As empresas portuguesas exportaram 184 milhões de euros durante o primeiro semestre em bens e serviços para Moçambique, o que representa um aumento de 31% face ao período homólogo de 2011.
Em comunicado hoje emitido pelo Ministério da Economia e do Emprego, o secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, considera que "há hoje oportunidades sólidas e um clima favorável para as empresas portuguesas no projeto de desenvolvimento moçambicano", nomeadamente nos setores dos transportes e das comunicações, do ambiente e da energia, da construção, do turismo, do agroalimentar e da floresta.
Hoje é o Dia de Portugal na Feira Internacional de Maputo (FACIM), em que participam 140 empresas com capitais portugueses.
Para António Almeida Henriques, estes números das exportações para Moçambique "exprimem a dinâmica da economia exportadora [portuguesa] e o ambiente favorável em Moçambique para o seu crescimento".
De acordo com a nota da tutela, António Almeida Henriques vai manter "contactos responsáveis" com o governo moçambicano, tendo já obtido do ministro dos Transportes de Moçambique, Paulo Zucula, "sinais de interesse no estabelecimento de parcerias com empresas portugueses para a infraestruturação do país".
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Portugal exporta mais 31% para Moçambique no semestre
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PIB cresce 7,2 por cento em Moçambique no primeiro semestre
O Produto Interno Bruto (PIB) de Moçambique registou um crescimento de 7,2 por cento durante o primeiro semestre deste ano, segundo dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), que acabam de ser tornados públicos.
De acordo com o INE, as estimativas do primeiro semestre deste ano, quando comparadas ao mesmo período de 2011, mostram que quase todos os sectores tiveram um desempenho positivo.
Numa análise trimestral, o INE refere que ao longo do segundo trimestre do ano o PIB apresentou uma variação positiva de 8 por cento, comparado ao mesmo período do ano anterior, representando uma aceleração em 1,7 pontos percentuais após uma revisão em alta registado no I trimestre.
O desempenho da actividade económica no segundo trimestre deste ano é atribuído em primeiro lugar ao sector secundário que cresceu 10,2 por cento, com maior destaque para o ramo da indústria transformadora com 11.6 por cento. Segue-se o sector terciário que cresceu 7,7 por centro, impulsionado pelo ramo dos transportes e comunicações com 14.8 por cento.
O sector primário também teve um desempenho positivo (7,4 por cento), com destaque para o ramo da indústria de extracção mineira com 54 por cento.
Portanto, a agricultura, pecuária, silvicultura e actividades relacionadas, foram os ramos que tiveram maior participação na economia com um peso de 31 por cento do PIB gerado na economia no trimestre em análise seguido do ramo do comércio e reparação com uma participação de 12 por cento.
Os ramos da indústria transformadora, dos transportes e comunicações tiveram um peso de 10 e 11 por cento, respectivamente. Os restantes ramos de actividade tiveram um peso conjunto de 36 por cento.
Estes resultados estão em consonância com as previsões estabelecidas pelo Governo para este ano.
Segundo previsões do Governo, a economia moçambicana devera crescer este ano em 7,5 por cento.
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Lisboa e Maputo vão criar empresa para infraestruturas ferro-portuárias
Portugal e Moçambique vão criar uma empresa de capitais mistos para desenvolver projectos de infraestruturas ferro-portuárias, disse hoje à Lusa, em Maputo, o secretário de Estado adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional português, António Almeida Henriques.
Segundo o governante, o ministro português da Economia, Álvaro Santos Pereira, estará em Maputo em outubro para materializar o plano de criação da empresa, cuja "lógica é dar resposta às várias vertentes do projeto de desenvolvimento de infraestruturas".
O tema deverá ser discutido num encontro dos ministros dos Transportes da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que vai decorrer na capital moçambicana, Maputo, que contará com a presença do ministro português da Economia, disse à Lusa António Almeida Henriques.
"Já há contactos" entre as autoridades portuguesas e moçambicanas, que serão representadas no projeto por empresas dos dois países "já identificadas", assegurou o secretário de Estado adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional de Portugal.
António Almeida Henriques lembrou que a aposta vai de encontro com o programa de desenvolvimento de infraestruturas da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que recentemente criou um fundo para implementar o referido projeto de integração regional. -
Gerindo bem resíduos sólidos: Reduz-se risco nocivo sobre pessoas e ambiente
BREVE: As cidades e vilas do país deverão dispor até 2025 de mecanismos adequados de tratamento do lixo, no quadro da estratégia de gestão integrada dos resíduos sólidos aprovada ontem em Maputo pelo Governo, que visa mitigar o efeito nocivo do lixo sobre as pessoas e meio ambiente.
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Podem ser interditas novas importações de rádios e tv’s analógicos
BREVE: O Governo vai aprovar dentro em breve instrumentos legislativos interditando a importação de aparelhos analógicos, no quadro do processo de migração tecnológica para o digital, que deve estar concluído em 2015, foi anunciado ontem em Maputo.
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MACAU quer investir 250 milhões de USD em Moçambique
O valor é resultante de um fundo criado no ano 2010 pelo governo central de Macau, destinado ao investimento em Moçambique nas áreas de indústria, comércio e infraestruturas.
Esta informação foi avançada ontem em Ricatla, distrito de Marracuene, no âmbito da Feira Internacional de Maputo, pelo coordenador de Marketing do Centro de Promoção de Investimentos, Nuno Maposse, num seminário que juntou empresários dos dois países, e que teve como objectivo principal mostrar as oportunidades de negócios existentes no
país.
De acordo com o coordenador de Marketing, os empresários de Macau estão, neste preciso momento, a estudar oportunidades de negócios em Moçambique, de modo a criar sinergias entre os dois países, através de investimentos em áreas de serviços, infra-estruturas e indústrias. Durante o seminário, os empresários de Macau mostraram diversas preocupações relacionadas com a legislação, os regimes cambiais vigentes e aspectos ligados ao sector de turismo.29-08-2012 in O País
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Sistema de scanners chega mais longe
Os Aeroportos Internacionais de Maputo, Beira, Vilankulo e Tete e o corredor rodoviário de Maputo, no eixo Ressano Garcia/Km4/Frigo, em Mocambique, já estão ligados ao sistema de inspecção não intrusiva de bens, meios de transporte, bagagens e pessoas, dispositivos que vão de uma maneira geral garantir o manuseamento e segurança naquelas instituições portuárias.
O presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes, que orientou a cerimónia de inauguração deste sistema no Aeroporto de Chingodzi, em Tete, referiu que os aparelhos ora instalados vão trazer impacto positivo, como o controlo do território aduaneiro que se circunscreve na entrada e saída de mercadorias.
Um dos impactos trazido pelo equipamento é o alinhamento nas boas práticas internacionais do combate aos actos ilícitos, desde o terrorismo internacional, o contrabando, pirataria e todas as transmissões ilícitas que possam ocorrer no território nacional.
A introdução deste sistema inicialmente implementado no Porto de Maputo em 2006, seguindo depois para os Portos da Beira e de Nacala e ainda para os ramais ferroviários do Porto de Maputo nas zonas da Frigo e Sonefe, chegou a provocar algumas contestações do empresariado nacional, alegadamente por tratar-se de um factor que poderia causar efeitos perversos na facilitação do comércio.
Depois de um árduo trabalho de explicação e sensibilização, a Autoridade Tributária chegou a um consenso com o empresariado e arrancou-se com a expansão por se tratar de sistema sofisticado e com meios electrónicos para um combate mais adequado à transmissão de ilícitos pelas fronteiras, por possuir uma leitura rápida e em tempo real para detectar os ilícitos nas malas e contentores.
Porém, o empresariado continua a contestar o sistema tarifário que é cobrado nas fronteiras, alegadamente por terem já efectuado as suas obrigações nos encargos aduaneiros no momento da travessia.
Um outro aspecto acordado com os agentes económicos, segundo Rosário Fernandes, foi a definição de um sistema tarifário único e vigente para as três dimensões do país, regiões sul, centro e norte nos Portos de Maputo, Beira e Nacala e assim como na área aeroportuária.
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Kenmare alcança 38 milhões em lucros operacionais
As operações de extracção de areias pesadas na mina de Topuito, distrito de Moma, província de Nampula, desenvolvidas pela Kenmare resultaram primeiro semestre deste ano, um lucro líquido na ordem de 38,8 milhões de dólares, contra um prejuízo de 14,2 milhões registado no igual período do ano passado, segundo um balanço daquela empresa.
A Kenmare refere que aquele valor foi deduzido de uma receita conseguida nos primeiros seis meses do presente ano, que se situou em 109,1 milhões de dólares e que resultaram da venda de 321.500 toneladas de Ilmenite e zircão.
Aquela empresa refere ainda que apesar de ao longo do primeiro semestre de 2011 ter registado um volume de produção de 349.400 toneladas de Ilmenite e zircão, mais 27.900 toneladas comparativamente ao produto conseguido nos primeiros seis meses de 2012, não registou lucros, devido aos baixos preços praticados pelo mercado naquela altura influenciado pela recessão das economias que afectou os países considerados principais compradores das areias pesadas.
A produção de Ilminite no primeiro semestre de 2012 situou-se em 276,600 toneladas e em relação ao zircão totalizou 23,600 toneladas. Estes níveis situam-se muito aquém da meta fixada para o período em análise facto que foi influenciado por factores climáticos caracterizados pelas chuvas que inundaram a mina e ventos fortes que provocaram interrupção das actividades extractivas por algumas horas.
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IGEPE arrecadou 379,73 milhões meticais
As empresas participadas pelo Estado contribuíram para o Tesouro Público, no primeiro semestre deste ano, com 379,73 milhões de meticais (cerca de 13 milhões de dólares ao câmbio actual), o que representa um crescimento na ordem de 28,54% em relação a igual período do ano passado.
Segundo o Presidente do Instituto de Gestão de Participações do Estado (IGEPE), Apolinário Panguene, estes resultados derivam do aumento das receitas de dividendos, que tiveram um peso de 71% das receitas totais.
Estas receitas resultaram, em grande medida, do aumento dos dividendos pagos pelas empresas Coca-Cola, SA e Soares da Costa SA.
Por outro lado, acrescem um aumento de 62,16% das receitas resultantes do incremento do nível de resultados do IGEPE, referente ao exercício económico de 2011.
«O comprometimento do IGEPE na gestão das Participações do Estado foi corado de êxito e espelha-se num aumento de receitas em mais de 28% comparadas com o mesmo período do ano passado», disse.
Durante o XVI Conselho Consultivo do IGEPE, Panguene disse que as prioridades do IGEPE incluem o acompanhamento do desenvolvimento das empresas estratégicas e consciencialização das mesmas para a melhoria do seu desempenho para possam incrementar a sua contribuição nas receitas de capital, através do aumento de dividendos.
Outras prioridades do IGEPE incluem uma maior celeridade no processo de alienação das participações do Estado reservadas aos Gestores, Técnicos e Trabalhadores (GTT’s), dissolução e liquidação das empresas paralisadas e reversão a favor do Estado das participações reservadas aos GTT’s, cujas sociedades se encontram paralisadas há mais de três anos.
Sobre as perspectivas para o segundo semestre do presente ano, Panguene destaca a continuidade do projecto Parcerias entre as Participadas (PEP).
A carteira de participações do Estado, até 30 de Junho, era constituída por 126 sociedades contra 131 em igual período do ano passado.
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FACIM inaugurada pelo PR
O Presidente da República, Armando Guebuza dirigiu ontem a cerimónia de abertura da 48ª Feira Internacional de Maputo (FACIM) evento a decorrer, pelo segundo ano consecutivo, em Ricatlha no distrito de Marracuene.
A FACIM é a maior feira empresarial em Moçambique e das mais importantes da região constituindo, por isso, o melhor momento para o intercâmbio comercial entre expositores nacionais e de outros pontos do mundo.
Dezanove países entre os quais, África do Sul, Alemanha, Brasil, China, Egipto, Emiratos Árabes Unidos, Espanha, Indonésia, Itália, Macau, Malawi, Namíbia, Polónia, Portugal, Qatar, Quénia, Suazilândia, Turquia e Zâmbia fazem-se presentes no evento.
No total são mais de 1100 empresas nacionais e 700 estrangeiras que até ao próximo dia 2 de Setembro procurarão fazer negócios num evento que, este ano, decorre sob o lema “expandindo o horizonte dos seus negócios, optimizando as sinergias”.
Dados avançados pelo Instituto para a Promoção de Exportações (IPEX) organizadora da exposição, indicam que dada a forte procura dos stands, mais de uma centena de empresas continua na lista de espera a aguardar uma eventual desistência de última hora.
Enquanto isso, como habitualmente acontece, até ontem, muitos dos expositores continuavam ocupados pela decoração dos stands enquanto outros traziam os produtos que seriam expostos.
A organização garante, no entanto, que tudo está a postos para a realização do evento que este ano, terá o condão de receber três missões empresariais de Portugal, Kwazulu Natal e Argentina, respectivamente, bem como a realização de seminários sobre vários temas, programas culturais e infantis.
Entretanto, a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) fez saber que à semelhança da edição do ano passado, este ano, o interesse das empresas portuguesas pelo mercado moçambicano ultrapassou a capacidade de acolhimento do Pavilhão Luso, tendo algumas delas optado por expor autonomamente noutros pavilhões
da FACIM. Estima-se que, em termos globais, a participação de empresas portuguesas ou de empresas moçambicanas com capitais portugueses ultrapasse as 140 companhias, participação bastante superior à dos anos anteriores, com uma mostra do que há de melhor na oferta empresarial daquele país.
Para assegurar a tranquilidade da movimentação de pessoas para a feira, a organização do evento obteve garantias de transporte de passageiros da FEMATRO – Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários que deverá reforçar a capacidade da transportadora pública TPM.
O recinto comporta ainda dois parques de estacionamento de viaturas sendo um do lado norte com capacidade para 650 viaturas e outro no sul que acabou sendo adaptado para acomodar o centro policial e o posto médico bem assim um armazém. Estas adaptações fizeram com que o segundo parque reduzisse a capacidade para 400 viaturas. -
Modelo de Negócios Inclusivos é promovido entre as «100 Melhores PME» de Moçambique
Encontram-se abertas as candidaturas para o Prémio «100 Melhores Pequenas e Médias Empresas (PME)» de Moçambique. O lançamento oficial do Concurso decorreu na passada quinta-feira, 23 de Agosto, em Maputo, e contou com as intervenções do ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, do presidente do Conselho de Administração (PCA) do grupo Soico, Daniel David, e do director interino da SNV (Organização Holandesa de Desenvolvimento), Augusto Razulo, num evento que envolveu representantes de organizações públicas e privadas nacionais.
«100 Melhores Pequenas e Médias Empresas» é uma iniciativa promovida pelo grupo Soico e pelo Ministério da Indústria e Comércio (MIC), através do Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME), contando com o apoio da SNV, do BCI e da BDO.
O prémio vai distinguir qualitativamente as empresas do segmento, e vai contar com três principais categorias: «PME do Ano», «PME Inovador» e «PME Inclusiva», sendo esta última patrocinada pela SNV. Ao mesmo tempo, haverá a distinção de empresas com os Prémios «PME Fornecedora do Estado», «PME Mulher Empreendedora» e «PME Empreendedorismo Jovem».
A iniciativa pretende, no fundo, seleccionar as 100 melhores PME, premiando a qualidade, estimulando a inovação e incluindo os moçambicanos no processo de desenvolvimento social.
SNV atribui Prémio ‘Melhor PME inclusiva’ e lança o Conselho de Negócios Inclusivos
Analogamente à iniciativa, pretende-se disseminar o modelo de Negócios Inclusivos a cerca de 28 mil PME no País, através da Comunicação Social; estimular e promover as práticas dos Negócios Inclusivos e providenciar assistência técnica às melhores PME identificadas no âmbito do projecto. Um modelo de negócio onde os empresários são motivados a incluir as comunidades locais no seu core business.
Ainda no âmbito do concurso «100 Melhores PME», a SNV patrocina o prémio «Melhor PME Inclusiva», que consiste numa viagem à América Latina para a troca de experiências; na assistência técnica prestada pela SNV; na elaboração de um plano de negócio inclusivo e no apoio à obtenção de financiamento.
A ideia é criar um mecanismo de suporte e acompanhamento ao desenvolvimento de negócios às empresas vencedoras do concurso, que auxilie na redução de riscos; facilite o acesso ao crédito e encoraje as melhores práticas de negócio.
Por outro lado, a SNV, juntamente com os seus parceiros e líderes do sector privado, vai lançar em breve o Conselho de Negócios Inclusivos como forma de garantir o desenvolvimento e a coordenação de políticas e estratégias pró-Negócios Inclusivos.
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Concluída negociação sobre a venda da Riopele
BREVE: O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) anunciou que concluiu a negociação para alienação das acções da antiga indústria de têxteis Riopele, a um investidor que pretende dar continuidade à actividade têxtil no país.
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Lançado Clube de Grandes Empreiteiros
Foi recentemente lançado o Clube dos Grandes Empreiteiros da Federação Moçambicana de Empreiteiros (FME) em presença do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, do ministro das Obras Públicas, Cadmiel Mutemba, do ministro da Indústria e Comércio, Armando Inronga, o presidente da CTA, Rogério Manuel e o presidente da FME, Agostinho Vuma.
Esse Clube constituído por 16 empresas da 6° e 7° classes, unidos na construção de Moçambique visa apoiar a Federação Moçambicana de Empreiteiros e actuar como órgão de consulta.
Durante a cerimónia foram assinados Memorandos de Entendimento entre algumas empresas, instituições e a FME, assim como um Acordo de Parceria no âmbito da Advocacia para o Licenciamento de Empreiteiros. A FME tenciona replicar o projecto a nível provincial.
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Maputo acolhe VI seminário Finanças rurais em África
A capital moçambicana, Maputo, vai acolher de 12 a 14 de Setembro o VI seminário temático de finanças rurais em África, subordinado ao tema “Provisão de metodologias de finanças rurais e eficazes para o incremento da produtividade”.
O evento é organizado pelo Ministério da Planificação e Desenvolvimento em coordenação com o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), a Parceria para a Gestão do Conhecimento em Finanças Rurais (“Rural Finance Knowledge Management Partnership”), o Centro Cooperativo Sueco (CCS) e Aliança Cooperativa Internacional (ACI).
Deverão participar neste encontro cerca de 170 delegados oriundos de 31 países da África sub-sahariana, representantes do FIDA e instituições governamentais associadas, parceiros de cooperação internacional, coordenadores dos projectos e programas, entre outros.
Estão agendadas visitas aos projectos financiados pelo FIDA e por entidades privadas nos distritos de Namaacha, Boane, Moamba, Marracuene e Manhiça, província de Maputo, a fim de verificar o grau de execução e o impacto dos programas na vida das comunidades locais.
Os anteriores encontros tiveram lugar respectivamente no Uganda (20017), Madagáscar (2008), Ruanda (2009), Zâmbia (2010) e Malawi (2011).











