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  • Karpowership apoia Crianças de Orfanato em Nacala

    Empresa doa bens alimentares a Crianças do Orfanato African Muslim Agency de Nacala no âmbito das comemorações do Eid Al-Adha

    A Karpowership doou bens alimentares de primeira necessidade às Crianças do Orfanato African Muslim Agency, em Nacala. Esta é mais uma acção solidária no âmbito do programa de responsabilidade social da empresa e está associada à celebração do Eid Al-Adha, festa muçulmana que acontece após a realização do Haje, a peregrinação anual a Meca.

    A Karpowership ofereceu, no passado dia 13 de Agosto, alimentos de primeira necessidade como arroz, massa, açúcar, farinha, bolachas e sumos, entre outros, que beneficiam mais de 90 Crianças dos 6 aos 18 anos e que são acolhidas por esta instituição.

    Os responsáveis da Karpowership afirmaram que a iniciativa vem no seguimento de outros projectos de responsabilidade social que a empresa está a desenvolver no país e em Nacala e que têm como objectivo contribuir activamente para a melhoria das condições de vida das comunidades.

    A empresa esteve na linha da frente no apoio às vítimas do Ciclone Idai tendo enviado alimentos e outros bens de primeira necessidade integrando o navio de ajuda humanitária que partiu de Maputo apenas alguns dias após a calamidade.Posteriormente a Karpowership mobilizou esforços para apoiar as vítimas do Ciclone Idai tendo doado vales de compras a 400 famílias do Bairro de Chipangara, na Beira.

    A empresa aproveitou o evento de entrega de alimentos no Orfanato African Muslim Agency de Nacala para reforçar o seu compromisso de continuar a trabalhar no apoio à população de Nacala.

    A Karpowership fornece energia à cidade de Nacala e à região norte do país, enquanto fortalece a rede elétrica em toda aquela área.

    Sobre a Karpowership

    A Karpowership é proprietária, operadora e construtora da única frota Powership ™ (estação eléctrica flutuante) no mundo e desempenha um papel activo em investimentos de médio e longo prazo; fornecendo acesso rápido, electricidade acessível e confiável. Actualmente, a Karpowership possui e opera 22 Powerships com capacidade instalada superior a 3.500 MW e outros 5.000 MW estão em construção ou em andamento. Com mais de 2.500 colaboradores no mundo; a Karpowership está operacional em Indonésia, Líbano, Moçambique, Gana, Serra Leoa, Guiné-Bissau, Gâmbia e Caraíbas.

  • BCI e a Coca-Cola juntos pelo crédito

    O BCI e a Coca-Cola Moçambique celebraram na quinta-feira, 8 de Agosto, na sede do Banco, em Maputo, um memorando de entendimento que, entre outros, formaliza o lançamento oficial do cartão de crédito Private Label Coca-Cola.

    Para Luís Aguiar, administrador do BCI, “ao formalizarmos este Protocolo de Parceria, pretendemos sinalizar o compromisso do BCI no sentido de continuar a apoiar o desenvolvimento económico e social de Moçambique, ao lado de uma empresa de referência como é a Coca-Cola Moçambique com a qual temos agora o privilégio de trabalhar na concretização de projectos capazes de responder eficazmente aos desafios ditados pelas novas tendências do Negócio e do Mercado”.

    Já o director financeiro da Coca-Cola,Duncan Neville Wyness, mostrou-se satisfeito com o protocolo firmado que, segundo afirmou, vai ajudar a Coca-Cola a atingir os seus objectivos, facilitando a vida dos seus clientes e reduzindo riscos de crédito.

  • Barclays inaugura nova sede

    O Barclays Bank Moçambique, parte do Grupo ABSA, inaugurou oficialmente os seus novos escritórios, ontem, 7 de Agosto, num evento que contou com a presença de Filipe Nyusi, Presidente da República de Moçambique, entre outros convidados.

    A sede do Banco situa-se nas icónicas Torres Rani, em Maputo, e visa proporcionar um novo ambiente de trabalho, oferecendo aos seus colaboradores mais comodidade e modernidade. Esta é a concretização de um objectivo enunciado pelo Banco há algum tempo, que pressupõe a modernização das suas instalações e cujo projecto já se faz sentir um pouco por todo o país, com dezenas de agências renovadas recentemente e que continuará com a remodelação total do seu património, incluindo outras áreas modernas de funcionamento de serviços centralizados.

    A inauguração deste novo espaço de trabalho surge num período de grandes mudanças para o Barclays, que tem vindo também a lançar várias soluções digitais modernas e a investir fortemente na formação dos seus quadros. Como parte da grande família Absa, o banco tem vindo a aumentar o seu comprometimento com o continente africano e, em particular, com Moçambique.

    Na ocasião, o Chefe do Estado afirmou que “os novos escritórios do Barclays Bank Moçambique vão criar comodidade aos utentes e colaboradores", facto que torna o banco "numa das melhores instituições financeiras de Moçambique e do mundo, inspirando confiança aos seus clientes”.

    “A inauguração dos novos escritórios do Barclays Bank Moçambique, que hoje testemunhamos, é uma demonstração do nosso compromisso com o desenvolvimento e crescimento de Moçambique. Fazemos parte do tecido de Moçambique há mais de 40 anos. Somos parte integrante do crescimento do nosso país e da sua economia. Nascemos e crescemos com esta nação e sempre estivemos presentes em todos os grandes momentos, e em todas as províncias deste belo País”, afirmou Luísa Diogo, presidente do Conselho de Administração do Barclays Bank Moçambique.

    Luísa Dias Diogo enfatizou ainda: “Reitero o meu especial e sincero agradecimento a cada um dos nossos colaboradores, as nossas pessoas, que todos os dias investem a sua experiência e se entregam de forma corajosa, transformando os obstáculos em soluções, de forma apaixonada por tudo o que fazem e, de forma sempre preparada para melhor servir os nossos clientes. Sem vocês, nada disto seria possível”.

  • Barclays Bank Moçambique apoia programa Networking PME

    Cerca de 100 Pequenas e Médias Empresas moçambicanas aderiram, na passada Terça-feira, 30 de Julho, na cidade de Maputo, a um programa de orientação e aconselhamento sobre como navegar o sector bancário e as soluções de financiamento a curto, médio e longo prazo, existentes para garantir a continuidade dos seus negócios.

    Trata-se do programa Networking PME, implementado pelo Instituto Para a Promoção das Pequenas e Médias Empresas (IPEME) e apoiado pelo Barclays Bank Moçambique.

    Neste programa, as PME apresentaram os seus serviços e produtos, estabeleceram novos contactos e tiveram oportunidade de analisar com o banco, sobre como ultrapassar as suas adversidades e ainda, como funciona o sistema financeiro bancário.

    Esta é mais uma iniciativa de suporte e impulso ao segmento das PME, apoiada pelo Barclays Bank Moçambique, como provedor de soluções financeiras e de investimento.

  • Standard Bank leva 3.000 crianças a jogar ténis

    O Standard Bank lançou, segunda-feira, 5 de Agosto, na Escola Primária Completa (EPC) de Guaxene, no distrito autárquico da Katembe, em Maputo, a segunda edição do projecto “Massificação de Ténis”, que vai abranger três mil crianças de 12 escolas primárias da província e cidade de Maputo.
    Esta edição, segundo Alfredo Mucavela, director de Marketing e Comunicação do Standard Bank, representa o alargamento da base de descoberta de talentos, bem como a continuidade do projecto, pois as seis escolas da primeira edição vão, igualmente, participar na prova.
    “A nossa filosofia de trabalho não muda. Através da Federação Moçambicana de Ténis continuaremos a providenciar todas as condições logísticas para o sucesso do projecto. Para nós, Standard Bank, massificação significa trazer o ténis de onde tradicionalmente se tem praticado, para onde as pessoas estão. Este movimento é para ensinar as crianças a praticarem o ténis de forma massiva”, referiu o director de Marketing e Comunicação.
    Por sua vez, Jonas Alberto, vice-presidente da Federação Moçambicana de Ténis (FMT), agradeceu o esforço notável do Standard Bank ao promover a massificação da modalidade, cujos frutos já se fazem sentir.
    “Cada vez mais atletas têm visitado o Clube de Ténis de Maputo por causa da mediatização do Standard Bank e gostávamos que continuassem a apostar em nós. Estamos motivados e empenhados para que o projecto seja um sucesso”, considerou Jonas Alberto.
    José Seiuane Júnior, secretário Permanente do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MEDH), disse que a iniciativa do banco é louvável, porque desdramatiza a elitização da modalidade e incentivou aos alunos da EPC de Guaxene a praticarem o ténis, porque o Standard Bank já criou todas as condições para o efeito, que mostra o cometimento e o desiderato na massificação de ténis, nas escolas.
    “O sector de educação louva este gesto do Standard Bank, porque o projecto vai criar incentivo nos alunos em ter gosto pelo desporto”, frisou José Seiuane.
    Gizelda Valeriano, aluna beneficiária do projecto de massificação, mostrou-se feliz com a iniciativa do Standard Bank, ao abranger a sua escola, tendo na ocasião apelado aos gestores do banco, para a necessidade de envolver mais escolas do seu distrito autárquico.
    Importa referir que na primeira edição o projecto de massificação de ténis abrangeu 6 escolas e 800 alunos, dos 6 aos 14 anos de idade, que foram apoiados por professores de educação física e monitores da FMT, tendo os melhores alunos sido apurados para participar no Standard Bank Open.
    A presente edição do projecto de massificação de ténis conta com a participação das escolas EPC 4 de Outubro, EPC Tunduro, Christian Academy in Mozambique, EPC Guaxene, EPC Acordos de Roma, EPC Guava, EPC Lhanguene Centro, EPC Lhanguene Piloto, EPC Minkadjuine, EPC Bagamoyo, Escola Primária Amilcar Cabral e EPC Wiryamu.

  • Sasol apoia delegação de Inhambane aos Jogos escolares

    A Sasol procedeu no domingo último com a entrega de equipamento desportivo para a delegação da Província de Inhambane ao Festival dos Jogos Desportivos Escolares a decorrer na Província de Manica, à partir de 9 de Agosto de 2019, em cerimónia presidida pelo Governador da província de Inhambane, Daniel Chapo, entre outras individualidade do Governo provincial, e em representação da Sasol, o Director Geral Ovidio Rodolfo.

    Com este apoio a delegação de Inhambane composta por 280 membros vai competir em oito modalidades desportivas, nomeadamente, andebol, atletismo, basquetebol, futebol, ginástica, jogos tradicionais, voleibol e xadrez, em ambos sexos, resultado de um amplo movimento desportivo.

    Na ocasião, Ovidio Rodolfo, referiu que “a iniciativa de patrocinar as delegações de Inhambane é uma clara demonstração de como nós, na Sasol, estamos comprometidos no apoio aos objectivos gerais do Governo de Moçambique para o desenvolvimento humano, e está em consonância com os objectivos estratégicos do negócio da Sasol de enaltecer a nossa marca, inspirar criatividade e inovação, bem como criar oportunidades únicas para fortalecer o noss relacionamento”.

    Desde 2003, a Sasol tem sido o patrocinador oficial da Delegação da Província de Inhambane para os Jogos Desportivos Escolares, e neste ano, o patrocinio teve um custo total de cerca de 3 milhões de meticais.

    De recordar que em Julho último, a Sasol juntou-se a vários outros patrocinadores nacionais para permitir que a seleção nacional de basquetebol sub-19, em femininos, pudesse estar presente no Campeonatodo Mundo de 2019, na Tailândia.

  • “Vozes pela Saúde” premeia vencedores da 1ª edição

    Foram conhecidos na segunda-feira, 5 de agosto, os vencedores do concurso “Vozes pela Saúde”, uma iniciativa da Empodera Moçambique e do Ministério da Saúde (MISAU). A cantora Mingas recebeu o Grande Prémio (Prémio Saúde) e o primeiro prémio da categoria “Música sobre Saúde Materno Infantil”, no valor de 75 e 45 mil meticais, respectivamente.

    Na categoria HIV/Sida, com a músiva “HIV”, Mr. Bow ficou com o primeiro prémio; e o 2º foi para o tema “Awulongui” de Benilde Muhate.

    Luizinho Marrengula foi o único premiado na categoria Tuberculose, com a música “Tuberculose”; e Pinto Baltazar ficou em segundo lugar, com o tema “A educação sexual”, na categoria “Saúde Materno Infantil”.

    Com o tema “Evite a Malária”, Sebastião Damas ganhou o primeiro prémio, e Dick Niggaz, com a música “Malária Mata”, foi o 2º classificado.

    Na qualidade de anfitrião do evento, Luís Aguiar, Administrador do BCI, reiterou o apoio do BCI “cuja missão é, para além do negócio que desenvolvemos todos os dias, de contribuir activamente para o desenvolvimento económico e social de Moçambique”.

    A directora de programas da Empodera, Eunice Matavele, referiu que estainiciativa tem em vista incentivar os músicos moçambicanos a produzirem composições musicais com mensagens de prevenção de doenças, e de engajamento dos cidadãos, na luta contra práticas mais prejudiciais à saúde individual e colectiva.

    Já a ministra da Saúde, Nazira Abdula, saudou os músicos pelo seu envolvimento, salientando que “o vossos esforço de, através da arte, contribuírem para um Moçambique cada vez mais saudável, vem honrar os sacrifícios de todos os profissionais de saúde que promovem assistência sanitária às nossas populações, mesmo diante de adversidades”. A ministra anunciou que “Moçambique entrou na transição demográfica que está sendo acompanhada de mudança de perfil de doenças, que é a transição epidemiológica. O número de pessoas que sofrem de doenças não transmissíveis está a aumentar, causando morte prematura a muitos moçambicanos”. Encorajou as acções desenvolvidas por organizações parceiras, no sentido de prover às populações informação que lhes permita adoptar hábitos saudáveis, conduzindo, deste modo, a um diagnóstico atempado, em caso de qualquer enfermidade: “como é sabido, o diagnóstico tardio, motivado, em muitas situações, pela falta de informação que permita ao cidadão detectar os sintomas iniciais de uma determinada doença é a causa do nosso insucesso, muitas vezes, na cura de alguns doentes”. A finalizar, Abdula disse esperar que nas próximas edições do Concurso haja mais categorias. “Para além das doenças transmissíveis e não transmissíveis preocupa-nos por exemplo a venda ilícita de medicamentos; a posse irresponsável de animais por parte de algumas famílias. Animais não vacinados são um grande perigo para a nossa saúde. Quero acreditar que se cada um de nós estivesse suficientemente informado sobre os efeitos da raiva não poderia permitir que o seu vizinho tivesse um cão ou um gato que não estejam vacinados”.

  • Procura de acções da CDM ultrapassou expectativas

    A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) anunciou, na quarta-feira, 7 de Agosto, que a procura pelas acções emitidas no âmbito da oferta pública de subscrição, lançada pela empresa Cervejas de Moçambique (CDM), superou as expectativas, tendo atingido os 124,5 por cento.

    Foram, no total, emitidas 36.762.972 acções, mas a procura ascendeu a 45.771.294 novas acções, revelando, assim, a apetência dos accionistas em investir na empresa, com recurso a instrumentos da bolsa.

    O período de subscrição das acções, que representam, aproximadamente, 30,190 por cento do actual capital social da CDM e cuja oferta era dirigida exclusivamente aos accionistas da empresa, decorreu entre os dias 22 de Julho e 5 de Agosto, com o valor nominal unitário de 2,00 MZN (dois meticais).

    Para a Bolsa de Valores de Moçambique (BVM), esta oferta pública de subscrição, que constitui o segundo aumento de capital social através da emissão de novas acções efectuado pela CDM e a segunda maior operação de financiamento no País, vem reforçar o papel do mercado de capitais na economia moçambicana.

    “Muitos cidadãos, incluindo empresários e investidores, não entendem o papel de uma bolsa de valores numa economia de mercado florescente, assim como no aprimoramento do clima de negócios e investimentos, no financiamento às empresas em condições mais vantajosas, na dispersão do risco de investimento, na diversificação da aplicação das poupanças e na viabilização de projectos exigentes em termos de capital”, sublinhou Salim Valá, presidente do Conselho de Administração da BVM.

    Na ocasião, o director-geral da Cervejas de Moçambique, Pedro Cruz, explicou que a empresa recorreu ao mercado de valores mobiliários para materializar o projecto de construção da sua quarta fábrica, localizada na província de Maputo, distrito de Marracuene, localidade de Matalane.

    Para Pedro Cruz, “esta operação simboliza a confiança e a aposta no desenvolvimento do mercado de valores mobiliários no País, bem como a vontade de partilhar os seus benefícios económicos com todos que intervêm na sua cadeia de valor, tais como os agricultores de milho e mandioca, os armazenistas e retalhistas, entre outros”.

    A decisão, acrescentou o director-geral da CDM, baseou-se na contínua trajectória de crescimento da empresa, na estabilidade fiscal do País, assim como no quadro fiscal, que é propício ao investimento.

    Esta operação foi estruturada e liderada pelo Standard Bank, que colocou o seu conhecimento e experiência ao serviço do mercado de valores mobiliários, em particular, e da economia nacional, no geral.

    Segundo Chuma Nwokocha, administrador delegado do Standard Bank, mais do que estruturar e liderar acções deste género, o banco tem desenvolvido acções com vista à promoção da Bolsa de Valores de Moçambique como uma fonte alternativa de financiamento e de diversificação de fontes de rendimento para particulares e empresas, respectivamente, como é o caso do workshop promovido em Maio último.

    “Ao longo destes 125 anos de operações em Moçambique, o Standard Bank já estruturou várias operações na área de mercado de capitais, tendo sido pioneiro na estruturação do papel comercial, um outro instrumento bolsista ainda pouco usado pelas empresas”, disse Chuma Nwokocha.

    Importa realçar que a CDM é, actualmente, a empresa com maior peso na capitalização bolsista, com 23.2 por cento, e a que detém o título mais negociado no mercado da bolsa.

    NA FOTO: Pedro Cruz, Dir. geral das CDM

  • Sessão de Filmes Moçambicanos: A HISTÓRIA DE UM MINEIRO

    Haverá uma sessão do filme
    A HISTÓRIA DE UM MINEIRO
    do
    Gabriel Mondlane
    no Cinema Scala,

    Sexta 09/08
    Sábado 10/08,

    às 18h30.

    Joaquim, mineiro moçambicano a trabalhar na África do Sul, descobre que contraiu o HIV e decide voltar a casa 4 anos depois da sua última visita para dizer à sua primeira mulher e aos restantes familiares que é seripositivo.

    BILHETES

    A entrada será feita por bilhetes ao valor de:

    150 MT – NORMAL
    50 MT – ESTUDANTE

    Os interessados, poderão reservar por via:

    • Scala Cine-Teatro (associacaoscala
    • Telefone 823190190.

    Os nomes das reservas confirmadas ficarão registados numa lista que estará na bilheteira do Cine-Teatro Scala a partir de terça feira onde os bilhetes se poderão levantar. De igual forma, qualquer pessoa poderá adquirir um bilhete no local.

    Traga um amigo também.

  • Maputo acolhe World Press Cartoon

    Exposição de referência no mundo do humor gráfico de imprensa chega a Moçambique com oMillennium bim e vai estar aberta ao público de 25 de Julho a 23 de Agosto.

    O Camões – Centro Cultural Português em Maputo vai acolher, durante cerca de um mês, a exposição “World Press Cartoon 2018. Os Melhores Cartoons do Ano”. A exposição foi inaugurada no passado dia 25 de Julho, tendo contado com a presença de Rui Paulo da Cruz,director e responsável pela comunicação e relações internacionais do World Press Cartoon.

    Em exibição vão estar 80cartoons de autores de mais de 30 países dos diferentes continentes que poderão ser visitados até ao dia 23 de Agosto, numa iniciativa que conta com o apoio do Millennium bim, tratando-se de um dos maiores e mais prestigiados concursos de desenho animado da imprensa mundial. Em

    As publicações são seleccionadas por um júri internacional que escolhe os melhores cartoons entre centenas de obras apresentadas a concurso no World Press Cartoon.Os desenhos compõem um olhar sarcástico e humorado do mundo, debruçando-se sobre temas e protagonistas da actualidade.

    O cartoon “Liberdade de Expressão”, da autora italiana Marilena Nardi, que em 2018 foi distinguido com o Grand Prix, primeiro prémio na categoria Cartoon Editorial, vai integrar esta exposição em Moçambique. Nardi foi a primeira mulher a receber um Grand Prix do World Press Cartoon.

    João Pignatelli, Director do Centro Cultural Portuguêsque acolhe esta edição do World Press Cartoon refere “estamos muitos satisfeitos por ter conseguido trazer esta importante exposição a Moçambique, que tanto sucesso tem feito em outros países” e acrescenta sobre esta iniciativa “nesta mostra que aqui acolhemos estarão representadas caricaturas, cartoonse desenhos que fizeram parte da história de um ano, são olhares de diferentes culturas em que os cartoonistas retractaram com humora realidade do dia-a-dia do Mundo”.

    De acordo com Rui Fonseca, PCA do Millennium bim, “É arte que transporta muito talento. A arte não tem fronteira, a cultura não tem fronteiras e por isso é um privilégio ter o mundo inteiro exposto aqui. É um privilégio do Millennium bim poder apoiar o World Press Cartoon e ter abraçado esta iniciativa”.

    Rui Paulo da Cruz, Director e responsável pela comunicação e relações internacionais do World Press Cartoon, considera que “é uma oportunidade para observar em detalhe obras de elevada qualidade gráfica, através das quais autores de diversas culturas observam e criticam os temas e os protagonistas da actualidade, com caricaturas para todos os gostos”.

    Paralelamente à exposição, Rui Paulo da Cruz irá dinamizar, no dia 26 de Julho, às 16h00, uma conferência seguida de debate intitulada “Cartoons contra a Monotonia”. O objectivo é debater o papel do cartoon na imprensa e a sua importância na defesa da liberdade de expressão.

    A exposição “World Press Cartoon 2018. Os Melhores Cartoons do Ano”, que conta também com o apoio do Meliã Maputo Sky, ficará patente até dia 23 de Agosto, de segunda a sexta-feira, entre as 11h00 e as 18h00, e terá entrada livre.

  • Plataforma ‘Womenice’ surge para empoderar a Mulher

    Foi lançada na terça-feira, 30 de Julho, no auditório do BCI, em Maputo, a plataforma Global "Womenice" virada para o empoderamento da mulher. No mesmo evento decorreu uma palestra inspiracional orientada pela mentora da iniciativa, Tânia Tomé.

    Tomé, a única falante do português ao nível desta rede global, referiu que “nós somos embaixadoras em Uganda, na Nigéria, em Português, no Brasil, em cabo Verde e em particular aqui em Moçambique”. Explicou ter sido oportuno “criarmos um instrumento que fosse uma plataforma moçambicana global que se tornasse global a tal ponto que de Moçambique possa ser disseminado para os outros lugares. E se falo de Moçambique falo das mulheres que se transformem” – disse, salientado que “conseguimos ver que as mulheres ainda não ocupam integralmente posições de liderança. Ainda enfrentam desafios no acesso à educação”. E esclareceu: “Hoje estamos precisamente nesta sala, num espaço urbano, mas nas zonas rurais estará uma mulher a tentar convencer o seu pai de que ela é capaz, que tem condições para estudar. Portanto toda esta realidade deve ser transformada, mas ela não vai ser transformada por uma única voz. Não vai ser transformada apenas por mulheres, os homens fazem parte deste crescimento”.

    Já o representante do BCI, Luís Aguiar, afirmou que “o BCI interpreta a sua Responsabilidade Social como um compromisso, de facto, com o país e com as diversas comunidades em que está inserido”. E prosseguiu: “a forma de expressar este nosso posicionamento traduz-se em actos de natureza muito diversa, como o apoio a projectos e iniciativas socialmente relevantes em vários domínios como a educação, a saúde, a cidadania, a inovação, o empreendedorismo, entre outros. Todos estes são pilares fundamentais com os quais obviamente nos identificamos. Neste contexto, o apoio que o BCI concede ao Projecto “Womenice” não constitui um acto isolado. Trata-se de uma acção que se integra na forma de estar do Banco, e que se traduz na preocupação em promover, em particular, a mulher moçambicana, valorizando as suas competências para as melhores condições de exercício da sua actividade profissional”.

  • Magistrados debatem limites na articulação funcional entre o juiz e o procurador da República

    Os limites na articulação funcional entre o juiz e o procurador da República foram objecto de debate, numa mesa redonda, promovida, na sexta-feira, 2 de Agosto, em Maputo, pelo Centro de Formação Jurídica e Judiciária, em parceria com a Associação Moçambicana de Juízes (AMJ), com vista a melhorar, cada vez mais, a articulação entre as instituições do sector, no País.
    Trata-se de uma acção enquadrada nas actividades do Centro de Formação Jurídica e Judiciária, que coincide com os objectivos da AMJ, no contexto da elevação constante do nível de conhecimento técnico dos juízes em Moçambique.
    A propósito, Carlos Mondlane, presidente da AMJ, referiu que os limites na articulação funcional entre o juiz e o procurador da República têm sido temas de debate um pouco por todo o mundo e Moçambique não podia ser uma excepção: "Há quem diz que, muitas vezes, as nossas ligações exacerbam aquilo que ditam as leis, os códigos de ética e deontologia das profissões, e para discutirmos, trazendo uma perspectiva não só nacional, num evento que reúne juízes, procuradores, advogados e outros actores jurídicos, como professores e estudantes", disse, destacando que as conclusões da mesa redonda vão contribuir para a melhoria do quadro jurídico nacional, no que toca à articulação entre as instituições.
    Um dos principais oradores da mesa redonda, Walter Claudius Rothenburg, membro do Ministério Público Federal do Brasil, sustentou que a articulação entre o Ministério Público e a magistratura dos juízes é uma conversa absolutamente normal e espontânea que as pessoas de boa fé devem ter também com os advogados e com a sociedade civil, mas sempre pautada pela legalidade e pela ética.
    "Se verificarmos, por meio desta articulação, que há comprometimento, por exemplo da impessoalidade, da separação de poderes, isso, do ponto de vista jurídico, pode ser tão grave que pode ensejar a nulidade de um processo e pode inclusive ensejar a responsabilização pessoal das partes envolvidas", sublinhou.
    Por sua vez, Ubiratan Cazetta, procurador da República no Estado de Pará, Brasil, explicou que a intenção é debater o que é o limite de dois agentes do Estado, em busca do melhor resultado e daquilo que de alguma forma possa prejudicar o réu ou arguido.
    "A experiência brasileira demonstra que há um limite visível em que o importante é lembrar sempre o interesse colectivo da sociedade, sempre protegendo a defesa, o arguido, para que ele tenha direito a uma justiça real", enfatizou.
    Em casos em que a defesa seja prejudicada, conforme argumentou Ubiratan Cazetta, é necessário reconhecer que a justiça não se fez: "Então é importante que nós estejamos muito claros que o facto de termos em actuação dois agentes do Estado, o magistrado do Ministério Público e o magistrado judicial, não significa que eles estejam livres da amarra ética que nos separa e que garante ao cidadão o direito de ser julgado com equidade, com distância e que garanta aos advogados a capacidade de exercer uma defesa completa", concluiu.

  • Plantio de árvores: Contribuindo para a reversão dos efeitos do aquecimento global

    O projecto “Plantio de Árvores”, promovido pelo Standard Bank com o objectivo de contribuir para a consciencialização das comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente, escalou na sexta-feira, 2 de Agosto, as escolas primárias completas de Minkadjuine e Bagamoyo-Matola, nas cidades de Maputo e Matola, respectivamente, onde foram plantadas 120 árvores de diferentes espécies, entre casuarinas, acácias, palmeiras e fruteiras.
    Trata-se de uma iniciativa que prevê o plantio de mais de 3.000 árvores nalgumas rodovias, universidades e escolas primárias e secundárias das cidades de Maputo, Matola e Beira.
    A escolha das escolas como parte das instituições e locais beneficiários do projecto visa incutir nos alunos hábitos ambientalmente saudáveis e responsáveis, e, por via disso, torná-los disseminadores no seio das suas famílias e comunidades.
    Conforme explicou o director de Marketing e Comunicação do Standard Bank, Alfredo Mucavela, ao ensinar aos alunos, em particular, e às crianças, no geral, a importância e os benefícios das árvores, o banco pretende contribuir para a reversão dos efeitos do aquecimento global.
    “Está provado que o aquecimento global, as tempestades, as chuvas intensas, a seca, entre outros fenómenos severos têm como uma das causas o abate indiscriminado de árvores, e o Standard Bank acredita que, com estas acções, poderá contribuir para a redução do aquecimento global, bem como para a protecção da camada de ozono”, frisou o director de Marketing e Comunicação do Standard Bank.
    Na ocasião, Alfredo Mucavela assegurou que o banco vai continuar a promover iniciativas do género “até sentirmos que contribuímos, realmente, para a melhoria do nosso meio ambiente, por isso escolhemos as escolas porque temos a certeza de que estes alunos vão cuidar destas árvores e, quiçá, replicar este gesto nas suas comunidades”.
    Por seu turno, a direcora da Escola Primária Completa de Bagamoyo-Matola, Leta Augusto, considerou que a importância desta iniciativa não reside somente na preservação e protecção do meio ambiente, mas também na melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
    “Quando os professores estiverem a leccionar conteúdos ligados às ciências naturais, onde falam, por exemplo, da conservação das plantas e do meio ambiente, os alunos vão poder não só visualizar nos manuais, mas também ir ao recinto da escola para acompanhar o desenvolvimento das plantas, assim aprender sobre os cuidados a ter para garantir o seu crescimento”, disse a directora.
    Um dos estabelecimentos abrangidos por esta iniciativa (a Escola Primária Completa de Minkadjuine) é afectado ciclicamente por inundações, o que acaba por comprometer, nalguns casos, o decurso normal das aulas.
    Por isso, foi visível a satisfação e entrega dos alunos durante o plantio das árvores, pois acreditam que “o acto constitui uma oportunidade para tornar a nossa escola um exemplo de superação das dificuldades, por nós enfrentadas, devido às condições físicas e ambientais da escola”, referiu Benvinda Sitói.

  • Gestores de empresas capacitam-se em matérias de Segurança Social

    Um total de 34 gestores de recursos humanos e representantes de empresas, contribuintes do Sistema de Segurança Social, localizadas no distrito municipal KaMubukwana, na cidade de Maputo, beneficiaram, recentemente, de uma capacitação promovida pelo Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

    A iniciativa, segundo Felicidade de Sousa, delegada distrital do INSS, no distrito Municipal KaMubukwana, insere-se nas acções que visam a divulgação do Sistema a mais utentes e a partilha de informação sobre as reformas tecnológicas introduzidas pelo INSS.

    A delegada distrital do INSS, disse na ocasião, que a inclusão do regime dos Trabalhadores por Conta Própria (TCP), permitiu que mais cidadãos moçambicanos, que exercem actividades rentáveis, passassem a ser integrados no Sistema de Segurança Social e assim salvaguardar a sua protecção social.

    Na sua intervenção, a delegada distrital referiu ainda que o Regulamento de Segurança Social Obrigatória, que entrou em vigor em Janeiro de 2018, trouxe inovações em benefício dos utentes do Sistema, assim como os avanços do processo de informatização do Sistema permitem, dentre vários aspectos, a flexibilização na atribuição de prestações, a declaração electrónica das contribuições; a emissão da certidão de quitação automatizada; a consulta da situação contribuita, a submissão de requerimentos e simulação do valor das prestações através da plataforma M-Contribuição (Minha Contribuição, Meu Benefício), bem como a realização da prova de vida biométrica.

    A delegação distrital de KaMubukwana, cujas instalações foram inauguradas em 2018 pelo Chefe de Estado, Filipe Jacinto Nyusi, atende igualmente o distrito KaMavota, possuindo em acumulado, até o primeiro semestre de 2019, 125.428 trabalhadores e 2.224 empresas inscritos.