Autor: olamocambique

  • “Empreendedorismo Hoje” vai ‘mexer’ em Maputo

    O seminário «Empreendedorismo Hoje» vai-se realizar em Maputo no dia 31 de Julho, no Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique (ISCIM), mediante a organização da empresa de consultoria de Marketing e Pesquisa de Mercado PCBCX e com o apoio da revista CAPITAL, publicação devotada à informação sobre o mundo da economia e dos negócios.

    A organização do Seminário surge numa altura em que o tema Empreendedorismo é parte integrante do nosso dia-a-dia. Este tema parece ter conquistado globalmente um espaço privilegiado nos últimos anos nos vários segmentos da sociedade.

    Ser empreendedor significa ter a capacidade para, individualmente ou de forma colectiva, identificar uma oportunidade e capitalizar essa mesma oportunidade. Este processo pode ser formal, através da criação de empresas, ou informal, alimentando, no caso de Moçambique, o ainda farto mercado informal.

    Numa situação de crise económica mundial, em que até os países mais desenvolvidos procuram soluções alternativas para incentivar o empreendedorismo dos cidadãos, Moçambique procura evoluir na forma e nos processos utilizados pelos empreendedores. Em resposta à desconfiança e ao desconhecimento da forma de empreender e de fazer negócio “formal” por parte dos empreendedores moçambicanos informais, as várias instituições públicas moçambicanas têm vindo a criar mecanismos que facilitem a formalização dos seus negócios, como é o caso da Autoridade Tributária (veja-se o novo imposto simplificado para pequenos contribuintes) e do Ministério da Indústria e Comércio (veja-se o regime simplificado para criação de empresas)

    Apesar de muito debatido, o tema do Empreendedorismo continua bastante actual e pertinente. Vivemos uma nova fase de crescimento e de desenvolvimento do país, por isso, importa partilhar experiências de modo a propiciar e potenciar ainda mais um ambiente favorável para o empreendedorismo.

    É neste contexto, que a empresa moçambicana de consultoria em Marketing e Pesquisa de Mercado, PCBCX, decidiu realizar este seminário com o apoio do ISCIM – Instituto de Comunicação e Imagem de Moçambique e da revista CAPITAL, de forma a permitir uma maior divulgação da informação, direccionada para os diversos segmentos da população, independentemente da sua idade, género ou condição sócio-económica. De destacar que a participação no seminário é gratuita.

    Participe. Para tal bastará contactar:

    Site: www.pcbcx.net

    E-mail:<a href="mailto:seminarioemp

    Telemóvel: 82 089 48 06/84 954 11 22

  • País precisa de 11.8 biliões para infraestruturas ferro-portuárias

    O Governo moçambicano precisa de 11,8 mil milhões de euros para investir no plano de desenvolvimento de infraestruturas ferro-portuárias nos próximos cinco anos, estimou o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Paulo Zucula.
    As autoridades moçambicanas desenharam uma estratégia de desenvolvimento de infra-estruturas e serviços de transportes que prevêem investimentos produtivos nos sectores mineral, agrícola e de turismo.
    Falando aos jornalistas sobre o plano de desenvolvimento de infra-estruturas ferro-portuárias no país, Paulo Zucula disse que o Governo moçambicano e seus parceiros investiram 829 milhões de euros em projectos de desenvolvimento de portos, caminhos-de-ferro, aviação civil, transportes rodoviários e públicos, e expansão da rede das telecomunicações.
    “Apesar do esforço empreendido e em curso, este investimento mostra-se aquém das necessidades, dado o ritmo com que o investimento privado está a imprimir à dinâmica da economia nacional”, disse o governante. Paulo Zucula reconheceu que, para materializar os seus projectos, “as expectativas governamentais são enormes e os recursos internos são escassos”.
    “O total de investimento que deve ser feito (na área de infra-estruturas ferro-portuárias) em cinco anos ultrapassa 400 mil milhões de meticais”, disse.
    Moçambique e seus parceiros vão investir ainda este ano mais de quatro mil milhões de euros para a construção de uma linha férrea, que vai ligar a região de Moatize, em Tete, no centro do país, à cidade de Nacala, em Nampula, no norte de Moçambique, passando pelo Sul do vizinho Malaui.
    A verba será utilizada também para a reabilitação do corredor de Nacala e a construção de uma terminal de carvão em Nacala-a-Velha, na província de Nampula, bem como na edificação e melhoramento da linha férrea do Sena, no centro do país, para transportar anualmente cerca de 18 milhões de toneladas de carvão.
    A reabilitação da linha férrea do Sena vai permitir o escoamento anual de 50% dos 18 milhões de toneladas de carvão, atingindo assim 50% da capacidade necessária para escoar este produto, disse Paulo Zucula.

  • País precisa de 11.8 biliões para infraestruturas ferro-portuárias

    O Governo moçambicano precisa de 11,8 mil milhões de euros para investir no plano de desenvolvimento de infraestruturas ferro-portuárias nos próximos cinco anos, estimou o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Paulo Zucula.
    As autoridades moçambicanas desenharam uma estratégia de desenvolvimento de infra-estruturas e serviços de transportes que prevêem investimentos produtivos nos sectores mineral, agrícola e de turismo.
    Falando aos jornalistas sobre o plano de desenvolvimento de infra-estruturas ferro-portuárias no país, Paulo Zucula disse que o Governo moçambicano e seus parceiros investiram 829 milhões de euros em projectos de desenvolvimento de portos, caminhos-de-ferro, aviação civil, transportes rodoviários e públicos, e expansão da rede das telecomunicações.
    “Apesar do esforço empreendido e em curso, este investimento mostra-se aquém das necessidades, dado o ritmo com que o investimento privado está a imprimir à dinâmica da economia nacional”, disse o governante. Paulo Zucula reconheceu que, para materializar os seus projectos, “as expectativas governamentais são enormes e os recursos internos são escassos”.
    “O total de investimento que deve ser feito (na área de infra-estruturas ferro-portuárias) em cinco anos ultrapassa 400 mil milhões de meticais”, disse.
    Moçambique e seus parceiros vão investir ainda este ano mais de quatro mil milhões de euros para a construção de uma linha férrea, que vai ligar a região de Moatize, em Tete, no centro do país, à cidade de Nacala, em Nampula, no norte de Moçambique, passando pelo Sul do vizinho Malaui.
    A verba será utilizada também para a reabilitação do corredor de Nacala e a construção de uma terminal de carvão em Nacala-a-Velha, na província de Nampula, bem como na edificação e melhoramento da linha férrea do Sena, no centro do país, para transportar anualmente cerca de 18 milhões de toneladas de carvão.
    A reabilitação da linha férrea do Sena vai permitir o escoamento anual de 50% dos 18 milhões de toneladas de carvão, atingindo assim 50% da capacidade necessária para escoar este produto, disse Paulo Zucula.

  • Victor Sousa expõe “60” no Camões

    Está patente desde 27 de Junho na Galeria do Centro Cultural do Instituto Camões, em Maputo, a exposição individual do artista Victor Sousa.

    A mostra que estará exposta até 28 de Julho, tem como título “60”, em referência ao sexagésimo aniversário de vida do artista e reúne trabalhos realizados entre 2011 e 2012, de acordo com as técnicas de Pintura, Cerâmica e diferentes técnicas de Impressão com diversos recursos de gravação a cores.

    Gravura, pintura, desenho e cerâmica são algumas das várias modalidades usadas pelo artista para dar expressão à sua criatividade.

    Em 1982, fez a sua primeira individual de gravura e pintura, no Núcleo de Arte em Maputo. Desde então, Victor Sousa nunca mais parou, tendo participado em inúmeros workshops e exposições colectivas, sendo 60 a sua oitava individual.

    As narrativas da mulher e da família continuam presentes nesta exposição. Elas são representadas com uma carga expressiva e detentora de uma áurea festiva que revela sensibilidade e amoralidade. Nelas, a presença da figura feminina identifica a preocupação com os valores étnicos, familiares, morais e religiosos.

    Na escultura/cerâmica, os elementos de adornos tornam as obras mais expressivas e efeminadas. Já nas obras produzidas nas diferentes técnicas de impressão, a forma é sintetizada.

    Victor Sousa nasceu em Maputo, em 1952. Frequentou os cursos de Desenho Analítico e Publicitário, Desenho Mecânico, Desenho e Pintura, Cerâmica e Gravura. Estagiou no atelier de António Inverno (Pintura e Serigrafia) e foi professor de Arte na Escola de Artes Visuais em Maputo.

  • Rio + 20 demonstrou fracasso e falta de ambição

    Representantes de ONGs, empresas, sociedade civil, chefes de Estado e de governo voltaram a reunir-se para debater quais os rumos que o planeta deve tomar para manter um crescimento sustentável e reduzir as agressões ao meio ambiente, vinte anos depois da Conferência Rio-92.

    Desta feita, a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável – a Rio+20 – tinha como objectivo estimular novas medidas rumo a uma "economia verde”.

    Tendo a crise financeira como pano de fundo, o desafio do encontro foi definir como todos os países, juntos, podem promover o chamado desenvolvimento sustentável, que atenda às necessidades das gerações presentes sem comprometer a habilidade das gerações futuras de suprirem as suas próprias necessidades.

    O resultado da Rio + 20 é o documento “O Futuro que Queremos”, que se resume essencialmente numa longa lista de promessas para avançar para uma "economia verde", que impeça a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza as desigualdades.

    No documento não são apontadas origens dos recursos para se realizar essa transformação – os meios de implementação, repetindo-se de forma sistemática um dos problemas da histórica conferência antecessora, a Rio-92.

    A presidente brasileira, Dilma Rousseff, considera os resultados da conferência um avanço em relação aos elaborados em outras convenções da ONU e como um fracasso por ser pouco ambicioso por parte das delegações e ONGs ambientais.

    Entidades da sociedade civil denunciaram o fracasso e a falta de ambição da conferência. «O acordo final é abstracto e não corresponde à realidade», afirmou Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional. Mary Robinson, ex-presidente irlandesa que também já ocupou o posto de Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, disse que os termos do documento não são suficientes e revelam inlusive um fracasso de liderança.

    Em paralelo às principais negociações no Rio, empresas e governos firmaram mais de 200 compromissos de acções voluntárias em diferentes áreas. Energia, água e alimentos estão neste pacote, embora a maioria das promessas sejam de inclusão do tema ‘desenvolvimento sustentável’ em programas educacionais.

  • Crédito de hortícolas do FDA vai para o Sul

    O crédito de hortícolas do Fundo de Desenvolvimento Agrário (FDA) vai atingir a zona sul de Moçambique. Para o efeito, a instituição financeira realizou campanhas de divulgação do projecto junto aos produtores de Inhambane,

    que também submeteram as suas candidaturas à banca.
    O FDA perspectiva alargar a linha de crédito de hortícolas à província de Inhambane, feito que permitirá cobrir toda a região sul de Moçambique e aumentar, por conseguinte, o nível de oferta

    destes produtos ao mercado.
    Para o efeito, a instituição financeira, cuja missão é promover o acesso ao crédito com vista à implementação da actividade agrária e financiar a construção das respectivas infra-estruturas, realizou, naquela província, campanhas de divulgação junto aos produtores locais, que também submeteram as suas candidaturas à banca.

    Segundo a “AIM”, a decisão de alargar o crédito para Inhambane surge na sequência dos bons resultados que os produtores apoiados pelo FDA nas duas outras províncias meridionais (Maputo e Gaza) têm vindo a concretizar nas actividades agrárias financiadas pelas duas linhas de crédito destinadas a dar sustentabilidade à produção.

    Trata-se da linha de crédito de cereais e hortícolas, que opera desde 2009, ao abrigo da qual já foi desembolsado um financiamento calculado em 102 milhões de meticais (3.6 milhões de dólares norte-americanos) para as províncias de Maputo e Gaza, sua área de abrangência.

  • Campanha da LAM: «Só voa quem não quer»

    Com o lema da campanha “SÓ NÃO VOA QUEM NÃO QUER”, a LAM – Linhas Aéreas de Moçambique, no âmbito da celebração dos seus 32 anos, lança para o mercado trinta e dois mil (32.000) lugares com desconto até 65%.

    Esta promoção que estará disponível nas lojas da LAM e Agências de Viagens a partir do dia 16 de Julho de 2012 é valida para os voos operados a partir do dia 01 de Agosto, no território nacional, por ser este o mercado onde a companhia aérea de bandeira nacional oferece maior número de lugares.

    Tornando os voos mais acessíveis, esta oferta visa aproximar cada vez mais a família moçambicana, num cenário em que pelas condições diversas do mercado tem resultado em várias deslocações dos seus membros para diferentes regiões do nosso belo Moçambique.

    • Para beneficiar da promoção, os clientes deverão sempre programar as suas viagens com a devida antecedência;

    § A partir do dia 01-08-2012, conforme a saída dos voos, os 32000 lugares vão se esgotando;

    § Estes 32.000 lugares para além das lojas da LAM, também contemplarão as Agências de Viagens, onde os consumidores finais poderão adquirir os seus bilhetes;

    As tarifas também estarão disponíveis na plataforma de vendas por Internet da LAM, que além do desconto da promoção terão mais 5% de desconto.

  • Imagens de desminagem em exposição

    Uma exposição fotográfica sobre a desminagem em Moçambique terá lugar a partir de 17 de Julho na Associação Moçambicana de Fotografia (AMF), em Maputo.
    Numa iniciativa do Instituto Nacional de Desminagem, a amostra subordinada ao tema “desminagem, contribuindo para o desenvolvimento de Moçambique” tem em vista divulgar cada vez mais a problemática das minas terrestres nas comunidades afectadas e reflectir os esforços que o Governo e seus parceiros nacionais e internacionais estão a desenvolver com vista a realçar o progresso do Plano Nacional de Acção Contra Minas 2008/2014.

    Outro objectivo desta exposição coloca-se com a importância da coordenação com os parceiros e da mobilização dos seus recursos para a desminagem em prol do cumprimento das obrigações da Convenção de Ottawa bem como a libertação da terra para a implementação de desenvolvimento socioeconómico.

    O problema das minas em Moçambique estende-se desde os tempos da guerra civil que devastou o país. Desde então, tem-se realizado inúmeras actividades no sentido de maximizar o impacto positivo dos programas humanitários de acção contra as minas.

    De referir que a Associação Moçambicana de Fotografia surgiu em 1981 com a primeira exposição Moçambique: «A Terra e os Homens». Um ano mais tarde, a associação abriu uma galeria, no centro de Maputo, que está à disposição de artistas de outras áreas e tornou-se um ponto de encontro da cultura moçambicana.

  • Imagens de desminagem em exposição

    Uma exposição fotográfica sobre a desminagem em Moçambique terá lugar a partir de 17 de Julho na Associação Moçambicana de Fotografia (AMF), em Maputo.
    Numa iniciativa do Instituto Nacional de Desminagem, a amostra subordinada ao tema “desminagem, contribuindo para o desenvolvimento de Moçambique” tem em vista divulgar cada vez mais a problemática das minas terrestres nas comunidades afectadas e reflectir os esforços que o Governo e seus parceiros nacionais e internacionais estão a desenvolver com vista a realçar o progresso do Plano Nacional de Acção Contra Minas 2008/2014.
    Outro objectivo desta exposição coloca-se com a importância da coordenação com os parceiros e da mobilização dos seus recursos para a desminagem em prol do cumprimento das obrigações da Convenção de Ottawa bem como a libertação da terra para a implementação de desenvolvimento socioeconómico.
    O problema das minas em Moçambique estende-se desde os tempos da guerra civil que devastou o país. Desde então, tem-se realizado inúmeras actividades no sentido de maximizar o impacto positivo dos programas humanitários de acção contra as minas.
    De referir que a Associação Moçambicana de Fotografia surgiu em 1981 com a primeira exposição Moçambique: «A Terra e os Homens». Um ano mais tarde, a associação abriu uma galeria, no centro de Maputo, que está à disposição de artistas de outras áreas e tornou-se um ponto de encontro da cultura moçambicana.

    Artigo maputo.doc

  • Profissionais de Hotelaria e Turismo graduados pelo INEFP em Manica

    Um total de 60 estudantes do curso de Hotelaria e Turismo do Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (INEFP), Delegação provincial de Manica, foram graduados após três meses de formação. Trata-se das especialidades de Cozinheiro, Empregado de Mesa e de Bar, provenientes da cidade capital provincial, Chimoio, e do vizinho Distrito de Gondola.

    Os novos profissionais irão reforçar o ambiente hoteleiro e turístico daquele ponto da região centro do país. Outros 75 candidatos para as mesmas especialidades iniciaram com o curso no passado dia 9 de Julho, no Centro Provincial de Formação Profissional de Chimoio, igualmente com a duração de três meses.

    Ainda no quadro das mesmas acções, que visam munir os cidadãos de capacidades técnicas, académicas e de ferramentas do saber fazer para entrarem nas oportunidades criadas pelo mercado de trabalho local, foram graduados recentemente 12 candidatos a Serralheiros civis e 16 em Corte e Costura.

    Trata-se de especialidades que, a nível local, têm conhecido uma considerável subida de necessidade de mão-de-obra treinada, face ao crescente nível de desenvolvimento que a Província de Manica regista, bem como pela sua localização estratégica ao longo do Corredor da Beira.

    Por outro lado,o centro do INEFP recebeu um certificado da agência de certificação internacional de qualidade e equivalências profissionais City & Guilds, com sede em Londres.

    Trata-se de um documento que irá oficializar a qualificação e equivalência internacional dos cursos ministrados por aquele centro do INEFP, cujas graduações terão certificados de reconhecimento internacional, possibilitando que um formado se integre logo no mercado de trabalho, incluindo as empresas que operam em Moçambique usando certificações internacionais, em matéria de qualificação profissional.

  • Veja a exposição sobre a viagem “LUANDA-MAPUTO EM BICICLETA”

    O Consulado Geral de Portugal convida a todos, por ocasião da Cimeira da CPLP em Maputo, para a inauguração da exposição de fotografia: «Luanda-Maputo em Bicicleta», uma viagem realizada por Pedro Fontes.
    A inauguração decorre hoje, às 18h, no Consulado, e o leitor da ‘Olá Moçambique’ poderá constatar como se fez uma viagem de costa a costa em África, ao longo de um itinerário de mais de 8 mil quilómetros, com uma bicicleta e mais 25 kg de peso.

    “Acho que não estava em mim nem tinha a noção no que estava metido.

    Pedalava agora em Angola, sozinho e rumo a leste, sem saber onde iria comer ou dormir.

    Nunca havia estado em Angola e de repente tinha 1.500 km percorridos pelo interior do país, em cima de uma bicicleta e em modo solitário.

    Passara por zonas que alguns diziam que nunca iria conseguir ultrapassar.

    O Zambeze, foi o rio que mais me acompanhou ao longo de toda a viagem. Viajámos juntos mais de 1.200 km, desde as zonas mais remotas de Angola e Zâmbia até á fronteira com o Zimbabwe. Agora voltávamos a encontrar-nos, 3.600 KM depois, já na costa do Índico.

    Queria continuar por estradas terciárias, entre povoações remotas, junto ao oceano e onde cada dia fosse uma aventura diferente”

  • Profissionais de Hotelaria e Turismo graduados pelo INEFP em Manica

    Um total de 60 estudantes do curso de Hotelaria e Turismo do Instituto Nacional do Emprego e Formação Profissional (INEFP), Delegação provincial de Manica, foram graduados após três meses de formação.

    Trata-se das especialidades de Cozinheiro, Empregado de Mesa e de Bar, provenientes da cidade capital provincial, Chimoio, e do vizinho Distrito de Gondola.

    Os novos profissionais irão reforçar o ambiente hoteleiro e turístico daquele ponto da região centro do país. Outros 75 candidatos para as mesmas especialidades iniciaram com o curso no passado dia 9 de Julho, no Centro Provincial de Formação Profissional de Chimoio, igualmente com a duração de três meses.

    Ainda no quadro das mesmas acções, que visam munir os cidadãos de capacidades técnicas, académicas e de ferramentas do saber fazer para entrarem nas oportunidades criadas pelo mercado de trabalho local, foram graduados recentemente 12 candidatos a Serralheiros civis e 16 em Corte e Costura.

    Trata-se de especialidades que, a nível local, têm conhecido uma considerável subida de necessidade de mão-de-obra treinada, face ao crescente nível de desenvolvimento que a Província de Manica regista, bem como pela sua localização estratégica ao longo do Corredor da Beira.

    Por outro lado,o centro do INEFP recebeu um certificado da agência de certificação internacional de qualidade e equivalências profissionais City & Guilds, com sede em Londres.

    Trata-se de um documento que irá oficializar a qualificação e equivalência internacional dos cursos ministrados por aquele centro do INEFP, cujas graduações terão certificados de reconhecimento internacional, possibilitando que um formado se integre logo no mercado de trabalho, incluindo as empresas que operam em Moçambique usando certificações internacionais, em matéria de qualificação profissional.

  • BCI Junta-se ao MMA

    A Mediateca do BCI em Maputo foi palco do lançamento do Mozambique Music Awards 2012, que desta vez aparece com uma nova designação: “BCI Mozambique Music Awards” fazendo jus ao seu mais novo e principal patrocinador, o Banco Comercial e de Investimentos – BCI.

    O Mozambique Music Awards é o maior evento de premiação artística e musical e visa galardoar e distinguir os melhores artistas musicais de Moçambique, oferecendo-lhes uma plataforma de reconhecimento internacional, promovendo o respeito e a divulgação no desenvolvimento da indústria musical moçambicana. Representantes de todos os patrocinadores, músicos, imprensa e amantes da música moçambicana estiveram presentes no lançamento.

    Este projecto, que este ano defende o lema “Tu és música”, tem o objectivo de premiar as melhores músicas produzidas e divulgadas pelos artistas moçambicanos, contando este ano com o patrocínio de quatro grandes marcas, nomeadamente, do BCI, do The Famous Grouse, da Vodacom e da DSTV.

    Englobando a nova e a velha gerações, e diversos estilos musicais, o Mozambique Music Awards espelha a riqueza da diversidade cultural moçambicana em todos aspectos, enraizada nos vários estilos carregados de emoção e sensualidade rítmica quente tipicamente moçambicana.

    A música moçambicana é, há muito tempo, apreciada além fronteiras, sendo este um veículo de premiar e homenagear os artistas que carregam diferentes traços da moçambicanidade nas suas composições

    Com as receitas da venda do CD dos Nomeados MMA, a organização oferece bolsas de estudo à crianças carenciadas, que queiram estudar na Escola Nacional de Música, como forma de assegurar o contínuo desenvolvimento da indústria musical moçambicana.

  • CLIN e Governo moçambicano assinam Contratos de Concessão

    A empresa Corredor Logístico Integrado do Norte (CLIN), constituída pela Vale em 80%, e pelos CFM, em 20%, assina hoje com o Governo moçambicano, os Contratos de Concessão ferroviário e portuário que preconizam a construção de linhas e ramais ferroviários ligando Moatize a Nampula, e de um novo terminal portuário em Nacala-a-Velha, que farão parte de um sistema integrado de logística, o Corredor de Nacala. O Corredor criará capacidade para o escoamento da produção de carvão da região de Moatize até ao novo porto de Nacala-a-Velha, além do aumento do nível de serviço e competitividade no transporte das diversas cargas da região, e também da expansão e melhoria do transporte de passageiros.
    O contrato assinado pelo Ministro de Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, representando o Governo de Moçambique, e Ricardo Saad, Director de Projectos da Vale para África, Ásia e Austrália, e Rosário Mualeia, Presidente do Conselho de Administração dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, ambos representando o Corredor Logístico Integrado do Norte (CLIN), viabilizará o transporte e embarque de carvão, cargas diversas e transporte de passageiros, garantindo um investimento seguro aos sócios deste empreendimento.
    Nos termos dos contratos de concessão assinados, a Vale irá ceder 5% da sua participação social a favor de cidadãos e empresas moçambicanas, o que deverá ocorrer logo após o fim da construção. Neste mesmo contexto, a concessão estipula também que, futuramente e de forma progressiva, haja aumento da participação de cidadãos e empresas moçambicanas, além do próprio CFM.
    Efectivamente, o Corredor Logístico Integrado do Norte (CLIN) compreende a construção de uma linha ferroviária ligando a região de Moatize, em Tete, à Nacala-a-Velha, em Nampula, passando pelo Malawi, com a construção de raiz de 230 km e a reabilitação de 682 km, além da construção do terminal portuário e de todas as infraestruturas associadas, num investimento de USD$ 4.5 biliões.
    Recorde-se ainda, que em Dezembro passado, a Vale assinou com o Governo do Malawi o contrato de concessão ferroviária para a construção e operação de parte do Corredor de Nacala, cobrindo 137 km de linha férrea, entre a fronteira de Moçambique e Malawi até o trecho ferroviário existente no Malawi.
    Os contratos de concessão assinados garantirão o direito de construção e operação de todo o trecho ferroviário e do terminal portuário necessário ao escoamento do carvão da região de Moatize até o porto de Nacala, assegurando que toda esta região atinja novos patamares de
    crescimento e aumento da qualidade de vida e do poder económico, para além do aumento da produtividade e competitividade do transporte de cargas e melhoria do nível de serviço dos transportes de passageiros.