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  • Investidores são convidados para o potencial florestal e mineral do Niassa

    O Governo provincial do Niassa convidou empresários nacionais e estrangeiros a investirem naquela província, por forma a se aproveitar integralmente as potencialidades lá existentes.

    O apelo foi lançado pela respectiva Secretaria Permanente, Verónica Langa, durante a Conferência Económica sobre “Oportunidades de Investimentos no Niassa”, organizado pela Fundação Malonda.

    Na ocasião, Verónica Langa falou do manancial de recursos minerais ainda por explorar, das potencialidades turísticas, de floresta e fauna bravia e agricultura.

    «Niassa possui grandes potencialidades nos sectores de turismo, recursos minerais, floresta e fauna bravia, e na agricultura. Face as vantagens existentes convidamos a explorarem as oportunidades de investimento existentes. As potencialidades do Niassa já são parte das soluções dos seus desafios e por isso convidamos os investidores nacionais e estrangeiros a investirem na província”, disse a fonte

    Niassa, que é a província mais extensa do país, conta com 676 mil hectares de terra para plantações florestais distribuídos pelos distritos de Ngauma, Sanga, Lichinga (Chimbonila),Maua, Muedumbe e Muembe.

    O Director provincial da Agricultura, Eusébio Tumuitikile, disse por seu turno, que Niassa tem um grande potencial para reservas florestais com uma cobertura da floresta nativa em cerca de 77 %, ocupando uma área de 9,4 milhões de hectares onde se encontrar espécies nativas de elevado valor comercial, nomeadamente Chanfuta, Jambire, Umbila, pau-preto, sândalo, pau-rosa, entre outras.

    Para agricultura, a província conta com 440 mil hectares de terra com condições agro-ecológicas adequadas.

    Ao nível dos recursos minerais, o desafio é pesquisar os recursos que ocorrem e em que quantidades.

    Até ao momento confirma-se a ocorrência de minérios como ouro, rubi, safiras, fosfatos, granadas, calcário, chumbo, zinco, turmalina, águas marinhas e carvão.

    No sentido de facilitar os investidores, as autoridades provinciais lançaram, em 2008, o Plano Estratégico da Província que vai até 2017.

    A estratégia apresenta os projectos-âncora que produzem um efeito multiplicador nas principais variáveis sócio-económicas e os recursos necessários para o seu financiamento estão avaliados em 249 milhões de dólares americanos, dos quais 74 % com base em recursos públicos, 10 % (recursos privados), e 16 % (recursos público-privados).

  • José Cabral expõe auto-retratos sem intuitos narcisistas

    O fotógrafo José Cabral reuniu uma série de auto-retrato, que fotografou durante três décadas, numa exposição construída com "atrevimento", mas sem pretensões "narcisistas", que está patente no Instituto Moçambicano de Fotografia, em Maputo.

    O espelho é o elo comum das dezenas de imagens, nas quais o fotógrafo José Cabral, 60 anos, se materializa junto de personalidades moçambicanas, como Joaquim Chissano, Kok Nam e Ricardo Rangel, ou internacionais, como a actriz brasileira Maitê Proença.

    «Esta apresentação, que já estou a fazer há longos anos, é sobre espelhos, ou seja, autorretratos com amigos, fotógrafos, artistas, desconhecidos, e por onde tenho andado. É estar presente naquilo que fotografo. Uma certa intimidade, se assim se pode dizer», resume o fotógrafo José Cabral.

    Numa mostra construída com imagens recolhidas em Moçambique, Portugal, Brasil, Itália e Estados Unidos, Cabral quebra a máxima não instituída de que o autor se deve ocultar das suas próprias fotografias.

    «É um bocado atrevimento, mas também é preciso ter um certo atrevimento, porque nesta coisa de espelhos, pode-se ser considerado como vaidoso ou narcisista, mas não tem nada a ver com isso», disse.

    Associado à época dos grandes mestres da fotografia moçambicana, como Ricardo Rangel ou Kok Nam, José Cabral iniciou-se no meio artístico da imagem fotográfica no fim do colonialismo português, em Moçambique, em 1975, quando começou a trabalhar no Instituto Nacional de Cinema deste país.

    «Não aprendi fotografia a sério só com o Kok ou com o Ricardo. Aprendi com escritores, pintores, com outros artistas. Mais, até, com os que não são fotógrafos, do que com os que são», confessa.

    Foi no diário moçambicano Notícias que, em 1979, Cabral se tornou fotojornalista, abandonando, ainda durante a década de 1980, a profissão, por considerar que o jornalismo moçambicano se estava a tornar politicamente "dirigido".

    Dos tempos do jornalismo, o artista guarda a memória de profissionais comprometidos com a profissão, apontando críticas ao actual modelo de trabalho seguido pelas redacções moçambicanas.

    «Em Moçambique, actualmente, posso dizer que a fotografia está ‘mazinha’, principalmente a do jornalismo. Tenho impressão que os jornais de Moçambique odeiam a fotografia. Basta vê-los. Qualquer coisa dá, qualquer imagem serve», critica Cabral.

    A exposição "Espelhos Quebrados", de José Cabral, está patente até ao dia 16 de Setembro.

  • Indústrias criativas no CCFM

    O Centro Cultural Franco-Moçambicano acolhe de 4 a 5 de Setembro, em Maputo, a conferência sobre indústrias criativas e direitos culturais, evento que se realiza sob o lema “Potencialidades, desafios e oportunidades”

    A conferência que constitui uma plataforma de partilha, análise e avaliação das experiências de elaboração e implementação de políticas públicas de Cultura. Pretende-se compreender o impacto da acção dos diferentes intervenientes, da indústria criativa, dos mecanismos de acesso a cultura e do respeito dos direitos culturais.

    No seguimento da conferência realizam-se workshops relacionados com a gestão cultural e o intercâmbio artístico no dia 6 de Setembro.

  • Município de Maputo elege bairro mais limpo

    O conselho Municipal de Maputo procedeu na semana passada ao lançamento de um concurso para a eleição do bairro mais limpo da cidade, com o objectivo de eleger a zona residencial que mais se evidenciar na gestão de resíduos sólidos e do saneamento do meio.

    A apresentação deste concurso foi feita no Centro Cultural Kurhula, sito no bairro da Polana-Caniço B, Distrito Municipal Ka Maxaqueni. A actividade também visou estimular e consciencializar a participação de todos munícipes nos bairros na gestão de resíduos sólidos e urbanos para garantia da manutenção duma cidade bela, limpa e saudável. Refira-se que este concurso está inserido nas comemorações dos 125 anos de elevação de Maputo à categoria de cidade, que este ano se assinalam sob o lema, Maputo 125 anos, Celebrando a Diversidade Rumo ao Desenvolvimento.

  • Concurso 100 Melhores PME

    Concurso 100 Melhores PME

    Encontram abertas as candidaturas ao prémio 100 Melhores Pequenas e Médias Empresas (PME) de Moçambique lançado oficialmente em Maputo.

    O concurso promovido pelo grupo Soico e pelo Ministério da Indústria e Comércio, através do Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas – Ipeme, vai distinguir qualitativamente as PME’s e deverá contar com três principais categorias, nomeadamente, PME do Ano, PME Inclusiva e PME Inovadora.

    Para participar neste evento, as Pequenas e Médias Empresas de Moçambique devem preencher a Ficha de Inscrição, anexar os documentos necessários previstos em Regulamento e consultar o website www.100melhorespme.co.mz por forma a confirmar a sua participação.

    As respostas às perguntas da Ficha de Inscrição serão avaliadas e submetidas a júri próprio, conforme indicado no Regulamento 100 Melhores PME de Moçambique.

  • Para quem procura emprego em Moçambique

    Para quem procura emprego em Moçambique

    emprego.co.mz – Oportunidades em Moçambique

    http://www.emprego.co.mz

    O serviço público gratuito que divulga as melhores oportunidades de trabalho em Moçambique.

  • Centro e Norte do País: Janela Única Electrónica obrigatória a partir de 15 de Setembro próximo

    A utilização do sistema da Janela Única Electrónica passa, a partir de 15 de Setembro próximo, a ser de carácter obrigatório, nas estâncias aduaneiras das regiões Centro e Norte do País, incluindo os regimes de exportação e importação para e de zonas francas industriais, zonas económicas especiais e lojas francas.
    De acordo com Félix Massangaie, gestor da equipa das Alfândegas de Moçambique no projecto da Janela Única Electrónica (JUE), a medida se enquadra na expansão faseada do uso do sistema, à semelhança do que já acontece nos Portos de Maputo, Beira e na Alfândega de Tete.

    “A JUE é uma ferramenta usada para a facilitação do comércio, na qual todas as informações são enviadas para uma plataforma única, e de onde as Alfândegas e outros intervenientes do processo de desembaraço aduaneiro tiram os dados necessários para os aspectos, sob sua responsabilidade”, explicou Félix Massangaie.

    Na sua opinião, não restam dúvidas que o sistema da JUE “é muito mais eficiente, quando comparado com o sistema usado anteriormente, daí que os ganhos em termos de tempo de desembaraço de mercadorias são bastante significativos, para além de evitar a presença física dos operadores do comércio nas estâncias e evitar ainda a múltipla digitação de dados”.

    “Ainda não atingimos os resultados desejados em termos de maximização da receita aduaneira, dado que o sistema estava a funcionar apenas em 4 locais não cobrindo todos os regimes, mas da análise efectuada concluímos que já se pode desembaraçar em apenas um dia contra mais de 72 horas que eram frequentes no anterior sistema”, frisou o chefe da equipa das Alfândegas na JUE.

    Refira-se que, na região Sul, a obrigatoriedade do uso da JUE vigora deste o primeiro dia de Setembro, nas delegações aduaneiras de Ressano-Garcia, Namaacha, Matola, Posto Fiscal de Goba, Terminal Internacional Rodoviária da Namaacha, Terminal Internacional Rodoviária de Maputo, Terminal Internacional das Encomendas Postais, Terminal Internacional de Automóveis I e II, Terminal Internacional Aéreo, Terminal Internacional Multimodal, Posto Fiscal de Beluluane e ainda no Posto Fiscal da Mozal.

  • Dinheiro ilegal atinge 850 biliões USD

    A movimentação de dinheiro ilegal em África atingiu mais de 850 biliões de dólares norte-americanos nos últimos 30 anos. Deste montante, acredita-se que 175 biliões tenham origem na África Austral, região que coincide com Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

    A sociedade civil da região esteve reunida em Maputo, para preparar um documento sobre estas e outras matérias e para submetê-lo à Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da organização, realiza em Agosto, em Maputo, sob o lema “corredores de desenvolvimento: veículo para integração regional na SADC”.

    O organismo recomenda aos governos dos estados-membros, a se esforçarem mais com vista a conter a circulação ilegal de capital que, inclusive, acaba adiando os compromissos de pagamento da dívida externa, com um saldo de cerca de 600 biliões de dólares.

    O director executivo do Conselho das Organizações Não Governamentais da SADC Bochoko Ditlhake apelou aos governos da região para fortalecerem os regulamentos de investimento como forma de minimizar o desvio e fuga ao fisco que, na sua opinião, estão a atingir contornos incontroláveis.

    Pediu, igualmente, o estabelecimento de restrições na movimentação de capital dentro da região, bem como o controlo sobre a circulação rápida e especulativa de dinheiro dentro e fora da zona.

    A transparência e prestação de contas constituem também preocupação da sociedade civil.

  • A economia moçambicana é forte

    A economia moçambicana é forte

    O Barclays acredita que a economia moçambicana é forte e com um futuro promissor, segundo Administrador Delegado do Barclays Bank Faisal Mkhize que falava durante primeiro Fórum Económico promovido por aquela instituição financeira, no qual estiveram presentes especialistas e estrategas de Macro Pesquisa e clientes diversos do Barclays.

    O evento contou com as apresentações de 3 especialistas do ABSA Capital, nomeadamente Jeff Gable, Director da área de Macro Pesquisa, que se debruçou sobre o tema “Economia Global e Commodities: tendências e perspectivas macroeconómicas”, Riddle Markus, Estratega da área de pesquisa para África, que abordou o tema sobre “Tendências e Perspectivas Macroeconómicas de Moçambique e da África Sub-Sahariana e Mike Keenan, Estratega para a zona da África Subsaariana, que finalizou o rol de apresentações com o tema: “Tendências e Perspectivas do mercado Cambial em Moçambique e na África Subsaariana”.

    O Administrador Delegado do Barclays Bank Faisal Mkhize, disse na ocasião que tomando em consideração o que está a acontecer na economia, que caracteriza-se fundamentalmente pela saída de uma fase de recessão, algumas empresas estão sob pressão tendo, igualmente, em conta a situação prevalecente da crise económica na zona Euro.

    “Na economia africana caracterizada pela redução dos preços das comodidades, o que nós notamos que temos que pensar de várias formas e descobrir o que significa para Moçambique e para a SADC. O Barclays acredita que a economia moçambicana é forte e com um futuro promissor, com investimento estrangeiro terá uma contribuição considerável, com destaque para a construção de infra-estruturas, e criação de emprego” anotou o Administrador Delegado do Barclays.

    O principal objectivo do evento, dado o significativo número de riscos na área macroeconómica, foi de partilhar as mais recentes pesquisas e prognósticos do Barclays, sobre a visão global económica, com os seus clientes e com todos os presentes.

  • CNJ junta-se à revista ‘Visão Jovem’

    CNJ junta-se à revista ‘Visão Jovem’

    A empresa Mozmédia e o Conselho Nacional da Juventude – CNJ assinaram a 27 de Agosto, no Hotel Afrin, um Acordo de Parceria ao abrigo do qual o CNJ passa oficialmente a dispor da Revista Visão Jovem como uma plataforma de comunicação que vai ao encontro dos seus interesses e espelha a juventude moçambicana em todas as vertentes.

    A parceria é celebrada em função do crescimento e do reconhecimento do trabalho empreendido pelo CNJ, e amplia assim o seu raio de acção no que concerne à divulgação das suas actividades.

    Rubricado pela directora editorial da empresa Mozmédia, Helga Nunes, e pelo presidente do CNJ, Oswaldo Petersburgo, o documento decorre de uma parceria que irá possibilitar a existência da versão impressa da revista, de modo a permitir que os leitores que não possuam acesso à Internet possam também usufruir dos conteúdos da «Visão Jovem».

    No seu discurso, a directora editorial da Mozmédia, Helga Nunes, garantiu que a Mozmédia continuará a dar valor ao trabalho, à dedicação e ao empenho quantitativo e qualitativo a que se propôs realizar desde o primeiro dia de existência daquela publicação. Por outro lado, agradeceu ao CNJ por ter escolhido a Mozmédia para dar vazão a esta missão e sublinhou que juntos será mais fácil levar a cabo a meta de conceder aos jovens uma plataforma eficaz de informação e formação.

    «A partir da presente data, o CNJ dispõe não somente de uma plataforma de comunicação, mas também de um parceiro amigo que está disposto a apoiar em tudo quanto for possível», disse Helga Nunes.

    Para o presidente o CNJ, Oswaldo Petersburgo, a organização pretende expor-se mais aos jovens com esta iniciativa e dar a conhecer a essência do CNJ, contrariando o pensamento de algumas pessoas segundo o qual o CNJ tem estado fechado sobre si mesmo, e que se deve expor mais.

    «Queremos também, através desta iniciativa, trazer à ribalta novos talentos e novas iniciativas porque temos muitos jovens, de todos os pontos do nosso País, a fazerem muitas coisas boas. E queremos que esses jovens tenham um espaço para poderem apresentar e divulgar as suas iniciativas», sublinhou Petersburgo.

    É imperioso que a juventude participe activamente em todos os níveis pertinentes dos processos de tomada de decisões, pois os mesmos afectam a sua vida actual e assumem repercussões no seu futuro. Além da sua contribuição intelectual e da capacidade de mobilizar apoio, os jovens trazem perspectivas peculiares que devem ser levadas em consideração, segundo Oswaldo Pitersburgo.

    Sobre a «Visão Jovem»

    A Visão Jovem é uma revista de natureza informativa, formativa e de entretenimento que congrega temas de interesse público como a cultura, o desporto, o entretenimento, a saúde, as artes, as tecnologias, o empreendedorismo, a política, entre outros.

    A Revista foi inicialmente criada pela Associação Visão Jovem Moçambicana (VJM) e teve o seu primeiro número publicado no ano de 2008, tendo vindo a ser o produto da perseverança do jovem empreendedor Benigno Papelo, que além de ser o presidente da VJM é igualmente o seu editor.

    Hoje, e através da Internet, a revista electrónica consegue chegar a cerca de 400 mil leitores mensais, dentro e fora de Moçambique.

  • LAM celebra 10º aniversário da rota Maputo/Dar-Es-Salaam

    Em cerimónia de celebração do 10º aniversário da rota Maputo / Dar-Es-Salaam, a LAM – Linhas Aéreas de Moçambique premiou no dia 28 de Agosto de 2012, em Dar-Es-Salaam, as agencias de viagens que são seus parceiros de vendas no mercado tanzaniano.
    Pelo maior volume de vendas nos 10 anos de voos ininterruptos, ligando Tanzania e Moçambique, foram premiadas as agências de viagens ANTELOPE TRAVEL & TOURS LTD em primeiro lugar, KEARSLEYS TRAVEL & TOURS LTD em segundo lugar e BON VOYAGE TRAVEL CENTRE em terceiro lugar.
    O posicionamento da LAM no mercado tanzaniano é garantido pelo seu GSA – Agente Geral de Vendas, FastTrack, que foi o mais destacado da cerinónia ao ser considerado uma referência na dinamização do mercado para melhor captação de clientes.
    A Administradora Delegada da LAM, Drª Marlene Mendes Manave, frisou a “perspicácia” e “eficácia” com que a FastTrack aumenta a quota do mercado, onde “cativa progressivamente os clientes e fideliza os parceiros”.
    Com esta presença estratégica da LAM e o seu GSA, as ligações Maputo / Dar- Es-Salaam lideram, este ano, o ranking de crescimento das rotas no segmento regional, tendo transportado mais de sete mil e seiscentos (7.600) passageiros, no primeiro semestre, representando um aumento na ordem de 10% comparativamente a igual período de 2011.
    Para fazer face a demanda crescente, a LAM celebra os 10 anos de voos ininterruptos nesta rota anunciando a introdução da terceira frequência semanal, a partir do horário de inverno IATA, em Novembro próximo.
    O primeiro voo desta operação, foi efectuado no dia 04 de Junho de 2002 com uma aeronave de 28 lugares, o Embaer 120. Com o crescimento da rota, as ligações passaram para o Boeing 737-200, configurado para 105 passageiros. Actualmente, os voos são realizados com a moderna aeronave Embraer 190.

  • TDM: responsabilidade social estende-se à província do Niassa

    No quadro da sua acção socialmente responsável, a empresa TDM-Telecomunicações de Moçambique procedeu, recentemente, à entrega de duas novas salas de aula e duas casas de banho para professores à Escola Primária do 1º Grau, localizada no Posto Administrativo de Massangulo, Distrito de Ngaúma, na província do Niassa.

    Actualmente com um total de 946 alunos e 14 turmas, a Escola Primária de Ngaúma beneficiou igualmente de 125 carteiras, cinco secretárias, igual número de cadeiras para professores e ainda de uma pintura geral às anteriores três salas de aula já existentes naquele recinto escolar.

    Actividades culturais e plantio de árvores no pátio da escola marcaram a cerimónia de entrega das novas salas de aula, que contou com a participação de membros do governo provincial, colaboradores da TDM, alunos, professores e munícipes em geral.

    A anteceder à entrega das salas de aula, a TDM promoveu, na cidade de Lichinga, uma Feira de Saúde, sob o lema: “Um compromisso social pela promoção da saúde no local de trabalho”.
    O evento consistiu em diversos rastreios clínicos, nomeadamente medição do nível de açúcar no sangue, medição de tensão arterial, medição do Índice de Massa Corporal –IMC/Peso e altura, despiste do cancro da mama e do colo do útero, despistes nos domínios de Oftalmologia e Estomatologia, aconselhamento em nutrição, informação sobre a tuberculose e malária e ainda a doação de sangue.

  • Oportunidades de Negócio nas Minas e Hidrocarbonetos agita players

    A Rio Tinto Coal Moçambique, empresa que explora o carvão mineral em Tete, prevê, ainda este ano, realizar um volume total de negócios de 160 milhões de dólares norte-americanos com empresas nacionais, com particular destaque para as que se localizam naquela província, visando a promoção do desenvolvimento do País, segundo foi anunciado, esta quarta-feira, em Maputo.
    Intervindo no seminário organizado pela CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, sobre “Oportunidades de Negócio no Sector de Minas e Hidrocarbonetos, Emelie Bosten, representante daquele conglomerado anglo-australiano, referiu que com vista a permitir o maior envolvimento dos investidores moçambicanos naquele mega-projecto, a Rio Tinto criou, em Julho último, em Tete, um Centro de Negócios.

    “Com esta iniciativa, pretendemos melhorar a relação com as empresas locais, depois de no ano passado termos realizado um volume de negócios de 120 milhões de dólares, em serviços, catering, transportes, entre outros sectores, dos quais 80 por cento dos contratos foram com empresas nacionais”, indicou Emelie Bosten, realçando que as compras acima de 100 mil dólares são efectuadas com base em concursos públicos internacionais, enquanto, abaixo desse valor, têm sido formulados convites para apresentação de cotações.

    A propósito do encontro, o presidente da CTA, Rogério Manuel, explicou que o seminário tinha por objectivo “conjugar diferentes sensibilidades e ideias dos nossos investidores, dos parceiros de desenvolvimento, do sector privado ligado à indústria extractiva, e de todos os participantes, sobre os mecanismos para o aproveitamento das oportunidades de negócios no sector mineiro e hidrocarbonetos em Moçambique”.

    “A CTA está a construir uma visão que se centra na definição de uma perspectiva que seja favorável à participação efectiva dos nacionais nos mega-projectos”, frisou Rogério Manuel.
    Relativamente ao sector dos hidrocarbonetos, o ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, disse, por seu turno, que o consumo do gás natural na região Sul de Moçambique tem vindo a crescer consideravelmente através da sua utilização como combustível na indústria e em veículos automóveis.

    “Em Maputo, este hidrocarboneto é utilizado em substituição de combustíveis líquidos assim como na produção de electricidade nos distritos do norte da província de Inhambane e numa Central Térmica de 100 megawates, em Ressano Garcia, onde é usado o gás natural de Pande e Temane”, segundo referiu.

    O governante acrescentou prever-se, para breve a Sul do País, a implementação de outros projectos de utilização de gás natural, como o fornecimento de gás natural a Maputo para fins comerciais domésticos, instalação de centrais térmicas de média dimensão e eventualmente uma fábrica de fertizantes.

    Refira-se que, com vista a promover o envolvimento dos investidores nacionais nos mega-projectos no sector de hidrocarbonetos, o Governo está a constituir a empresa ENH Logistics, projectando-se ainda a construção de dois portos, um em Palma e outro em Pemba, na província de Cabo Delgado, para além de nas zonas residenciais, gasodutos, redes eléctricas, entre outras infra-estruturas.

  • Moçambique produziu 102 mil toneladas de açúcar no 1º semestre

    BREVE: As açucareiras de Marromeu e Mafambisse, em Sofala e Xinavane e Maragra, em Maputo, produziram 102 mil toneladas de açúcar e 34 mil de melaço no primeiro semestre do ano na sequência do processamento de 964 mil toneladas de cana, informou o Centro de Promoção da Agricultura (Cepagri).