Categoria: Moçambique

  • BCI considerado o Melhor Banco 2021

    A revista norte-americana Global Finance elegeu, há dias, o BCI como o “Melhor Banco em Moçambique”, no âmbito dos “World’s Best Banks 2021”, que distinguem as instituições bancárias que em 2020 melhor responderam às necessidades dos seus clientes e que obtiveram os melhores resultados.

    A seleção dos vencedores foi efectuada pelos editores da Global Financeapós ampla consulta a executivos de empresas financeiras, banqueiros e consultores bancários e analistas de todo o mundo. Os critérios utilizados pelo corpo de jurado incluem itens como evolução de ativos, rendibilidade, dimensão geográfica, relações estratégicas, desenvolvimento de novos negócios e inovação em produtos; e critérios subjectivos, que compreendem opiniões de analistas financeiros e de notação de crédito, assim como de consultores bancários, entre outros.

    Segundo refere Joseph D. Giarraputo, director editorial da Global Finance, por ocasião das premiações,“os Bancos jogam um papel chave na recuperação económica em todo o mundo. Os prémios que atribuímos aos melhores Bancos destacam os líderes, no restabelecimento do crescimento e na indicação do caminho a seguir” – disse. E acrescentou: “a avaliação deste ano é muito mais importante e mais valiosa do que qualquer outra feita ao longo dos 28 anos de história, tendo em conta as condições económicas sem precedentes, causadas pela pandemia global”.

    Com 25 anos de existência, o Banco Comercial e de Investimentos (BCI) é uma das principais instituições financeiras de Moçambique, mantendo, hoje, a posição cimeira do Sistema Bancário no que diz respeito aos volumes de Crédito (27.59%), Depósitos (26.48%) e Activos (24.35%), e com a maior rede comercial do país. Para além de ter como um dos seus principais vectores estratégicos o apoio às Pequenas e Médias Empresas (PME), o BCI desenvolve, ainda e entre outros, produtos e serviços que procuram: responder ao crescimento do país; financiar ou participar no financiamento de projectos estruturantes e de grande dimensão nacional; participar activamente na inclusão financeira e na bancarização da economia.

    Refira-se que com uma circulação média de 50 mil exemplares, e com leitores em 189 países, a revista ‘Global Finance’ foi fundada em 1987 e tem como intuito ser uma ferramenta útil, auxiliando líderes empresariais, banqueiros e investidores a traçarem o rumo dos seus negócios.

  • Moçambique conquista 1º lugar da sua série no Campeonato Mundial de Todo-o-Terreno na Jordânia

    O piloto moçambicano Paulo Oliveira conquistou o primeiro lugar da sua classe, no Rally Todo-o-Terreno, Baja da Jordânia 2021, que decorreu de 18 a 21 de Março em curso, tendo na geral o país ficado no 6º lugar. Com esta vitória, o piloto moçambicano segue para a próxima jornada, a realizar-se no Qatar, no dia 8 de Abril.

    “A experiência desta corrida foi muito boa, uma corrida com 1000 km, em dois dias. Foi uma competição muito dura, realizada no deserto, com muita pedra e dunas. Foi um excelente treino para o nosso grande objectivo que é marcar presença na Arábia Saudita, no Rally Dakar 2022”, disse emocionado o piloto Paulo Oliveira, minutos após a sua chegada a Maputo, está segunda-feira, depois da dura competição na Jordânia.

    Oliveira diz que a sua vitória é fruto de muito trabalho e dedicação, apesar da difícil logística, por conta das restrições impostas pela pandemia da Covid-19. “Muitas corridas estão canceladas no mundo, mesmo nesta ida à Jordânia tivemos muitos problemas. Não corremos com a mota a que estamos habituados, tivemos que arranjar uma alternativa, através de uma equipa de Dubai, à qual nos associámos, e competimos com uma mota diferente, sem as afinações necessárias. Mas dado o nosso empenho, tudo correu bem”.

    Com este feito, Paulo Oliveira diz que o país renova a esperança da conquista do título mundial, a ser disputado na Baja de Portalegre, em Outubro do ano corrente. Para já, Oliveira diz que as atenções estão viradas para a prova do dia 8 de Abril, no Qatar, onde o objectivo é aumentar a pontuação de Moçambique para os próximos eventos.

    A participação do piloto moçambicano na Baja da Jordânia contou com apoio daSecretaria do Estado do Desporto, ATCM e Federação Moçambicana de Automobilismo e Motociclismo.

  • CDM é premiada pela Autoridade Tributária de Moçambique

    A Cervejas de Moçambique, a maior cervejeira do país e subsidiária da AB InBev, foi condecorada pela Autoridade Tributária de Moçambique por se ter revelado um dos maiores contribuintes em 2020.

    No dia em que comemora o 68ª aniversário da Organização Mundial das Alfândegas, a Cervejas de Moçambique recebeu o Diploma de Mérito das Autoridades Aduaneiras pela sua contribuição para o fisco e economia do país durante o ano transacto.

    Hugo Gomes, Administrador da Cervejas de Moçambique, aproveitou a ocasião para relembrar o desafiante ano que passou. “O ano 2020 foi um ano bastante desafiador em várias frentes, no entanto, graças à resiliência, trabalho árduo e espírito vencedor das nossas equipas, conseguimos superar com sucesso a maioria das barreiras que encontrámos que encontramos diante de nós!”

    “Esse reconhecimento público deixa-nos orgulhosos e estimula-nos a enfrentar os desafios do presente ano com ainda mais garra e determinação”reforçou o Administrador da CDM, Hugo Gomes.

    Importa reforçar que a Cervejas de Moçambique é orgulhosamente uma empresa moçambicana, uma marca nacional que pretende ajudar o seu país a crescer, construindo uma cadeia de valor que o valorize. A Cervejas de Moçambique emprega, directamente, 1200 funcionários e, indirectamente, pouco mais de 150.000 pessoas.

  • Seguro de Viagem da Arko Seguros passa a beneficiar de coberturas em caso de infecção com COVID-19 no estrange iro

    Esta modernização traduz a ambição da ARKO Seguros estar mais próxima das empresas e dos cidadãos moçambicanos nas viagens ao estrangeiro, minimizando riscos e aprimorando a oferta em face da presente pandemia

    A inclusão das coberturas de despesas médicas, hospitalização e quarentena obrigatória, em resultado de infecção com Covid-19, é garantida pela Arko Seguros através do Seguro de Viagem e representa uma inovação no mercado segurador moçambicano. O novo clausulado do Seguro de Viagem dá corpo à estratégia da seguradora de inovação permanente, incrementando os produtos standarde de comercialização obrigatória e regular em Moçambique. Esta inovação torna cada apólice de seguro num activo de proximidade, protecção, bem-estar e segurança dos clientes.

    Assim, caso o viajante (segurado) seja infectado com a Covid-19 no decorrer de uma viagem fora do território moçambicano, coberta pela Apólice de Seguro da Arko, o Seguro de Viagem irá cobrir:

    • Despesas médicas e de hospitalização no estrangeiro, até ao limite proposto nas condições particulares da apólice e de acordo com os termos e condições nela definidos;

    • A Seguradora cobrirá as despesas de alojamento associadas a uma quarentena obrigatória caso o segurado seja testado positivo com Covid-19 durante uma viagem assegurada e seja isolado num Hotel e/ou Hospital às suas próprias expensas. O limite máximo para a cobertura de quarentenaé de 80U$D/dia por um máximo de 14 dias. Este subsídio será limitado para cobrir as despesas de alojamento e sujeito à apresentação do diagnóstico médico, ordem médica de quarentena e conta de hotel/hospital de convalescença, a fim de obter o reembolso das despesas contratadas. Outras despesas (alimentação, lavandaria, serviços extra, etc) permanecerão excluídas da cobertura.

    Com o novo Seguro de Viagem, os gestores das Agências de Viagens, todos os nossos parceiros e público em geral passam a beneficiar da qualidade do serviço de assistência em viagem da ARKO/MAPFRE, agora com coberturas adicionais para fazer face à presente pandemia daCovid-19.

    As melhorias substanciais introduzidas nas apólices de Seguro de Viagem traduzem a ambição da ARKO Seguros de se constituir como parceiro privilegiado das empresas e dos cidadãos moçambicanos na minimização de riscosatravés do desenvolvimento de soluções inovadoras que respondam às suas necessidades e aos novos desafios.

    Com efeito, os benefícios integrados e padrões de qualidade, rigor e conforto que a ARKO Seguros pretende transferir para os clientes, chegam ao mercado doméstico numa altura em que a Seguradora prossegue com a modernização de todos os produtos para os vários segmentos, acompanhando os avanços tecnológicos e contribuindo para a inclusão financeira e competitividade do sector dos seguros em Moçambique.

    Para uma informação mais completa sobre todos os produtos inovadores da ARKO Seguros, incluindo os novos benefícios associados ao Seguro de Viagem, os Clientes e Parceiros devem aceder à página www.arkoins.com

  • Fomentando os laços no sector químico entre Moçambique e Índia

    A Índia tem sido um dos principais parceiros comerciais de Moçambique, tendo, em 2018, ocupado o segundo lugar, com um volume de comércio externo, estimado em 1.882 milhões de dólares norte-americanos.Grande parte do volume de comércio entre ambos os países (76 por cento) representa exportações de Moçambique para aquele país asiático, cujo saldo comercial superavitário é a favor de Moçambique.
    Esta informação foi dada a conhecer pelo ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, durante a abertura do Fórum de Negócios e Investimentos Moçambique-Índia, ocorrida, segunda-feira, 14 de Dezembro, em Maputo.
    O governante referiu ainda acreditar que existem potencialidades para a diversificação do leque de produtos que constituem a base das trocas comerciais, apesar de o carvão, a castanha de caju e o feijão estarem entre os principais produtos que Moçambique exporta para a Índia.
    “Uma forte implantação da indústria química em Moçambique, especificamente voltada para a produção de adubos e fertilizantes, pode resultar em consideráveis benefícios para a agricultura moçambicana, assegurando maior produtividade das terras férteis e imensamente aráveis”, destacou o ministro, desfiando a Chemexcil, Conselho de Promoção de Exportações, a desenvolver e incrementar os seus investimentos nesta indústria e em toda a sua cadeia de valor.
    Num outro desenvolvimento, Carlos Mesquita disse acreditar que a Índia, sendo um país em desenvolvimento pode jogar um papel muito importante para ajudar a alavancar e dinamizar o sector privado moçambicano na resposta aos problemas que a economia enfrenta.
    “Esperamos que esta reflexão ajude a trazer as respostas que o nosso sector económico deve produzir em face dos desafios da manutenção da actividade produtiva e dos postos de trabalho, para o fortalecimento da nossa economia e promoção de um equilíbrio social, tendo em conta que o emprego e a produtividade são formas eficazes de assegurar a estabilidade social das sociedades”, frisou.
    No encontro virtual de três dias, que decorre sob o lema “Fomentando laços empresariais no sector químico entre Moçambique e Índia’’, o Alto Comissário da Índia, Rajeev Kumar, considerou que Moçambique é muito importante: “O investimento indiano em Moçambique ultrapassa sete biliões de dólares norte-americanos, representando 25 por cento do investimento total da Índia no continente africano”, sublinhou.
    “A Índia tem uma exposição de desenvolvimento em forma de linhas de crédito concessionais de mais de 772,44 milhões de dólares norte-americanos nas áreas de impacto público, como energia, estradas, parque informático e tecnológico, abastecimento de água, entre outras, e ofereceu doações de milhões de dólares para ajudar Moçambique no processamento do cajú, algodão, etc”, sublinhou.
    Em relação ao fórum, referiu existir uma enorme falta de informações entre os dois países. Eventos como este, segundo afirmou Rajeev Kumar, vão ajudar a preencher estas lacunas de informações, o que nos vai permitir chegar a um intercâmbio de potencialidades existentes em ambos os países.

  • FNB Moçambique patrocina o evento Mozambique Gas Virtual Summit

    Considerando as actuais circunstâncias, a conferência deste ano é realizada virtualmente nos dias 28 e 29 de Outubro através de uma plataforma tecnológica interactiva onde os participantes podem ouvir os oradores, visitar as empresas representadas através dos seus stands virtuais e interagir com outros participantes do evento.

    O FNB Moçambique, como subsidiário do Grupo FirstRand, um dos principais bancos financiadores dos grandes projectos de gás natural em Moçambique, far-se-á representar num painel de discussão liderado por Keith Webb, membro sénior da Banca de Investimento e Infra-estruturas do RMB – Rand Merchant Bank, que, à semelhança do FNB, faz parte do Grupo FirstRand, o maior grupo financeiro em África por capitalização bolsista. Keith abordará a transição dos combustíveis fosseis, para as energias renováveis e o respectivo acesso.

    Segundo Webb, "o futuro da energia em África promete e é certo que implicará o uso de novas ferramentas e abordagens diferentes. Passamos por uma fase promissora, durante a qual se afigura cada vez mais simples e mais económica a maximização das fontes de energia renováveis existentes. À medida que o continente transita para as energias renováveis, as tecnologias de utilização de gás são tidas como impulsionadores fundamentais, devido à sua flexibilidade e capacidade de rápido arranque, tornando-as ideais para equilibrar a produção de energia variável a partir de outras fontes renováveis, tais como energia solar e eólica".

    O apoio ao desenvolvimento do gás em Moçambique e o respectivo impacto potencialmente transformador permanecem estrategicamente importantes para o Grupo FirstRand, como accionista do FNB Moçambique. O banco financiou e reforçou os compromissos iniciais para o Projecto de Gás Natural Liquefeito flutuante Coral Sul (FLNG) em Moçambique, o primeiro projecto FLNG em África, e participou, recentemente, num consórcio de bancos destinado a financiar o projecto Total Moçambique LNG.

    "Durante esta conferência, os delegados do FNB estarão disponíveis na plataforma interactiva, para partilhar com os principais actores do mercado a sua experiência e conhecimento no sector, assim como explorar oportunidades de parceria”, avançou Higino Mutemba, líder do sector de Recursos Naturais do FNB Moçambique.

    O Mozambique Virtual Gas Summit será apoiado por instituições governamentais, empresas de exploração de gás natural, especialistas do sector e investidores.

    Sobre a FNB Moçambique

    O FNB Moçambique, juntamente com o RMB – Rand Merchand Bank, é membro do FirstRand Bank Limited, o maior grupo financeiro de África por capitalização bolsista e uma das maiores instituições listadas na Bolsa de Valores de Johanesburgo, na África do Sul, com presença em 11 países africanos, na Inglaterra, Emirados Árabes Unidos, Índia e China.

    O FNB Moçambique é detido pela FirstRand Moçambique Holding Limitada, pela GCP – Sociedade de Gestão e Controle de Participações, S.A. e pela FirstRand Investment Holding e opera no mercado nacional desde 2007, com enfoque na prestação de serviços financeiros ao sector empresarial moçambicano, a respectiva cadeia de valor bem como ao segmento de Particulares.

  • Salimo Abdula nomeado para o prémio Euroknowledge

    O empresário moçambicano Salimo Abdula é um dos nomeados para o prémioEuro Knowledge2020, que este ano vai ser realizado virtualmente, a partir de Londres, devido às restrições impostas pelas medidas de prevenção da pandemia do novo coronavírus.

    Euroknowledge Leadership Award é um dos maiores reconhecimentos anuais a individualidades que se destacam nas suas realizações. Este prémio celebra líderes exemplares que deram uma contribuição significativa e impactante nos sectores empresariais e de desenvolvimento humano, tais como saúde, educação, ambiente, liderança e responsabilidade social corporativa.

    Já atribuído a figuras como Bill Gates e Aliko Dangote, este ano, o empresário Salimo Abdula foi honrosamente nomeado para receber o prémio, numa cerimóniaque ocorrerá no dia 30 de Outubro, na House of Lords, em Londres.

    “É um privilégio ter o nosso nome ligado a um prémio que já teve personalidades como Bill Gates e Aliko Dangote, grandes figuras na arena empresarial mundial, e esta nomeação eleva, sem dúvidas, o nome de Moçambique, a marca da CPLP e das diversas entidades a que estamos ligados, por isso, gostaria de agradecer a todos pela confiança e, especialmente, à comissão da Euroknowledge e à Women Leadership of Africa, que muito apoiaram para esta nomeação” , afirma o empresário Salimo Abdula.

    Salimo Abdula é um dos empresários moçambicanos preocupados com o crescimento dos níveis de desenvolvimento humano, económico e de liderança. Tem vindo a desenvolver várias acções de responsabilidade social, como empresário, indivíduo e no comando das empresas que dirige, para além do apadrinhamento de iniciativas juvenis e não só.

    Além de representar a Intelec Holdings, é actualmente Presidente do Conselho Empresarial da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, entidade que nos últimos tempos tem tomado a dianteira para assegurar a melhoria do ambiente de negócios na comunidade.

    Entre várias outras, estas foram as razões que levaram a Women Leadership of Africa a indicá-lo para o prémio, sendo o único a nível da região Austral de África e, também, único entre os Países de Língua Oficial Portuguesa.

    A cerimónia de entrega dos prémios vai decorrer online, próxima sexta-feira, onde também vai ter lugar uma mesa-redonda para debater liderança e filantropia, com diferentes homens de negócios de todo o mundo.

  • Nacala Logistics oferece barcos a pescadores para pescadores de Nacala-a-Velha

    Nacala Logistics constrói barcos a motor

    para pescadores de Nacala-a-Velha

    A Nacala Logistics está a apoiar as comunidades de pescadores de Massigirine e de Nachiropa, na província de Nampula, na construção de barcos a motor. Ao todo serão beneficiados 160 pescadores daquela região costeira.

    As novas embarcações irão permitir que a actividade pesqueira possa ser desenvolvida em mar aberto, rentabilizando de forma significativa o trabalho dos pescadores, com aumento da quantidade e a qualidade do pescado. A iniciativa da Nacala Logistics permite, desta forma, criar riqueza às populações abrangidas aumentando o rendimento familiar das mesmas.

    Os barcos serão equipados com materiais convencionais de pesca e de segurança que incluem redes, boias, coletes salva-vida e colmans (para a conservação adequada dos mariscos capturados).

    O processo de construção das embarcações envolve carpinteiros locais que, desde Abril, trabalham no projecto, indicados pelos próprios pescadores beneficiários.

    Para além dos barcos, a Nacala Logistics pretende apoiar os pescadores com um sistema frigorífico, e de produção de gelo de forma a permitir uma maior eficiência na conservação de peixe e marisco.

    Estas acções enquadram-se no Programa de Geração de Renda da Nacala Logistics que abrange cerca de 15 mil famílias do Corredor de Nacala, apoiando-as em diversas áreas que incluem a agricultura, pesca, criação de frangos, poupanças e crédito rotativo, entre outras. No âmbito deste programa, as comunidades beneficiam, também, de furos de água financiados pela empresa.

    Apesar do impacto que a pandemia do novo coronavírus está a provocar na economia do país, a Nacala Logistics continua comprometida no apoio às comunidades onde opera, de forma a contribuir para o desenvolvimento da região.

  • Porto de Maputo Manuseia 21 milhões de toneladas

    O Porto de Maputo manuseou cerca de 21 milhões de toneladas, em 2019, uma cifra histórica que representa um crescimento de cerca de 8%, quando comparado com 2018, anunciou, esta quarta-feira, dia 14 de Outubro, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Dr. Janfar Abdulai, no final da visita efectuada aquela infra-estrutura.

    O Ministro disse ter constatado, com satisfação, a contínua consolidação do crescimento da carga manuseada que o Porto de Maputo tem vindo a registar nos últimos 15 anos, como resultado dos investimentos que tem vindo a ser efectuados.

    No tocante aos congestionamentos causados pelos camiões que escalam o Porto, através da N4, o Ministro disse ter constatado, com satisfação a tendência da migração da carga transportada por camiões para a via ferroviária. De Janeiro a Setembro deste ano a carga ferroviária cresceu cerca de 40% e a carga rodoviária baixou cerca de 30%, facto que permitiu a redução de cerca de 120 camiões que escalavam o porto diariamente.

    O Ministro visitou o Porto de Maputo no âmbito da monitoria da implementação dos principais Projectos do Sector inscritos no PQG (2020-2024). “Fixamos como meta o aumento de carga manuseada nos nossos portos dos actuais cerca de 48 milhões de toneladas para 82 milhões de toneladas até 2024. O Porto de Maputo é a infra-estrutura estratégica para o cumprimento desta meta pois, contribui com mais de 40% da carga manuseada no país.

    Para a melhoria da capacidade de manuseamento de carga, o Porto de Maputo está a implementar um Projecto de cerca de USD 94 milhões na ampliação e modernização dos cais 6, 7, 8 e 9, aumento da capacidade de armazenamento em mais 3 milhões de toneladas por ano, bem como a dragagem dos cais para melhorar a profundidade dos actuais -10 para -16 metros, de modo a harmonizar com a profundidade do canal de acesso dragado, em 2016 (de -11 para -14.4m).

    No final da visita a estas obras, o Ministro constatou que estas decorrem a um bom ritmo, devendo ser concluídas dentro do prazo estabelecido (Janeiro de 2021), não obstante alguns constrangimentos causados pela pandemia do COVID-19.

  • Galp inaugura novo posto de abastecimento no Distrito de Quissico, em Inhambane

    • Reforço da rede de estações de serviço, que deverá atingir os 70 postos até ao final do ano, é um compromisso estratégico da Galp em Moçambique. O novo posto de abastecimento tem uma loja de conveniência e está aberto 24 horas por dia.

    A Galp inaugurouesta semana um novo posto de abastecimento no Distrito de Quissico,alargando assim a sua rede na província de Inhambaneno âmbitodoseu plano de investimento e expansão da rede de retalho que deverá atingir as 70 estações de serviço até ao final do ano.

    O novo posto de abastecimento, inaugurado pela Secretária de Estado da Província de Inhambane, Ludmila Maguni, localiza-se na estrada nacional N1, principal via rodoviária do país, e está aberto 24 horas por dia. O posto, que conta com uma loja de conveniência integrada e três ilhas de abastecimento – incluindo uma de alto débito – faz parte do plano da Galp focalizado nas zonas rurais, contribuindo para dinamização das economias locais e melhoria das condições de vida das populações.

    “Esta é a primeira bomba de combustível construída, neste local, depois da independência e emprega pessoal totalmente local”, revelou Ludmila Maguni durante a cerimónia oficial de inauguração do novo posto. “Encorajamos os investimentos da Galp em Inhambane porque a presença de combustíveis é sinal de desenvolvimento da nossa província”, acrescentou a Secretária de Estado da Província de Inhambane.

    “Este é mais um exemplo do nosso compromisso com a modernização da infraestrutura energética do país, onde prosseguimos um extenso plano de investimentos na actividade logística, de armazenagem, distribuição e retalho de combustíveis líquidos e GPL,” afirmou Francisco Ferreira, COO da Galp Moçambique.

    Face ao contexto actual, a Galp reforçou as medidas de higienização e limpeza das zonas mais críticas de contacto com os clientes, realçando as orientações emitidas pelo governo moçambicano e a OMS, sendo que os postos de abastecimento mantêm-se todos em funcionamento e sem constrangimentos.

    Sobre a Galp

    Presente em Moçambique há mais de 60 anos, a Galp é uma empresa de energia comprometida com o desenvolvimento de soluções eficientes e sustentáveis nas suas operações e nas ofertas integradas que disponibiliza aos seus clientes. Criamos soluções simples, flexíveis e competitivas para as necessidades energéticas ou de mobilidade tanto de grandes indústrias e pequenas e médias empresas, como do consumidor individual. Como produtor, atuamos na extracção de petróleo e gás natural a partir de reservatórios situados quilómetros abaixo da superfície marítima, nomeadamente como parceiros do projeto Rovuma LNG, que desenvolve a Área 4, ao largo da província de Cabo Delgado. Somos igualmente um dos maiores produtores mundiais de energia eléctrica de base solar. Contribuímos para o desenvolvimento económico dos 11 países em que operamos e para o progresso social das comunidades que nos acolhem. Somos, por isso, líderes do nosso setor nos principais índices mundiais de sustentabilidade.

  • CDM incentiva o empoderamento de pequenos agricultores

    ‘Crescer Juntos’ é o projecto que resulta da parceria entre a Cervejas de Moçambique e a Empresa de Comercialização Agrícola

    No âmbito do programa de Responsabilidade Social Empresarial, em particular do pilar de Agricultura Sustentável, a Cervejas de Moçambique (CDM) assinou um Memorando de Entendimento com a Empresa de Comercialização Agrícola (ECA) com o objectivo de empoderar pequenos agricultores que tanto contribuem para o fabrico das cervejas da CDM.

    O resultado desta parceria materializa-se no financiamento, a custo zero, de cinco Sistemas de Irrigação a pequenos agricultores de Catandica, Distrito de Báruè, Província de Manica, visando a poupança de água, uso de energias limpas (solar) e o incremento do rendimento destes agricultores. Estes cinco Sistemas de Irrigação utilizam a energia solar e a irrigação gota-a-gota, abraçando, assim, os objectivos globais de desenvolvimento sustentável que estão no ADN da empresa moçambicana.

    “Com esta acção pretendemos, não só incrementar a performance ambiental da nossa agricultura, mas como também almejamos incrementar significativamente a produtividade e eficiência dos nossos parceiros de negócios – os agricultores moçambicanos” refere Hugo Gomes, Administrador da CDM.

    E reforça “É nosso objectivo que a economia do país, a nossa empresa e os pequenos agricultores possam ‘Crescer Juntos’, indicando a vontade de expandir o projecto e empoderar pequenos agricultores de todos os cantos de Moçambique.

  • Programa virtual de imersão empresarial #Ideate Bootcamp arranca

    Arrancou, segunda-feira, 28 de Setembro, a segunda edição do programa virtual de imersão empresarial #Ideate Bootcamp. Promovida pela Incubadora de Negócios do Standard Bank, em parceria com a IdeaLab, a iniciativa visa estimular o empreendedorismo e o desenvolvimento de ideias inovadoras para resolver os problemas das comunidades.

    Trata-se de um programa que tem como objectivo transmitir, aos aspirantes a empreendedores, ferramentas que lhes permitam estruturar e validar as suas ideias de negócio de forma a garantir a sua sustentabilidade e escalabilidade.

    Durante os cinco dias da formação, os participantes vão, ainda, obter conhecimentos e utilizar metodologias que lhes irão ajudar a criar e transformar ideias em acções concretas e com potencial para crescer, e ter um impacto positivo nas comunidades.

    A sessão de abertura foi dirigida pela directora de Capital Humano do Standard Bank, Mónica Macamo, que, na sua intervenção, encorajou a partilha de ideias entre os participantes pois só assim é que poderão criar sinergias e fazer a diferença nas suas comunidades.

    Na ocasião, Mónica Macamo apelou à capacidade de reinvenção e à adaptação ao novo normal, associado à pandemia do novo Coronavírus, que forçou as pessoas e as empresas a apostar em plataformas digitais.

    “Temos que ter uma mente aberta para aprender a fazer as coisas de maneiras diferentes. Esperamos que durante a formação consigam conceber e consolidar as vossas ideias, que deverão ser transformadas em acções concretas que permitam gerar riqueza e postos de trabalho”, disse a directora de Capital Humano do Standard Bank.

    Por seu turno, o representante da IdeaLab, Manuel Rego, considerou que a iniciativa tem ajudado muitos jovens a dar os primeiros passos na área do empreendedorismo, bem como a vencer os seus medos.

    “Nós estamos aqui para transmitir a nossa experiência e contribuir para tornar Moçambique mais empreendedor. Este programa é uma caixa de ferramentas que pode ser usada para abrir qualquer tipo de empresa ou abordar qualquer desafio”, referiu Manuel Rego.

    Importa realçar que, para a presente edição, candidataram-se 249 pessoas, das quais foram seleccionadas 51 para participar no programa, sendo 28 homens e 23 mulheres, provenientes das províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula, Zambézia, Manica, Sofala, Inhambane, Gaza, Maputo e cidade de Maputo.

    FOTO: Mónica Macamo, dir. Capital Humano do Standard Bank

  • MRM celebra oito anos de exploração de rubis em Moçambique com impacto directo nas comunidades

    A Montepuez Ruby Mining (MRM) celebrou recentemente oito anos de exploração de rubis em Moçambique, e no rescaldo deste período estão vários reconhecimentos, entre eles o de um dos dois maiores contribuintes para os cofres do Estado, tanto a nível provincial assim como nacional.

    A MRM iniciou as suas operações em 2012, anunciando um futuro mais próspero para Moçambique, ao iniciar a exploração de rubis no distrito de Montepuez, província de Cabo Delgado e, volvidos oito anos, os resultados sãos visíveis em diferentes frentes de desenvolvimento em Moçambique.

    Crescimento e contributo da empresa

    Nos últimos cinco anos, a MRM foi consistentemente premiada como a maior contribuinte da província de Cabo Delgado, e foi também recentemente anunciada como uma das duas empresas mineiras que mais receitas geram para os cofres do Estado Moçambicano.

    Mas as distinções que a MRM tem vindo a receber não terminam aí. No último ranking das 100 maiores empresas do país, promovido pela KPMG, a empresa mineira foi distinguida como a melhor empresa que operou em Moçambique em 2018, em termos de desempenho, com uma taxa de crescimento de 29,52%; taxa de autonomia financeira de 54%; taxa de volume de negócios de 54%; rentabilidade do capital próprio, 89,41%; e liquidez geral.

    2018 foi também um destaque para a MRM em termos de receitas, ao atingir resultados históricos no seu leilão de Junho com $71,8 milhões de USD, e um total anual de $127,10 milhões de USD.

    Outra forma da MRM transformar a vida dos Moçambicanos é através do emprego. Dos seus cerca de 1.300 funcionários, 95% são Moçambicanos, dos quais 60% são do Distrito de Montepuez.

    Estes empregados, uma vez contratados, realizam o seu trabalho da forma mais segura e limpa, porque a Saúde e Higiene no Trabalho continuam a ser um foco fundamental na MRM, que está a realizar a extracção sem o uso de produtos químicos.

    Numa tentativa de melhorar a empregabilidade local contínua e encorajar o auto-emprego, a MRM também lançou um programa de formação profissional com a duração de 7 anos, destinado a capacitar 2,100 membros da comunidade com competências profissionais.

    Compromisso social

    Na área do desenvolvimento comunitário, a MRM mudou a vida dos residentes no Posto Administrativo de Namanhumbir e arredores, que se encontra perto da concessão da MRM e recebeu um prémio de Melhores Práticas de Responsabilidade Social na Província de Cabo Delgado em 2017.

    A empresa construiu três escolas primárias com 13 salas de aulas e 6 casas para professores (nas aldeias de Nanune, Mpene e Nseue), e também reabilitou outra com 5 salas de aulas na aldeia de Nanune, que em conjunto disponibilizam uma capacidade para 2.000 alunos.

    Com um foco na sustentabilidade da subsistência, a MRM também criou 9 associações agrícolas que beneficiam mais de 400 habitantes locais através da formação de competências, sementes melhoradas, pesticidas e equipamento agrícola que melhoraram o rendimento em 200% e proporcionam uma fonte regular de rendimento. Duas destas são criações de frangos que fornecem uma fonte de rendimento regular para as mulheres e já produziram 35.000 frangos desde o início de 2016.

    Na área da saúde, para além de ter construído uma enfermaria ambulatorial para o Centro de Saúde de Namanhumbir, a MRM continua a fornecer duas clínicas móveis, que prestam serviços básicos de saúde a 10 comunidades localizadas remotamente a partir do centro de saúde local.

    Desde o início deste projecto, foram prestados mais de 125.000 serviços básicos de saúde nas áreas de Saúde Materna e Infantil (MCH), o Programa Alargado de Imunização (EPI) e Consultas Externas.

    Durante a pandemia Covid-19, apesar da suspensão de todas as operações mineiras excepto as críticas, a MRM continuou a apoiar as comunidades locais, desta vez através da promoção de campanhas de sensibilização da Covid-19 e da produção em massa de máscaras faciais para o governo distrital distribuir a quem não as possa comprar.

    A MRM e a empresa-mãe Gemfields, continua a procurar operar de forma que contribua positivamente para a economia nacional, assumindo simultaneamente um papel de liderança na modernização do sector de pedras preciosas coloridas e na construção de meios de subsistência sustentáveis para as comunidades que vivem nos arredores da mina.

    Marcos históricos da empresa

    Ano Marco Importante
    2009 Torna-se extensamente conhecido que foram descobertos rubis em Montepuez
    2011 Licenças de mineração 4702 e 4703 concedidas à MRM, válidas até 2036
    2012 Início das operações da MRM

    Início da amostragem, instalação da planta de processamento e da primeira casa de selecção e classificação de rubis

    2013 Chegada da frota de perfuração e início das actividades de exploração interna
    2014 Realização do primeiro Leilão da MRM, arrecadando $33,5 milhões de dólares
    2015 Início do apoio à conservação da vida selvagem – MdE com o Parque Nacional das Quirimbas (PNQ)
    2016 Formação da associação de agricultores de Namanhumbir, para facilitar e apoiar o desenvolvimento agrícola
    2017 Adopção do Plano de Acção de Reassentamento (PAR)
    2018 Resultado recorde de leilão em Junho com $71,8 milhões de dólares, contribuindo para o melhor resultado anual da empresa, com um total de $127,10 milhões de dólares
    2019 Inauguração de uma nova casa de selecção e classificação de rubis – uma infra-estrutura com tecnologia de ponta, a primeira do género na indústria de pedras preciosas coloridas
    2020 A aldeia de reassentamento estará pronta para ser ocupada

  • Access Bank Mozambique, Atlas Mara e o ABC Holding assinam acordo de compra de acções para a aquisição do AB C Moçambique

    O Access Bank Mozambique SA, Atlas Mara Limited e o ABC Holding Limited assinaram um acordo de compra de acções para a aquisição do African Banking Corporation (ABC Moçambique), SA. Trata-se de uma transacção complementar que combina as capacidades de financiamento Wholesaledo Access Bank com as operações bancárias de retalho e comerciais do BancABC Moçambique.

    O Access Bank Moçambique SA, a Atlas Mara Limited e o ABC Holding Limited anunciam que assinaram um acordo definitivo relativo a uma proposta de aquisição do African Banking Corporation (Moçambique), SA (“BancABC”) pelo Access Bank Mozambique, SA, seguida de uma fusão subsequente das duas entidades. Uma vez implementado o acordo, espera-se que o banco reforce os seus rácios regulamentares e financeiros, resultando numa estrutura de capital mais robusta, que suportará um crescimento sustentável e assegurará que os clientes beneficiem de fazer parte de um dos maiores grupos financeiros do continente Africano.

    Esta transacção está sujeita ao cumprimento de várias condições precedentes que, entre outras, incluem aprovações regulamentares do Banco Central de Moçambique, das autoridades locais e regionais, da comissão de concorrência, entre outras entidades relevantes.

    Os principais destaques da transacção proposta incluem:

    – Uma transacção complementar que combina as capacidades de financiamento Wholesalee comercial do Access Bank Moçambique SA com as operações bancárias de retalho e comerciais do BancABC.

    – Os clientes do Access Bank Moçambique e do BancABC vão beneficiar de um banco com uma capitalização robusta, uma oferta de produtos e serviços mais sofisticada e uma rede geográfica mais ampla.

    – Na sequência da fusão dos dois bancos, a entidade resultante criará o 7º maior banco do país, sendo esta subsidiária detida maioritariamente pelo Access Bank Plc.

    Falando acerca desta transacção, o Administrador Delegado/CEO do Access Bank Moçambique, Marco Abalroado, disse que: "Estou muito entusiasmado por termos chegado a um acordo para uma proposta de fusão com o BancABC, um banco comercial e de retalho dinâmico com presença em seis províncias de Moçambique. Esta fusão vai reforçar a relevância do banco em Moçambique. Aumentará a nossa escala e melhorará a nossa alavancagem operacional, permitindo-nos entregar as nossas ofertas a retalho e Wholesaleexistentes para uma base mais vasta de clientes, ao mesmo tempo que nos posicionamos numa trajectória de crescimento a médio/longo prazo, em Moçambique. A fusão também potenciará o foco contínuo no capital humano da entidade resultante para melhor servir os clientes e a economia".

    Esta aquisição, seguida de uma fusão, vai proporcionar aos clientes do Access Bank Moçambique SA acesso a uma rede mais ampla de agências e agentes em todo o país, enquanto os clientes do BancABC irão beneficiar de uma melhor capacidade digital do Access Bank, da experiência em operações financeiras de comércio e banca internacional. Através desta transacção, o Access Bank Moçambique e o BancABC irão desempenhar um papel mais importante na expansão económica de Moçambique, alavancando as contribuições do BancABC para o desenvolvimento de empreendores e PMEs, ao mesmo tempo que capitaliza a experiência do Access Bank no financiamento de grandes projectos, as Multinacionais e PMEs, bem como a actividade dos mercados financeiros, através de uma rede de distribuição melhorada, bem como para contribuir em larga escala para o aumento da inclusão financeira em Moçambique".

    Tawanda Munaiwa, Administrador Delegado do BancABC, disse que: “ Estamos muito contentes por chegar a um acordo com o Access Bank nesta proposta fusão. Esta transacção representa uma oportunidade para o BancABC Moçambique beneficiar de um substancial crescimento de escala e das mais valias do Access Bank, incluindo capacidades de banca digital de classe mundial e um fortissimo conhecimento e experiência na área de Trade Finance. No futuro, os nossos clientes podem esperar uma contínua estabilidade e uma forte resposta no atendimento das suas necessidades, sendo que a entidade resultante procurará sempre um crescimento sustentado. A nossa missão de servir os nossos clientes durante este período desafiante e de continuar a contribuir para a prosperidade e o crescimento económico de Moçambique, benefeciará consideravelmente desta potencial fusão e esperamos ansiosamente começar a trabalhar com a equipa do Access Bank Moçambique.

    O Grupo Access Bank é uma instituição financeira universal e um dos maiores bancos em África, operando através de uma rede de mais de 600 balcões e service outlets, presente em 3 continentes, 12 países e com mais de 36 milhões de clientes e 45 milhões de contas, com 22 Biliões de USD de Activos Totais.

    A transacção proposta representa um importante passo no reposicionamento do Grupo Atlas Mara como uma holding optimizada com um foco crescente nas suas operaçõescore. Esta fusão irá aumentar a capacidade do BancABC, prestar financiamentos junto dos seus segmentos de retalho, comercial e PMEs, sendo que a sua rede de agências irá beneficiar de uma melhor plataforma digital e um melhor conjunto de produtos do Access Bank, criando uma plataforma de maior crescimento que facilite a inclusão financeira em Moçambique.

    Os clientes empresariais beneficiarão da expertise do Access Bank nas áreas de trade finance,project finance, mercados financeiros e banca internacional, através da rede de distribuição mais ampla do banco resultante e da presença do Access Bank nos principais corredores comerciais que ligam África ao Dubai, China, Líbano e Mumbai e aos centros mundiais do Reino Unido, EUA e Hong Kong.

    O Access Bank Moçambique e o BancABC irão beneficiar do forte historial de integração pós-fusão do Access Bank e do Atlas Mara para assegurar uma combinação de sucesso.