Categoria: Moçambique

  • Moçambique entre os 10 maiores de África

    Moçambique entre os 10 maiores de África

    Angola deverá ultrapassar a África do Sul, actualmente a maior economia do continente, até 2016, revela um relatório do
    Economist Intelligence Unit (EIU), que coloca também Moçambique entre os 10 mercados africanos com mais potencial.
    No relatório “Para dentro de África: Oportunidades de negócio emergentes”, o gabinete de estudos da revista Economist
    conclui que o papel das economias africanas ainda representa apenas 3 porcento da economia global e que a África
    Subsahariana (excluindo a África do Sul) representa menos de metade do Produto Interno Bruto do continente.
    No entanto, sublinha que este grupo de países está a crescer mais depressa do que qualquer outro no mundo e que os
    investidores estão a acordar para o enorme potencial da região: “a corrida para participar no crescimento africano já
    começou”.
    O relatório, citado pela LUSA, aponta como sectores com maior potencial de crescimento a agricultura e a agro-indústria,
    as infra-estruturas, os serviços e os bens de consumo, mas recorda que ainda há grandes dificuldades, a começar pela
    corrupção, que continua a aumentar, a ineficiência dos serviços públicos, o risco político e a falta de mão-de-obra
    qualificada.
    Além disso, o EIU recorda que África não é um país, mas sim 56, com outros tantos sistemas e governos, e aconselha
    os investidores a prepararem-se bem para as oportunidades, os riscos e o potencial.
    Segundo as estimativas do EIU, pelo menos 28 países do Continente Africano deverão crescer a uma média anual
    superior a 5 porcento nos próximos cinco anos. Angola surge no grupo das economias com crescimentos previstos de 5
    a 7,5 porcento, enquanto Moçambique aparece no grupo seguinte, com crescimentos anuais médios de 7,5 a 10
    porcento, juntamente com a Etiópia, a Libéria, o Níger e o Uganda.
    O relatório identifica os dez mercados que deverão ter os melhores desempenhos na próxima década em quatro
    categorias: os países com menor risco político, os maiores reformistas, os países com maior investimento e os maiores
    em território.
    Angola é o segundo com maior investimento, depois da África do Sul, e o quarto maior em dimensão, enquanto
    Moçambique surge em três das quatro categorias: É o segundo com mais potencial na rapidez com que faz reformas, o
    sétimo com menor risco político e o décimo com maior investimento.
    “As reformas estão a acontecer depressa, encabeçadas pela Etiópia, Moçambique, Namíbia, Zâmbia e Uganda,
    enquanto as economias gigantes de Angola e Nigéria, que deverão ultrapassar a África do Sul em 2016, oferecem
    vantagens significativas aos investidores”, conclui o EIU.

     

  • Oportunidade: Governo vende mais 10% do capital da empresa Moçambicana Seguros

    O governo de Moçambique vai colocar à venda mais 10% do capital social da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), revela o relatório e contas do Instituto
    A Empresa Moçambicana de Seguros é a mais antiga empresa moçambicana que opera no ramo de seguros e também no imobiliário, explorando centenas de imóveis em Moçambique e em Portugal.
    A venda de 10% do capital social da empresa terá lugar na Bolsa de Valores de Moçambique, à semelhança do que ocorreu quando o governo de Moçambique decidiu alienar uma fatia de dimensão semelhante.

    in macauhub

  • Faquir Cassam é o novo representante permanente na CPLP

    O presidente de Moçambique, Armando Guebuza, nomeou através de Despacho Presidencial, Faizal Faquir Cassam para o cargo de embaixador extraordinário e plenipotenciário e representante permanente de Moçambique junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Até à data da nomeação, Faizal Cassam era conselheiro na Embaixada de Moçambique na Alemanha.

  • Guiné Equatorial quer integrar a CPLP durante a Cimeira de Maputo

    A Guiné Equatorial espera vir a integrar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em julho, durante a Cimeira de Maputo, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Pedro Ela Nguema. Atualmente, a Guiné-Equatorial tem o estatuto de país associado. “O nosso país não está longe dos países de língua portuguesa. Já temos o dossier completo”, disse Nguema.

  • CTA representa Moçambique na presidência da Confederação Empresarial da CPLP

    Moçambique é o próximo país a tomar posse à presidência da Confederação Empresarial da Comunidade dos Países da língua Portuguesa (CE-CPLP).
    A cerimónia da tomada de posse vai decorrer a margem do Fórum de Negócios da CPLP, “Angola Business Forum”, a ter lugar no dia 6 de Julho do ano corrente, em Luanda, capital angolana.
    Para fazer face aos desafios que se colocam a Moçambique, no dia 21 de Junho, a CTA reuniu-se com os presidentes e vice-presidentes das associações, federações e câmaras de comércio, membros da CTA, para juntos analisar, discutir e concertar sobre o facto de Moçambique ficar Presidente da Confederação Empresarial da CPLP.
    Durante a reunião de 21 de Junho, foi decidido que o Presidente da Associação Industrial de Moçambique (AIMO), Carlos Simbine irá representar a CTA na Confederação Empresarial da CPLP por já estar filiado à mesma. De referir que, a AIMO é membro-fundador da CTA.

  • Moçambique participa na 25ª Edição da FIA – Feira Internacional de Artesanato de Lisboa…

    Moçambique irá participar de 30 de Junho a 8 de Julho do corrente ano na FIA, edição de 2012. A participação Moçambicana na FIA enquadra-se nos esforços do país de promoção das industrias culturais e criativas ao nível internacional. Moçambique estará representado por várias empresas de produção e comercialização de artesanato.

  • Governo quer produzir combustíveis líquidos a partir de carvão

    O governo de Moçambique encomendou um estudo para a construção de uma fábrica para produzir o equivalente a 40 mil barris de combustíveis e subprodutos químicos por dia a partir do carvão de qualidade inferior extraído na província de Tete, afirmou segunda-feira em Maputo o ministro da Energia.

  • Professores deixam de leccionar para trabalhar na indústria extractiva

    Para já não há dados estatísticos, mas o facto é que o Ministério da Educação já está a perder professores a favor do sector de recursos minerais que ao longo dos últimos 10 anos se vem impondo em Moçambique.
    Atraídos pelos melhores salários na indústria extractiva, alguns professores ao longo do ano lectivo abandonam a carreira e juntam-se aos projectos de pesquisa e exploração mineira no centro e norte do país. Na sua maioria, segundo o Director Nacional de Formação de Professores no Ministério da Educação, são docentes de ciências naturais.

    Para travar este problema e assegurar que os alunos tenham uma aprendizagem geradora de capacidades e inovação, o Ministério da Educação vai lançar, esta semana, um estudo com a duração de 12 meses, no qual pretende de forma mais detalhada analisar a situação do professor em Moçambique.

    Trata-se de um estudo que vai ser realizado por técnicos do Ministério das Finanças, da Planificação e Desenvolvimento e do Instituto Nacional de Estatística.

  • Mphanda Nkuwa e “espinha dorsal”: Governo negoceia acordos de energia

    As autoridades moçambicanas estão a negociar acordos de venda de energia aos países vizinhos para assegurar o financiamento de dois importantes projectos eléctricos, nomeadamente a construção da barragem hidroeléctrica de Mphanda Nkuwa e a linha de transporte Tete-Maputo.

  • Standard Bank adere à Janela Única

    O Standard Bank é o mais recente Banco comercial a aderir ao sistema electrónico de cobrança de impostos, a Janela Única Electrónica (JUE).
    Numa cerimónia bastante concorrida, ocorrida na última sexta-feira, o presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes e o administrador executivo do Standard Bank, Ken Cockerill, assinaram o acordo de adesão deste Banco ao sistema tecnológico de colecta de receitas, de forma a permitir que os seus clientes, ligados ao comércio externo, beneficiem das vantagens do sistema, entre as quais as facilidades em relação ao pagamento de impostos e a celeridade no processo de desalfandegamento de mercadorias.
    No âmbito da parceria entre as duas instituições, o administrador executivo do Standard Bank afirmou que “a assinatura do acordo é uma clara demonstração do comprometimento do Standard Bank em ser um parceiro do Estado, colocando à disposição dos agentes económicos os seus canais ao nível nacional”.
    Por seu turno, o presidente da Autoridade Tributária disse que a adesão do Standard Bank à JUE vai contribuir para a aceleração do processo de bancarização aduaneira, que se traduzirá na transparência e integridade na transmissão dos activos públicos, bem como numa maior sustentabilidade e competitividade da economia nacional.
    Segundo foi dado a conhecer, de Janeiro a Maio do presente ano, a JUE apresentou uma produtividade de 25% em relação às metas previstas pelas Alfândegas. Foram igualmente formados mais de 1400 profissionais, entre os quais funcionários aduaneiros e despachantes aduaneiros, com o objectivo de responder às necessidades em termos de recursos humanos, para o projecto da Janela Única Electrónica. Particularmente em relação ao sector bancário, foram capacitados 178 profissionais, o que corresponde a 12% do número total.
    O projecto da Janela Única Electrónica, implementado pela MCNet, uma parceria publico-privada, permite a submissão de informação standartizada, através dum único ponto de contacto, estando a ter impactos significativos na melhoria do ambiente de negócios em Moçambique, permitindo a redução do tempo de desembaraço de mercadorias e a diminuição dos custos operacionais no País.

  • Banco de Moçambique desce taxas de juro de referência

    O Banco de Moçambique voltou a reduzir as taxas de juro de referência, variáveis que definem o preço do crédito bancário no mercado.
    Esta é a quarta vez que o Banco Central desce as taxas de juro e a terceira vez consecutiva, tendo sido as anteriores nos meses de Dezembro de 2011, Março e Abril deste ano.

  • Por uma gestão integrada do turismo

    Por uma gestão integrada do turismo

    Realizou-se ontem, dia 7 dia, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, a III Reunião Nacional do Turismo, sob a orientação de Fernando Sumbana Júnior, ministro do Turismo de Moçambique, com o lema “Por um Turismo Dinamizando a Economia Nacional”.

    Como corolário dos debates sobre os temas da III Reunião Nacional do Turismo, ficaram registadas como principais constatações e recomendações:

    1. É preciso ter em conta os três elementos que garantem a dinâmica do desenvolvimento do sector designadamente, a formação, a capacitação e o bem servir.
    1. Deve-se ter em conta o tipo de formação necessário no sector do turismo, definir as prioridades de formação, garantindo que esta seja realizada em três níveis: o básico, médio e superior.
    1. Os gestores das estâncias turísticas não têm cultura de formar os trabalhadores do sector do turismo. É preciso que haja formação para o trabalhador e para o próprio empregador. O sector do Turismo esta conjugar esforços para atingir 4 milhões de visitantes por ano até ao ano de 2020;
    1. Nos últimos 4 anos o foco do turismo mudou por força das indústrias extractivas;
    1. A lista negra em que se encontram as companhias aéreas nacionais dificultam a vinda de turistas ao país;
    1. O grande desafio para o desenvolvimento das APITS são as infraestruturas, os recursos humanos e a mitigação do conflito homem-fauna bravia;
    1. Existe dificuldade na aquisição do título de uso e aproveitamento da terra (DUAT);
    1. O preço para a emissão de vistos de entrada ao país tende a subir, o que contraria a política do turismo que visa atrair mais visitantes;
    1. A actuação da PRM como factor de constrangimento dos turistas;
    1. Os projectos Kapulana são uma iniciativa do Governo mas, qualquer interessado que tenha capacidade financeira pode contactar o INATUR para detalhes técnicos da sua implementação;
    1. No âmbito de alocação dos 7 milhões, constata-se que existe pouco investimento nos distritos com grande potencial turístico
    2. Deve-se estabelecer uma Combinação entre a cultura e o turismo;
    1. Para que a tendência de entrada de turistas se mantenham evolutiva, é necessário que se tenha em conta os seguintes aspectos:
    1. Formação na área de hotelaria,
    1. Estabecimento de segurança,
    1. Promoção dos destinos turísticos e
    2. Desenvolvimento das vias de comunicação e transportes.
    1. Referiu-se comparativamente ao turimos internacional o turismo domestico é o que melhor segurança transmite ao sector visto que não é muito susceptivel as oscilações económicas.
    1. Uma implementação bem sucedida de uma Plataforma informática de Gestão de Destinos Turísticos em Moçambique, assegurará a comunicabilidade, adaptabilidade e integralidade com o Sistema Nacional de Pagamentos, e-tributação, Janela Única Electrónica, que inclui a Janela Unica do Turismo, para a gestão do comércio externo, envolvendo a Migração e outras janelas nacionais de interesse estratégico.
    2. Muitas estâncias turísticas funcionam com regime de reservas e de pagamento fora do país, vindo o turista para Moçambique somente disfrutar das condições climáticas e das infra-estruturas erguidas, ficando toda a receita fora do país e sem registo mesmo para efeitos da balança de pagamentos.
    3. Ao longo de todo país, sobretudo da nossa bela costa marítima, existe uma proliferação de estâncias turísticas a exercer actividade de oferta de hospedagem numa base informal, isto é, sem o competente registo e sem o cumprimento das obrigações fiscais.

    18. Na implementação de projectos turísticos há maior preocupação com os aspectos económicos em detrimento dos aspectos ambientais.

    19. No concernente à prática da actividade agrícola no interior das AC’s, realça-se a incompatibilidade desta com as actividades de conservação. Assim sendo, fomentar a sua prática significaria promover o desenvolvimento desses assentamentos colocando em risco os objectivos de conservação

    20. Existe falta de sensibilidade do MPD no processo de planificação das actividades das áreas de conservação, factor este que dificulta o acesso a fundos para operacionalização das actividades com vista a consmervação dos recursos;

    § As actividades económicas como o turismo e mineração podem ser combinados e desenvolvidas em harmonia desde que não prejudiquem a conservação dos recursos naturais;

  • Concurso público para a atribuição de títulos mineiros de prospecção e pesquisa geológica de carvão

    O Ministério dos Recursos Minerais (MIREM) acaba de lançar um concurso público para a atribuição de títulos mineiros de prospecção e pesquisa geológica de carvão, na bacia carbonífera do Médio Zambeze, em Tete, centro-norte de Moçambique. Segundo uma nota de imprensa do MIREM, citada pela Agência de Informação de Moçambique (AIM), os títulos do concurso, direccionados aos moçambicanos, serão atribuídos aos que apresentarem as melhores propostas.

    O prazo para a entrega das propostas, que iniciou no passado dia 01 de Junho, via até ao dia 27 do mês em curso. Aquele órgão central refere, na mesma nota, que a decisão do Governo de restringir o concurso aos moçambicanos constitui uma forma de os envolver no negócio, medida que permitirá, por conseguinte, tirar vantagens directas na exploração dos recursos minerais nacionais.