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  • Modelo de Negócios Inclusivos é promovido entre as «100 Melhores PME» de Moçambique

    Encontram-se abertas as candidaturas para o Prémio «100 Melhores Pequenas e Médias Empresas (PME)» de Moçambique. O lançamento oficial do Concurso decorreu na passada quinta-feira, 23 de Agosto, em Maputo, e contou com as intervenções do ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, do presidente do Conselho de Administração (PCA) do grupo Soico, Daniel David, e do director interino da SNV (Organização Holandesa de Desenvolvimento), Augusto Razulo, num evento que envolveu representantes de organizações públicas e privadas nacionais.

    «100 Melhores Pequenas e Médias Empresas» é uma iniciativa promovida pelo grupo Soico e pelo Ministério da Indústria e Comércio (MIC), através do Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME), contando com o apoio da SNV, do BCI e da BDO.

    O prémio vai distinguir qualitativamente as empresas do segmento, e vai contar com três principais categorias: «PME do Ano», «PME Inovador» e «PME Inclusiva», sendo esta última patrocinada pela SNV. Ao mesmo tempo, haverá a distinção de empresas com os Prémios «PME Fornecedora do Estado», «PME Mulher Empreendedora» e «PME Empreendedorismo Jovem».

    A iniciativa pretende, no fundo, seleccionar as 100 melhores PME, premiando a qualidade, estimulando a inovação e incluindo os moçambicanos no processo de desenvolvimento social.

    SNV atribui Prémio ‘Melhor PME inclusiva’ e lança o Conselho de Negócios Inclusivos

    Analogamente à iniciativa, pretende-se disseminar o modelo de Negócios Inclusivos a cerca de 28 mil PME no País, através da Comunicação Social; estimular e promover as práticas dos Negócios Inclusivos e providenciar assistência técnica às melhores PME identificadas no âmbito do projecto. Um modelo de negócio onde os empresários são motivados a incluir as comunidades locais no seu core business.

    Ainda no âmbito do concurso «100 Melhores PME», a SNV patrocina o prémio «Melhor PME Inclusiva», que consiste numa viagem à América Latina para a troca de experiências; na assistência técnica prestada pela SNV; na elaboração de um plano de negócio inclusivo e no apoio à obtenção de financiamento.

    A ideia é criar um mecanismo de suporte e acompanhamento ao desenvolvimento de negócios às empresas vencedoras do concurso, que auxilie na redução de riscos; facilite o acesso ao crédito e encoraje as melhores práticas de negócio.

    Por outro lado, a SNV, juntamente com os seus parceiros e líderes do sector privado, vai lançar em breve o Conselho de Negócios Inclusivos como forma de garantir o desenvolvimento e a coordenação de políticas e estratégias pró-Negócios Inclusivos.

  • Análise dos preços do amendoim pequeno

    Os preços de amendoim pequeno, feijão cute, feijão Manteiga, feijão Bóer mantiveram-se estáveis entre a semana passada e esta semana, contrariamente ao milho branco que está a verificar-se uma certa tendência de aumento do preço deste produto nos mercados da Resta e Faina e em alguns distritos. Tal verifica-se pela maior procura e pouca oferta que tem-se registado ao nível dos mercados.

  • Moza Banco abre 12.ª agência

    O Moza Banco, instituição financeira de capitais moçambicanos e macaenses, acaba de inaugurar a sua 12.ª agência em Moçambique, com duas unidades de negócios, designadamente Corporate e de Retalho. Trata-se de uma agência localizada na zona baixa da cidade de Maputo e que contempla o primeiro Balcão Escola do Moza Banco, um projecto pioneiro assente num conceito inovador de formação no local de trabalho. Esta iniciativa visa fazer face aos objectivos de expansão da instituição, bem como de formação.

  • Coal India consignou milhões de rupias para desenvolvimento de blocos carboníferos em Moçambique

    BREVE: O grupo estatal Coal India Ltd consignou 350 mil milhões de rupias (6,4 mil milhões de dólares) para aquisição de activos no estrangeiro e para o desenvolvimento dos dois blocos carboníferos que detém em Moçambique, de acordo com a agência Dow Jones Newswires

  • Comité Central propõe Guebuza à sua própria sucessão

    O Comité Central da Frelimo, reunido desde a última quinta-feira na Cidade da Matola, aprovou a proposta da Comissão Política de avançar com Armando Guebuza como candidato à sua própria sucessão na presidência do partido.

  • MMA dá-nos música

    O Mozambique Music Awards é um evento que visa galarduar e distinguir os melhores artistas musicais de Moçambique, oferecendo-lhes uma plataforma de reconhecimento internacional, promovendo o respeito e a divulgação no desenvolvimento da indústria musical moçambicana.

    Na próxima Terça-Feira, dia 28 pelas 17h30 irá realizar-se a conferência de imprensa dos nomeados ao BCI MMA 2012. Associando-se aos 125 da cidade de Maputo. Esta conferência, que contará com a presença de representantes do Conselho Municipal, do Presidente da Associação dos músicos, dos patrocinadores, de músicos e DJ’s moçambicanos, vai decorrer no Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

    Este projecto, que este ano defende o lema “Tu és música”, tem o objectivo de premiar as melhores músicas produzidas e divulgadas pelos artistas moçambicanos, contando este ano com o patrocínio de cinco grandes marcas, nomeadamente, do BCI, da Vodacom, do The Famous Grouse, da Coca-Cola e da DSTV.

    Assumindo uma postura construtiva e optimista, o Mozambique Music Awards quer entreter, e mais do que isso, quer contribuir para a divulgação e engrandecimento da música moçambicana.

  • Encontrarte no Franco-Moçambicano

    Centro Cultural Franco-Moçambicano propõe um encontro com a arte de 25 de Agosto a 8 de Setembro no simpósio de arte e cultura moçambicana “ENCONTRARTE”. O projecto que pretende ser um ponto de encontro de reflexão entre os povos através de conferências, apresentações, exposições e outros eventos culturais.

    Este ano, o evento oferece o seguinte programa: uma conferência de Intercâmbio Artístico e Indústrias Criativas em Moçambique intitulada “Potencialidades, Desafios e Oportunidades”, um julgamento “Cultural” fictício e Primeira Mostra de Industrias Criativas em Moçambique.

  • Pintura de Edwin em exposição

    No quadro do seu programa de apoio à cultura, encontra-se patente desde 22 de Agosto na Mediateca do BCI a Exposição de Pintura “Sem Título”, da autoria do jovem artista plástico moçambicano Edwin Filipe.

    O mesmo artista realizou, recentemente, a primeira exposição individual “Mata-Bicho” há sensivelmente um ano.

    Edwin Filipe, de 28 anos, apresenta-se como um artista experimental e autodidacta, que nunca se fecha a ideias novas e assume-se como um elemento aglutinador de ideias e conceitos que resultam num universo de cores e formas. Por sua vez, este universo reflecte a multiplicidade de padrões da natureza, criando uma certa ordem a partir do seu caos interior, montando, tal e qual um puzzle, uma harmonia de sabores visuais, reflexos de si e da vida.

    Edwin resurge com uma exposição de pintura que prefere deixar o título ao critério do espectador. A exposição sem título é composta por 21 obras trabalhadas a tinta de óleo e tinta da china. A mesma será inaugurada, hoje, na Mediateca do BCI em Maputo.

    Edwim Filipe é participante assíduo de iniciativas de carácter artístico e social que se realizam na cidade de Maputo, em parceria com outros agentes culturais.

    Do seu currículo consta a obtenção de uma menção honrosa no Concurso de Belas Artes promovido pelo Banco de Moçambique em 2010 (júri presidido pelos mestres Malangatana e Naguib). A exposição encerra a 31 de Agosto.

  • Bolsa de Mercadorias prevista para Dezembro

    O Governo moçambicano prevê lançar até ao final deste ano, um projecto designado Bolsa de Mercadorias de Moçambique, para responder aos desafios do fluxo da produção entre os produtores e os mercados.

    O projecto é uma resposta do Ministério da indústria para situações de insegurança alimentar que têm afectado muitas regiões do país, mesmo havendo abundância de produção em outros pontos.

    Moçambique é um dos países africanos com graves problemas de insegurança alimentar e bolsas constantes de fome, havendo casos em que, na mesma região, haja crise de alimentos num ponto e produtos a apodrecerem noutro.

    Com a Bolsa de Mercadorias de Moçambique o Governo pretende criar condições para acabar com este tipo de situação, com base em infraestruturas rodoviárias e centros de armazenamento necessários para que a cadeia de valores entre os centros de produção, os agentes económicos e o mercado esteja completa.

  • Bolsa de Mercadorias prevista para Dezembro

    O Governo moçambicano prevê lançar até ao final deste ano, um projecto designado Bolsa de Mercadorias de Moçambique, para responder aos desafios do fluxo da produção entre os produtores e os mercados.

    O projecto é uma resposta do Ministério da indústria para situações de insegurança alimentar que têm afectado muitas regiões do país, mesmo havendo abundância de produção em outros pontos.

    Moçambique é um dos países africanos com graves problemas de insegurança alimentar e bolsas constantes de fome, havendo casos em que, na mesma região, haja crise de alimentos num ponto e produtos a apodrecerem noutro.

    Com a Bolsa de Mercadorias de Moçambique o Governo pretende criar condições para acabar com este tipo de situação, com base em infraestruturas rodoviárias e centros de armazenamento necessários para que a cadeia de valores entre os centros de produção, os agentes económicos e o mercado esteja completa.

  • Pintura de Edwin em exposição

    No quadro do seu programa de apoio à cultura, encontra-se patente desde 22 de Agosto na Mediateca do BCI a Exposição de Pintura “Sem Título”, da autoria do jovem artista plástico moçambicano Edwin Filipe.

    O mesmo artista realizou, recentemente, a primeira exposição individual “Mata-Bicho” há sensivelmente um ano.

    Edwin Filipe, de 28 anos, apresenta-se como um artista experimental e autodidacta, que nunca se fecha a ideias novas e assume-se como um elemento aglutinador de ideias e conceitos que resultam num universo de cores e formas. Por sua vez, este universo reflecte a multiplicidade de padrões da natureza, criando uma certa ordem a partir do seu caos interior, montando, tal e qual um puzzle, uma harmonia de sabores visuais, reflexos de si e da vida.

    Edwin resurge com uma exposição de pintura que prefere deixar o título ao critério do espectador. A exposição sem título é composta por 21 obras trabalhadas a tinta de óleo e tinta da china. A mesma será inaugurada, hoje, na Mediateca do BCI em Maputo.

    Edwim Filipe é participante assíduo de iniciativas de carácter artístico e social que se realizam na cidade de Maputo, em parceria com outros agentes culturais.

    Do seu currículo consta a obtenção de uma menção honrosa no Concurso de Belas Artes promovido pelo Banco de Moçambique em 2010 (júri presidido pelos mestres Malangatana e Naguib). A exposição encerra a 31 de Agosto.

  • Moçambique na rampa de lançamento

    Os empresários portugueses estão rendidos ao "boom" da economia moçambicana. Acreditam que possa vir a ser uma oportunidade consistente e uma alternativa aos mercados tradicionais visados pela economia portuguesa.

    Os empresários portugueses estão rendidos ao "boom" da economia moçambicana. Acreditam que possa vir a ser uma oportunidade consistente e uma alternativa aos mercados tradicionais visados pela economia portuguesa

    É visível o entusiasmo em Portugal por África e, muito concretamente, por Moçambique. Os empresários portugueses estão rendidos ao "boom" da economia moçambicana. Acreditam que possa vir a ser uma oportunidade consistente e uma alternativa aos mercados tradicionais visados pela economia portuguesa.

    A economia moçambicana apresenta uma grande pujança, uma dinâmica aparentemente imparável e, pelas grandes oportunidades que são noticiadas tem sido alvo de grande interesse por parte de grandes, médios e pequenos investidores.

    Na verdade, o país aparece cada vez mais na rota dos fluxos internacionais de capitais e é palco de inúmeras manifestações de interesse que vão surgindo um pouco por todo o mundo. Segundo dados registados pelo Banco de Moçambique, em 2011 o IDE (Investimento Directo Estrangeiro) atingiu os USD 2,1 mil milhões e o CPI – Centro de Promoção de Investimentos de Moçambique, espera atrair nos próximos três anos, investimentos na ordem dos USD 17 mil milhões.

    Moçambique e a sua economia vivem hoje uma forte pressão por parte dos grandes investimentos, impulsionados, sobretudo, pelos grandes "players" internacionais na área da extracção de carvão, que preparam a exploração de grandes concessões de carvão mineral, designadamente a brasileira Vale, a anglo-australiana Rio Tinto / Riversdale, a indiana Jindal e dezenas de empresas chinesas, checas, japonesas, inglesas, etc. A Vale e a Rio Tinto já começaram a extrair e exportar carvão através do porto da Beira. A Jindal espera iniciar a exportação de carvão ainda este ano.

    A linha ferroviária do Sena, que liga Moatize (Tete) ao porto da Beira, disporá de uma capacidade máxima de 6,5 milhões de toneladas (t) por ano quando as obras de reconstrução ficarem concluídas. O porto da Beira deve ficar saturado aos 20 milhões de t (entre 5 a 10 anos).

    O escoamento do carvão é, pois, um problema por resolver. O potencial de produção da bacia carbonífera do Zambeze é enorme e há já estimativas que colocam, dentro de 10 anos, a fasquia nos 100 milhões de t por ano, o que exige grandes investimentos no sector dos transportes, nomeadamente caminhos-de-ferro e portos.

    Com financiamento da Vale, encontram-se já em fase de projecto os empreendimentos de ligação de Moatize à linha férrea de Nacala, através do Malawi por onde poderão, depois de modernizada a linha férrea, vir a ser escoados cerca de 40 milhões de toneladas por ano, o que implica a construção de um porto de águas profundas em Nacala.

    Quando o porto de carvão de Nacala atingir o seu máximo será necessário encontrar soluções/investimento para escoar os restantes 40 milhões de t de carvão.

    Para garantir a colocação do carvão no mercado internacional, especialmente na China, Índia e Brasil, cuja tonelada está a ser transaccionada a cerca de USD 400 (há 4 anos oscilava pelos USD 90), estes grandes operadores estão dispostos a montar a logística necessária através do financiamento de pesadas infra-estruturas de transporte. Sem pretender antecipar tendências, poderá passar por aí o financiamento das referidas soluções o que, a verificar-se, abrirá espaço para o lançamento de grandes concursos e/ou convites, direccionados especialmente ao sector da engenharia e Obras Públicas.

    Avaliados em mais de USD 2 mil milhões cada um, estes investimentos estão circunscritos à escala de grandes multinacionais. No entanto, é mais do que evidente o efeito multiplicador que estes projectos têm na economia do país e daí a criação de condições para o aparecimento de oportunidades para inúmeras actividades paralelas e nalguns casos complementares, em que se destaca o cimento, o coque, o alumínio e as ferro-ligas. A dinâmica que estas operações estão a gerar na economia local pressiona fortemente a oferta de habitação, centros de saúde, escolas e creches. Actividades complementares como a indústria hoteleira, o comércio, os transportes públicos a agricultura e a pecuária estão também sob forte pressão.

    As cidades de Tete, Beira e Nacala têm, a curto prazo, de se transformar em plataformas logísticas eficientes onde não faltarão oportunidades de negócio nas áreas das acessibilidades, equipamento urbano e sectores de apoio como consultoria, serviços de informática, transportes rodoviários e comunicações.

    Os investimentos referidos e a futura dinâmica de exportação de gás natural, carvão, energia eléctrica e titânio serão determinantes no crescimento da economia e, seguramente alteraram já e virão a alterar muito mais a estrutura económica deste país já em evidente processo de transformação.

    In Jornal de Notícias (Portugal)

  • Vale Moçambique recebe escolas na Mina de Moatize

    A Vale Moçambique recebeu estudantes e professores da Escola Secundária de Cateme na mina de Moatize, na província de Tete, na última semana. Eles acederam ao convite formulado pela empresa, no âmbito do Programa de Visitas Escolares, implantado em Março deste ano.
    Para o gerente de Desenvolvimento Social da Vale Moçambique, Abdul Adamo, a intenção é levar crianças e jovens para conhecer a mina e despertar neles o interesse pelo projecto. “Ao conhecer as máquinas, equipamentos e operações da mina, eles também podem transmitir estas informações aos colegas e à comunidade”, enfatizou Adamo.
    Até o momento, dez escolas da região de Tete já participaram do programa, que a princípio tem como foco as escolas da área impactada pela mina, mas que deverá ser extendido para instituições de outras regiões de Moçambique.
    Para o Director da escola, Mário Wilson Vive, a visita é importante porque abre o horizonte dos estudantes, permitindo que, principalmente aqueles da região possam compreender a importância da exploração de recursos minerais para a província e para o país.
    Mário Vive acrescentou que se trata também de satisfazer a curiosidade dos jovens, afinal “eles ficam inclinados em conhecer a mina, porque esta é uma empresa grande que pode oferecer muitas oportunidades de emprego em Tete”.
    Alunos e professores tiveram a oportunidade de observar como é feita a exploração do carvão, as modalidades de processamento, a quantidade produzida e a selecção dos diferentes tipos do produto.
    A estudante da 11ª classe da Escola Secundária de Cateme, Felícia Notice, ficou entusiasmada. “Ao saber que existem, mesmo ao nosso lado, máquinas tão desenvolvidas e classificadas como maiores em África, faz-me sentir orgulhosa. Gostaria de um dia poder trabalhar nesta empresa”.
    Esta motivação é partilhada pelo Director de Operações da Vale Moçambique, Altiberto Brandão, que salientou a importância de despertar nos estudantes o desejo de se juntarem às operações da empresa, acreditando que no futuro, eles possam fazer parte do quadro de funcionários.
    O programa inclui, entre outras actividades, visitas ao mirante principal, de onde se tem uma panorâmica de toda a planta de carvão, e ao mirante da mina, para mostrar o carvão e o camião fora de estrada 797 de perto. O veículo é o maior em África, com capacidade para 400 toneladas.
    No primeiro semestre deste ano, mais de 700 pessoas visitaram a Mina de Carvão de Moatize, entre empresários, ONG´s, escolas, instituições privadas e governamentais. O Programa de Visitas Escolares acontece às sextas-feiras, com grupos de 20 a 30 pessoas.

  • Projecto de cidadania do Standard Bank chega à KaTembe: Mais 2.000 cidadãos obtêm BI’s, NUIT’s e Cédulas Pes soais

    Cerca de dois mil documentos, entre Bilhetes de Identidade, Cédulas Pessoais e NUIT- Número Único de Identificação Tributária, foram emitidos gratuitamente, no bairro Guachene, no distrito municipal da KaTembe, no âmbito do Festival do Batuque e do projecto de cidadania do Standard Bank, ocorridos este sábado, enquadrado nas comemorações dos 125 anos da cidade de Maputo.
    Refira-se que, enquanto o Festival do Batuque exalta a cultura como factor diferenciador de povos e cidades, o projecto do Standard Bank- patrono das celebrações dos 125 anos da cidade capital – promove a cidadania, apoiando cidadãos, dos vários pontos do País, a obter documentos essenciais, que lhes permitem o gozo efectivo dos seus direitos e cumprimento de deveres.

    Durante três dias consecutivos, de quinta a sábado últimos, as brigadas móveis da Autoridade Tributária de Moçambique, do Registo e Notariado e da Direcção de Identificação Civil, processaram, no total 1.928 documentos, dos quais 618 correspondentes ao NUIT, 488 a Cédulas Pessoais e 830 a títulos de identificação para Bilhetes de Identidade biométricos.

    Intervindo na ocasião, o vereador distrital da KaTembe, Luís Matsinhe, saudou o Standard Bank pelo projecto de cidadania, uma vez que o registo civil teve uma grande adesão, por parte dos munícipes de KaTembe.
    “KaTembe só teve acesso a uma repartição de registo civil a partir do ano passado, ainda por cima com capacidade limitada, para satisfazer a demanda do distrito”, indicou o vereador, realçando que esta campanha de cidadania

    do Standard Bank "veio em boa altura e ultrapassou as expectativas, a avaliar pela aderência da população".
    Por seu turno, o representante do Standard Bank, Alfredo Lemos, disse que “ficamos muito satisfeitos quando cá chegámos na quinta-feira e encontrámos uma grande moldura humana à nossa espera, o que significa que o projecto de cidadania do Standard Bank já está, de alguma forma, ajudar a melhorar a vida das pessoas da KaTembe”.

    “Graças a este projecto que trouxemos à KaTembe, no âmbito da celebração dos 125 anos da cidade de Maputo, das quais o Standard Bank é patrono, desde quinta-feira que muitos munícipes já têm NUIT, muitas crianças foram registadas e, muito brevemente, vários cidadãos vão receber também os seus Bilhetes de Identidade, emitidos gratuitamente neste espaço”, frisou Alfredo Lemos.

    Debruçando-se sobre a campanha, Sebastião Pimentel, representante da Direcção Nacional de Identificação Civil, referiu que o projecto do Standard Bank conseguiu atender ao maior número que foi possível de pessoas, num total de 830 cidadãos, cujos Bilhetes de Identidade poderão ser obtidos já dentro dos próximos 15 dias.

    Já o coordenador do Cadastro e do Imposto Simplificado para Pequenos Contribuintes, da Autoridade Tributária de Moçambique, Marcos Miguel, referiu que “a avaliação é positiva, pois em três dias conseguimos atribuir 618 NUITs, particularmente a pessoas singulares. "Esperamos que tenhamos

    prestado a nossa colaboração, pois sentimos que muita gente aqui não tinha o NUIT”.