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  • 125 anos do Standard Bank: “Corrida Azul” encerra a efeméride

    No âmbito das comemorações dos 125 anos da sua implantação em Moçambique, o Standard Bank está, desde o princípio do mês de Julho, a levar a cabo um conjunto de actividades desportivas e ambientais, visando aproximar-se cada vez mais das comunidades.

    Trata-se de uma iniciativa que arrancou no dia 3 de Julho, na Escola Secundária de Boquisso, na autarquia da Matola, com o lançamento do projecto de plantio de mais três mil árvores nalgumas rodovias, universidades e escolas primárias e secundárias das cidades de Maputo, Matola e Beira, através do qual o banco pretende consciencializar as comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente.

    Ainda na senda da celebração dos 125 anos, o Standard Bank está a levar a cabo a segunda edição do projecto de massificação do ténis, que vai envolver cerca de 3.000 alunos de doze escolas primárias da cidade e província de Maputo.

    À luz deste projecto, as escolas abrangidas recebem raquetes e bolas de ténis para a realização de treinos. No final de cada período de aprendizagem, os melhores alunos de cada escola competem entre si no Standard Bank Open, a maior e única prova da modalidade, no País, que conta com a chancela da Federação Internacional de Ténis (ITF).

    Ainda no âmbito das celebrações dos seus 125 anos de implantação no País, o banco irá proceder à doação de material didáctico a algumas escolas.

    Para encerrar este ciclo de actividades, está agendada para o dia 31 de Agosto a terceira edição da meia maratona “Corrida Azul”, promovida em parceria com a Associação de Atletismo da Cidade de Maputo, e que conta a participação de atletas nacionais e internacionais, entre federados, populares e portadores de deficiência física.

    A Corrida Azul é uma das iniciativas que o Standard Bank promove para estimular os seus colaboradores e a sociedade a pautarem por hábitos saudáveis, para além de ser uma forma de massificar a prática do desporto, no geral, e do atletismo, em particular.

  • MITESS materializa programa “Uma empresa e pelo menos 1 kit”

    O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) recebeu da Sasol, na quarta-feira, 17 de Julho, em Maputo, 40 kits de ferramentas para o auto emprego, destinados aos melhores formandos do Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo (IFPELAC).
    A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, disse tratar-se do cumprimento do programa "Uma Empresa e pelo menos 1 kit", lançado em 2015, que visa a alocação de quatro mil kits, proporcionando a criação de 13.200 oportunidades de trabalho.
    Neste contexto, a Sasol, juntou-se à iniciativa ao disponibilizar o segundo lote, totalizando 80 kits de ferramentas de diversas especialidades, sendo mais uma alavanca na promoção do empreendedorismo e da cultura do trabalho, estimulando os jovens a iniciar a sua actividade económica geradora de renda.
    "É aos melhores que estimulamos com estes kits para que sirvam de referência na auto-superação. À Sasol, que hoje nos brinda com os 40 kits, reiteramos o nosso apelo, exortação e desafio para que recrute os melhores formandos que estagiaram na empresa, pois ainda não contratou nenhum", frisou a ministra.
    Por sua vez, a vice-presidente sénior da Sasol, para o pelouro dos Recursos Humanos, Charlotte Mokoena, reafirmou o compromisso assumido com o Governo, que visa estimular o crescimento económico e transformar as comunidades, ajudando a criar oportunidades de emprego e de carreira.
    "A Sasol, como um dos grandes actores da indústria, está desejosa e capaz de contribuir para o crescimento da economia de Moçambique, ajudando a responder às necessidades do seu povo. Nós valorizamos Moçambique e o seu povo e têmo-lo como central na estratégia da Sasol para a África Austral", enalteceu Charlotte Mokoena.
    Visivelmente emocionada, Vitória Benzane, que recebeu um kit de corte e costura, agradeceu pelo apoio: "Estou emocionada, muito obrigada. Eu vou criar uma sociedade de auto emprego. Vou trabalhar com outros jovens que fizeram costura, na minha zona residencial", disse Vitória Benzane.
    Já Arsénio Ernesto, a quem coube um kit de mecânica auto, referiu que o kit vai-lhe permitir dar continuidade à reparação de viaturas: "Vou continuar a trabalhar com automóveis e, deste modo, criar mais postos de trabalho na minha oficina", frisou.
    Importa realçar que a entrega destes kits enquadra-se nas acções de promoção do emprego, com vista a estimular a cultura do empreendedorismo e auto emprego, especialmente em jovens e mulheres.

  • Vêem aí cinco novas locomotivas, 90 carruagens, 300 vagões e cinco automotoras

    O Governo, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, vai adquirir, até finais de Maio do próximo ano, cinco novas locomotivas, noventa carruagens, 300 vagões e cinco automotoras, avaliados em cerca de 95 milhões de dólares norte-americanos.

    O investimento, a ser realizado em parceria com o Governo da Índia, foi anunciado pelo ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, quando procedia à entrega de autocarros à empresa de transporte público do município da Namaacha.

    “Até finais de Maio próximo, teremos os equipamentos disponíveis em Moçambique, devendo ser distribuídos pelas zonas Sul e Centro do País. As locomotivas e vagões trarão uma capacidade adicional para o transporte de minérios do ferro e outros que circulam entre a fronteira de Ressano Garcia e o Porto de Maputo, na perspectiva de transferir mais carga da rodovia para a ferrovia de modo a evitar-se congestionamentos e acidentes de viação nas estradas”, referiu o governante.

    A compra do referido equipamento será efectuada através de uma linha de crédito do governo indiano. Trata-se de cinco locomotivas, 90 carruagens, para o transporte de passageiros, 300 vagões e cinco automotoras.

    As carruagens, conforme indicou Carlos Mesquita, serão distribuídas equitativamente pelas zonas Sul e Centro, sendo que no Sul os beneficiários serão os corredores de Goba, Ressano Garcia e Chicualacuala, enquanto no Centro serão Beira-Marromeu e Beira-Moatize.

    “A região Norte do País não foi esquecida. Acontece que o corredor logístico do Norte tem uma operação privada, cujo acordo de concessão também contempla o transporte de passageiros, pelo que sempre que houver necessidade o operador incrementa a capacidade nos troços Nampula-Cuamba, Cuamba-Lichinga e Cuamba-Interlagos”, disse.

    Importa destacar que o processo de aquisição e gestão dos novos equipamentos, carruagens, vagões e automotoras ficará a cago da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.

  • Chalucuane expõe “Reencontro” no BCI

    É inaugurada, esta quarta-feira, 17 de Julho, pelas 17h00, no Auditório do BCI, em Maputo, a exposição “Reencontro”, do artista plástico moçambicano Chalucuane. Composta por cerca de vinte obras, em que predomina o acrílico sobre tela, esta mostra é, segundo refere o autor, “uma forma de me reencontrar. Já há algum tempo que eu não aparecia para uma exposição individual. É reencontro porque no passado expus no BCI, quer colectiva quer individualmente; reencontro com o mundo das artes, com os fazedores da arte, reencontro de convívio, em fim, são vários encontros num só”.

    Mais conhecido por Chalucuane, no meio artístico, Albasine Chalucuane Langa nasceuem 1978, e possui umaformação em desenho gráfico, planificação, administração e Gestão Escolar. Começou a pintar ainda criança, tendo abraçado a carreira artística há mais de 20 anos.

    Ao longo da sua carreira apresentou as suas obras em mostras individuais e colectivas em Moçambique e no estrangeiro, e teve participações em vários workshopsde Arte e Publicidade. Possui uma colecção de obras em Moçambique, e em países como África do Sul, Portugal, Espanha, Brasil, EUA, França, Dinamarca, Inglaterra, Bélgica, Austrália, Suiça, Noroega, Canada, Alemanha, Finlândia, Holanda, Suécia, Itália, entre outros.

    Refira-se que a exposição, com entrada livre, poderá ser vista até ao dia 27 de Julho.

  • Cornelder promove potencialidades do Corredor da Beira

    A Cornelder de Moçambique S.A. (CdM), concessionária dos Terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, bem como demais entidades públicas e privadas congregados na iniciativa “Beira Corridor” vão organizar nos próximos dias 2 e 3 de Agosto em Harare, Zimbabwe, uma Conferência e Torneio de Golfe, visando promover os serviços do porto, as potencialidades do Corredor da Beira e, sobretudo, a fidelização dos seus clientes.

    O evento corporativo que se avizinha é parte de uma estratégia liderada pela CdM, mas que congrega os vários actores da cadeia logística do Corredor da Beira, como sejam os Caminhos de Ferro de Moçambique, Transportadores Rodoviários, Agentes Transitários, Linhas de Navegação e Empresas de Logistica. Ainda no decurso deste ano, esta iniciativa vai escalar a Zâmbia e a República Democrática do Congo, outros dois importantes mercados regionais.

    Espera-se que, no total, cerca 400 homens de negócios, entre representantes de instituições e entidades públicas das áreas tributária, transportes de diversas linhas de navegação, agentes transitários e transportadores, participem nestas realizações nestes países vizinhos.

    Recorde-se que a iniciativa Beira Corridor já escalou no ano transacto países como Zâmbia, Zimbabwe e Malawi, onde até então reuniu, num mesmo espaço, mais de 700 delegados.

    Volvidos 4 meses após a passagem do ciclone IDAI que fustigou, de forma particular, a Cidade da Beira, causando avultadas perdas humanas e materiais, os promotores desta iniciativa acreditam que esta seja uma oportunidade ímpar para demonstrar aos vários utentes do Corredor que as operações anteriormente afectadas decorrem, actualmente, a bom ritmo.

    “O Corredor da Beira está a funcionar em pleno. Os estragos foram enormes, mas nada impede o funcionamento normal do nosso Corredor. É importante ir a esses países e transmitir esta mensagem para que continuem a usar esta rota, mesmo depois de tudo quanto aconteceu”, assegurou Jan Laurens de Vries, Administrador Delegado da Cornelder de Moçambique.

    Importa realçar que o Porto da Beira, apesar do impacto do IDAI, prevê manusear, até ao fim do presente ano, 290 mil contentores e cerca de 2.5 milhões de toneladas de carga geral.

  • Énia Lipanga no Festival Internacional ‘Memoria Viva’

    A poetisa, rapper e activista moçambicana, Énia Lipanga, participa de 17 a 30 de Julho de 2019 na 6ª edição do Festival Internacional ‘Memoria Viva’. O evento, a decorrer na Espanha – cidade de Burgos, tem como objectivo fortalecer os fazedores culturais que através das artes influenciam na educação da sociedade.

    ‘Memoria Viva’ é considerado um dos principais festivais artístico-culturais da Espanha que reúne mais de 250 artistas que actuam nas áreas de canto, dança, música, teatro e activismo social. Durante o festival, os artistas realizam palestras e concertos artístico-culturais que buscam recuperar memórias vivas e despertar a consciência social nas diversas sociedades.

    Este ano, o festival conta com a participação de representantes de mais de 50 países. Do continente africano estarão presentes artistas da África do Sul, Senegal, Marrocos e Moçambique (representado pela Énia – que vai partilhar suas experiências e práticas na luta pela defesa e promoção dos direitos humanos da mulher).

  • Vitória Diogo inaugura primeiro Laboratório de Higiene e Segurança no Trabalho em Moçambique

    A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, procedeu, na sexta-feira, 5 de Julho, em Maputo, à inauguração do primeiro Laboratório de Higiene e Segurança no Trabalho em Moçambique, que visa munir a Inspecção Geral do Trabalho (IGT) de ferramentas adequadas que permitirão a realização de inspecções fundadas com base em evidências laboratoriais testáveis, no exercício do controlo da legalidade e promoção da segurança e saúde ocupacional.

    A nova unidade de análise vai fazer a identificação e caracterização de situações de risco profissional, assegurando a recolha e o tratamento de informação sobre os níveis de exposição a agentes físicos, químicos e biológicos e outros factores nocivos inerentes à actividade profissional, bem como a verificação da qualidade dos ambientes do trabalho e assegurar a normalidade dos agentes físicos.

    Com a implantação do primeiro Laboratório de Higiene e Segurança no Trabalho, no nosso País, segundo a governante, a IGT poderá estimar os níveis de exposição dos trabalhadores ao longo da jornada e orientá-los para a redução das doenças profissionais e dos acidentes de trabalho, através da antecipação dos riscos à saúde em situações de trabalho.

    “Estamos a construir um sistema de inspecção do trabalho virado para o desenvolvimento e cujas actividades, diagnóstico e conclusões se baseiam em métodos científicos. Por isso, todas as reformas, desde a estrutura orgânica, o funcionamento da instituição e conduta do inspector, estão viradas para a edificação de uma instituição robusta e moderna de forma a que as suas decisões continuem a merecer reconhecimento e respeito pelos actores do mundo laboral”, referiu Vitória Diogo.

    Segundo consta, das 56.751 infracções detectadas durante o presente quinquénio, fruto das 39.468 acções de controlo da legalidade laboral realizadas, a não observância de medidas básicas de higiene e segurança no trabalho, continuam a liderar a lista das infracções detectadas pela IGT.

    Por outro lado, de 2015 a 2018, foram comunicados aos serviços de administração de Trabalho, a nível nacional, 2.044 acidentes de trabalho, das quais 42 resultaram em morte, 26 trabalhadores adquiriram incapacidade permanente parcial, e 1.775 trabalhadores adquiriram incapacidade temporária.

    Entretanto, a ministra considerou que estes números estão muito longe de retratar a realidade, pois, no cenário actual, muitas entidades empregadoras não comunicam os acidentes de trabalho ocorridos.

    “Mais preocupante ainda é que em relação às doenças profissionais, por causa da sua evolução lenta, muitas vezes com manifestação posterior à cessação do contrato de trabalho, torna-se difícil relacionar a doença com a sua causa, bem como a dimensão real das doenças ocupacionais e as suas causas em Moçambique”, concluiu.

  • Novos autocarros vão ser alocados aos municípios da Manhiça e Namaacha e ao distrito de Matutuíne

    O Governo moçambicano, através do Ministério dos Transportes e Comunicações, reforçou a frota do transporte público de passageiros na área metropolitana de Maputo, com a entrega, na sexta-feira, 5 de Julho, de 55 autocarros às empresas municipais dos transportes de Maputo e Matola, bem como aos operadores privados organizados em cooperativas.

    Deste número, 35 vão reforçar o transporte na cidade da Matola, sendo que três serão operados pela Empresa Municipal de Transportes Públicos da Matola (ETM) e os restantes pelas cooperativas.

    Os restantes 20 vão servir a cidade de Maputo, dos quais oito foram entregues à Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo (EMTPM) e 12 a operadores privados.

    Com este reforço, segundo a vice-ministra dos Transportes e Comunicações, Manuela Rebelo, o Governo pretende responder à crescente demanda pelo transporte que se verifica nos principais corredores da área metropolitana de Maputo, que compreende as cidades de Maputo e da Matola, a vila autárquica de Boane e o distrito de Marracuene.

    “Com a alocação deste lote de autocarros a capacidade de oferta vai aumentar, ou seja, vamos transportar 500 mil passageiros por dia, o que corresponde a uma resposta de cerca de 80% da demanda”, disse a vice-ministra, que referiu que a aquisição de autocarros faz parte de um pacote de medidas estruturais em implementação desde 2015, com vista a resolver o problema de transporte público urbano.

    Na ocasião, Manuela Rebelo anunciou a alocação, ainda este mês, de autocarros aos municípios da Manhiça e Namaacha, e ao distrito de Matutuíne no âmbito da melhoria do transporte de passageiros na província de Maputo.

    Por seu turno, o presidente do Conselho de Administração da Agência Metropolitana de Transporte de Maputo, António Matos, afirmou que, com os 55 autocarros ora entregues, a província de Maputo passa a contar com 400 autocarros operacionais.

    Apesar disso, admitiu António Matos, “ainda há muito por fazer para garantir a melhoria da mobilidade das pessoas. Para além da alocação dos autocarros, há outras medidas em curso com vista a respondermos às necessidades dos nossos passageiros. Por exemplo, introduzimos o transporte noturno, que só no mês de Junho permitiu o transporte de 16 mil pessoas. Ainda este mês, vamos lançar o sistema de localização de autocarros de transporte público em tempo real (Txapita), entre outras inovações”.

    Já o vice-presidente da Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO), Sancho Mavunja, considerou que a entrega dos autocarros demonstra o empenho do Governo em melhorar o transporte público urbano, através do envolvimento dos operadores privados (cooperativas).

    FOTO: António Matos

  • “Startup Girl”: Jovens mulheres estimuladas a enveredar pelo empreendedorismo

    O estímulo ao empreendedorismo feminino constitui uma importante ferramenta na luta pela inclusão da mulher na economia, razão pela qual a Munay (uma associação juvenil), em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, organizou, recentemente, uma sessão de transmissão de conhecimentos sobre liderança e empreendedorismo a adolescentes e jovens com idades compreendidas entre os 16 e 30 anos.
    Denominada “Startup Girl”, a iniciativa tem como objectivo contribuir nos esforços que tem sido envidados com vista ao empoderamento da mulher através do empreendedorismo, incentivando-as a criar os seus próprios negócios.
    Segundo o coordenador da iniciativa, Gabriel Cossa, o que se pretende é desenvolver nas adolescentes e jovens o espírito empreendedor através da partilha de experiências (de mulheres empreendedoras já estabelecidas) e da transmissão de conhecimentos e ferramentas de liderança.
    “Trazemos mulheres empreendedoras, justamente para inspirar as participantes. É importante que saibam como foi a jornada destas mulheres, desde o princípio até ao estágio em que elas se encontram, como iniciaram, como superaram os obstáculos”, explicou Gabriel Cossa.
    Durante a sessão, as participantes aprenderam, também, a elaborar planos de negócio e a apresentar os seus projectos a potenciais investidores. “Elas saem daqui com importantes ferramentas (sobre gestão financeira, por exemplo), que lhes permitem empreender ou dar um novo ímpeto aos seus projectos”.
    E porque o empreendedorismo requer, acima de tudo, disciplina na gestão dos rendimentos, o Standard Bank apelou às participantes a adoptarem bons hábitos financeiros, que passam pela reserva de dinheiro (através da poupança) para futuros investimentos ou situações de emergência.
    “É importante incutir nos jovens o hábito de poupar para melhor planearem o seu futuro. Hoje, por exemplo, estamos diante de adolescentes e jovens que pretendem ingressar no ramo de negócios, por isso estamos aqui para transmitir dicas de poupança através de exemplos práticos do nosso dia-a-dia”, sublinhou Bruno Madelein, representante do Standard Bank.
    Na sua apresentação, o representante do banco abordou, também, a importância dos seguros, bem como a necessidade de os empreendedores separarem os seus custos e rendimentos com vista a uma boa gestão.
    Láusia dos Santos é finalista do curso de Gestão no Instituto Comercial de Maputo. Para si, o “Startup Girl” ajudou-lhe a sanar algumas dúvidas que tinha sobre o empreendedorismo, uma área que pretende abraçar no futuro.
    “Aprendi coisas que me vão ser úteis na minha vida. Tenho o sonho de ser empreendedora e hoje percebi que estou no caminho certo. As ferramentas que nos foram transmitidas são importantes para todos os empreendedores. Por exemplo, na educação financeira, tema abordado durante a apresentação do representante do Standard Bank, aprendi que devo orçar as minhas actividades e classificar as minhas despesas, assim como os rendimentos (fixos e variáveis)”, disse Láusia Santos.
    Entretanto, numa altura em que os jovens estão a apostar cada vez mais no empreendedorismo, a Incubadora de Negócios do Standard Bank acolheu, por outro lado, um workshop sobre identidade visual, um elemento que pode desempenhar um papel importante na inserção e consolidação de uma marca (empresa) no mercado, que se tem revelado cada vez mais competitivo.
    Organizado pela IxDA Maputo, em parceria com o banco, o workshop tinha como objectivo transmitir aos participantes, na sua maioria jovens, conhecimentos e ferramentas essenciais para a criação de uma identidade visual consistente.
    Conforme explicou o orador, Abel Baloi, o processo criativo de uma identidade visual deve estar assente na pesquisa sobre o cliente (o que faz, nome, visão, missão, público-alvo, entre outros elementos), os seus concorrentes (quem são?), assim como as tendências da identidade visual de empresas da mesma área.
    Outro aspecto não menos importante é a criatividade, que pode determinar a consistência de uma identidade visual. “Por exemplo, quando se trata de finanças, muitos usam moedas ou notas para conceber o seu logotipo, mas é possível criar uma identidade visual sem recorrer a esses elementos. É sempre bom usar o que não é comum. A criatividade é essencial no processo criativo”, sublinhou Abel Baloi.
    Por seu turno, o representante da IxDA Maputo, Simião Júnior, referiu que a escolha do tema surgiu da necessidade de se desconstruir a ideia de que a identidade visual é o mesmo que o logotipo, o que acaba por influenciar negativamente na inserção ou consolidação de uma marca (empresa) no mercado.
    O que se pretende, essencialmente, é que “as pessoas tenham conhecimentos sólidos sobre a identidade visual (os seus elementos e o seu processo criativo) de modo a criarem um diferencial na sua marca, ou seja, algo que a distingue das demais”, disse o representante da IxDA Maputo, uma organização que visa a promoção de eventos que estimulem a produção de conhecimento e debate sobre o design na sociedade.
    Importa realçar que a Incubadora de Negócios do Standard Bank é um empreendimento concebido no âmbito da visão e estratégica do banco, cuja materialização passa pela implementação de incentivos que fomentam o empreendedorismo, que são os mentores do crescimento econômico do país.
    Para além do espaço físico, a incubadora oferece desde a formação até à interação com outras empresas e órgãos ou entidades governamentais, tendo em vista a criação de condições para o surgimento.

  • Conceita Sortane alerta sobre os comportamentos nocivos ao ambiente

    O Standard Bank lançou, na quarta-feira, 3 de Julho, na Escola Secundária de Boquisso, autarquia da Matola, na província de Maputo, um projecto de plantio de mais de 3.000 árvores, nas cidades de Maputo, Matola e Beira, através do qual pretende contribuir para a consciencialização das comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente.

    Trata-se de um projecto cujo lançamento coincide com a celebração do Dia Mundial Sem Saco Plástico e que prevê o plantio de árvores de diferentes espécies (com destaque para acácias, palmeiras, casuarinas e fruteiras) nalgumas rodovias, universidades e escolas primárias e secundárias das três urbes.

    O lançamento da iniciativa numa escola, conforme explicou o presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, visa incutir nos alunos hábitos ambientalmente saudáveis e responsáveis, e, por via disso, torná-los disseminadores no seio das suas famílias e comunidades.

    “Hoje plantamos mas é preciso regar e cuidar destas árvores como cuidam dos vossos livros, cadernos e carteiras. Cuidem destas (e de outras) árvores para que vos dêem a sombra e os frutos. Queremos continuar a dar esta alegria para que estudem e sejam bons homens amanhã. Para enfrentar o mundo amanhã é preciso estudar, ser bom aluno, mas num ambiente saudável, como o que estamos a preparar agora”, apelou Tomaz Salomão.

    Para fazer jus à necessidade de mudança do comportamento por parte do homem, Chuma Nwokocha, administrador delegado do Standard Bank, referiu-se aos dois ciclones (Idai e Kenneth) que assolaram recentemente o País, como parte dos efeitos nocivos da acção humana sobre a natureza.

    “Estamos a testemunhar no País, no continente e no mundo, ciclones, vagas de calor e outros eventos climáticos severos que devem merecer a nossa atenção. Há necessidade de aprendermos a cuidar do meio ambiente, por isso escolhemos uma escola (para fazer o lançamento do projecto) como forma de ensinar os nossos alunos como cuidar do meio ambiente”, sublinhou o administrador delegado.

    Com o plantio de árvores, acrescentou Chuma Nwokocha, o banco acredita que “cada um de nós pode contribuir no combate à desertificação e às alterações climáticas que conduzem aos desastres naturais, na protecção da camada de ozono e, por via disso, na redução do aquecimento global”.

    Na ocasião, a ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, que dirigiu a cerimónia de lançamento, considerou que esta iniciativa vai contribuir para a mudança de comportamento das comunidades, tendo, por isso, apelado ao envolvimento de todos (pais, encarregados de educação, alunos, entre outros) para que sejam atingidos os objectivos definidos aquando da sua concepção.

    “Mais do que lançar este projecto de plantio de árvores, estamos aqui para alertarmos sobre os riscos do mau uso do espaço em que vivemos: o planeta Terra. O aquecimento global, as alterações do ciclo natural dos animais e plantas, a falta de água, a poluição do ar e da água, entre outras situações, são uma clara reacção da natureza em resposta ao nosso comportamento negativo”, disse a governante.

    A propósito, Conceita Sortane louvou o facto de o Standard Bank ter os alunos como público-alvo deste projecto pois, na sua opinião, “é a partir da escola e da mais tenra idade que se pode influenciar na mudança de comportamento”.

    Cientes do seu papel na preservação do meio ambiente, os alunos, por seu turno, comprometeram-se a cuidar das árvores plantadas no recinto da sua escola, assim como a influenciar as pessoas que lhes rodeiam a pautarem por um comportamento positivo.

    “Estamos conscientes de que, com o plantio destas árvores na nossa escola, teremos um ambiente mais saudável, colorido, e passaremos a dispor de sombras e frutas, assim como temos consciência de que é da nossa responsabilidade cuidar das mesmas para o seu crescimento”, assegurou Cláudia Manhique, que falou em representação dos alunos da Escola Secundária de Boquisso.

  • MITESS fez poupar 36 milhões MT a litigantes se tivessem ido aos tribunais

    O Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), através das acções da Comissão de Mediação e Arbitragem Laboral (COMAL), tornou possível, durante o presente quinquénio, uma poupança de cerca de 36 milhões meticais, que resultariam de custas judiciais caso os conflitos laborais ocorridos tivessem sido dirimidos nos tribunais.

    Neste período foram registadas 32 paralisações e/ou greves e que encontraram, na sua maioria, uma solução pacífica com a intervenção da COMAL que, com mestria, foi aproximando as partes, tendo sido possível celebrar acordos e manter o clima de paz e normalidade nas actividades laborais.

    Esta informação foi dada a conhecer, na segunda-feira, 1 de Julho, em Maputo, pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, no decurso da 9ª Reunião Nacional da COMAL, um fórum para a avaliação das realizações no cumprimento do Programa Quinquenal do Governo e do Plano Económico e Social (PES).

    A ministra explicou que os resultados positivos da mediação, contribuem também para o descongestionamento dos tribunais laborais, pois sem a COMAL a funcionar, todos os processos referentes a conflitos laborais teriam de ser submetidos às instâncias judiciais.

    “Os resultados da acção da COMAL no País são visíveis, pois desde 2015 a Maio de 2019, deram entrada nos Centros de Mediação e Arbitragem Laboral 32.456 pedidos de mediação, tendo sido mediados 30.849 casos, dos quais 25.841 resultaram em acordos entre as partes, correspondendo a 83.7%, um resultado acima da média da região que se situa nos 75%”, frisou.

    Das mediações, conforme sustentou a governante, cerca de 195.250.590 meticais foram pagos em indemnizações e salários em atraso aos trabalhadores e reintegrados aos seus postos de trabalho 3.628 trabalhadores que haviam sido desvinculados em virtude de conflitos laborais.

    “Estes resultados têm sido alcançados mercê da conciliação que caracteriza os processos de mediação, da oportunidade que é dada às partes envolvidas no conflito de poderem expôr e debater os seus problemas em igualdade de circunstância, do facto da prestação do serviço de mediação pelo Estado até ao presente momento ser gratuito, não trazer consigo custas processuais, tornando os processos simples, flexíveis, céleres e baseados na interacção, abertura e confiança entre as partes, a personificação do diálogo social, entre outros“, vincou.

    Num outro desenvolvimento, a ministra realçou as acções de prevenção de conflitos laborais, que o MITESS, através da COMAL e Inspecção Geral do Trabalho têm vindo a realizar nas empresas, visando a divulgação dos instrumentos jurídicos que regem a relação laboral e sensibilização das partes para adopção de diálogo perante diferendos, e, principalmente visando estreitar uma relação de proximidade entre o Governo, patronato e a classe trabalhadora.

    Com efeito, durante o quinquénio, foram realizadas 3.027 palestras abrangendo um universo de 103.939 participantes entre trabalhadores e empregadores, e prestadas 9.457 assessorias técnicas.

  • Mais de 1.000 árvores vão ser plantadas pelo Standard Bank

    No âmbito da sua política de responsabilidade social, o Standard Bank vai lançar nesta quarta-feira, 3 de Julho, um projecto de plantio de árvores, através do qual pretende contribuir para a consciencialização das comunidades sobre a importância da preservação do meio ambiente.

    O projecto, a ser lançado na cidade da Matola e, posteriormente, nas cidades de Maputo e da Beira, vai abranger algumas vias de acesso, universidades e escolas primárias e secundárias das três urbes, estando previsto o plantio de cerca de mais de mil (1.000) árvores de várias espécies.

    A cerimónia de lançamento terá lugar na Escola Secundária de Boquisso, na autarquia da Matola, na província de Maputo, e será testemunhada pela ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, governador da província de Maputo, Raimundo Diomba, presidente do Conselho Autárquico da Matola, Calisto Cossa, alunos e comunidades circunvizinhas.

    Para além dos membros da Comissão Executiva e do Conselho de Administração do Standard Bank, estarão presentes representantes do ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural.

  • Em resultado da DFI sobre Gás Natural Liquefeito: Standard Bank vai alocar um montante significativo no financi amento de cada linha de crédito comercial

    Moçambique poderá dar início a um processo de desenvolvimento, tornando-se num país de rendimento médio a longo prazo, com a produção de Gás Natural Liquifeito (GNL) onshore, em 2024 e GNL offshore, em 2022, na sequência da Decisão Final de Investimento (DFI), anunciada, recentemente, em Maputo, pela Anadarko.

    Nos próximos 5 a 6 anos, prevê-se um aumento significativo das actividades económicas em Moçambique, sendo que os dois projectos têm uma obrigação para com o Conteúdo Local, que, no caso da área 1, é de 2,5 biliões de dólares norte-americanos, razão pela qual esta DFI terá um efeito positivo no futuro da economia de Moçambique.

    O director de Petróleo e Gás para a África Subsaariana do Standard Bank, Paul Eardley-Taylor, participou no painel sobre “África na Iminência do Boom do Gás Natural Liquifeito”, inserido na 12ª Cimeira Estados Unidos-África e considerou que, com o decurso do tempo, as vendas do gás vão gerar receitas que poderão beneficiar os moçambicanos: “É o primeiro de duas DFI que devem ocorrer ainda este ano”, disse.

    O Standard Bank trabalha, desde 2013, na área 1, cujo operador é a Anadarko, onde, para além de prestar serviços financeiros, realizou um estudo macroeconómico para o respectivo projecto de Gás Natural Liquifeito, que constituiu o objecto da Decisão Final de Final de Investimento, anunciada, recentemente, pela multinacional norte-americana.

    “Os desembolsos ainda estão a ser finalizados. No entanto, o Standard Bank vai alocar um montante significativo no financiamento de cada linha de crédito comercial e a linha de crédito de exportação sul-africana que esperamos que desempenhe um grande papel no financiamento do projecto de GNL de Moçambique”, frisou.

    Num outro desenvolvimento, o director de Petróleo e Gás para a África Subsaariana do Standard Bank sustentou que no mercado de GNL, Moçambique pode vir a desempenhar um papel crucial, pois prevê-se que a demanda mundial por GNL aumente 4 por cento, por ano, projectando-se que cerca de 430 milhões de toneladas de GNL serão necessárias até 2040, sendo que Moçambique pode fornecer até 25 por cento desta demanda em crescimento.

    O GNL pode ser exportado directamente para a Ásia, para mercados importantes como Índia, China, Coreia e Japão. Moçambique também pode exportar GNL para a Europa à medida que alguns fornecedores europeus reduzirem a produção do gás natural. Assim, se espera que Moçambique se torne no fornecedor mundial número 4 ou 5 de GNL.

    “O projecto de GNL de Moçambique representa uma série de investimentos de 128 milhões de dólares norte-americanos que podem ser alocados nos sectores de Petróleo e Gás e outros sectores associados em Moçambique, até 2025. O que acontece no mundo, e não será excepção para Moçambique é que existem várias oportunidades para a participação da economia moçambicana”, frisou.

    Para além de vários postos de trabalho resultantes do efeito económico indirecto induzidos pelo projeto de GNL, na bacia do Rovuma, existem várias obrigações de Conteúdo Local nos dois projectos onshore, na ordem de 5,5 biliões de dólares norte-americanos, sendo que a percentagem das obrigações de Conteúdo Local irão aumentar no futuro.

    Com efeito, o Standard Bank pretende estabelecer parcerias por via das diferentes áreas operacionais para ajudar, através da sua Incubadora de Negócios, as empresas que irão surgir ou crescer como resultado da implementação dos projectos de GNL, na Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado.

    Segundo o director de Petróleo e Gás para a África Subsaariana do Standard Bank, Paul Eardley-Taylor, o banco participou, recentemente, no concurso para o financiamento, devendo alocar um montante significativo a cada uma das linhas de crédito, cujo acordo financeiro prevê-se que seja concluído até ao final deste ano.

    “No futuro, além do crédito que iremos alocar, o Standard Bank pretende continuar a oferecer serviços financeiros ao projecto de GNL e também dar financiamento e serviços bancários para o projecto de GNL da Bacia do Rovuma”, concluiu.

  • Cornelder oferece material escolar e desportivo a crianças

    A Cornelder de Moçambique, concessionária dos terminais de Contentores e de Carga Geral no Porto da Beira, ofereceu, na segunda-feira, 24 de junho, dois lotes de material escolar e desportivo às crianças e instituições do ensino primário e secundário afectadas pelo ciclone tropical Idai e consequentes cheias, na província de Sofala.

    O primeiro lote é constituído por 113 mil cadernos e igual número de lápis, destinados aos alunos do ensino primário da província de Sofala, sendo que a cerimónia de entrega simbólica teve lugar na Escola Primária de Guara Guara no distrito de Búzi, onde foram entregues através da Direção Provincial da Educação e Desenvolvimento Humano de Sofala, 50 mil unidades de cada item para o Distrito.

    Já o segundo lote é composto por 1.048 livros diversos, que foram oferecidos à biblioteca da Escola Secundária de Búzi, que sofreu inundações que encharcaram todos os livros existentes naquele importante espaço de consulta. Adicionalmente, a Cornelder de Moçambique efectuou a entrega de 18 pares de equipamento desportivo e bolas de futebol com vista a motivar a prática do desporto no seio dos jovens, como uma forma de minimizar os traumas causados por aquele desastre natural que resultou em grandes perdas humanas e materiais em particular a Zona centro de Moçambique.

    Na sua intervenção, o director executivo adjunto da Cornelder de Moçambique, António Libombo, referiu que o gesto visa garantir que as crianças afectadas continuem a estudar normalmente.

    “Para além de manifestar a nossa solidariedade, viemos, também, mostrar que o distrito de Búzi e a província de Sofala não estão sozinhos”, disse António Libombo, numa cerimónia que contou com a presença do director provincial da Educação e Desenvolvimento Humano de Sofala, Manuel Chicamisse, da administradora do distrito de Búzi, Maria Bernadete Roque, e da comunidade local.