O Standard Bank tem o prazer de anunciar aos seus clientes, parceiros de negócio e à sociedade em geral, que nomeou William le Roux para o cargo de Administrador Delegado Interino (CEO), com efeitos imediatos, cujo processo teve a aprovação do Banco de Moçambique.
Trata-se de um profissional muito competente e com larga experiência no sector bancário, tendo trabalhado, anteriormente, em instituições financeiras em vários países do continente africano, de entre os quais Malawi, onde exerceu, até recentemente, o cargo de CEO no Standard Bank PLC.
William Le Roux tem 42 anos de experiência neste sector e já exerceu a função de Presidente do Conselho de Administração da Liberty Seguros.
Ele é formado em Comércio, Contabilidade e Gestão de Negócios pela Universidade da África do Sul (UNISA) e está bastante entusiasmado pelo novo desafio de continuar a servir os clientes com excelência e consolidar o lugar cimeiro que o Standard Bank tem em Moçambique, como uma instituição sólida e robusta.
O Standard Bank está comprometido com os processos rigorosos de governação e conformidade em vigor no banco e, desde já, agradece todo o apoio até aqui prestado ao longo deste processo.
Categoria: Moçambique
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Standard Bank nomeia Administrador Delegado Interino
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Vale avança com o reflorestamento da Mina de Moatize
A Vale Moçambique já reflorestou mais de 260 hectares de terra à volta do complexo Mineiro de Moatize, em Tete. Só em 2020, a empresa recolheu cerca de 650 quilos de sementes de 30 espécies florestais nativas e plantou mais de 54 mil mudas.
O Reflorestamento da Mina de Moatize tem como objetivo conservar a biodiversidade da mata local e implantar uma cortina verde sobre o muro que separa a área mineira das comunidades circunvizinhas. A iniciativa enquadra-se no Plano de Gestão Ambiental que tem como objectivo garantir uma mineração sustentável e amiga do meio-ambiente.
As preocupações ambientais da mineradora passam, ainda, pela promoção de iniciativas contínuas junto das comunidades circunvizinhas. Entre os meses de Janeiro e Dezembro do ano passado, a Vale doou cerca de 4.500 espécies de mudas de árvores de fruto, em todos os bairros das comunidades do distrito de Moatize.
Segundo Paulo Bueno, Gerente de Meio Ambienta da Vale, a empresa tem um plano ambicioso para Moatize. "A Vale pretende garantir uma operação ambientalmente responsável, pois a sustentabilidade do planeta é muito importante para a continuidade do negócio”. Bueno acrescenta que em Moçambique, a Vale introduziu o mesmo padrão de excelência ambiental implementado nos outros países onde a empresa opera.
No complexo Mineiro de Moatize, a Vale possui um Viveiro de Mudas onde reproduz e desenvolve as plantas que são usadas para o reflorestamento ambiental. O resultado deste projecto de revegetação, em muito se deve a tecnologia moderna utilizada no viveiro.
“Cuidar do nosso Planeta” é um dos principais valores que norteiam a actuação da Vale Moçambique, trabalhando em prol da sustentabilidade nos territórios onde actua. Desta forma, a empresa aproxima-se, cada vez mais, das comunidades que a cercam, permitindo a contínua preservação do meio ambiente.Refira-se que o reflorestamento ambiental garante a melhoria da qualidade do ar, funcionando também como um elemento para a redução do calor.
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Prémios do Standard Bank no âmbito do “Adira, Transaccione e Ganhe”
O Standard Bank premiou, recentemente, com valores que variam entre cinco mil e 25 mil Meticais, um total de 54 clientes particulares vencedores dos sorteios correspondentes aos meses de Maio e Junho, realizados no âmbito da campanha milionária denominada “Adira, Transaccione e Ganhe”.
Com esta iniciativa, cujos prémios monetários são avaliados em cerca de dois milhões de Meticais, o Standard Bank pretende impulsionar o uso dos cartões de débito QuiQ e o NetPlus.
Cliente do Standard Bank há sensivelmente dois anos, António Esmael foi o grande vencedor do mês de Junho, ao arrecadar um prémio no valor de 25 mil Meticais.
“Foi uma surpresa para mim. Um funcionário do banco telefonou-me a informar que tinha ganho. Daí, dirigi-me ao banco para tratar do assunto. Tenho usado o cartão para realizar compras e pagamento de serviços como a faculdade. Recomendo às pessoas a usar as plataformas digitais do banco. Se desta vez eu fui premiado, quem sabe amanhã também outros clientes possam ganhar”, disse.
Outra contemplada pela chuva de prémios do Standard Bank foi Lúcia Bié. A cliente do banco, há 15 anos, lembrou que, quando se deparou com 10 mil Meticais a mais na sua conta, pensou, inicialmente, que o seu marido ter-se-ia enganado, duplicando uma transferência.
“Deixei passar um tempo para ver se ele se manifestaria a respeito, até que um dia recebi uma chamada telefónica do banco a informar que havia ganho 10 mil Meticais. Foi gratificante. Tenho usado, com frequência, o Quiq para fazer recarregamentos de electricidade e telemóvel e ainda pagamentos de serviços como televisão, pois é mais fácil e evita deslocações ao banco, particularmente importante neste momento caracterizado pela pandemia do coronavírus”, referiu Lúcia Bié.
Para Alcídio Milice, premiado com 15 mil Meticais, os canais digitais do Standard Bank proporcionam conforto ao permitir a realização de transacções, a partir de qualquer lugar.
“Uso o QuiQ para pagar água, luz e televisão, assim como para comprar crédito para o telemóvel, entre outras transacções. Os canais digitais como QuiQ e NetPlus contribuem, também, para a prevenção da Covid-19, já que facilitam a realização de transacções bancárias de forma remota”, indicou.
Em relação ao prémio, Alcídio Milice disse: “Por suspeitar que o dinheiro que tinha entrado na minha podia criar-me um problema, tive que gravar a chamada telefónica do funcionário do banco. Estou feliz com o prémio e aconselho as pessoas a usufruírem das plataformas digitais do Standard Bank, porque tudo é possível”.
Importa salientar que esta campanha vai decorrer até Setembro próximo, premiando um total de 216 clientes desta instituição bancária. Habilitam-se a participar no concurso os clientes que realizarem cinco transacções por mês, usando os cartões de débito, QuiQ ou NetPlus.
FOTO: Lúcia Bié, cliente premiada
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ICM e Gapi fortalecem capacidade dos comerciantes rurais
– As duas instituições já mobilizaram cerca de 310 milhões de meticais para a comercialização agrícola
O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) e a Gapi reforçaram, esta semana, com mais 36 milhões de Meticais a capacidade da Linha de Crédito para a Comercialização Agrícola (LCCA), elevando para cerca de 310 milhões de Meticais a disponibilização deste instrumento destinado a financiar a aquisição e revenda dos excedentes de produção agrícola.
Desde o seu lançamento em Abril de 2019, a LCCA já abrangeu cerca de 150 mil famílias camponesas em todo o país.
“O reforço desta linha visa fortalecer a capacidade dos comerciantes em adquirirem os excedentes de produção da nossa população camponesa” – disse Mohamed Valá, director Geral do ICM, acrsscentando qie “considerando a crescente demanda, estamos cientes de que o valor ainda não cobre as necessidades, mas continuamos a desenvolver esforços no sentido de mobilizar mais recursos para o reforço desta linha, que já impacta a vida no meio rural, sobretudo na renda das famílias produtoras”.
Valá saudou o apoio do Ministério da Indústria e Comércio e a parceria com a Gapi, realçando que “a disponibilização de serviços financeiros no meio rural, priorizando os nossos potenciais beneficiários, que são os intervenientes da comercialização agrícola, vai alavancar a inclusão económica e a inclusão financeira e, consequentemente, melhorar a vida da nossa população rural”.
Para Adolfo Muholove, presidente da Comissão Executiva da Gapi, instituição que neste recente reforço da LCCA contribuiu com 31 milhões, “o objectivo principal continua a ser o de garantir a disponibilidade de fundos para que comerciantes reforcem a sua capacidade técnica e financeira para dinamizarem a comercialização agrícola, de modo não só a beneficiar as famílias, mas também para alimentar a indústria agro-alimentar. Outro grande impacto desta linha é a sua contribuição para o desenvolvimento da cadeia de valor agrícola, com realce para o aumento da produção e melhoria da segurança alimentar.”
As duas instituições desde o início da LCCA associaram o financiamento aactividades de capacitação dos intervenientes para que melhorem as suas habilidades de gestão. Nos programas de capacitação dos comerciantes, o tema central é o de que “crédito é responsabilidade e tem de ser reembolsado”.
“A nossa mensagem tem estado a ser acatada, daí termos apenas 1.5 por cento de incumprimento”, assegurou Amiro Abdula, director de Financiamento da Gapi.
Desde o seu lançamento, a LCCA financiou, até Junho do presente ano, a comercialização de cerca de 75.000 toneladas de produtos diversos, com destaque para milho, feijões, gergelim e soja, em todo o país, priorizando as províncias de Cabo Delgado, Niassa, Tete e Manica.
A Linha de Crédito Especial de Apoio à Comercialização Agrícola (LCCA) é um instrumento que visa reforçar a rede de comércio rural para estimular a produção e valorização de excedentes agrícolas, e integrar o sector familiar no mercado de bens alimentares e factores de produção.
A Gapi está a trabalhar na extensão destes serviços financeiros, apoiando a criação de organizações de produtores que operem como agregadores para a obtenção de maior escala e sustentabilidade destas operações. Para uma maior inclusão, a Gapi está também envolvida em projetos de criação de entidades microfinanceiras ligadas aos mercados agrícolas rurais.
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Moçambique nos cinco melhores da sua série no campeonato mundial de todo-o-terreno na Espanha
O piloto moçambicano Paulo Oliveira classificou-se entre os cinco (5) melhores da sua classe, no Rally de todo-o-terreno, Baja de Aragon, que decorreu de 22 a 24 de Julho em curso, em Teruel, na Espanha. Numa competição onde participaram 78 pilotos de reconhecido mérito no desporto motorizado, na Geral, o nosso país ficou entre os 17 primeiros concorrentes.
“Foi uma corrida difícil, talvez a Baja com mais dificuldades que fiz até ao momento. Muita pedra, pó e muito calor. No primeiro dia da corrida, tivemos uma avaria no sistema de travões da mota, o que me obrigou a fazer a especial de 180 Km com muito cuidado, com o objectivo de chegar ao parque fechado, para arranjar a mota, e assim continuar em prova no segundo dia”, referiu Oliveira sobre a desafiante participação no Rally da Espanha.
Apesar dos resultados alcançados não terem sido os desejados, Paulo Oliveira anotou que um dos objectivos nesta participação era de experimentar a sua nova mota, KTM RALLY 450, e que as sensações foram fantásticas. Recordar que é com esta mota que o piloto moçambicano irá concorrer no grande Rally Dakar, a ter lugar na Arábia Saudita, em 2022.
“A experiência desta corrida, ao lado de grandes pilotos mundiais, foi muito interessante. Foi uma corrida de 896 km, em três dias, um excelente treino para o nosso grande objectivo, que é marcar presença no Rally Dakar 2022”, disse emocionado o piloto, depois de participar na dura competição na Espanha.
Oliveira diz que as pontuações que tem vindo a alcançar são fruto de muito trabalho e dedicação, apesar da difícil logística, por conta das restrições impostas pela pandemia da Covid-19, o que reduz o nível dos treinos. “Muitas corridas estão canceladas no mundo”, lamentou.
A participação do piloto moçambicano na Espanha contou com o patrocínio do Access Bank, Grupo Salvador Caetano, Intelec Holdings, Cine Group, Hotel Polana, Agência de Viagens Cotur, Trassus, Motul e Inatur, para além do apoio daSecretaria do Estado do Desporto.
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Vodacom junta-se à UNICEF para apoiar Educação no combate à COVID-19
– Com esta iniciativa, mais de 100 escolas irão receber kits de desinfecção e máscaras de protecção facial.
A Vodacom Moçambique complementa os esforços da UNICEF no apoio ao Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) referente ao reforço da prevenção contra a Covid-19 no sector da educação. Esta quarta-feira, 21 de Julho, as duas instituições procederam à doação de kits de material de higiene e de protecção contra o novo coronavírus. A oferta irá beneficiar mais de 100 estabelecimentos de ensino localizados na Cidade de Maputo, Maputo Província, Inhambane e Tete.
Nesta acção, a Vodacom contribuirá com 1.100 baldes, como parte dos kits de higiene a serem distribuídos. Por seu turno, a UNICEF irá contribuir com 1.100 kits de higiene e 220.000 máscaras de protecção facial. O apoio irá beneficiar mais de 100.000 crianças com idades compreendidas entre cinco e 13 anos, assim como cerca de 10.000 professores.
A cerimónia simbólica de entrega dos materiais teve lugar no MINEDH, em Maputo, e contou com a participação da Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Carmelita Namashulua; da Directora Nacional de Saúde e Nutrição Escolar, Arlinda Chaquisse; da Directora Executiva de Assuntos Jurídicos, Regulatórios e Empresariais da Vodacom, Lara Narcy; assim como da representante interina da UNICEF em Moçambique, Katarina Johansson.
“Esta não é uma acção isolada, é parte de um conjunto de operações que a Vodacom tem vindo a realizar, para ajudar no combate à Covid-19. Desta feita, aliamo-nos aos esforços do Governo e da UNICEF para a criação de um ambiente seguro nas escolas. Ao assistirmos estas escolas, queremos garantir que os seus alunos, professores e colaboradores estejam protegidos. Queremos ainda assegurar que esta acção gera um alerta a todas as comunidades escolares para a importância da prevenção da Covid-19”, referiu Lara Narcy, Directora Executiva de Relações Externas da Vodacom.
Estes esforços conjuntos representam uma resposta ao programa de prevenção da COVID-19 nas escolas das quatro províncias mais afectadas, gerido pelo Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. Por outro lado, a acção visa mobilizar outros parceiros da sociedade civil e do sector privado para se juntarem aos esforços da Vodacom e da UNICEF na sensibilização das crianças e do público em geral sobre a importância de se respeitar as medidas de prevenção da COVID-19, especialmente no contexto actual, em que o país se debate com a 3ª vaga, agravada pela variante Delta.
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Corn elder vacina seus trabalhadores
Numa iniciativa que envolve 500 mil doses de vacinas, a Cornelder de Moçambique, concessionária dos terminais de contentores e de carga geral do Porto da Beira, tornou-se a primeira empresa a iniciar, na terça-feira, 20 de Julho, a vacinação dos seus trabalhadores na província de Sofala, contra a Covid-19, no âmbito da iniciativa UNIVAX.
A vacinação, que decorre até ao dia 26 do corrente mês, inclui os familiares directos dos colaboradores, bem como os funcionários de algumas instituições parceiras da Cornelder, nomeadamente do Posto Fitossanitário, dos Serviços de Migração, agentes da 10ª Esquadra da PRM, entre outros, que desempenham um papel preponderante no desenvolvimento da actividade portuária.
A imunização, através da vacina Vero Cell, da Sinopharm, adquirida no âmbito da iniciativa do sector privado UNIVAX, enquadra-se na campanha de prevenção e combate contra a Covid-19, inserida nas acções de responsabilidade social corporativa.
O administrador delegado da Cornelder de Moçambique, Jan Laurens de Vries destacou o mérito da iniciativa do sector empresarial nacional que permitiu a aquisição recente de 500 mil doses de vacina para imunizar os seus colaboradores, das quais 139 mil foram oferecidas ao Ministério da Saúde.
A Cornelder de Moçambique, parte da iniciativa, adquiriu vacinas para imunizar 6 mil pessoas, com destaque para 700 trabalhadores da empresa, sendo que as restantes destinam-se à inoculação dos familiares dos seus trabalhadores, entidades parceiras e uma parte para serviços sociais a cargo do sector de saúde.
“Temos de fazer tudo para parar esta doença. A Covid-19 está a custar vidas e o desenvolvimento económico. É importante que façamos de tudo para travar essa pandemia. A vacina não só ajuda a protecção pessoal, mas também a cortar o ciclo de propagação da doença”, afirmou Jan Laurens de Vries.
A campanha de vacinação está a decorrer em dois postos, no recinto portuário da Beira e no Clube de Golfe, na Ponta-Gêa.
Com a vacinação, a cargo dos Serviços Provinciais de Saúde de Sofala, pretende-se proteger os colaboradores contra a Covid-19, evitando a sua hospitalização e morte, bem como aliviar a pressão sobre o Sistema Nacional de Saúde, permitindo uma transição mais segura ao novo normal.
Neusa Joel, directora dos serviços de Saúde na Beira disse que foram destacados 25 profissionais de saúde repartidos em 5 equipas, 3 das quais estão a operar no posto aberto no Clube de Golfe e as outras 2 no recinto portuário. A vacinação da primeira dose decorre de hoje até o próximo dia 26, e a segunda inicia após o intervalo de 21 dias.
“O processo praticamente começou há uma semana com a mobilização dos potenciais beneficiários. A vacina é segura, e convidamos todos aqueles que têm essa oportunidade de receber a vacina para que se dirijam aos postos de vacinação”, concluiu.
Importa realçar que outras entidades privadas juntaram-se a esta iniciativa, tais como a Técnica Industrial (Grupo JFS), Beira Grain Terminal, Kudumba, Nectar Coal, Nectar Mozambique, entre outros.
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Standard Bank lança campanha de imunização
O Standard Bank deu início, recentemente, à primeira fase da campanha de imunização dos seus colaboradores e dependentes directos contra a Covid-19, através da administração da vacina produzida pela Sinopharm, no âmbito da promoção da saúde e bem-estar dos colaboradores.
Esta vacina protege contra manifestações mais graves da doença, hospitalizações ou mortes, tendo sido adquirida no âmbito da iniciativa do sector privado moçambicano "Unidos pela vacina contra a Covid-19" (UNIVAX).
A propósito da campanha, a directora de Pessoas e Cultura do Standard Bank, Mónica Macamo, referiu que o objectivo é imunizar todos os colaboradores da instituição, seus familiares directos e, ainda, os trabalhadores temporários: “A saúde e o bem-estar dos colaboradores são factores críticos e não há nenhuma organização que possa sobreviver sem colaboradores saudáveis”, frisou.
O Standard Bank, conforme avançou, tem consciência de que a pandemia do coronavírus representa uma ameaça à sociedade, no seu todo. Um colaborador e sua família saudáveis constituem uma mais-valia, daí que o banco foi uma das primeiras instituições a aderir à UNIVAX, para contribuir no trabalho sério que o Governo está a desencadear no sentido de imunizar pelo menos 60 por cento da população, para constituir a imunidade do grupo.
“Uma parte do lote das vacinas adquiridas pelo banco foi destinada ao Governo, como parte da responsabilidade social, para beneficiar a comunidade”, disse Mónica Macamo, apelando às pessoas, no sentido de aderirem às campanhas de vacinação promovidas pelo Governo e instituições.
No Standard Bank, a vacinação é coordenada pela Sociedade Médica de Moçambique (SMM), cujo director clínico, Eduardo Munhequete, referiu que o imunizante produzido pela Sinopharm tem mostrado "bons resultados" na protecção contra todas as estirpes da Covid-19, incluindo a variante Delta:
“Moçambique está a viver a terceira vaga da pandemia, e, até agora, a única arma que temos é a vacina. No nosso caso, estamos a usar a Sinopharm, que é uma vacina administrada em duas doses, com um intervalo de 21 dias. Foi o primeiro imunizante usado em Moçambique, não havendo, até ao momento, relatos de reacções alérgicas muito agudas”, explicou Eduardo Munhequete, acrescentando que, depois da vacinação, “é normal que se verifique uma reacção, que é natural neste processo. Pode ocorrer, por exemplo, dor no braço, febre ou cansaço, entre outras situações”.
Na ocasião, o director clínico da SMM referiu-se, também, ao grupo de pessoas às quais não se deve administrar a vacina, como são os casos de mulheres grávidas, lactantes, menores de 18 anos de idade ou quem se esteja a sentir-se mal.
Adelina Nunes é colaboradora do Standard Bank e foi uma das primeiras a ser vacinada. Após a administração da vacina, ela mostrou-se feliz e louvou a iniciativa que, para si, é motivadora: “Já estou protegida e, assim, posso também proteger os meus. É necessário que estejamos imunizados e livres desta doença, mantendo, claro, as medidas de prevenção para complementar a vacina”, disse.
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Governo dos E.U.A. contribui com 600 Mil Dólares em equipamento médico e pessoal médico para apoiar a respost a de Moçambique à COVID-19
O Governo dos E.U.A. entregou material médico em apoio à resposta da COVID-19 em Moçambique, na Cidade de Maputo e na Província de Tete, avaliado em 600 mil dólares. Estes materiais incluem equipamento de monitorização de oxigénio, equipamento de protecção pessoal, equipamento médico e financiamento para o recrutamento de pessoal médico adicional. O Governo dos E.U.A. trabalhou em estreita parceria com o governo moçambicano para reforçar a resistência de Moçambique à pandemia da COVID-19, totalizando 32,9 milhões de dólares em assistência relacionada com a COVID-19, incluindo uma doação de 50 ventiladores portáteis, efectuada em Agosto de 2020.
Numa cerimónia que teve lugar a 5 de Julho, o Director Interino da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), Martin McLaughlin, entregou o equipamento ao Secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim, à Directora dos Serviços de Saúde da Cidade de Maputo, Dra. Sheila Lobo, e à Directora Nacional de Assistência Médica, Dra. Luísa Panguene. O equipamento de fornecimento de oxigénio inclui monitores cardiorespiratórios, oxímetros, equipamento de apoio ao uso contínuo dos ventiladores doados pelos E.U.A., bem como equipamento de protecção pessoal para os profissionais de saúde moçambicanos. O investimento no apoio ao pessoal é crucial. O financiamento da USAID irá pagar a enfermeiros e médicos adicionais para cuidar de pacientes nos centros de tratamento COVID-19, expandindo os recursos humanos de Moçambique em termos de capacidade sanitária. O equipamento, pessoal e apoio à formação, fornecidos através do projecto Reaching Impact, Saturation, and Epidemic Control (RISE), serão direccionados para unidades de saúde na cidade de Maputo e na província de Tete, onde os casos positivos da COVID-19 estão a aumentar.
O Sr. McLaughlin disse: "Estes fornecimentos médicos irão assegurar que médicos, enfermeiros e outras equipas de saúde tenham mais flexibilidade no tratamento de pacientes gravemente afectados pela COVID-19 e com necessidades específicas, tais como oxigénio". Um maior acesso aos cuidados de saúde, desenvolvimento dos profissionais de saúde e segurança são componentes críticos da assistência mais ampla do Governo dos Estados Unidos em Moçambique. Em estreita colaboração com o Governo da República de Moçambique, o Governo dos E.U.A. fornece mais de 500 milhões de dólares em assistência anual para melhorar a qualidade da educação e dos cuidados de saúde, promover a prosperidade económica e apoiar o desenvolvimento global da nação.
RISE é um projecto global financiado pelo Plano de Emergência do Presidente dos E.U.A. para o Alívio da SIDA (PEPFAR) e pela USAID, que trabalha com parceiros locais para atingir uma visão partilhada de alcançar e manter o controlo da epidemia, com parceiros locais mais fortes capazes de gerir e atingir resultados através de sistemas de saúde sustentáveis, autossuficientes e resilientes até 2024.
NA FOTO: O Director Interino da USAID Moçambique, Martin McLaughlin (à direita), faz uma entrega simbólica de equipamento médico ao Secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim, durante o evento realizado no dia 5 de Julho de 2021, no Conselho de Serviços de Representação da Cidade de Maputo no Distrito de KaMavota..
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FIPAG melhora sua rede de distribuição
O Fundo de Investimento e Património de Abastecimento de Água (FIPAG-Região Metropolitana de Maputo) está a efectuar trabalhos de melhoria e extensão da rede de abastecimento do precioso líquido nos municípios de Maputo, Matola, Boane, e no distrito de Marracuene, que, uma vez concluídos, vão permitir a realização de mais de 10 mil novas ligações, correspondentes a mais de 50 mil famílias, bem como contribuir para a redução de perdas.
Os trabalhos consistem na eliminação de “esparguetes” nos bairros de expansão. Trata-se de ligações de grandes comprimentos feitas no limite da rede, que ficaram danificadas devido à erosão dos solos e à circulação de viaturas de grande tonelagem. No seu lugar, estão a ser colocados novos ramais.
Paralelamente a estes trabalhos, estão a ser lançadas novas condutas nos bairros que se ressentiam da falta de água ou da queda de pressão. Trata-se de cerca de 170 quilómetros de rede de abastecimento de água, que vão beneficiar moradores da cidade da Matola (bairros Matola A e C, com 27 kms), posto administrativo da Matola-Rio (bairros Djuba, Jonasse e Beluluane, com 80 kms), cidade de Maputo (bairros Mapulene e Albasine, com 15 kms), município de Boane (bairros Fish, Gueguegue e Massaca, com 7 kms), assim como os abastecidos pelos centros distribuidores da Machava (bairro Bunhiça, com 18 kms), e de Tsalala (bairros Mahlampsene, Tchumene e Mulotana, com 20 kms).
Conforme explicou o director de Distribuição em Baixa do FIPAG-Região Metropolitana de Maputo, João Francisco, as obras vão decorrer num período de 45 dias, mas, devido à realização de trabalhos adicionais, tais como a execução de novas ligações e transferência de ramais, o seu impacto no dia-a-dia dos consumidores poderá ser visível num prazo máximo de 60 dias.
“É um trabalho estruturante que está a ser executado e esperamos que no fim haja um incremento de novas lojas ligações e redução significativa de perdas físicas, que é o que se perde na via pública devido a vários factores. A implementação deste projecto custou cerca de 150 milhões de meticais, e nos próximos anos seguir-se-ão outras acções com vista à redução de perdas. Começamos com cerca de 50% (de volume de perdas) e estamos, neste momento, com 48%”, disse.
Ainda no que diz respeito à redução de perdas, João Francisco fez saber que o FIPAG-Região Metropolitana de Maputo reforçou as suas equipas de manutenção da rede com vista à reparação de fugas de forma célere. “Temos muitos desafios nesta área, mas todo o esforço está a ser feito no sentido de ultrapassá-los. Criámos um comité de gestão de perdas justamente para olhar para esses aspectos e dar uma melhor resposta. O objectivo é reduzir as perdas físicas até 35%, e atingir 33% de água não facturada até 2024”.
Entretanto, o FIPAG-Região Metropolitana de Maputo está a instalar um sistema de abastecimento, composto por bombas e 10 reservatórios de 10 mil litros cada, com uma capacidade de 100 metros cúbicos, para abastecer cerca de 1000 clientes de uma zona alta dos bairros Djuba B e Beluluane. “Vamos receber a água na estação elevatória em construção e bombeá-la para as residências. Apesar de termos, neste momento, cerca de 1000 clientes, a estação tem uma capacidade para abastecer cerca de quatro mil”, frisou João Francisco.
Sobre este aspecto, Ana Maposse, líder comunitária do bairro Djuba B, mostrou-se feliz com a implementação deste projecto naquela zona, uma vez que há casas que ainda não têm água canalizada. “Vamos poder resolver o problema dessas famílias, que são cerca de 1350. As que têm torneiras não têm razões de queixa. A água jorra 24 horas por dia”.
Já no bairro Mulotana Bile, Jorge Matonse, representante dos moradores, considerou que, mais do que estender o abastecimento do precioso líquido a outras áreas ou quarteirões, o projecto vai mitigar os riscos de consumir água fornecida pelos camiões cisterna pois é de origem duvidosa, sem contar que cada família desembolsava, para a sua aquisição, mais de cinco (5.000) mil meticais por mês”.
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Funcionários da Vodacom e dependentes imunizados contra Covid-19
Os colaboradores da Vodacom Moçambique e seus dependentes iniciaram, esta terça-feira, o processo de imunização contra a Covid-19. A vacinação tem lugar depois da operadora de telefonia móvel ter aderido ao projecto UNI-VAX, concebido pelo sector privado para a inoculação de trabalhadores e familiares. Aos beneficiários foi administrada a SARS-CoV-2 Vaccine (Vero Cell) Inactivated, fabricada pela chinesa SINOPHARM e aprovada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
À luz da iniciativa, a Vodacom comprometeu-se em adquirir 7.500 vacinas (15.000 doses), das quais 5.770 destinadas aos colaboradores e seus dependentes, sendo as restantes 1.730 doadas ao Governo, através do Ministério da Saúde.
Esta terça-feira, foram imunizadas cerca de 500 pessoas, entre funcionários e seus dependentes. Beatriz Mabhena, Directora Financeira da Vodacom, foi a colaboradora número um a ser vacinada contra o novo coronavírus. Na ocasião, disse que a vacinação representa um passo importante no que ao combate à Covid-19 diz respeito. E destacou que a campanha insere-se nos esforços do grupo para garantir o bem-estar dos colaboradores e dependentes, numa altura em que o número de novas infecções no país não pára de crescer.
“A vacina é importante, confere-nos alguma protecção, mas as medidas de prevenção contra a Covid-19 devem continuar a ser cumpridas à risca. O uso da máscara, a lavagem das mãos e o distanciamento físico são as medidas mais eficazes nesta luta. A Vodacom continua focada em garantir o bem-estar dos colaboradores e dos seus familiares”, sublinhou Beatriz Mabhena.
O programa de vacinação na Vodacom é de cobertura nacional sendo que, na próxima semana, será alargado às restantes províncias do país.
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Porto de Maputo mais competitivo com novo serviço logístico da DP World
· ADP World desenvolveu e concluiu com êxito a primeira importação por via terrestre através do porto DP World Maputo em Moçambique para a DP World Komatipoort, em África do Sul
· A DP World Maputo / Komatipoort agora oferece uma solução simples e completa por via terrestre, fornecendo aos clientes Sul-Africanos do interior uma via de acesso e escoamento mais eficaz
· Este porto seco vai possibilitar aos utilizadores uma experiência mais intuitiva, económica e eficiente.
MOÇAMBIQUE (MAPUTO) / ÁFRICA DO SUL 03 DE MAIO DE 2021– A DP World, um operador global líder em soluções integradas e integrais de logística, concluiu com êxito a primeira importação por trânsito terrestre através do porto DP World de Maputo para a DP World Komatipoort, na África do Sul.
De acordo com Christian Roeder, Director Executivo da DP World Maputo, “a instalação em Komatipoort de um depósito de contentores alfandegados é um “marco disruptivo” para o corredor de Maputo. O êxito deste teste representa mais um passo para a DP World na via para proporcionar uma experiência mais económica, intuitiva e eficiente aos nossos clientes locais, contribuindo também para a melhoria das ligações comerciais entre os países da região da África Austral”, salientou.
Este é um marco significativo para a DP World, pois demonstra que o porto de Maputo pode ser utilizado facilmente como porta de entrada para África do Sul através da DP World Komatipoort. As importações internacionais em contentores desembarcados no porto de Maputo e com destino ao interior da África do Sul podem agora ser transferidas sob fiança para Komatipoort, onde é fornecido o desalfandegamento completo e preparadas para entrega em toda a África do Sul.
A localização estratégica da DP World Komatipoort, bem como a oferta de um serviço completo e a sua ligação contínua, através do Corredor de Maputo, ao moderno e eficiente terminal de contentores da DP World Maputo, onde não há congestionamento de navios e portos e existem cais fixos de atracagem disponíveis para as principais companhias marítimas, oferece aos clientes uma considerável economia no transporte e evita atrasos aos consignatários em Mpumalanga, Limpopo e Gauteng.
Actualmente, 69% das importações marítimas na África do Sul ocorrem através do Porto de Durban. Agora, os clientes locais já têm a opção de considerar o uso do porto de Maputo como porta de entrada para o transporte da sua carga internacional para Komatipoort – onde pode ser desalfandegada de forma mais fácil e eficiente para clientes baseados em Gauteng e arredores.
Assim que uma remessa é recebida no porto DP World Maputo, a organização trata sem demoras de todo o processo da cadeia logística dali para Komatipoort e outras áreas no interior da região. Embora o custo desse serviço seja variável consoante o utilizador, estima-se que seja equivalente, ou mais barato, em comparação com a rota tradicional através de Durban. Em qualquer dos casos, é muito mais eficiente – principalmente para quem está na zona norte do país.
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Quando uma bicicleta significa maior inclusão
Projecto de mobilidade da Vale abrange cerca de 2 mil famílias no distrito de Moatize
Uma simples bicicleta pode mudar a vida de uma família inteira ou de comunidades. Encurta distâncias, dá maior mobilidade e aproxima populações. Só este mês, a Vale Moçambique já entregou 763 bicicletas à comunidade de Cateme, algumas das quais destinadas aos beneficiários de oficinas designadas por ‘Bike Negócios’.
Neste projecto, que teve início no final de 2020, a Vale tem como parceira a Mozambike – empresa que fabrica bicicletas em Moçambique e que está associada a vários projectos de responsabilidade social. Ao todo foram entregues mais de 1.800 bicicletas, beneficiando perto de 2 mil famílias de sete comunidades, situadas no distrito de Moatize, província de Tete.
A utilidade de uma bicicleta em populações distantes dos centros urbanos pode ser absolutamente transformadora e inclusiva. Tudo fica mais perto e tudo se faz mais depressa.Tumova Geraldo, 26 anos, é o socorrista da comunidade de Matambanhama e não tem dúvidas disso: “Uma bicicleta facilita muito, as pessoas chegam mais facilmente e mais rápido ao centro de saúde, à escola, ajuda para ir buscar água, ir à moagem, ir à machamba, ajuda em praticamente tudo”. Tumova foi um dos contemplados com a oferta da Vale, um presente que o deixou “muito feliz” e que faz toda a diferença no trabalho que desenvolve na aldeia. “A minha função é prestar primeiros socorros às pessoas da comunidade, quando alguém tem doenças como diarreia ou malária desloco-me a casa das pessoas para dar alguns medicamentos. E quando tenho missão de serviço em Moatize agora também chego muito mais rápido, é menos cansativo e dá para transportar coisas”, explica.
Farnicia Evaristo Almado, tem 38 anos e cinco filhos. Trabalho não lhe falta, mas a bicicleta veio dar uma ajuda preciosa a esta mulher que, para além das tarefas da casa, tem também de cultivar a machamba, ir buscar água e lenha ou comprar carvão. “Ajuda muito, chego muito mais cedo a todo o lado”, garante. Américo Inácio, marido de Farnicia, adianta mesmo que passaram a ir a Moatize com mais frequência. “Vendemos milho e pepino que agora conseguimos transportar na bicicleta e conseguimos chegar à cidade muito mais depressa para podermos vender”, conta.
Neste projecto são contempladas as comunidades de Matambanhama, Ntchenga, Mphandue, Phonde, Catete, Calambo e Cateme. Com as bicicletas, são também entregues kits de material suplente para garantir uma maior longevidade daquele meio de transporte. O projecto integra ainda uma componente de auto negócio que beneficia cerca de 15 jovens das referidas comunidades com a criação de oficinas de ‘Bike Negócio’. O objetivo passa por criar oportunidades de negócio na área da manutenção, reparação e venda de acessórios, como forma de ajudar a comunidade a manter as bicicletas em bom estado. Em simultâneo, representa uma fonte de rendimento para os jovens que fazem parte da iniciativa.
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Total retoma projecto em Afundi
O Projecto Mozambique LNG, operado pela Total E&P Mozambique Area 1 (TEPMA1), e o Governo de Moçambique, anunciam que o projecto irá progressivamente retomar as actividades de construção no local do projecto em Afungi, na sequência da implementação de medidas adicionais de segurança no local.
Após os eventos de segurança que ocorreram em Dezembro de 2020, perto do local do Projecto Mozambique LNG, que levaram à desmobilização temporária da mão-de-obra do projecto, a Total e o Governo de Moçambique trabalharam em conjunto para definir e implementar um plano de acção com o objectivo de reforçar de forma sustentada a segurança do local do projecto em Afungi, da área circundante e das aldeias vizinhas.
O Governo de Moçambique declarou a área num perímetro de 25km em torno do Projecto Mozambique LNG uma zona de operação especial. Foi definido e implementado um roteiro abrangente, incluindo o reforço das infra-estruturas de segurança e das forças de segurança pública, permitindo uma remobilização gradual da mão-de-obra do projecto e a retoma das actividades de construção da fábrica de GNL e, bem assim, dos programas de desenvolvimento comunitário realizados pelo projecto.
O controlo da zona de operação especial em redor do local do projecto em Afungi continua a ser assegurado exclusivamente pelas forças de segurança pública designadas pelos Ministérios da Defesa Nacional e do Interior de Moçambique, no âmbito do Memorando de Entendimento assinado em Julho de 2020 entre o Governo de Moçambique e a TEPMA1. O Governo de Moçambique está empenhado em que o pessoal afecto à protecção do Projecto Mozambique LNG actue de acordo com os Princípios Voluntários sobre Segurança e Direitos Humanos e as normas internacionais de direitos humanos. O Projecto Mozambique LNG, que é responsável pela segurança do local de construção, não utiliza os serviços de quaisquer prestadores de segurança privada armados.
Acresce-se que a Total anuncia que o Projecto Mozambique LNG cumpriu todas as condições suspensivas, assim como cumpriu todos os requisitos legais aplicáveis, para o primeiro
desembolso da dívida do financiamento do projecto, assinado em 15 de Julho de 2020 com 8 agências de crédito à exportação, 19 bancos comerciais e o Banco Africano de Desenvolvimento. Este primeiro desembolso ocorrerá no início de Abril de 2021.
A Total confirma também o seu objectivo de entregar a primeira carga do Projecto Mozambique LNG em 2024.












