Moçambique foi aprovado pelos parceiros do projecto WEMA (Water Efficient Maize for África) pa-ra continuar na segunda fase das pesquisas em curso com vista a produção de sementes de milho tolerante à seca e resistente a infecções. O prosseguimento do país nessa iniciativa vai passar pela actualização de alguns aspectos de regulação do uso de sementes geneticamente modificadas, cujo processo já está ao nível do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para submissão ao Conselho de Ministros. A aprovação de Moçambique ocorreu semana passada, em Nairobi, Quénia, durante a segunda reunião dos parceiros do projecto WEMA onde foi avaliado o estágio das investigações sobre a matéria em Moçambique, África do Sul, Tanzânia, Uganda e Quénia. Na ocasião, o país apresentou o nível em que as suas pesquisas se encontram desde que o projecto começou a ser implementado, no ano de 2009. Pedro Fato, do Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM), e coordenador técnico do projecto, explicou que já foi concluído o processo de selecção do Campo de Ensaios Confinados (CEC), no Chókwè, na província de Gaza, onde foram igualmente efectuadas algumas experiências.