Categoria: Moçambique

  • Foi lançada brochura do novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória

    A brochura do novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória, aprovado recentemente pelo Conselho de Ministros, através do Decreto 51/2017, de 9 de Outubro, e que resulta dos consensos obtidos entre o Governo, empregadores e trabalhadores, foi lançada na semana passada, à margem da Reunião Nacional do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), que decorreu na cidade da Matola, província de Maputo.
    O novo Regulamento traz inúmeras inovações, dentre as quais se destacam, a redução da base de cálculo para a determinação da pensão de velhice de 120 para 60 meses e a introdução da pensão reduzida destinada àqueles que atinjam a idade da reforma sem reunir todos os requisitos para uma pensão inteira.
    As inovações contidas neste instrumento incluem ainda a possibilidade de os Trabalhadores por Conta Própria (TCP) antecipar o pagamento de contribuições até ao máximo de 12 meses e a consagração legal dos acordos de amortização da dívida ao Sistema de Segurança Social Obrigatória.
    A introdução deste instrumento insere-se no âmbito do processo de reformas em curso no Sistema de Segurança Social Obrigatória, que inclui a sua informatização e modernização, visando a melhoria dos serviços prestados aos utentes.
    Foi à luz do processo que foi assinado, ainda à margem do encontro da Matola, um memorando de entendimento entre o INSS e o Millennium Bim, visando a provisão de um serviço de pagamento que permite aos canalizarem as suas contribuições mensais através de vários mecanismos, incluindo o telemóvel.
    Assim, os TCP podem efectuar o pagamento das suas contribuições a partir do seu local do trabalho, o que oferece mais comodidade a este grupo, cujo processo de inscrição no Sistema iniciou em Dezembro de 2015, tendo sido registados até Setembro deste ano 21.025 trabalhadores abrangidos por este regime da Segurança Social Obrigatória.
    Foram ainda inscritas, de 2015 à Setembro do ano em curso, 28.598 novas empresas e 263.143 novos trabalhadores, passando o Sistema de Segurança Social a contar com um total de 89.718 contribuintes, 1.327.658 beneficiários e 54.592 pensionistas.
    Estes dados foram apresentados na Reunião Nacional do INSS, que decorreu sob o lema “modernizar para melhor servir”, durante a qual o presidente do Conselho de Administração, Francisco Mazoio, instou os participantes (membros da Conselho de Administração, da Direcção-Geral, delegados provinciais, directores distritais e outros quadros do INSS) a esmerarem-se no sentido de vencer os desafios que se impõem ao Sistema de Segurança Social Obrigatória, sem descurar, sempre, da transparência, da eficiência e da eficácia.
    Dos desafios apontados por Francisco Mazoio destaque vai para “a redução do tempo de espera para a concessão das prestações, o reforço dos mecanismos de controlo com vista a prevenir as fraudes e actos de corrupção, a realização da prova de vida biométrica para os pensionistas a partir de 2018, entre outros”.
    Importa realçar que durante este encontro foram homenageados funcionários desligados e aposentados da sede do Instituto Nacional de Segurança Social.

  • Mcel disponibiliza serviço grátis entre colaboradores da mesma empresa

    A mcel-Moçambique Celular passou a disponibilizar o serviço CUG grátis nos pacotes DUO EMPRESAS. Este serviço permite a comunicação entre colaboradores da mesma empresa sem qualquer custo, em todos os pacotes a partir de 300 meticais.

    Para os clientes individuais, a operadora moçambicana aumentou também o bónus dos pacotes DUO dos anteriores 7.5 por cento para até 30 por cento.

    Pretende-se com esta inovação apoiar os clientes, sobretudo institucionais a reduzir e a controlar os custos de comunicação, através de chamadas grátis entre os colaboradores, bem como o controlo da atribuição mensal de crédito.

  • CTA realiza Fórum Regional Centro

    A CTA realiza nos dias 14 e 15 de Novembro na Cidade da Beira (Beira Terrace Hotel), a partir das 8 horas, o Fórum Regional Centro, que visa monitorar os avanços e os desafios dos processos de melhoria do ambiente de negócios e do desenvolvimento empresarial sustentável, ao nível da província e da região, de forma sistemática e integrada.

    O Fórum Regional contará com cerca de 200 participantes das províncias do Centro do País, nomeadamente Sofala, Manica, Tete e Zambézia. O mesmo afigura-se importante, porquanto trata-se de uma plataforma interprovincial para a aceleração do desenvolvimento empresarial sustentável, através da identificação dos principais constrangimentos e sua resolução de forma proactiva e dinâmica, facilitada conjuntamente pelos sectores público e privado, e com o envolvimento do empresariado directamente interessado.

    O Fórum Regional do Sector Privado, com a duração de dois dias, será composto por blocos de apresentação de temas de interesse provincial, motivados pelas suas respectivas matrizes. Os oradores elucidarão aos demais participantes e interessados sobre os objectivos, progressos e entraves à resolução dos problemas e ou prioridades previamente identificadas e inscritas na Matriz.

  • Odebrecht premiada pela segunda vez no Gana

    A Odebrecht foi, recentemente, distinguida, pela segunda vez consecutiva no Gana, com o prémio Corporate Social Responsibility – CSR Excellence Awards, por ter sido a empresa de engenharia do ano em responsabilidade social corporativa.
    A premiação, organizada pelo Centre for CSR-West Africa, contou com o apoio do Ministério da Indústria e Comércio, Ministério do Desenvolvimento de Negócios, Associação das Indústrias do Gana (AGI), Câmara do Comércio e Indústria do Gana (GCCI), Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), Plano Internacional, entre outros parceiros.
    Iniciativas ligadas à saúde, segurança do trabalho e meio ambiente, bem como a realização de exames de prevenção dos cancros da mama e da próstata constituem algumas das acções promovidas pela empresa naquele país africano.
    “Conquistar este prémio, pela segunda vez consecutiva, comprova o nosso comprometimento com a comunidade e a nossa ética como uma empresa global. Por meio da transferência de conhecimento e tecnologia, contribuímos para o desenvolvimento do país, principalmente na área de engenharia e construção”, explicou Marcus Vianna, responsável pela Administração e Finanças da Odebrecht, no Gana.
    Marcus Vianna lembrou ainda que, em 2016, o projecto dos Lotes 5 e 6 do Corredor Rodoviário Oriental alcançou 5 milhões de horas sem acidentes. “Contamos com cursos de segurança, mais de 30 mil horas de treinamento e o uso de equipamentos de protecção para criar um ambiente de trabalho seguro para todos”, frisou.

  • INSS vai disponibilizar plataforma que permite calcular prestações de forma automática

    O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) vai introduzir, ainda este ano, uma plataforma que permite que o cálculo das prestações seja feito de forma automática, o que vai reduzir, de forma significativa, o tempo de espera das respostas por parte dos utentes, evitar tentativas de viciação de dados e minimizar os erros de cálculo.
    Trata-se do SISSMO-Pagamento (Sistema de Informações da Segurança Social de Moçambique-Pagamento), cuja concepção se insere no âmbito do processo de informatização e modernização do Sistema de Segurança Social Obrigatória, ora em curso.
    Esta informação foi adiantada na quarta-feira, 8 de Novembro, na cidade da Matola, província de Maputo, pela ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, durante a cerimónia de abertura da reunião nacional do INSS, que tinha como principais pontos de agenda o balanço das actividades desenvolvidas durante o ano de 2016 e no primeiro semestre de 2017, bem como a reflexão sobre as políticas e os instrumentos de gestão para 2018.
    Na ocasião, Vitória Diogo referiu que “o processo de informatização e modernização do Sistema de Segurança Social Obrigatória tem como finalidade a melhoria dos serviços prestados aos utentes, o que passa, necessariamente, por acompanhar as tecnologias de informação e comunicação”.
    Foi à luz deste processo que foi implementada, por exemplo, a intercomunicabilidade do sistema e-Folha de Relação Nominal e o Sistema de Informações de Segurança Social de Moçambique, “que permite que a Folha de Relação Nominal dos trabalhadores seja idêntica, em conteúdo, à da Declaração de Remunerações, que é enviada mensalmente ao INSS”.
    Por seu turno, o presidente do Conselho de Administração do INSS, Francisco Mazoio, afirmou que este processo visa conferir maior comodidade, fiabilidade e qualidade ao sistema, e garantir, por via disso, a plena satisfação das expectativas dos beneficiários e contribuintes.
    “A informatização e a modernização do nosso sistema vão catapultar a nossa instituição a melhorar o seu desempenho e a responder da melhor maneira aos desafios da Segurança Social Obrigatória, tais como a sua sustentabilidade, a redução do tempo de resposta e do fluxo de deslocações, entre outros”, explicou Francisco Mazoio.
    À margem do encontro, que junta membros do Conselho de Administração e da Direcção-Geral, delegados provinciais, directores distritais e outros quadros do INSS, foi lançado o novo Regulamento da Segurança Social Obrigatória, fruto das reformas resultantes dos consensos obtidos entre o Governo, empregadores e trabalhadores.
    O novo regulamento, aprovado recentemente pelo Governo, traz inúmeras inovações, tais como a obrigatoriedade da inscrição das entidades empregadoras e dos trabalhadores através da plataforma SISSMO, a possibilidade de antecipar o pagamento das prestações por um período de, no máximo, 12 meses, bem como a redução do prazo de garantia para a atribuição do subsídio por maternidade, dos anteriores 18 para 12 meses.
    As inovações contidas neste instrumento incluem a redução da base de cálculo para a determinação da pensão de velhice de 120 para 60 meses, a introdução da pensão reduzida, destinada àqueles que atinjam a idade da reforma e que não reúnam todos os requisitos para uma pensão inteira, e a consagração legal dos acordos de amortização da dívida ao Sistema de Segurança Social Obrigatória. ‎

  • 2ª Cimeira da Financial Times: Executivo confiante na redução da taxa de juros no sistema bancário

    O Governo projecta, para o presente ano, um crescimento económico de 4.7 por cento, prevendo, para o próximo ano, uma taxa de crescimento na ordem de 5.3 por cento, sustentada pelo desempenho dos sectores da agricultura, comércio, indústria extractiva e transportes e comunicações.

    A perspectiva do Executivo, em relação à inflação média anual, é que continue na trajectória descendente, podendo atingir 11.9 por cento no próximo ano, o que vai permitir a redução da taxa de juro no sistema bancário.

    Estas projecções foram feitas pelo Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, na quinta-feira, 9 de Novembro, em Maputo, ao proceder à abertura da 2ª edição da cimeira da Financial Times no continente africano, que reuniu líderes políticos e do sector empresarial de Moçambique e do mundo, numa iniciativa que conta com o Standard Bank como principal parceiro.

    “Acreditamos que, com os resultados visíveis da paz que vivemos, a estabilidade macroeconómica e a implementação de reformas para a melhoria do ambiente de negócios entramos num novo ciclo económico confiantes”, referiu o governante.

    Entretanto, conforme indicou Carlos Agostinho do Rosário, constitui desafio a reestruturação da dívida pública, por forma a trazê-la para parâmetros sustentáveis, bem como o reforço da confiança com os parceiros de cooperação, de modo a melhorar o acesso do sector privado às oportunidades de financiamento no mercado financeiro internacional.

    À margem da cimeira que decorreu sob o lema “Reduzindo o risco de investimento através de boas práticas de negócio”, Chuma Nwokocha, administrador delegado do Standard Bank, disse que o investimento em recursos como o carvão, gás natural, entre outros, tem potencial para acelerar o crescimento do PIB e apoiar a estabilidade macroeconómica, mantendo a taxa de câmbio estável e uma inflação relativamente baixa e estável.

    “Vemos um potencial limitado desses investimentos para gerar emprego em níveis que tirariam da pobreza quase metade da população moçambicana, que vive com menos de dois dólares por dia, daí que acreditamos que a agricultura, um sector que representa pouco mais de 20 por cento do PIB e que fornece meios de subsistência para quase 80 por cento da população moçambicana, assim como o turismo, energia e infrastruturas, têm o potencial de gerar a transformação económica necessária em direcção a um crescimento inclusivo, dado o seu potencial para criar empregos que absorvam a população jovem moçambicana”, destacou.

    Na opinião do administrador delegado do Standard Bank, o País tem um grande potencial para, a breve trecho, retomar o ritmo acelerado de crescimento da economia, depois de alguns anos de ligeiro abrandamento.

    “Existem alguns desafios que temos que ultrapassar nos próximos meses e o Governo está a prestar atenção a isso, de modo a que as reformas em curso possam surtir o efeito positivo desejado”, concluiu.

  • Solenta Aviation Moçambique dá as boas vindas à marca Fastjet

    Maputo: é hora de os moçambicanos começarem a viajar de forma acessível, refere o director-geral da Solenta Aviation Moçambique, Brian Holmes, parceiro operacional da Fastjet no país. A disponibilidade de viagens aéreas confiáveis ​​e acessíveis entre alguns dos principais centros de Moçambique deverá aumentar substancialmente as viagens aéreas no geral e permitir que pessoas que não tinham capacidade de pagar viagens aéreas anteriormente, agora poderem voar. Na Sexta-feira passada, a marca Fastjet foi lançada oficialmente com um voo inaugural entre Maputo e Beira.

    "A introdução de um modelo de viagem de baixo custo em Moçambique significa que não só permitirá que mais pessoas voem mais frequentemente e de forma acessível, mas, de acordo com estudos globais, o impacto positivo do aumento do acesso às viagens aéreas tem um potencial significativo para economias localizadas (O que significa isto?) ", diz Holmes. "Como empresa moçambicana, a parceria operacional que temos com a marca fastjet resultou numa empresa local, operada por moçambicanos, para moçambicanos, beneficiando da influência comercial de uma poderosa marca pan-africana". Holmes acrescenta ainda que a resposta positiva recebida pelos media e público em geral tem sido encorajadora. "A marca fastjet tornou as viagens aéreas disponíveis e acessíveis nas suas rotas no Zimbábue, Tanzânia, Zâmbia e África do Sul. Ambicionamos que este modelo beneficie a nossa comunidade ".

    Desde o lançamento da marca Fastjet em Moçambique, houve um interesse significativo. "Os escritórios da Solenta Aviation Moçambique foram inundados com inquéritos, os balcões da fastjet nos aeroportos têm visto filas longas para comprar vôos e o número de telefone de reservas teve chamadas sem parar", diz Holmes. Acrescenta também que a combinação do conhecimento operacional da Solenta e os valores da marca fastjet continuarão a aumentar os benefícios positivos para o país. "A parceria é baseada nos valores locais dos moçambicanos juntamente com uma marca africana que irá oferecer a melhor experiência em viagens aéreas de baixo custo, de forma acessível, aos cidadãos".

    Sobre a fastjet

    A marca fastjet foi lançada em Moçambique a 3 de novembro de 2017 em parceria com a Solenta Aviation Moçambique. A combinação de uma marca africana, por África e para África, e um operador de aviação localizado e respeitado trouxe viagens aéreas acessíveis a Moçambique.

    A marca fastjet é vencedora de vários prémios (incluindo o prémio da Skytrax World Airline para melhor companhia aérea de baixo custo em África 2017 e líder de transporte de baixo custo africano, World Travel Awards 2016 e 2017) companhia aérea africana de baixo custo para todos que iniciou operações de voo na Tanzânia em novembro de 2012, passageiros de Dar es Salaam para apenas dois destinos domésticos – Kilimanjaro e Mwanza. Hoje, a rede de rotas da fastjet inclui rotas domésticas da Tanzânia, desde a base de Dar es Salaam até o Kilimanjaro, Mbeya e Mwanza, e rotas internacionais da Tanzânia para Lusaka na Zâmbia e Harare no Zimbábue. A fastjet iniciou operações de vôo desde a base no Zimbabwe em outubro de 2015.

    A companhia aérea voa agora de Harare para Victoria Falls, Harare para Dar es Salaam e internacionalmente tanto de Harare quanto Victoria Falls para Joanesburgo na África do Sul. A companhia aérea acolheu mais de 2,7 milhões de passageiros com um impressionante desempenho agregado de 94% de pontualidade, estabelecendo-se como uma operadora de baixo custo pontual, confiável e acessível.

  • ENH adere ao Clube Empresarial da Gorongosa

    A Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) assinou ontem, em Maputo, um acordo com o Parque Nacional da Gorongosa (PNG), visando a sua adesão ao Clube Empresarial da Gorongosa (CEG), uma iniciativa criada há três anos e que se destina a envolver a comunidade empresarial nacional e estrangeira, a operar em Moçambique, nos esforços de restauração daquela emblemática área de conservação da biodiversidade.

    No âmbito deste acordo, a ENH apoiará acções de educação da rapariga, através do Programa “Clubes de Raparigas”, que é parte integrante do rol das iniciativas do Parque Nacional da Gorongosa. Este programa consiste na capacitação de raparigas jovens e adolescentes da zona tampão do PNG para que possam concluir a sua escolaridade com sucesso e tenham oportunidade de proteger a sua infância e saúde e realizarem os seus sonhos no futuro.

    De referir que o PNG é uma das mais emblemáticas áreas de conservação de África e do mundo, mas os seus ecossistemas ficaram profundamente afectados pela guerra dos 16 anos terminada em 1992 e posteriormente com acção de caçadores furtivos, tendo ficado grande parte da população de animais reduzida em mais de 90 por cento.

    A restauração do PNG é um esforço conjunto entre o Governo de Moçambique e a Fundação Gorongosa Restoration Project, uma organização norte-americana sem fins-lucrativos fundada pelo filantropo americano e conservacionista Greg Carr. As partes assinaram um acordo com a duração de 20 anos para gestão conjunta do Parque no sentido de restaurar o ecossistema, apoiar as comunidades locais no seu desenvolvimento socioeconómico e criar, de forma sustentável, uma indústria turística.

    Desde a assinatura deste acordo até então, o projecto já permitiu a reabilitação de equipas anti caça-furtiva, tem estado a contribuir para a formação académica e profissional de jovens Moçambicanos, reconstruiu infra-estruturas do parque, realizou monitorização biológica, reintroduziu herbívoros, como zebras, bois-cavalos, búfalos, elefantes, hipopótamos, entre outros animais.

    O projecto construiu ainda infra-estruturas sociais para as comunidades vizinhas, centros de educação e investigação científica, bem como estabeleceu programas de agricultura e de saúde em colaboração com os Governos distritais vizinhos do parque.

    No âmbito da assinatura deste acordo de parceria, Omar Mithá, Presidente do Conselho de Administração da ENH, afirmou “O nosso apoio nesse sentido será dirigido para uma acção específica de educação da rapariga, através dos Clubes de Raparigas, porque acreditamos que o sucesso de todos os nossos esforços na conservação da natureza e no desenvolvimento do país reside na educação”, disse Mithá.

    No decorrer do acto, o Administrador do PNG, Mateus Mutemba, comentou: “Felicito e agradeço a ENH pela sua decisão de juntar-se ao Clube Empresarial da Gorongosa e pela escolha que fez de apoiar uma área que aborda o desenvolvimento do capital humano, uma das prioridades do Governo de Moçambique, expressa no PQG 2015-19: aumentar a participação da rapariga na escola e reduzir casamentos prematuros. No PNG traduzimos esta visão estratégica no programa de educação das raparigas, um programa extra-curricular que envolve actualmente 17 escolas e um total de 680 raparigas, 34 jovens promotores de leitura e 340 madrinhas todos eles da zona tampão do Parque.

    Nos “Clubes de Raparigas”, por via de actividades extra-curriculares as adolescentes podem concentrar-se na leitura, escrita e numeracia, no estudo de ciências naturais (ir em visitas de estudo ao Parque da Gorongosa), participar em actividades recreativas (incluindo a prática do desporto, teatro, canto e dança), aprender sobre segurança pessoal, saúde, nutrição e planeamento familiar. As raparigas têm também contacto com histórias de vida de mulheres bem sucedidas através de livros, filmes e histórias e a oportunidade de conhecer pessoalmente algumas delas”.

  • FSDMoç e ISSM Promovem Micro-Seguro Inclusivo

    O Financial Sector Deepening Moçambique (FSDMoç) e o Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM) firmaram uma parceria esta terça-feira, dia 7 de Novembro, em Maputo, com vista a encontrar soluções para aumentar os níveis de inclusão dos serviços de micro-seguros para as populações de baixa renda em Moçambique.

    O presente Memorando de Entendimento é assinado no âmbito da inclusão financeira e está alinhado com a visão do FSDMoç, que é de promover serviços de qualidade que permitam que os moçambicanos se tornem resilientes, sendo o seguro uma das formas.

    A parceria responde às lacunas de acesso e uso dos serviços de seguro e micro-seguros que são considerados muito aquém do esperado. Nesta linha, dados do Finscope de 2014 indicaram que em Moçambique cerca de 5% da população adulta possuía algum tipo de seguro, e em 2016 dados do ISSM, apontam para uma taxa de penetração do seguro em Moçambique na ordem dos 1,54% do PIB, e no entanto o micro-seguro foi muito menor em 0,03% (Swiss Re, 2014).

    Vários resultados são esperados da parceria, mas o objectivo principal é o desenvolvimento do sector de micro-seguros através do estabelecimento de uma unidade de micro-seguro, assim como a criação de capacidade do ISSM para liderar o processo de desenvolvimento do ecosistema de micro-seguros no país.

    Em termos de impacto directo, esta parceria vai ajudar no aumento das capacidades dos operadores de micro-seguros de forma a desenharem e oferecerem soluções inovadoras que cubram o segmento de micro-seguros de forma a beneficiar a população de baixa renda.

  • Construção da Odebrecht permite suprir 50% da energia em Angola

    A segunda unidade geradora de energia na hidroeléctrica de Laúca, em Angola, acaba de ser inaugurada, elevando a potência da maior obra de engenharia da Odebrecht, naquele país, para 664 MW, incluindo a primeira unidade geradora inaugurada em Agosto passado.

    A hidroeléctrica de Laúca constitui o maior empreendimento em construção em Angola, com capacidade total de potência instalada de 2.070 MW. Com a entrada em acção da segunda turbina – de um total de seis – Laúca passa a suprir cerca de 50 por cento da demanda média de energia naquele país.

    Com as seis turbinas em funcionamento, a energia produzida expandirá o sistema eléctrico já existente e abastecerá aproximadamente oito milhões de habitantes.

    Para Beatriz João, que trabalha como operadora no edifício de controlo, fazer parte deste projecto é a concretização do sonho de contribuir para o desenvolvimento do país.

    “Eu transmito os meus conhecimentos aos jovens com muita responsabilidade, porque só desta forma é que posso contribuir para o desenvolvimento de Angola”, disse.

    Em Março, equipas da Odebrecht fecharam o túnel de desvio do Rio Kwanza, processo que deu início ao enchimento da albufeira – grande reservatório de 188 km de extensão que hoje chega a 811 metros de profundidade.

  • AIESEC desenha estratégias e organiza estágios internacionais

    Mais de uma centena de colaboradores da Associação Internacional dos Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC-Moçambique) participaram recentemente, na província de Maputo, na segunda conferência nacional da agremiação.

    Denominado National Sprint Days, o encontro, que juntou colaboradores da organização provenientes de mais de 20 instituições do ensino superior das províncias de Maputo, Gaza, Sofala, Tete e Nampula, tinha como objectivo desenhar novas estratégias que vão nortear as actividades da AIESEC-Moçambique nos próximos meses e preparar o envio e a recepção de jovens no âmbito do programa de estágios voluntários e profissionais.

    Assim, entre os meses de Dezembro e Janeiro a AIESEC Moçambique vai receber e enviar mais de 50 jovens de e para Malawi, Tanzânia, Botswana, África do Sul, Namíbia, Egipto, Brasil e Portugal para a realização de estágios.

    Tomaram parte da conferência representantes do Ministério da Juventude e Desportos e de empresas parceiras da AIESEC-Moçambique. Na ocasião, foi assinado um memorando de entendimento entre esta agremiação e a UX com vista à implementação de projectos virados ao desenvolvimento social.

  • Migração digital: Instalados mais 60 emissores

    Um total de 60 emissores, que irão cobrir 80% do território nacional, serão instalados em vários pontos do País, para a conclusão do processo de migração digital. Este número supera os 50 emissores que operam no contexto analógico.

    Estes dados foram avançados na quarta-feira, 1 de Novembro, por Carlos Mesquita, ministro dos Transportes e Comunicações, durante a visita que efectuou ao Centro Emissor Digital de Ressano Garcia, bem como ao Centro de Televisão Provincial de Maputo, da Televisão de Moçambique (TVM), com o propósito de monitorar a implantação das infraestruturas tecnológicas ligadas ao processo de migração digital.

    Conforme admitiu o governante, os 60 emissores a serem instalados até ao próximo ano, para marcar a transição para o sistema digital, poderão sofrer um acréscimo por forma a abranger mais pontos do País, “quando o processo estiver na sua fase progressiva, facto que advoga o nosso propósito de continuar a levar a televisão para todos os moçambicanos”.

    Ainda neste contexto, Carlos Mesquita falou da necessidade de se garantir a consistência e a sustentabilidade do processo, recomendando, para este efeito, o necessário investimento em recursos humanos, nomeadamente em quadros técnicos devidamente formados e preparados.

    “Isto para que as transmissões e o processo de manutenção dos equipamentos sejam feitos a contento, ao encontro daquilo que todos almejamos”, conforme referiu.

    Para Carlos Mesquita, este processo de transição, actualmente em vigor no País, não se resume apenas na troca de tecnologia, do sistema analógico para o digital, “mas também na melhoria da qualidade de transmissão, como também na garantia de melhores oportunidades para fazer a difusão de muitos programas”.

    “Olhando para a capacidade que o sistema digital traz, estamos claros que o mesmo irá permitir a realização de uma série de actividades, como a oferta de produtos e conteúdos específicos nacionais, como também de programas que visam reportar os níveis de desenvolvimento que o País tem vindo a registar”, apontou.

    “Neste processo, o Governo está ciente das suas responsabilidades de sempre garantir os melhores serviços aos cidadãos. O projecto de digitalização é exemplo disso na área das telecomunicações, que acreditamos que vai fazer a diferença no País”, garantiu.

    No que compete à visita efectuada, o ministro dos Transportes e Comunicações revelou que ficou extremamente agradado com o que viu, sobretudo por ter visto, de perto, o processo de implantação do sistema digital.

    “Estou satisfeito com o ritmo com que decorre o processo, sobretudo com a instalação dos equipamentos”, assegurou, acrescentando que tal sentimento é ainda originado pelo compromisso exibido pelos técnicos no terreno, dirigentes da Empresa de Transporte, Multiplexação e Transmissão (TMT), que lidera a implementação do processo de migração, bem como da Comissão Nacional da Migração Digital (COMID), encarregue de realizar o acompanhamento e monitoria deste processo.

  • Vitória Diogo: “Sem qualidade, inovação e produtividade, empresas não serão competitivas”

    A ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS), Vitória Diogo, defende a necessidade de as empresas apostarem na produtividade, qualidade e inovação para serem competitivas no mercado.

    O apelo de Vitória Diogo, que falava na quarta-feira, 1 de Novembro, na cidade de Matola, como oradora numa palestra organizada no âmbito da conferência nacional da Associação das Secretárias e Secretários de Moçambique (ASSEMO), deriva do facto de estes três elementos constituírem, na sua opinião, os pilares básicos da competitividade.

    “A qualidade, a inovação e a produtividade são as peças fundamentais e determinantes para o sucesso e crescimento económico, num mundo cada vez mais globalizado”, considerou a ministra.

    Relativamente à conferência nacional da ASSEMO, Vitória Diogo chamou à atenção para a pertinência de estes profissionais dominarem as tecnologias de informação e comunicação e de se auto-superarem nas suas acções com vista a melhor servir os diferentes públicos-alvo das instituições, independentemente de serem de natureza pública ou privada.

    Por seu turno, Julita Juma, presidente da ASSEMO, secundando os apelos da ministra, ìnstou aos associados no sentido de serem mais interventivos pois “é dessa postura que depende o enriquecimento dos nossos conhecimentos”.

    Importa referir que durante conferência nacional da ASSEMO, que termina na sexta-feira, 3 de Novembro, para além de palestras e debates sobre temas ligados à classe, e não só, serão eleitos os novos corpos directivos da agremiação.

    A Associação das Secretárias e Secretários de Moçambique é uma organização que tem como missão representar, defender e apoiar os seus associados, para além de servir como uma plataforma de intervenção da classe.

  • Barclays Bank Moçambique apoia o maior evento de moda nacional

    O Mozambique Fashion Week (MFW) é o mais relevante evento cultural e artístico que, ao longo dos últimos 12 anos, tem trabalhado no ramo da moda com o objectivo de criar e procurar novos talentos, levando a Moda Moçambicana pelo mundo fora. Este ano, a sua 13ª edição teve o lançamento oficial na Sexta – feira dia 27, com a presença de parceiros, estilistas e modelos.

    Por ocasião do lançamento, os organizadores do MFW afirmaram que esta 13ª edição promete proporcionar um evento cada vez mais dinâmico. Em 2017, o MFW terá lugar entre os dias 1 e 10 de Dezembro, contando com aproximadamente 90 estilistas. A organização do evento perspectiva ainda novas acções, nas regiões Centro e Norte do País a partir do próximo ano.

    O Barclays Bank Moçambique é um Banco de olhos postos para o futuro, que acredita que projectos como o Mozambique Fashion Week são importantes para o País, impulsionando e contribuindo significativamente para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.

    A aposta do Barclays Moçambique no MFW, faz parte de um vasto conjunto de iniciativas do Banco destinadas a celebrar o seu 40º aniversário, que acontece este ano.

    “Este apoio está inserido nas iniciativas de celebração dos 40 anos da nossa instituição, sendo que, para além de estarmos empenhados em prestar serviços financeiros de qualidade e à medida das necessidades dos nossos Clientes, estamos ligados aos Jovens, à Inovação, às Artes e à Cultura e, por isso, decidimos apoiar este evento que no nosso entender traz valor acrescentado a Moçambique, contribuindo para mostrar ao Mundo o que de bom se faz na moda no País. Acreditamos que eventos como o MFW impulsionam bastante a indústria da moda, onde vemos já muitos estilistas e modelos Moçambicanos serem reconhecidos internacionalmente. Abraçámos este projecto não apenas para celebrarmos em conjunto os nossos 40 anos, que será também em Dezembro, mas porque acreditamos no seu potencial, já demonstrado ao longo das últimas 12 edições do MFW”, afirmou Dércio Costa, Responsável pela Comunicação, do Barclays Bank Moçambique.

    O Barclays Bank Moçambique é um Banco que está também envolvido em várias iniciativas especialmente ligadas aos jovens, como são o caso do Programa de Graduados que, para além de proporcionar estágios a estudantes finalistas, dá a oportunidade de terem a sua primeira experiência profissional e, o Ready to Work que visa preparar os jovens para o mercado de trabalho.

    “O Mozambique Fashion Week é um projecto que traz consigo histórias interessantes para contar e que, tal como nós o temos feito ao longo destes 40 anos, percorre um longo caminho, abraça desafios e por isso, encontrámos no MFW um símbolo com o qual nos identificamos, porque também pretendemos continuar aqui para partilhar e contar a nossa história com quem continua a acreditar em Moçambique e continua de olhos postos num futuro risonho. Queremos continuar a ajudar a prosperar estes e mais projectos que contribuam para o desenvolvimento social do nosso País” conclui Dércio da Costa.