas oriundos de 7 país africanos, nomeadamente da República Democrática de Congo, África do Sul, Swazilândia, Zâmbia, Botswana, Zimbabwe e Lesotho.
    Figuram neste escalão, entre outros, nomes sonantes como o da tenista número 1 da República Democrática de Congo, Nancy Onya, das sul-africanas Ntokozo Zwane e Anesipho Mgcawu, dos zimbabweanos Liberty Nzula e Tyno Alufeyo, bem como dos moçambicanos Bruno Figueiredo, Jossefa Simão, Cláudia Sumaia e Marieta Nhamitambo.
    Na intervenção que marcou a cerimónia de abertura, o gestor de Marketing do Standard Bank, Alfredo Mucavela, explicou o envolvimento do banco neste torneio, avançando que o mesmo “serve de oportunidade para estar com aqueles que valorizam a nossa marca e com aqueles que sempre apoiaram o nosso banco, que são as comunidades”.
    “É por isso que o banco está aqui, neste evento, que continuará Standard Bank Open por muito mais tempo, pois valorizamos a comunidade na qual operamos”, garantiu.
    Num outro contexto, Alfredo Mucavela falou da vertente da massificação desta modalidade, que neste torneio movimenta cerca de 200 crianças no escalão do mini-ténis.
    “O objectivo do Standard Bank, nesta frente, é de ver esta criançada a semear algo novo. Queremos que, daqui, saiam talentos que irão representar o nosso País além-fronteiras”, manifestou Alfredo Mucavela.
    Discursando em representação do Ministério da Juventude e Desportos, a directora nacional adjunta do Desporto, Cláudia Simbine, valorizou o envolvimento do Standard Bank na massificação do ténis, assumindo que “este banco serve de exemplo e é um modelo a seguir para as outras modalidades desportivas em todo o território nacional”.
    “Temos a salientar que, desde 2011, o Standard Bank Open tem servido como um meio de massificação do ténis, bem como da promoção da marca Standard Bank. Ao longo destes anos, tem formado tenistas que têm sabido dignificar o País dentro e além-fronteiras”, referiu.
    Por fim, a directora nacional adjunta do Desporto assegurou que “não se pode falar do desenvolvimento do desporto e da sua contribuição para a saúde, o bem-estar e a exaltação da moçambicanidade, sem mencionarmos o enorme contributo dos nossos parceiros, neste caso particular do Standard Bank, que através do ténis vai firmando a sua marca”.
    Por sua vez, o presidente da Federação Moçambicana de Ténis, Valige Tauabo, agradeceu a oportunidade que o banco tem dado a cada ano para a materialização do Standard Bank Open.
    Na sua intervenção, Valige Tauabo referiu que “é o Standard Bank que, anualmente, através deste grandioso evento, tem unido a família do ténis, pelo que estamos muitos gratos a esta instituição bancária centenária do País".

  • Formação e financiamento da Gapi asseguram sucesso do Propesca

    A Gapi-Sociedade de Investimentos e o IDEPA (Instituto de Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura) estão a realizar em conjunto, na província de Nampula, um programa de formação de operadores da cadeia de valor da pesca de pequena escala. Na última semana de Outubro, 20 operadores do sector de pesca entre eles pequenos pescadores, processadores e comerciantes de pequena dimensão, todos eles do distrito Angoche, beneficiaram de formação em matérias de planificação de pequenos negócios de pescado.
    Esta capacitação insere-se na componente de assistência técnica apoiadas pelo programa governamental Propesca e cuja implementação tem sido assegurada pela Gapi,SI em todas as províncias costeiras do nosso país. Através dos serviços financeiros da Gapi e desde finais de 2016 mais de uma centena de micros e pequenas empresas do sector tiveram acesso a créditos na ordem dos 65 milhões de Meticais.
    A formação organizada e facilitada pela Gapi,SI, delegação de Nampula em colaboração com o IDEPA, visa melhorar as habilidades de gestão dos operadores de pesca de pequena escala, assim como a estimular as ligações de mercado na cadeia de valor da pesca.
    De modo a aumentar os rendimentos e o desempenho dos negócios, sobretudo dos pequenos pescadores que, na sua maioria, ainda exercem a sua actividade piscatória com recurso a tecnologias e aprestos prejudiciais ao meio ambiente, a Gapi organizou serviços financeiros orientados para as diferentes necessidades dos vários intervenientes.
    Com a implementação do Propesca, a Gapi,SI está a promover o fomento de motorização no seio dos pescadores artesanais para garantir a produtividade e ligação dos pequenos pescadores com as empresas de processamento e de comercialização de pescado..
    “Saímos daqui mais ricos. A formação ensinou-nos que é preciso modernizarmos a actividade e fazer dela uma solução que possa gerar rendimentos” – disse Sabino Assane, um comerciante de pescado residente na vila de Angoche.
    O Secretário Permanente do Distrito de Angoche, Ali Assane, na cerimónia de encerramento da formação, dirigindo-se aos operadores de pesca apelou para a colaboração entre a Gapi e os pescadores e comerciantes “como forma de garantir o que é preciso para prosperar nos vossos negócios.”
    O Director Regional Norte da Gapi, João Maunze, informou que actividades semelhantes já estão a decorrer ou em preparação nos outros distritos e localidades da costa norte de Moçambique abrangidos pelo Propesca.
    Maunze acrescentou que a Gapi, além de financiamentos provenientes do Propesca mobiliza e canaliza outros recursos próprios para o desenvolvimento da pesca.
    Para servir os micro negócios do sector, a Gapi está a instalar unidades de microcrédito nessas zonas. Em Abril do ano corrente abriu um serviço de microcrédito em Angoche que, até ao momento, já financiou 51 operações num montante total de 4.5 milhões de Meticais. A reparação e a manutenção de embarcações, incluindo uma oficina artesanal de barcos de madeira já beneficiaram de financiamento.
    Para assegurar um melhor acesso e valorização da produção dos artesanais ao mercado, a Gapi está também a reestruturar uma pequena-média empresa local – “Mariscos do Índicos” – participando no seu capital e apetrechando-a com meios capazes de melhorar os sistemas de conservação. Através da tecnologia melhorada da “Mariscos do Índico” a produção dos artesanais está a ser procurada por mercados internacionais e mesmo por mega-projectos. A Gapi está a investir nesta empresa, no âmbito da sua unidade de participações, visando a promoção do sector privado comercial.
    Em 2018, o financiamento total neste investimento deverá atingir um milhão de dólares, informou João Maunze

  • Investidos 6.2 milhões USD: Cornelder de Moçambique inaugura novo acesso rodoviário e parque de armazenagem d e contentores

    O Terminal de Contentores do Porto da Beira passará a contar com um novo acesso rodoviário, bem como com uma área de 3 hectares para acondicionamento de contentores.
    A cerimónia de inauguração que será orientada pela Vice-Ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Ribeiro, está agendada para o dia 12 de Dezembro, terça-feira, pelas 14.30horas, defronte a Pousada do CFM, junto ao acesso do Terminal de Carga Geral.
    A Cornelder de Moçambique, S.A no quadro do seu plano de Director de Desenvolvimento investiu recentemente cerca de USD 6.2 milhões no aumento da capacidade de acondicionamento de carga no seu parque de contentores, bem como na construção de um novo acesso rodoviário, comportando cinco faixas com opção de extensão para integrar mais duas.
    A nova infra-estrutura de acesso irá incrementar a capacidade do Terminal para receber contentores, principalmente nos períodos de pico, vésperas de chegada de navios, em que se regista maior tráfego de camiões transportando contentores para o embarque.
    Actualmente, o acesso ao Terminal de Contentores é feito por apenas uma estrada de uma faixa em cada sentido, um cenário que, por vezes, tem originado congestionamento de camiões que chega a provocar constrangimentos ao tráfego normal de viaturas nas vias urbanas próximas ao recinto portuário. O novo acesso deverá estancar esta situação e permitir que haja maior segurança e fiabilidade no acesso ao Porto da Beira.
    A inauguração deste novo acesso, aliado aos trabalhos aprofundamento do canal de acesso ao porto iniciado em Novembro último e a conclusão das obras de reabilitação da estrada nacional número 6, tornarão o Porto da Beira mais eficiente, competitivo e de rápida resposta às necessidades do mercado nacional e regional.

  • Festa de Natal da Comunidade Portuguesa de Maputo já amanhã

    É já este sábado, dia 9 das 12 às 18h, a tradicional Festa de Natal organizada pela Comissão de voluntários da Comunidade Portuguesa.

    Acontecerá, como desde há 9 anos, na Fortaleza de Maputo e oferece um programa bem cheio e variado. Gastronomia, Música, Artes, Espaços Criança e Jovem, Cultura, Artesanato.

    Tudo em prol de cinco instituições moçambicanas de apoio social, assinalando a forma solidária e integrada como a Comunidade Portuguesa se posiciona em Moçambique.

    A Festa terá entrada livre e gratuita.

  • CTA continua com acções de mobilização do empresariado ao pagamento de impostos

    Teve lugar na manhã de hoje um Business Breakfast sobre o tratamento fiscal das despesas não documentadas no Imposto sobre Rendimento de Pessoas Colectivas (IRPS), evento organizado pela CTA e AT em parceria com o SPEED +. Na ocasião, o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, reafirmou o interesse desta agremiação empresarial em continuar a desenvolver acções de mobilização do empresariado ao pagamento de impostos, com vista ao alargamento da base tributária, no âmbito do contrato-programa com o Governo.

    Nesta perspectiva, e para materialização desde desiderato, a CTA tem vindo a interagir com os produtores, associações, intermediários e empresas que se dedicam à comercialização agrícola nas cadeias de valor de cereais, feijões, castanha, tabaco, hortícolas e avicultura.

    Segundo Agostinho Vuma, o grande problema constatado é que, a ausência de documentação da despesa dos produtores cria dificuldades na ligação comercial entre o pequeno produtor e as empresas processadoras ou de comercialização.

    Esta dificuldade, sublinhou, “retrai o interesse das empresas processadoras ou de comercialização em comprar e interligar-se com os pequenos produtores”.

    A ligação comercial entre as empresas e os pequenos produtores permitiriá:

    · Contabilização da produção;

    · Acesso aos mercados para os pequenos produtores;

    · Geração de renda financeira dos produtores;

    · Alargamento da base tributária.

    PRESIDENTE DA AT DESAFIA SECTOR PRIVADO

    Amélia Nakhare, Presidente da Autoridade Tributária de Moçambique (AT), desafiou o Sector Privado a transformar a agricultura como papel dinamizador para a diversificação da economia, sensibilizando e incentivando estes grupo de agentes económicos a tirarem o máximo proveito dos mecanismos e facilidades legalmente instituídas para sua formalização, condição essencial para o seu empoderamento e desenvolvimento.

    Neste sentido, sublinhou Amélia Nakhare, o Governo e o Sector Privado, através da CTA, devem trabalhar em conjunto para que todos os agentes económicos intervenientes na cadeia de produção e comercialização agrícola tenham o registo fiscal, focando a sua intervenção, numa primeira fase, nas localidades de maior produção.

  • MFW junta 62 modelos e 55 estilistas

    Arrancou dia 1, na cidade das acácias, a 13ª edição do Vodacom Mozambique Fashion Week, um evento anual que enaltece a cultura nacional. A presente edição conta com 62 modelos dos quais 60 moçambicanos e dois internacionais provenientes de Angola e Japão. Os estilistas encontram-se divididos em quatro categorias, Young Designers que totalizam 30, Internacionais (7), Estabelecidos e Pan Africanos com 9 estilistas, respectivamente.

    Nos Young Designers, o destaque vai para estilista Jéssica que participa no MFW desde 2011, seguida de Aura Guimarães (2012) e Nuno Jota Jota (2013). “O lado Negro da Crise”, “Afrikan Mind Power” e “Cruzamento no Inverno” são algumas colecções que os Young Desingers vão apresentar nos dias 4 e 5, no maior evento de moda, em Moçambique.

    Na lista dos Estabelecidos encontram-se os seguintes nomes artísticos, Alberto Tinga, Anifa Cossa, Becapani, Gerson Ussene, Kamana Félix, Cigarra Perrin, Nivaldo Thierry, Omar Adelino e Pinto Música. Em termos de anos de participação no MFW, o destaque vai para Cigarra Perrin (2005), Kamana Félix e Becapani (2009), respectivamente, e Pinto Música que participa desde 2011.

    Na categoria de Pan Africanos nota-se a presença de estilistas oriundos de Kenya, Zimbabwe, Angola, Zâmbia, África do Sul e Botswana.

    Em termos de estilistas Internacionais constam da lista os seguintes nomes artísticos, Miguel Vieira, Storytailors, Anabela Baldaque, Federica Peternelj, Moda Italy, Maison Luigi Borbone e Kyuten Kawashima.

    No entanto, mais do que proporcionar apenas os desfiles de moda, o MFW, à semelhança de vários, carrega vários outros aspectos com enfoque para a presença de artistas nacionais e internacionais.

    Os momentos de desfiles serão intercalados com actuações de artistas nacionais, nomeadamente, Jecky, Dopaz, Mauro, Os do Momento, Tofo Tofo, Dejavu, Blaze, Dama do Bling, Ziqo, Danny OG, Twenty Fingers, Lizha James, Gasso, Rui Mixel, Xigubo e Sheila Mahoze.

    Em termos de Dj’s nacionais constam da lista, DJ Tushimitsu, Dj Leo, Dj Supaman, Dj Tay,Dj Camilo, Dj Fagusa, Dj E.O.D e Dj Rocha. Ainda na lista os Dj’s internacionais tais como Dj Tomaz, Dj B Jones, Dj Quentin Mosimann e Dj Orjan Nilsen.

  • Estudantes da ECA interagem com com Jimmy Dludlu, Judith Sephuma e Oliver Mtukudzi

    No âmbito da primeira edição do Festival Standard Bank Acácia Jazz, o banco promoveu diversas actividades culturais, com destaque para a interação entre os músicos do festival e estudantes universitários, bem como a exposição artística no local do espectáculo.

    O Standard Bank promoveu um workshop interactivo entre os artistas de cartaz do espectáculo e os estudantes da Escola de Comunicação e Artes (ECA), uma unidade orgânica da Universidade Eduardo Mondlane.

    Neste evento, os estudantes interagiram abertamente com Jimmy Dludlu, Judith Sephuma e Oliver Mtukudzi, tendo-se abordado a carreira destes artistas e os segredos para um músico tornar-se bem sucedido nesta área cultural.

    Comentando a respeito desta iniciativa, o director da ECA, João Miguel, avançou que se tratou de um grande e importante momento de interação entre os músicos e os estudantes, no qual para além de terem colhido experiências, os discentes perceberam que, para terem sucesso na vida artística, precisam de trabalhar e estudar bastante.

    Fazendo o balanço do workshop, o director da ECA referiu que o mesmo foi bastante positivo, aproveitando a ocasião para agradecer ao Standard Bank “por esta oportunidade que nos deu de interagir com músicos de gabarito internacional, como são os casos de Jimmy Dludlu, Judith Sephuma e Oliver Mtukudzi.

    Comentando igualmente sobre esta iniciativa, Jimmy Dludlu também agradeceu ao Standard Bank e à ECA “por nos terem dado esta oportunidade de interagir com os estudantes”.

    Todavia destacou a actuação, ainda no workshop, da Banda Kanyissa Queens, composta por mulheres estudantes da ECA, que na ocasião interpretou músicas de Oliver Mtukudzi e de Judith Sephuma.

    “Elas trabalharam bastante para a apresentação que fizeram, o que reforça a minha ideia de que é sempre importante apoiar a nova geração na área da cultura, porque são os futuros embaixadores desta área”, manifestou.

    “Se nós começarmos desde o ensino básico a dar educação musical, para depois fortificar no ensino superior, o nosso País estará em boa posição em termos de promoção do turismo e da cultura moçambicana a nível mundial”, finalizou Jimmy Dludlu.

    Numa outra sub-vertente do festival, o Standard Bank apoiou a exposição do artista plástico Bernardo Carrula, conhecido por Tomo, evento que decorreu na parte externa do local do espectáculo. Como resultado, o vencedor do 1º e do 2º prémio Bienal da TDM, em 1999 e 2001, bem como do 2º prémio anual da MUSART em 2011, vendeu, durante o festival, um total de seis obras da sua autoria.

    Ainda no quadro do apoio às manifestações culturais, o Standard Bank deu oportunidade à poetisa Arira Abacar Mussa para declamar um poema dedicado à cidade de Maputo, acto que antecedeu a actuação da Banda Kakana na 1ª edição do Festival Standard Bank Acácia Jazz.

  • Gestão de informação do mercado de trabalho: MITESS vai lançar plataforma electrónica

    O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) vai lançar, brevemente, uma plataforma electrónica para gestão de informação do mercado de trabalho, que vai permitir a articulação com as fontes-chave de informação relativa a esta área.

    Este anúncio foi feito pela secretária-permanente do MITESS, Graça Mula, que adiantou que a plataforma será composta por uma base de dados e um portal interactivo que permitam ao usuário aceder, em tempo útil, à informação estruturante e relevante sobre o mercado de trabalho.

    Segundo Graça Mula, os dados que estarão disponíveis na plataforma “disponibilização aos aos candidatos ao emprego, em particular os jovens e estudantes finalistas, melhor entendimento sobre a dinâmica do mercado do trabalho”.

    A secretária-permanente falava na quarta-feira, 6 de Dezembro, na cidade de Maputo, durante a cerimónia de lançamento do Boletim Informativo do Mercado de Trabalho referente ao segundo trimestre de 2017, período durante o qual foram criados 129.638 empregos, sendo 124.387 no País, 3.405 e 1.846 nas minas e farmas sul-africanas, respectivamente.

    Igualmente, foram registados 1.277 beneficiários de estágios pré-profissionais, o que representa um aumento na ordem de 53.3% comparativamente a igual período do ano anterior, tendo sido abrangidas as áreas de engenharia civil, mecânica-auto, serviços, logística, electricidade, hotelaria e turismo, petróleos e agricultura.

    No que diz respeito ao desemprego, foram registados 9.941 desempregados nos Centros Públicos de Emprego, onde também foram comunicadas 9.077 ofertas de emprego e efectuadas 8.188 colocações.

    O capítulo referente à promoção do auto-emprego do boletim refere que foram distribuídos 44 kits em três províncias do País, tendo sido abrangidos 243 beneficiários nas áreas de carpintaria, serralharia civil, electricidade e construção.

    Neste período, de acordo com o boletim, beneficiaram de formação profissional 38.346 cidadãos, dos quais 7.062 formados nos centros de formação profissional públicos e 31.284 nos privados.

    A nível da Segurança Social Obrigatória foram inscritos durante este período, que compreende os meses de Abril, Maio e Junho, 25.829 trabalhadores por conta de outrem e 2.723 por conta própria.

  • Lançamento oficial da sua página web: Proconsumer apresenta resultados do primeiro Observatório do Mercado pa ra Alimentos Fortificados

    A ProConsumers, uma organização vocacionada à protecção e educação do consumidor em Moçambique, vai apresentar, na próxima quinta-feira, 7 de Dezembro, em Maputo, os resultados do Observatório do Mercado, assim como a sua página Web.
    O Observatório do Mercado tem por objectivo verificar a afluência de produtos fortificados no mercado, por forma a tirar ilações sobre os principais tipos de pontos de venda em que são comercializados, o nível da demanda destes, assim como possíveis constrangimentos.
    Por sua vez, a página Web é uma plataforma, na qual a ProConsumers vai abordar diversos temas de interesse do consumidor, para a sua vida quotidiana, no seu relacionamento com os produtores e fornecedores de bens, produtos e serviços.
    Serão ainda veiculadas na referida página, informações sobre as discussões técnicas e políticas que podem afectar os direitos dos consumidores.
    A ProConsumers entende que o consumidor quando melhor informado sobre os seus direitos e os mesmos salvaguardados na sua relação de consumo, ele representa um grande potencial para influenciar significativamente na qualidade e criação de um bom ambiente de negócios das empresas produtoras e fornecedoras de produtos, bens e serviços no País.
    Importa realçar que estas actividades são implementadas com o apoio da GAIN e financiadas pela USAID e a Fundação Bill and Melinda Gates, e visam garantir a prossecução do objectivo comum de que alimentos nutritivos e seguros alcancem a população moçambicana, assente numa forte capacitação da defesa dos consumidores nacionais, dotando-a de capacidade para exigir o cumprimento dos direitos dos consumidores às vitaminas e minerais, através do acesso a alimentos seguros e nutritivos, incluindo os alimentos fortificados, adequadamente processados e rotulados.

  • Incubadora de Negócios junta mulheres empreendedoras

    A Incubadora de Negócios do Standard Bank acolheu, recentemente, pela quarta vez consecutiva em 2017, o Lioness Lean in Breakfast, um evento que tem como objectivo construir uma rede de mulheres empreendedoras com vista à partilha de experiências, estabelecimento de parcerias e coordenação de esforços para que estas contribuam na geração de riqueza e crescimento económico do País.
    O evento, organizado pelo Standard Bank, em parceria com a Shell e a embaixada do Reino dos Países Baixos, foi dividido em duas partes, sendo uma direccionada a mulheres empresárias já estabelecidas no mercado e a segunda a jovens estudantes e aspirantes a empreendedoras.
    Para além da partilha de experiências por parte das seis oradoras, nomeadamente Marta Roff (Maputo Relocation Solutions), Patrícia Vasco (Amorambique), Tânia Tomé (Ecokaya), Nádia Machiana (Nadú Care), Mónica Evaristo (Idealize) e Maria João (MNJ Eventos e Serviços), a presente edição do Lioness Lean in Breakfast foi marcada pela realização de uma feira, que serviu para as empreendedoras exporem os seus produtos e serviços.
    Conforme explicou Sasha Vieira, responsável pela Incubadora de Negócios do Standard Bank, um dos propósitos do Lioness Lean in Breakfast é “dar visibilidade às mulheres empreendedoras e, por via disso, alargar o seu acesso ao mercado, para além de lhes dar a oportunidade de criar redes de negócios a nível global”. “O que estamos a fazer, como Incubadora de Negócios do Standard Bank, é desempenhar o nosso papel na promoção de um crescimento económico inclusivo através do empoderamento da mulher. Acreditamos que a aposta na mulher tem um impacto positivo nas comunidades onde elas estão inseridas”, acrescentou Sasha Vieira.
    Por seu turno, a fundadora da Lionesses of Africa, Melanie Hawken, considerou pertinente a organização deste tipo de eventos, que, na sua opinião, ajudam a inspirar as mulheres através de histórias de superação e de sucesso. “É importante trazer mulheres que já conquistaram o seu espaço no mercado para inspirar as outras”, disse Melanie Hawken, que dirige uma rede composta por cerca de meio milhão de mulheres em 49 países do continente africano, a Lionesses of Africa.
    A necessidade de ajudar as mulheres a serem ousadas no mundo dos negócios é partilhada por Tânia Tomé, fundadora da Ecokaya, para quem todo o aspirante a empreendedor deve ter em mente que onde há uma oportunidade há sempre um obstáculo. Por isso, “é necessário que as mulheres de referência partilhem as suas histórias e, sobretudo, os desafios, as etapas e as fórmulas que usaram para ultrapassar as barreiras. Tudo se consegue com

    a interacção. Acredito que cada um de nós tem um potencial dentro de si que só pode desabrochar seguindo certos princípios e regras”, asseverou Tânia Tomé.

  • 9 a 17 de Dezembro: Tunduro acolhe sétima edição do Standard Bank Open

    Os “courts” do Jardim Tunduro, na cidade de Maputo, acolhem, entre os dias 9 e 17 de Dezembro, a sétima edição do Standard Bank Open, que contará com a participação de tenistas da República Democrática de Congo e de seis países da região, nomeadamente África do Sul, Swazilândia, Zâmbia, Botswana, Zimbabwe e Lesotho.

    O prize money global, 500 mil meticais, será distribuído pelas categorias de séniores masculinos e femininos, pares mistos, veteranos e mini-ténis, para crianças.

    Este torneio, que teve a sua primeira expressão em 2011, visa massificar a prática da modalidade no país, contribuindo para a rodagem dos atletas nacionais de modo a que estejam minimamente preparados para as competições internacionais.

    Intervindo na conferência de imprensa do lançamento da iniciativa, ocorrida, na segunda-feira, 4 de Dezembro, em Maputo, o gestor de Marketing do Standard Bank, Alfredo Mucavela, referiu que para a materialização da presente edição, o Standard Bank vai disponibilizar todas as condições técnicas a par das premiações, taças e medalhas em todas as provas em disputa, e ainda um prize money global no valor de 500 mil meticais.

    O Standard Bank, conforme indicou, sente-se orgulhoso por ser um dos principais impulsionadores do ténis no País: “Investimos no ténis porque achamos que esta modalidade é estratégica, daí que queremos levá-lo às comunidades, despertar interesse sobre a prática deste desporto e massificá-lo”, disse.

    “Esta edição será muito mais abrangente no sentido de envolver um maior número de participantes. Gostaríamos que as crianças aprendessem a dar os primeiros toques na bola, através do Standard Bank Open. A nossa perspectiva é de que este movimento seja uma festa, um convivio desportivo, com muita competição, diversão e prémios”, realçou Alfredo Mucavela.

    Para o presidente da Federação Moçambicana de Ténis (FMT), Valige Tauabo, a presente edição vai servir para fazer a avaliação dos tenistas que se foram formando ao longo das últimas seis edições do Standard Bank Open, em todos os escalões.

    “Nesta sétima edição teremos um ténis competitivo, pois já estão inscritos atletas nacionais e internacionais de grande gabarito”, indicou, acrescentando que o Standard Bank Open traz uma mais-valia à FMT.

    Trata-se, conforme sustentou, de um torneio calendarizado no plano das actividades da FMT e constitui uma das maiores e melhor provas do calendário da federação. “É através deste torneio que o ténis moçambicano é exposto além fronteiras”, destacou.

    Importa salientar que o torneio vai abarcar, igualmente, uma competição paralela, envolvendo clientes e colaboradores do Standard Bank, patrocinador exclusivo do torneio. A realização deste projecto desportivo faz parte do conjunto de acções de responsabilidade social desenvolvidas pelo Banco, no âmbito do seu compromisso com o desenvolvimento do desporto nacional.

  • Transporte de passageiros na quadra festiva: INATTER vai endurecer medidas de fiscalização

    O Ministério dos Transportes e Comunicações, através do Instituto Nacional dos Transportes Terrestres (INATTER), vai endurecer as medidas de fiscalização às viaturas de transporte internacional e interprovincial, com vista a evitar a ocorrência de acidentes de viação durante a quadra festiva que se avizinha.

    Este anúncio foi feito pela vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, durante a visita que efectuou na segunda-feira, 4 de Dezembro, ao Terminal Internacional e Interprovincial da Junta, na cidade de Maputo, para se inteirar das condições criadas para responder ao aumento do fluxo de passageiros durante o período das festas do Natal e do fim de ano.

    O endurecimento das medidas de fiscalização às viaturas de transporte internacional e interprovincial, e não só, resulta do facto de este período, para além do aumento do número de passageiros, ser caracterizado pela escalada da sinistralidade rodoviária no País.

    É neste sentido que, para contrariar esta tendência, “vamos orientar o INATTER no sentido de ser mais rigoroso na fiscalização. Não queremos que os nossos concidadãos sejam transportados em viaturas que não estejam em condições para o efeito”, disse a vice-ministra.

    A orientação será extensiva aos centros de inspecção periódica de viaturas, responsáveis pela verificação das condições mecânicas de veículos que circulam nas estradas nacionais, em particular os de transporte internacional e interprovincial.

    “Vamos apertar o cerco. Há casos de viaturas que passam pela inspecção sem reunir condições. Não podemos permitir que isso aconteça. As pessoas devem viajar condignamente e, acima de tudo, em segurança”, acrescentou Manuela Rebelo.

    Em relação à visita ao Terminal Internacional e Interprovincial da Junta, a vice-ministra mostrou-se preocupada com diversas situações que verificou no local, tais com a superlotação de viaturas, o mau preenchimento das listas nominais dos passageiros, cobrança de taxas exorbitantes por parte das associações dos transportadores, entre outras.

    “Esta visita foi anunciada e, por isso, esperávamos encontrar as coisas em ordem. Por exemplo, as listas nominais de passageiros estão mal preenchidas e não têm outro dado para além dos nomes, também mal escritos. Se não registam o nome das crianças que viajam ao colo como vão ser identificadas se algo acontecer?”, questionou a governante.

    Os transportadores, por seu turno, garantiram que estão preparados para responder à demanda que caracteriza a quadra festiva e aproveitaram a ocasião para propor o levantamento do banimento de viaturas de 15 lugares para o transporte interprovincial que, entretanto, continuam a operar apesar de lhes terem sido retiradas as licenças e a suspensão da interdição da circulação nocturna durante a quadra festiva.

    Em resposta, Manuela Rebelo, que falava no encontro mantido com a gestão do terminal e os transportadores, referiu que “a medida é irreversível. O Regulamento do Transporte Automóvel diz que o transporte interprovincial só pode ser feito com viaturas com mais de 29 lugares. O que devemos fazer é admitir a entrada de operadores capazes de adquirir estes meios.

    Sobre o levantamento da proibição da circulação nocturna de viaturas de transporte de passageiros, Manuela Rebelo descartou essa possibilidade, por esta aumentar o risco de acidentes. "Estamos a trabalhar para a redução da sinistralidade rodoviária, por isso não podemos tomar medidas que nos possam trazer problemas. Os transportadores precisam de se organizar para transportar com segurança, cumprindo escrupulosamente os requisitos e regras estabelecidas para o exercício desta actividade”, exortou a governante