Representantes de associações e empresas privadas, ligadas ao sector agrícola e entidades do Governo, reuniram-se esta quinta-feira, em Maputo para discutir os problemas que afectam a actividade no País.
No encontro, organizado pela Confederação das Associações Económicas- CTA, estiveram em discussão, vários aspectos entre os quais a implementação dos instrumentos que regem o sector, nomeadamente o IVA na agricultura, a taxa rodoviária para as exportações e o Diploma Ministerial 13/2005 (gasóleo para a agricultura), que garante certas vantagens aos agricultores na aquisição do combustível.
O presidente do pelouro de Agro-Negócios da CTA, João Jeque, afirmou que, com este evento, se pretende "identificar oportunidades, de modo a que o desenvolvimento registado no sector agrícola em algumas regiões comece a criar valor acrescentado e a ganhar mais competitividade”.
Como participantes, estiveram presentes representantes de associações de camponeses de alguns distritos da província de Gaza, nomeadamente Guijá e Chókwè, e da província de Maputo, Moamba e Boane.
Samuel Chissico, presidente da Federação Nacional da Agricultura, disse na ocasião que “o este diálogo contribui para a remoção de algumas barreiras, o que poderá permitir que a actividade desempenhe o seu papel como força motriz do desenvolvimento sócio-económico de Moçambique”.
Trata-se da primeira reunião do Pelouro de Agro-Negócios da CTA, que juntou agricultores da região sul do País, estando prevista a realização de encontros semelhantes também nas zonas Centro e Norte do País e a elaboração de um plano de acção para o desenvolvimento do sector da agricultura.
Leandro Paul
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