Para os arquitectos do Projecto da Gorongosa, que foi criado em 2008, o objectivo motivador foi transformar o parque num “motor de desenvolvimento humano e económico” – um objectivo que remonta às origens do início dos anos 90, quando o então presidente de Moçambique, Joaquim Chissano, começou a planear a recuperação após o fim da guerra civil.
Tal como o seu amigo e contemporâneo Nelson Mandela, Chissano foi um dos primeiros defensores dos chamados parques da paz – áreas de conservação transfronteiriças destinadas a incentivar a cooperação e a prevenir conflitos entre estados vizinhos. Ele acreditava que a Gorongosa poderia desempenhar um papel semelhante dentro de Moçambique: que ao gerar empregos e desenvolvimento rural, um parque nacional revitalizado poderia ajudar a curar as feridas da guerra.
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