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  • Standard Bank Acácia Jazz Festival: Walter Mabas promete uma noite memorável

    grande estreia nacional, na segunda edição do Standard Bank Acácia Jazz Festival, Walter Mabas, promete uma actuação memorável, recheada de temas que vão fazer parte do seu primeiro CD, cujas músicas consistem numa mistura de jazz e ritmos típicos de Moçambique.
    Abordado em pleno ensaio com a sua banda, Walter Mabas, disse sentir-se bastante honrado pela oportunidade que tem de mostrar o seu trabalho num festival de jazz de grande envergadura: “O convite para actuar no Standard Bank Acácia Festival representa um sinal de que existe uma aposta nos músicos jovens que fazem jazz em Moçambique”, destacou.
    Reina, conforme enfatizou, “uma grande expectativa da minha parte para expôr ao público o resultado do meu trabalho, consubstanciado nas músicas que vão dar corpo ao meu primeiro CD, que consistem numa fusão entre um fundo de jazz e os ritmos baseados na música moçambicana”.
    O jovem músico garantiu ao público, que ainda não o conhece, que o festival, a ter lugar no dia 28 de Novembro, em Maputo, será uma grande ocasião para vivenciar momentos únicos ouvindo músicas alternativas no género jazz, baseadas na música de raiz moçambicana: “Será uma noite agradável”, sublinhou.
    Para além do guitarrista moçambicano Jimmy Dludlu, Walter Mabas vai, neste festival, partilhar o mesmo palco com o carismático músico norte-americano de jazz, Joshua Redman.
    “Nem nos meus sonhos mais optimistas, alguma vez pensei que pudesse partilhar o palco com este músico norte-americano. A minha biografia tem como um dos meus ídolos, uma das minhas referências, este músico. É um saxofonista que escutei desde a minha infância e aprecio bastante o talento dele”, confessou Walter Mabas, acrescentando que “quanto ao Jimmy não há palavras a dizer. Ele é uma das principais referências do jazz moçambicano”.
    Sobre o Standard Bank Acácia Jazz Festival considerou ser uma grande iniciativa que vem dar um importante contributo na divulgação do jazz em Moçambique.
    Importa realçar que o Standard Bank Acácia Jazz Festival 2019 é uma parceria, entre este banco e o Conselho Municipal de Maputo. Realiza-se por ocasião das celebrações dos 125 anos de implantação do Standard Bank em Moçambique e tem por objectivo a promoção da música moçambicana, com enfoque no afro-jazz, posicionando a capital do País como um destino turístico apetecível.

  • Foi lançado o Standard Corretores de Seguros

    Foi lançada, recentemente, na cidade de Maputo, a Standard Corretores de Seguros, uma corretora que nasce para dinamizar o sector de seguros no País, através de uma oferta de produtos e serviços únicos, simplificados e ajustados às necessidades dos clientes.
    Detida maioritariamente pelo Standard Bank, a corretora destaca-se na oferta de soluções específicas para todos os actores da cadeia de valor da indústria de petróleo e gás, através da sua rede local e internacional de parceiros especializados em seguros diversos, com realce para alguns que só agora passarão a existir no mercado, que possuía uma capacidade limitada de servir às multinacionais e empresas locais que actuam no sector.
    Conforme explicou o presidente do Conselho de Administração da Standard Corretores de Seguros, Chuma Nwokocha, a corretora dispõe de recursos humanos altamente qualificados, com mais de 10 anos de experiência no mercado de seguros.
    Mais do que quadros experientes, referiu Chuma Nwokocha, “a Standard Corretores de Seguros distingue-se pela sua componente didáctica, quer através da mediação e consultoria especializadas para particulares e empresas, bem como através dos Master Classes que tem estado a realizar desde o mês de Março, dedicados, particularmente, às pequenas e médias empresas (PME)”.
    Intervindo na cerimónia de lançamento, a directora executiva da corretora, Ana Gunde, sublinhou que a Standard Corretores de Seguros surge numa altura em que se assiste, no País, o despontar da indústria do petróleo e gás, com a descoberta deste importante recurso energético na bacia do Rovuma, cujo início da exploração está previsto para 2023.
    Para Ana Gunde, este facto impõe enormes desafios ao sector de seguros, uma vez que se trata de uma indústria extremamente exigente, cujas necessidades a Standard Corretores de Seguros está preparada e pronta para responder.
    “Pretendemos que este sector e os demais clientes possam ter a certeza de que os serviços de que necessitam para as suas necessidades diárias serão providenciados de forma transparente e profissional. Já estamos preparados para oferecer soluções de seguros especializados para o sector da aviação, marítimo, agrícola, mineiro, bem como contra riscos políticos, cibernéticos, terrorismo, entre outros”, disse a directora executiva.
    A Standard Corretores de Seguros, acrescentou Ana Gunde, oferece, igualmente, soluções simples de seguros de património, engenharia, responsabilidade civil, frota automóvel, assim como cobertura de benefícios específicos para funcionários, sendo que estes últimos “constituem um factor crucial para que as organizações possam reter os seus talentos e todos outros colaboradores, de forma geral. Entre estes benefícios destacam-se os produtos de seguros de vida e fundos de pensões”.
    Na ocasião, o director executivo do Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM), Xavier Chongo, considerou que a entrada da Standard Corretores de Seguros no mercado constitui uma mais-valia para o sector de seguros, principalmente para os clientes, que passarão a ter melhores serviços ao seu dispor.
    “O corretor de seguros é uma espécie de advogado do cliente, ou seja, é um elemento muito importante para os interesses dos segurados pois é ele que deve aconselhar melhor o cliente sobre as melhores instituições e produtos. Por isso, acreditamos que a Standard Corretores de Seguros vai trazer o que os seus parceiros locais e globais têm de melhor para a satisfação dos clientes e para o bem do nosso mercado de seguros”, enfatizou Xavier Chongo.

  • Duas startups vão participar no bootcamp Protechting

    No âmbito da edição 2019 do programa Protechting, a Fidelidade seleccionou duas startups moçambicanas, para participar no bootcamp global que terá lugar em Lisboa já em Novembro.

    A apresentação dos projectos, decorreu no dia 25 de Outubro, perante um júri formado pelos representantes das entidades parceiras deste projecto – Gércia Sequeira (AMPETIC), Sara Fakir (Ideialab), Frederico Silva (UX), Leonor Gomes (Fidelidade) e Manuel Domingos, o empreendedor que viajou para Lisboa em 2018.

    Luhane Gagnaux com a Millibran Technologies e Gerson Zandamela com a Morelife, são os contemplados com a viagem a Lisboa. “Estamos muito felizes e gratos com esta oportunidade. Vamos deixar uma boa impressão e trazer reconhecimento para Moçambique!”, referiram os vencedores.

    “Continuamos a apostar na inovação, tecnologia e nos novos projectos, com o objectivo de incentivar os empreendedores moçambicanos, dando a oportunidade de levarem as suas ideias para outras geografias”, destacou Carlos Leitão, Director-Geral da Fidelidade Moçambique.

    O júri ficou bem impressionado com a qualidade dos projectos apresentados e deixou claro que todos os projectos seleccionados têm muito para evoluir. “Todos os concorrentes apresentaram ideias relevantes e com potencial para serem materializadas”, referiu Leonor Gomes, membro do júri.

    O Protechting é um programa de aceleração de de startups, – uma iniciativa da Fidelidade e da Fosun – que promove e apoia ideias inovadoras nas áreas de Saúde, Finanças e Seguros. Em 2020 a Fidelidade Moçambique conta com o aumento das candidaturas ao Programa e espera continuar a levar ideias até Lisboa.

  • Diamonds: Onde é possível viver no Paraíso

    Escolher a melhor hospedagem nem sempre é tarefa fácil. Mas entre as diversas opções possíveis em Moçambique, existem algumas estâncias turísticas que proporcionam um serviço de altíssima qualidade, requintado e seriamente comprometido com o meio ambiente. O ‘Diamonds Mequfi Beach Resort’ é, seguramente, uma das opções de destino mais válidas. Aliás, o Diamonds é o exemplo perfeito de um turismo tão paradisíaco quanto luxuoso.

    Situada na região norte do país, a uns 40 minutos da cidade de Pemba (capital provincial de Cabo Delgado), o “Diamonds Mequfi Beach Resort”, propriedade do Planhotel Hospitality Group, encontra-se a 30 km do Aeroporto Internacional de Pemba.

    O lugar é, objectivamente, um sucess case e um dos seus trunfos passa pela forma como a infraestrutura e a equipa garantem uma estadia com conforto e qualidade de serviço aos seus visitantes, e como o site proporciona a visão absolutamente incrível de um sítio mágico onde as dunas se entrelaçam no mar.

    Após uma viagem na LAM de pouco mais de duas horas, de Maputo a Pemba, incluindo o tempo despendido no check-out, nada melhor que um serviço de transferoferecido à porta do aeroporto, o qual revela o grau de profissionalismo do quadro-pessoal e o comprometimento com o bem-estar dos visitantes: uma garrafa de água e uma toalha frescas com aroma fresquinho a lemon grass.

    À porta do Diamonds, há um factor que salta logo à vista: existe uma empresa de segurança privada para garantir a segurança dos visitantes. A entrada descendente dá acesso à vista do interior do resort de forma espectacular, com o compartimento arejado de arquitectura invulgar onde se localiza a Recepção do Diamonds. E claro, mas não menos importante, o olhar característico e humilde dos jardineiros que cuidam das plantas. A temperatura amena associada à configuração do resort e a sua paisagem envolvente pontuam logo à chegada, e minutos depois de serem descarregadas as bagagens fomos conduzidos ao cocktailde boas-vindas: um sumo de laranja com um ligeiro toque de gengibre.

    Estava dado, num irreversível xeque-mate, o cartão de visita de um local simplesmente fantástico, que além de proporcionar férias e estadias altamente relaxantes aos hóspedes, possui salas para reuniões, workshops, apresentações e encontros de negócios.

    A simpatia com que fomos acolhidos, adensada pelo sorriso contagiante do staff, deu origem a uma conversa introdutória, a partir da qual ficámos a saber que “o Diamonds Mequfi Beach Resort é uma pousada turística com 50 chaves”, segundo Sumail Alberto, supervisor do Front Office. Ou seja, há 50 casas, das quais 38 são do tipo deluxee as restantes suites. As primeiras, apesar de não terem um sofá-cama, estão devidamente equipados com um cofre digital, um quarto de banho privado, um mini-bar à disposição, uma cama aconchegante e uma decoração única, sem contar com o wi-figrátis, TV com canais diversificados e um voucherde 20% de desconto para uma massagem relaxante no Mvua Spa. E porque a roupa pode chegar amarrotada da viagem ou, por algum infortúnio, eventualmente suja, a lavandaria e o serviço de engomagem também fazem parte do leque disponibilizado pelo resort.

    Os visitantes dassuites, como é obvio, têm os mesmos privilégios, mas há uma pequena diferença: os quartos são mais generosos e há um sofá-cama que realça a decoração, além do quarto de banho que transmite um ar de liberdade pois possui um jardim exterior que deixa vislumbrar o céu.

    Para muitos que se deslocam a resorts, há algo que não deve faltar: uma piscina. E a piscina do Diamonds, com 1.45 metros de profundidade, estende-se numa dimensão algo generosa. Nada como dar um mergulho e poder pedir snackse bebidas dos mais variados tipos. Actividades que ajudam a queimar calorias como o dancing pool são também uma das atracções do lugar.

  • Capacitados 54 professores em Informática pelo Corredor de Nacala

    Cinquenta e quatro professores de oito estabelecimentos de ensino dos distritos de Nacala-à-Velha e Nacala-Porto terminaram, neste mês de Outubro, a capacitação em informática aplicada à educação que vinha decorrendo desde Julho do corrente ano, nestes dois pontos da província de Nampula.

    A formação visava dotar os professores de ferramentas que os permitam melhorar o processo de ensino e aprendizagem e, consequentemente, aumentar o aproveitamento pedagógico no país.

    Com a capacitação os professores estão habilitados a fazer pesquisas na internet, produzir materiais de apoio para os estudantes ou elaborar provas usando computador, organizar pautas ou notas dos alunos, melhorar o controlo de assiduidade e o processo de planificação das aulas, criar bases de dados estatísticos sobre o processo de ensino e aprendizagem, entre outras competências.

    Intervindo durante a cerimónia de encerramento do curso, o Director de Operações de Logística de Carvão, Marcos Presoti, falou da importância da informática no processo de ensino e aprendizagem, tendo dito“ a informática permite que os professores viagem pelo mundo, sem sair do lugar, em busca de conhecimento através do computador paramelhorar o processo de ensino e aprendizagem”.

    Presoti disse, ainda, que o Corredor está a apostar na formação de professores em novas tecnologias de informação e comunicação visando melhorar a qualidade de ensino.“Através da formação do capital humano estamos a contribuir no fortalecimento do sector da educação de modo a melhorar a qualidade de ensino na região. Esperamos que os vossos alunos sejam os maiores beneficiários do investimento do Corredor”, sublinhou.

    O representante dos formandos, agradeceu o Corredor pela formação e garantiu que o conhecimento aprendido irá servir para melhorar o aproveitamento pedagógico. “Estamossatisfeitos com a formação e determinados a pôr em prática o aprendizado para odesenvolvimento do nosso país”, garantiu.

    Para além dos cinquenta e quatro professores foram formados, também, quatro monitores sociais pelo Projecto Wishutiha (que significa ensinar na língua Emakua), iniciativa do Corredor Nacala para melhorar a qualidade do ensino na região.

  • Vodacom impulsiona emprego através do seu Programa de Graduados

    A iniciativa, que já está na sua 2ª edição, contemplou 14 estudantes recém-formados nas universidades moçambicanas, promovendo o acesso ao emprego na camada juvenil.

    A Vodacom realizou, na ultima quinta-feira, 24 de Outubro, o encerramento da 2ª edição da iniciativa denominada Programa de Graduados – “Discover Graduate Programme 2017-2019”.

    A cerimónia de graduação teve lugar em Maputo e foi dirigida pelo Director Executivo da Vodacom, Jerry Mobbs, e testemunhada por membros do Governo, representantes de diferentes instituições de Ensino Superior do País, colaboradores da Vodacom, pais e encarregados de educação.

    Na sua intervenção, o Director Executivo da Vodacom destacou a importância de capacitar a camada juvenil e o contributo que os jovens recém-graduados têm dado para o crescimento do da Vodacom em particular e do país em geral.

    "Os jovens são o futuro do país e da nossa companhia. Graças a esta camada, a nossa organização tem registado avanços significativos, por isso a nossa aposta na promoção de iniciativas de profissionalização”, referiu o dirigente.

    Por sua vez, os recém-graduados enalteceram a iniciava da Vodacom, por possibilitar a sua inserção no mercado de trabalho, e prometeram contribuir para o desenvolvimento do país.

    "A Vodacom é uma das melhores organizações para o aprendizado, os profissionais que lá encontrámos foram muito receptivos e ajudaram-nos a pôr em prática os conhecimentos adquiridos na universidade", elogiou Jeniffer Gemos, uma das graduadas, formada em Direito pela Universidade Unitiva.

    Para Adam Calu, da A Politécnica, também participante neste programa de graduados, “A oportunidade criada pela Vodacom foi única, a interacção com as diversas áreas ajudou no meu crescimento profissional”.

    Durante a formação, os recém-formados tiveram a oportunidade de adquirir conhecimentos sobre diferentes áreas, tais como Finanças, Recursos Humanos, Engenharia, Vendas, Marketing, atendimento ao Cliente, entre outras.

    Salientar que esta iniciativa da Vodacom foi lançada há 4 anos, e já conta com cerca de 56 graduados distribuídos pelas várias áreas de actuação da Vodacom Moçambique.

  • Expo “Identidades da Terra” de Mapfara

    Teve lugar na terça-feira, 29 de Outubro, às 17 horas, no Auditório do BCI, em Maputo, a abertura da exposição de cerâmica intitulada “Identidades da Terra”, do artista plástico moçambicano Mapfara. A mostra é composta por 40 peças.

    Inspirado pelo escultor moçambicano Alberto Chissano, Mapfara, de nome completo António Horácio Sitoe, iniciou a sua carreira há 20 anos, numa agremiação denominada ACHUFRE (Associação Cultural Hulene em Frente). Começou, desde então, a desenvolver a sua arte, baseando-se nas suas vivências, ideologias e crenças. Ao longo da sua carreira recebeu diversas distinções e prémios. Foi vencedor, na categoria de escultura do Commonwealth Arts and Crafts Awards(Austrália – 2007/2008); e Prémio ‘Revelação’, pela Fundação Alberto Chissano. Foi ainda premiado no concurso Footarte(2010); na Bienal das ex-TDM (2009); e no Concurso ‘Descoberta’ – Centro de Estudos Brasileiros (2005).

    Refira-se que a mostra pode ser vista, com entrada livre, até ao dia 9 de Novembro.

  • Consciencialização sobre cancro da mama leva multidão à Costa do Sol

    Mais de 700 pessoas (das quais cerca de 600 andando a pé e um pouco mais de 100 ciclistas) participaram, no domingo, 27 de Outubro, em Maputo, na terceira edição da caminhada de consciencialização da sociedade sobre o perigo que o cancro da mama representa para a vida, em homenagem à Nicolle Melanie, vítima desta doença aos 15 anos de idade.
    Promovida pela Fundação Nicolle Melanie, em parceria com o Standard Bank e o Ginásio Power, o evento, ocorrido na praia da Costa de Sol, contou, igualmente, com a realização duma palestra sobre a doença, demonstração sobre o diagnóstico, através da apalpação da mama, e uma aula de zumba.
    Abordada na ocasião, Hélia Campos, directora de Capital Humano do Standard Bank, referiu que a saúde constitui um dos pilares principais das acções de responsabilidade social desta instituição financeira: “Foi tendo em conta este princípio que o Standard Bank não podia ficar indiferente a esta iniciativa”, sustentou.
    Por outro lado, conforme indicou Hélia Campos, o banco pretende contribuir para despertar a sociedade sobre este tema que preocupa as autoridades do país, devido ao aumento do número de afectados nos últimos tempos.
    “Há alguns aspectos e ter em conta, nesta matéria, como a prevenção e a necessidade do rastreio precoce, alimentação saudável e gestão do stress”, disse, enfatizando que esta é uma doença silenciosa que tem afectado não somente mulheres e homens adultos, mas também as crianças.
    A porta-voz do evento, Isabel Laíce, explicou que a iniciativa visa educar a sociedade sobre o cancro da mama, tendo surgido na sequência de ter sido diagnosticado cancro da mama a uma menina de 15 anos.
    “O cancro da mama não escolhe a idade nem sexo. Mas, quando detectado atempadamente é possível fazer-se um tratamento adequado”, sustentou Isabel Laíce, realçando o facto de o Standard Bank ter acreditado neste movimento, que contou, também, com a colaboração da Associação de Ciclistas.
    Após proferir a palestra sobre o cancro da mama, Eliane Monteiro, médica patologista, explicou que, no desempenho das suas funções, tem constatado o aumento do número de casos de cancro da mama em mulheres, chegando ao ponto de constituir um problema de saúde pública.
    “Quando se faz a contagem de casos de cancro, que causam a morte de mulheres, o cancro da mama ocupa o segundo lugar. Entretanto, temos factores modificáveis, que podemos controlar, como, por exemplo, a nossa dieta alimentar, a prática de exercícios físicos, mas também temos os outros factores hereditários, que temos que controlar, apesar de que não podemos modificar”, frisou.
    Natércia Sitoe é uma das pessoas que se juntou a esta causa. Para ela é necessário consciencializar as mulheres sobre a existência do cancro da mama, assim como sobre a importância do diagnóstico precoce.
    “Logo que sentirmos qualquer anomalia no organismo é importante procurar apoio médico. Fazer parte deste movimento significa muito para mim, porque se trata de lutar por uma causa que é de todos nós, pois temos, certamente, amigos ou familiares que sofrem desta doença pelo que juntos somos mais fortes contra este flagelo”, concluiu.

  • “Eterno recomeço”: Pedro Mourana encerra com oficina de artes e pintura

    A Moçambique Telecom-Tmcel promoveu no sábado, 26 de Outubro, no Centro Cultural da Tmcel, uma oficina de artes e pintura, ministrada e guiada pelo artista plástico Pedro Mourana.
    Esta oficina de artes e pintura marca o encerramento do programa de actividades promovidas no âmbito da exposição denominada "Eterno Recomeço", da autoria de PMourana, que teve a duração de aproximadamente 30 dias.
    Neste contexto, foram igualmente realizadas visitas guiadas à exposição pelos alunos da Escola Primária Completa da Coop, Colégio Nyamunda e dos estudantes do ISARC (Instituto Superior de Artes e Cultura), que tiveram a oportunidade de conversar com o artista plástico sobre as obras expostas, bem como sobre a sua carreira.
    A propósito, PMourana fez uma avaliação positiva sobre as actividades promovidas, pelo facto de ter interagido com os estudantes entusiasmados e disse ter adquirido algum aprendizado durante a troca de impressões com os alunos e amantes das artes de palmo e meio.
    “Hoje, aqui nesta oficina escolhemos um único tema para facilitar a leitura das pessoas que estão neste workshop. Estamos aqui para aprender. Eu vim trazer o que aprendi ao longo dos 40 anos”, explicou o artista.
    Por sua vez, em representação da área de Responsabilidade Social Corporativa da Tmcel, Felícia Nhama, afirmou que a exposição serviu também para trazer vários públicos para conhecer a exposição e estimular o gosto pelas artes plásticas.
    “Estamos a despertar futuros artistas plásticos. Pretendemos com a oficina incentivar e valorizar o gosto pelas artes e pela cultura moçambicana”, referiu.
    Avelino Assumate, estudante finalista do curso de artes no ISARC, mostrou-se feliz por fazer parte da oficina e agradeceu a oportunidade oferecida pela Tmcel e pelas técnicas adquiridas.
    “O artista mostrou que comanda o pincel, apesar da dialéctica da manipulação do pincel. Foi muito interessante trabalhar ao lado do artista e estar na oficina aberta com as crianças, foi bom”, disse Avelino Assumate.
    Liana Jona, jovem interessada pelas artes, que falava após terminar a pintura no seu quadro, mostrou-se feliz por ter aprendido a desenhar com técnicas objectivas e claras e reconheceu que esta foi uma experiência única.
    “Podemos ver que todos pintamos de maneiras diferentes, mas com uma única perspectiva. Eu estava a desenhar uma palhota ao pôr-do-sol, que representa o nosso País e as palhotas fazem parte da nossa nação”, fundamentou Liana Jona.
    Importa realçar que, nas suas diversas exposições, tanto individuais como colectivas, PMourana tem abordado vários temas que exaltam o amor, a mulher, a poesia, a música, a diversidade cultural e o diálogo entre as artes, nomeadamente a pintura e a música.

  • Escola Primária Completa de Minkadjuine arrebatou o pódio

    A Escola Primária Completa de Minkadjuine dominou o pódio da final do “Projecto de Massificação de Ténis”, promovido pelo Standard Bank, em parceria com a Federação Moçambicana de Ténis (FMT), que teve lugar no sábado, 26 de Outubro, nos courts do Jardim Tunduro, na cidade de Maputo, e que contou com a participação de 160 crianças.
    No total, a escola arrecadou sete das 18 medalhas em todas as categorias, nomeadamente sub 10, sub 12 e sub 14, em rapazes e raparigas, atribuídas aos alunos Nasser Pedro (primeiro sub 12, rapazes), Shantel Muchanga (segundo sub 10, raparigas), Nelson Simango (segundo sub 12, rapazes), Miyúca Filipe (terceiro sub 12, raparigas), Suaibo Abdul (terceiro sub 14, rapazes), Cacilda Amade (segundo sub 14, raparigas) e Cacilda Armando (terceiro sub 14, raparigas).
    Os restantes ocupantes do pódio são: João Muchanga (segundo sub 10, rapazes), Carlos Nhantumbo (terceiro sub 10, rapazes), Cyara Luísa (primeiro sub 10, raparigas), Serafina Sumbane (terceiro sub 10, raparigas), Dulcido Zunguze (primeiro sub 12, rapazes), Maurício Tomás (terceiro sub 12, rapazes), Ryana Nhacuonga (primeiro sub 12, raparigas), Niuca Zunguza (segundo sub 12, raparigas), Morgado Lumbele (primeiro sub 14, rapazes), Francisco Buque (segundo sub 14, rapazes) e Aliya Manhiça (primeiro sub 14, raparigas).
    Leslie Mubanguiane,

    do Standard Bank,

    considerou, na ocasião, que a iniciativa superou todas as expectativas, e associou o sucesso desta edição à entrega dos principais intervenientes, nomeadamente a Federação Moçambicana de Ténis (FMT), os monitores, bem como as escolas envolvidas e os respectivos professores de educação física.
    “Os monitores e os professores, em particular, ensinaram os alunos a jogar ténis, a pegar uma raquete e a respeitar as regras. É gratificante quando alcançamos estes resultados, o que significa que há condições para o banco continuar a apoiar estas iniciativas”, disse Leslie Mubanguiane.
    Por seu turno, o director nacional dos Assuntos Transversais no Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MEDH), Ivaldo Quincardete, referiu que o “Projecto de Massificação de Ténis” está a contribuir para a descoberta de talentos nas escolas, que poderão figurar entre os melhores atletas da modalidade, assim como representar o País em competições internacionais.
    Segundo Ivaldo Quincardete, esta iniciativa está a desmistificar a falsa ideia de que o ténis é um desporto de elite, principalmente por estar a ser implementada em escolas públicas, permitindo, dessa forma, que os alunos se familiarizem com a modalidade.
    “As crianças envolvidas no projecto estão alegres e prometem continuar a treinar, com recurso ao material alocado às escolas pela organização. É uma iniciativa que deve continuar pois há muito potencial nas escolas, e isso é positivo”, disse Ivaldo Quincardete, que aventou a hipótese de o ténis ser incluído, a título demonstrativo, na 15ª edição dos Jogos Escolares, a decorrerem na província de Nampula, em 2021.
    Já a Federação Moçambicana de Ténis fez um balanço positivo da segunda edição do projecto, tendo em conta o número de petizes envolvidos, provenientes de 12 escolas da cidade e província de Maputo.
    Conforme explicou o vice-presidente da FMT, Jonas Alberto, o projecto abrangeu cerca de cinco mil alunos, dos quais foram seleccionados 160 para a final, sendo que os 100 melhores vão participar na abertura do Standard Bank Open, no dia 4 de Novembro.
    Entretanto, os alunos tiveram a oportunidade de assistir aos jogos da final, em masculinos e femininos, do Torneio Internacional de Sub 18. “É um torneio que contou com a participação de atletas dos quatro cantos do mundo, o que permitiu que os nossos petizes tivessem a visão do que é o ténis a nível mundial, perceber o que precisam de fazer para atingir o estágio profissional, caso pretendam singrar na modalidade”.
    A vencedora da categoria Sub 10 em raparigas, Ciyara Luísa, aluna da EPC de Bagamoyo-Matola, mostrou-se satisfeita por ter conquistado a taça e atribuiu o mérito ao monitor e ao professor de educação física, que lhe ensinaram o ABC do ténis.
    “Estou muito feliz por receber a taça e agradeço aos professores que, durante os últimos meses estiveram a formar-nos, o que me permitiu vencer”, disse Ciyara Luísa.

  • Mais 150 árvores foram plantadas em escolas

    No prosseguimento do projecto de “Plantio de Árvores”, promovido pelo Standard Bank, mais de 150 árvores, foram, na sexta-feira, 25 de Outubro, plantadas, na Escola Primária Completa (EPC) Guebo e na EPC Av. das FPLM, em Maputo, com o objectivo de consciencializar os alunos sobre a importância da preservação do meio ambiente.
    As árvores podem providenciar necessidades de oxigénio para a existência humana ao reterem o dióxido de carbono. Contribuem, igualmente, para a redução da poluição do ar, promovem um ambiente atractivo, calmo e adequado, para a recreação, para além de desempenharem um papel importante no ecosistema, pois são responsáveis por manter mais de cinquenta por cento da biodiversidade.
    Esta iniciativa levada a cabo pelo Standard Bank em ambos os estabelecimentos de ensino enquadra-se no âmbito da responsabilidade social, que visa criar um ambiente saudável: “É por isso que um grupo de colaboradores do banco, em conjunto com os alunos e professores, procedeu ao plantio de árvores em duas escolas primárias em Maputo”, enfatizou Alfredo Mucavela, director de Marketing e Comunicação do Standard Bank.
    Ao todo, foram plantadas mais de 150 árvores, das quais aproximadamente 80 na EPC Guebo e 70 na EPC Av. das FPLM. Na ocasião, os colaboradores do banco e os professores daquelas unidades educacionais transmitiram aos alunos mensagens sobre a importância das árvores para o meio ambiente.
    “Muitas vezes, quando as crianças vêm frondosas árvores não entendem donde é que elas vieram. Hoje, os petizes tiveram a oportunidade de aprender que as árvores existem porque alguém as plantou e, acima de tudo, cuidou delas”, disse Alfredo Mucavela, acrescentando que o banco, no âmbito deste projecto vai procurar abranger maior número possível de escolas.
    “Algumas das razões que nos motivam a continuar é que, além de sermos um banco socialmente responsável, vemos, por um lado, a satisfação no semblante das crianças ao plantarem árvores e, por outro lado, constatamos que as árvores plantadas, igualmente, nas escolas, no início do projecto, estão a ser bem tratadas”, referiu.
    Para Tércia Machava, directora da EPC Guebo, o projecto do Standard Bank representa uma mais-valia para a escola: “Conforme podem ver, a nossa escola localiza-se numa zona propensa à erosão e não dispõe de espaços verdes. As árvores que hoje plantamos vão conferir beleza, dando vida à escola”, frisou.
    Num outro desenvolvimento, Tércia Machava agradeceu ao banco pela iniciativa que coincidiu com as celebrações do Dia dos Continuadores moçambicanos. “Este foi o melhor presente que as crianças receberam pelo que vamos criar um grupo em cada turma para envolvê-las no cuidado das árvores”.
    Por sua vez, Armindo Lissai, director da EPC Av. das FPLM comentou nos seguintes termos: “Esperamos que os nossos alunos consigam cuidar adequadamente das árvores que o Standard Bank plantou com eles, para que daqui a algum tempo, tenham mais sombra na escola e frutas para comerem”.

  • Especialistas e académicos debatem aspectos legais e práticos do Direito Bancário

    A Universidade Politécnica reuniu, na quarta-feira, 23 de Outubro, em Maputo, os estudantes e docentes, particularmente dos cursos de Gestão Financeira e Bancária, Administração e Gestão de Empresas e de Ciências Jurídicas, bem como parceiros e especialistas, na IX edição das jornadas de Direito Bancário, durante as quais foram debatidos os aspectos legais e práticos associados às actividades dos sectores económico e financeiro.
    Organizado em parceria com o Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o evento consistiu na apresentação e discussão de dois painéis, sendo o primeiro dedicado a um estudo que incidiu sobre um “Projecto de Financiamento de uma Empresa” e outro sobre a “Protecção de Dados Pessoais no Direito Bancário Moçambicano”.
    Pretende-se com estas jornadas científicas proporcionar uma oportunidade para a discussão aberta e partilha de conhecimentos sobre temas actuais e pertinentes, no campo do Direito Bancário e das actividades económicas e financeiras, criando uma espaço de interação entre estudantes, docentes e especialistas.
    A propósito, o director adjunto Científico e Pedagógico da Escola Superior de Gestão, Ciências e Tecnologias (ESGCT), uma unidade orgânica da Universidade Politécnica, Alberto Razul, referiu que as Jornadas Científicas realizam-se anualmente com o intuito de fazer o aproveitamento das pesquisas dos estudantes, que estão a preparar os seus trabalhos de fim do curso, sendo, igualmente, uma forma de ensaio sobre como os referidos trabalhos serão apresentados.
    “Esta acção faz parte das actividades extracurriculares da universidade, que servem de complemento aos conhecimentos adquiridos pelos estudantes, para a sua formação geral, não somente na componente profissional, mas também na vertente humana, nomeadamente na actividade futura, no seu relacionamento com os colegas e com a sociedade em geral”, frisou Alberto Razul, acrescentando que, em breve, serão, também promovidas outras jornadas envolvendo conhecimentos das áreas de engenharias e ciências sociais.
    Ao proceder o encerramento da IX edição das jornadas de Direito Bancário, Luís Aguiar, administrador do BCI, referiu-se ao epicentro do evento que ficou evidenciado, através das apresentações, questionamentos e comentários que enriqueceram sobremaneira os presentes.
    Houve, conforme enfatizou Luís Aguiar, várias intervenções qualitativamente muito interessantes. No que diz respeito ao financiamento às empresas, explicou que mal seria dos bancos se fossem relutantes em conceder créditos, pois a actividade bancária é muito simples: atrair a confiança dos depósitos para poder emprestar dinheiro, com bom risco.
    “O que acontece hoje é que a actividade dos bancos é altamente regulamentada. Os bancos têm que gerir um conjunto amplo de riscos, a saber de crédito, incumprimento, financeiro, liquidez, cambial, taxa de juro e operacional”, indicou.
    Em relação ao segundo painel, Luís Aguiar disse que os participantes saíram do evento com o sentido claro de que o património de cada um não se esgota na dimensão material, uma vez que existe também um património informacional, permanentemente, manuseado por terceiras entidades.
    “Sendo a banca moçambicana também uma depositária desse património tem de assumir uma responsabilidade acrescida no tratamento dessa informação”, concluiu.

    FOTO: Luís Aguiar, administrador do BCI

  • Especialistas de aplicativos aprendem a lidar com os “DevOps”

    Desenvolvedores de aplicativos, designers, estudantes da área de informática e entusiastas de tecnologias reuniram-se, recentemente, em Maputo, para debater a importância e o campo de actuação do DevOps, um conjunto de práticas de desenvolvimento de software combinadas com as operações de tecnologia de informação de modo a agregar valor ao produto final.
    Promovido pela comunidade tecnológica, Lepsta Developers Maputo, em parceria com a Incubadora de Negócios do Standard Bank, o encontro tinha por objectivo debater o conceito de DevOps, seus campos de actuação e a importância do seu estudo, aplicabilidade, assim como o seu ciclo de desenvolvimento.
    Com esta iniciativa, os promotores pretendem igualmente, reunir a comunidade de desenvolvedores e interessados na área das tecnologias de informação e comunicação para obter a noção de como é que o ecossistema funciona e cresce, de modo a expandir as técnicas de programação futuristas, visando dinamizar o progresso da comunidade de desenvolvedores, no País.
    Abordado momentos após o encontro, o orador principal, Edgêncio da Calista, software developer da Jembi Health Systems NPC, explicou que DevOps tem sido adoptado a nível de equipas de desenvolvimento de software, assim como pelo pessoal que gere as infraestruturas de tecnologias de informação.
    “É uma cultura que está a ganhar terreno e visibilidade ao nível do mercado local e internacional”, disse, realçando que em Moçambique as pessoas já estão em sintonia com o que está a acontecer no âmbito das tecnologias de informação e comunicação.
    Para um dos desenvolvedores que participou no evento, Leonardo Banze, o encontro serviu para ter a noção sobre os objectivos da aplicação do DevOps: “Percebi que se trata de tirar vantagens para o futuro, pois a sua implementação tem a ver com uma nova cultura e uma nova forma de trabalhar”, frisou.
    Leonardo Banze sustentou que o DevOps é aplicável nas empresas, cujo foco assenta no desenvolvimento de uma determinada cultura, sendo que o DevOps torna essa cultura mais eficaz.
    Por sua vez, Obadias Pelembe, desenvolvedor da Robobo INC, referiu que o DevOps ajuda aos empreendores a seguirem o melhor caminho para atingir os seus objectivos de forma eficiente.
    “Fiquei a saber que nos projectos, primeiro, tem que se fazer a prospecção e depois automatizar os processos operacionais necessários em cada etapa”, concluiu.
    Importa realçar que a Incubadora de Negócios do Standard Bank é um empreendimento concebido no âmbito da visão e estratégia do banco, cuja materialização passa pela implementação de iniciativas que fomentam a inovação e o empreendedorismo, que são os mentores do crescimento económico do País.
    Para além do espaço físico, a incubadora oferece desde a formação até à interação com outras empresas e órgãos ou entidades governamentais, tendo em vista a criação de condições para o surgimento e estabelecimento de empreendimentos sustentáveis, que terão um impacto positivo na economia e na sua cadeia de valores, gerando riqueza e inclusão financeira para os cidadãos.

  • Moçambique premiado pela Organização Internacional de Aviação Civil – ICAO

    A Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, sigla em inglês) atribuiu a Moçambique um prémio de mérito em reconhecimento aos progressos que o País registou na promoção da segurança aérea em 2018, tendo atingido 66.7% do cumprimento dos requisitos impostos por aquele organismo, que exige uma média de 60% aos 193 estados membros.
    O prémio foi atribuído no decurso da 40ª Assembleia da ICAO, realizada entre os dias 24 de Setembro e 4 de Outubro, em Montreal, no Canadá, tendo sido apresentado ao ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, na segunda-feira, 14 de Outubro.
    Conforme explicou o director-geral do Instituto da Aviação Civil de Moçambique (IACM), João Abreu, Moçambique foi agraciado por ter elevado os padrões de segurança de voo e por ter feito progressos significativos na resolução de deficiências de supervisão da segurança operacional do transporte aéreo.
    Para Carlos Mesquita, este resultado, alcançado na última auditoria feita ao País, está associado às reformas que têm sido implementadas pelo Governo com vista a superar o índice de cumprimento das convenções da ICAO, que se situava em 44%, em 2014.
    As reformas resultaram, por exemplo, na saída de Moçambique da lista negra do espaço aéreo europeu, abertura do espaço aéreo doméstico para novos operadores, aprovação da nova Lei da Aviação Civil e da primeira directiva de segurança sobre uso de veículos aéreos não tripulados (drones), certificação dos aeroportos internacionais de Maputo e Nacala, entrada de Moçambique no grupo de países subscritores do Mercado Comum de Transporte Aéreo no continente africano, introdução de novos paradigmas nos acordos bilaterais de transporte aéreo, entre outras realizações.
    “Para o Governo, esta distinção representa um profundo reconhecimento do trabalho que temos vindo a realizar. Porém, acresce as responsabilidades de todos os intervenientes da aviação civil moçambicana para a consolidação e aumento dos níveis de reconhecimento internacional que Moçambique está a atingir”, disse o ministro, que também apelou ao IACM a prosseguir com as reformas em curso.
    Na ocasião, Carlos Mesquita apontou como desafios da aviação civil a continuidade das reformas legais em curso no sector, o licenciamento dos aeródromos e pontos de entrada, bem como a certificação dos aeroportos da Beira e Nampula, cujos trabalhos já estão na fase final.
    “Precisamos de honrar esta distinção da ICAO, consolidando os ganhos conseguidos no cumprimento das convenções internacionais sobre a aviação civil, implementando os planos estabelecidos na componente de segurança aérea, formação de quadros, melhoria das infraestruturas aeroportuárias, entre outras acções”, concluiu.