Categoria: Moçambique

  • IODmz promove formação sobre liderança e governação corporativa

    Com o objectivo de potenciar quadros superiores de instituições públicas, privadas e de organizações não-governamentais (ONGs), nomeadamente directores executivos e não-executivos, bem como gestores seniores, o Instituto de Directores de Moçambique (IODmz) realiza, no decurso do mês de Setembro, em Maputo, um curso de formação sobre liderança e governação corporativa.

    Denominada “5 Dias de Liderança e Governação Corporativa”, a formação irá decorrer entre os dias 4 e 8 de Setembro e será ministrada em português e inglês, por dois formadores, sendo um internacional e outro nacional, ambos com larga experiência e conhecimentos sólidos sobre as matérias que serão leccionadas.

    Trata-se de Meshack Joram, director-geral do Instituto de Directores do Quénia (IODKenya), um profissional do ramo de negócios e com experiência de gestão adquirida em cargos de direcção e prática de governação corporativa e de David Seie que, de entre outras responsabilidades de gestão já assumidas em diversas organizações do País, desempenha actualmente as funções de director executivo do IODmz.

    Importa realçar que IODKenya é parceiro do IODmz, na realização deste curso de formação – “5 Dias de Liderança e Governação Corporativa”.

  • INSS sensibiliza associações e organizações profissionais na Cidade de Maputo

    O INSS-Instituto Nacional de Segurança Social, ao nível da cidade de Maputo, está a levar a cabo acções de sensibilização junto de associações e organizações profissionais, com vista a inscrever mais trabalhadores por conta própria e por conta de outrem no Sistema de Segurança Social Obrigatória.

    Recentemente, uma equipa do INSS, chefiada pelo delegado da cidade de Maputo, Sarmento Senda, manteve encontros de trabalho com os estivadores do Porto de Maputo, trabalhadores das escolas da capital, remunerados pela contribuição dos Conselhos de Escola e membros da AMOPAO – Associação Moçambicana de Panificadores.

    Nos encontros, as equipas do INSS debruçaram-se sobre a necessidade e importância da adesão ao sistema de segurança social, através do qual os trabalhadores acedem às prestações do seu rendimento de trabalho, nos casos de doença, maternidade, invalidez e velhice, para além do apoio familiar com a educação das crianças e jovens, através do abono de família e de prestações dirigidas à dependência e à deficiência, entre vários outros benefícios.

    Sarmento Senda explicou a propósito da iniciativa que se trata do prosseguimento das acções desencadeadas pelo INSS ao longo de 2016, cujo início, este ano, foi marcado pelos encontros com a OAM-Ordem dos Advogados de Moçambique e a OCAM-Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique.

    “As organizações e associações profissionais nacionais envolvem vários trabalhadores liberais, pelo que o INSS entende que deve interceder por forma a regularizar a sua situação contributiva, enquanto trabalhadores liberais, em consequência da aprovação das condições para a sua inscrição, em Novembro de 2015”, sustentou.

    O presidente da AMOPAO, Victor Miguel, disse ser igualmente do interesse da organização a integração dos trabalhadores das padarias no sistema de segurança social, porque isso vai garantir que, quando atingirem idade de reforma, tenham a pensão para sobreviver, sem a qual a vida ficará mais complicada.

    “Constitui também uma forma de as panificadoras cumprirem com os regulamentos e normas vigentes no mercado nacional do trabalho”, indicou, destacando que a maior parte dos associados da AMOPAO tem a situação contributiva dos seus trabalhadores regularizada, num universo de mais de 10 mil.

    Abordado momentos após o encontro com a equipa do INSS, o director adjunto da Educação e Desenvolvimento Humano da cidade de Maputo, Armando Mutemba, disse que a reunião tinha como propósito definir estratégias para o enquadramento dos 774 trabalhadores afectos às escolas da cidade e que são pagos pela contribuição dos Conselhos de Escola.

    “Estes trabalhadores não estão inscritos no sistema de segurança social e, consequentemente, quando atingirem a idade de reforma vão para casa sem nenhum tipo de protecção. Nós queremos encontrar uma saída junto do INSS, de modo a que passem também a contribuir para a sua previdência social”, frisou Armando Mutemba.

    Importa destacar que o Porto de Maputo tem acolhido centenas de estivadores que realizam diversas actividades naquela infraestrutura, nomeadamente o carregamento e descarregamento das mercadorias nos navios, serviço de limpeza nas bancas, no ferrocromo, e que ainda não estão inscritos no sistema de segurança social.

  • Premiados vencedores do 8º Concurso Literário TDM edição 2016

    Os autores moçambicanos Armindo Mathe e Almeida Cumbane são os vencedores do 8º Concurso Literário da empresa Telecomunicações de Moçambique – TDM, edição do ano 2016. A cerimónia de premiação teve lugar sexta-feira, 18 de Agosto, na cidade de Maputo.
    Com as obras “(Des)Contos do Tempo” e “Romaria: Três Dimensões do Vento”, nas categorias de Contos e de Poesia, respectivamente, Armindo Mathe foi o grande vencedor do Concurso Literário TDM-2016. Pelas duas distinções, o escritor recebeu dois cheques no valor global de 300 mil meticais, sendo 150 mil por cada modalidade.
    Almeida Cumbane, por sua vez, foi o vencedor da categoria de Romance, com a obra intitulada “Ilusão à Primeira Vista”, tendo por isso arrecadado o valor de 150 mil meticais.
    No discurso que marcou a cerimónia de premiação, o presidente do Conselho de Administração (PCA) da TDM e da mcel, Mahomed Rafique Jusob, definiu o Concurso Literário TDM como uma das iniciativas de destaque destas empresas de telecomunicações, no que tange às suas acções de responsabilidade social corporativa, no campo cultural.
    Disse, adiante, que “desde o seu lançamento, em 2001, este concurso afirmou-se pela sua regularidade, objectividade e pragmatismo, como um dos eventos literários mais prestigiados e de referência no campo da promoção e divulgação de novos autores em Moçambique”.
    No que tange à VIII edição do Concurso Literário TDM 2016, que coincidiu com o movimento comemorativo do 35º aniversário da TDM, Mahomed Rafique Jusob destacou que, tendo em vista o contínuo aperfeiçoamento e aprimoramento da qualidade do concurso, foram introduzidas inovações pontuais que têm, por objectivo, assegurar a manutenção da filosofia de incentivo à criatividade literária.
    Tal é o caso da uniformização do prémio em relação aos vencedores de cada uma das três categorias, nomeadamente Contos, Poesia e Romance, que a partir da edição deste ano passa a ser de 150 mil meticais.
    O ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduru, destacou, por sua vez, a importância deste concurso para a cultura moçambicana, tratando-se de uma iniciativa que tem por objectivo incentivar a produção literária e estimular o gosto pela leitura aos moçambicanos.
    Na mesma linha, Silva Dunduru referenciou que “a participação de mais de mil autores neste concurso, desde a sua primeira edição até à actualidade, só revela o interesse subjacente da classe neste importante evento nacional”.
    “Note-se que a presente edição movimentou 57 concorrentes, que apresentaram 16 obras do género Contos, 35 de Poesia e 6 de Romance”, concluiu.
    Falando após a cerimónia que o consagrou como escritor, Armindo Mathe não escondeu a sua felicidade por ter vencido o mais prestigiado prémio literário para novos autores do País. Disse, na sua intervenção, que “me sinto honrado com esta distinção. Sinto que é algo que me vai lançar nesta caminhada, que espero que seja longa e repleta de sucesso”.
    “Espero continuar a contribuir para a literatura moçambicana e para a sociedade que se pretende construir para desenvolver o nosso País”, manifestou Armindo Mathe, vencedor de duas das três categorias do Concurso Literário TDM-2016.
    Importa salientar que, inserido no âmbito da responsabilidade social corporativa da TDM, este concurso literário bianual oferece prémios a autores nacionais com o propósito de promover o surgimento de novos talentos no domínio da literatura. Para além de valores monetários entregues aos vencedores, a TDM garante a edição especial e difusão das obras dos autores distinguidos.

  • Netgiro permite navegar mais tempo e a preços atractivos

    A ‎operadora moçambicana de telefonia móvel, mcel-Moçambique Celular, acaba de actualizar a oferta Netgiro, permitindo que os seus clientes pré-pago possam navegar na internet mais tempo a preços atractivos.

    Com efeito, todos os pacotes diários, semanais e mensais permitem navegar por mais tempo e a preços aliciantes.

    Uma vez já utilizados os megabytes disponíveis em cada pacote, o cliente está sujeito à tarifa normal de dados, de acordo com o seu tarifário, sendo que o uso de dados incluídos aplica-se apenas em território nacional dentro da rede mcel.

    Para diversificar e aumentar o leque de escolhas, a operadora introduziu três novos pacotes mensais para utilizadores frequentes de internet, com volumes de 24GB, 36GB e 50GB.

    Esta promoção enquadra-se na estratégia de actuação da operadora, visando trazer inovações ao mercado, indo de encontro às expectativas dos clientes, para além de retribuir a sua confiança e estimular a preferência pelos produtos e serviços da operadora orgulhosamente moçambicana.

  • AFRALTI debate futuro das telecomunicações e TIC’s em África

    Políticas, normas relativas à gestão de contas do organismo e directrizes sobre o futuro das telecomunicações e TIC’s em África constam das matérias em debate na 54ª reunião do Conselho de Governação do Instituto Africano de Nível Avançado de Formação em Telecomunicações (AFRALTI), cuja abertura oficial decorreu quarta-feira, 16 de Agosto, em Maputo.

    Intervindo na cerimónia de abertura do encontro, o secretário-permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, Pedro Inglês, reconheceu o papel do instituto no desenvolvimento do capital humano.

    Sobre a reunião, Pedro Inglês referiu que a mesma se reveste de grande importância na medida em que “irá discutir assuntos de interesse geral para o desenvolvimento das telecomunicações no continente africano”.

    Por seu turno, o director do AFRALTI, Eustace Maboreke, referiu-se à necessidade de os países-membros apostarem na melhoria da literacia digital das suas populações com vista a maximizar os benefícios das TIC’s.

    “Torna-se imperativo estender o acesso às tecnologias a todos os membros, organizações e comunidades. O desenvolvimento das capacidades humanas deve ser inclusivo e materializar este desiderato é um dos desafios que se impõem ao nosso continente”, disse Eustace Maboreke.

    Já o presidente do Conselho de Administração da TDM e da mcel, Mahomed Rafique Jusob, encorajou o organismo a envidar esforços no sentido de expandir o acesso dos seus serviços a mais cidadãos, o que pode concorrer para o cumprimento dos objectivos traçados para esta área pelos governos dos Países membros.

    Este apelo surge do facto de, segundo Mahomed Rafique Jusob, o AFRALTI ser “parceiro estratégico de referência na formação e capacitação de quadros e colaboradores para o desenvolvimento de competências de alto nível nas instituições do Estado e do sector privado nas áreas das telecomunicações, TIC’s e gestão”.

    Como organismo criado para complementar e liderar os esforços de desenvolvimento das TIC’s no continente, o AFRALTI proporciona oportunidades de formação de nível avançado de gestão do pessoal de nível médio e superior, em cargos técnicos e de gestão, no sector de telecomunicações na África Oriental e Austral.

    Em 2002, a União Internacional de Telecomunicações (UIT) designou e apoiou o AFRALTI para se tornar um centro de excelência no fornecimento de soluções de Tecnologias de Informação e Comunicação para organizações em países africanos de língua inglesa, ampliando o seu âmbito para incluir a prestação de serviços de consultoria, actuando como um ponto focal para iniciativas regionais da sociedade de informação.

    Actualmente, o AFRALTI possui oito países-membros activos, representados pelos respectivos reguladores das áreas de telecomunicações e TIC’s, nomeadamente Quénia, Tanzânia, Uganda, Malawi, Zâmbia, Zimbabué, Moçambique e Suazilândia, sendo o nosso representado pela TDM, tendo como observador, o INCM a par do Sudão de Sul.

    Eustace Maboreke, director da AFRALTI

  • Cartão vermelho contra o trabalho infantil

    O vice-ministro do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Oswaldo Petersburgo, instou a todos os estratos da sociedade moçambicana a levantarem bem alto o cartão vermelho contra as piores formas do trabalho infantil.

    Segundo o governante, as piores formas de trabalho infantil ocorrem em locais que escapam ao controlo das autoridades, citando como exemplo ambientes informais e no seio familiar, em que a sociedade só se dá conta da sua existência quando ocorrem maus tratos e violência.

    Segundo Petersburgo, este facto chama à atenção para a necessidade de envolvimento directo e activo das famílias, das confissões religiosas e das comunidades, onde as crianças estão inseridas, para uma acção conjunta e vigorosa que contribua para a mitigação e eliminação deste mal.

    “Não há dinheiro que adie ou pague o sonho de uma criança! Lutemos contra o trabalho infantil! Não deixemos que as crianças parem de sonhar e viver a sua infância! Levantemos bem alto o cartão vermelho contra as piores formas do trabalho Infantil”, alertou o vice-ministro.

    Petersburgo fez este pronunciamento durante a sessão do Parlamento Infantil, realizado entre os dias 14 e 15 do corrente mês na cidade de Maputo, tendo referido que, como forma de delinear medidas conducentes ao combate às piores formas de trabalho infantil, o Governo preparou uma proposta de Plano de Acção de Combate às Piores Formas do Trabalho Infantil, bem como a proposta da Lista de actividades que não podem ser exercidas pelas crianças.

    O referido Plano de Acção e a Lista de Trabalhos Perigosos, segundo Petersburgo, foram recentemente validados na Conferência Nacional, onde participaram, para além, dos parceiros sociais, forças vivas da sociedade civil em representação de todo o país, com grande destaque para a participação activa do Parlamento Infantil.

    “É através desse instrumento que o Governo, os parceiros sociais, a própria criança, terão uma plataforma contendo medidas e acções concertadas para a prevenção e combate às Piores Formas de Trabalho Infantil”, disse.

    Ajuntou que o Plano de Acção contempla medidas que concorrem para assegurar o acesso à Educação da criança, acções que visem a retenção da criança na escola e a melhoria do ambiente escolar.

    O vice-ministro apontou o fortalecimento da capacidade familiar de criação de renda, através de programas sustentáveis e integrados de empoderamento das famílias afectadas como uma das formas de combate ao trabalho infantil.

    “É preciso também fortalecer as instituições e o quadro legal, onde se preveja uma melhor e maior coordenação das instituições que lidam com o bem-estar da criança, a revisão do quadro jurídico referente ao trabalho de menores e aplicação consequente e vigorosa da legislação que protege a criança, como meios para estancar o mal”, concluiu.

  • Pensionistas da Segurança Social em Gaza recebem material de construção

    Oito pensionistas do Sistema de Segurança Social dos distritos de Chibuto, Bilene e Manjacaze e da cidade de Xai-Xai, na província de Gaza, beneficiaram, recentemente, de diverso material de construção oferecido pela delegação provincial do INSS, no âmbito do Programa de Acção Sanitária e Social.

    Dos pensionistas contemplados, quatro são de velhice e igual número de sobrevivência, sendo três do distrito de Chibuto, dois do Bilene, dois de Manjacaze e um da cidade de Xai-Xai, que receberam kits de material de construção constituídos por barrotes, chapas de zinco, sacos de cimento, portas de madeira, pregos, arames e fechaduras.

    A oferta daquele material de construção por parte do INSS, surge em resposta à solicitação feita pelos pensionistas afectados pelo vendaval e incêndio que provocaram a destruição total e parcial das suas casas.

    As cerimónias de entrega do apoio foram dirigidas pelo delegado provincial do INSS de Gaza, Sidónio Manuel, que exortou aos pensionistas para direccionarem o material recebido na reconstrução da suas residências, com vista à melhoria das suas condições de habitação.

    Sidónio Manuel orientou aos directores distritais do INSS a fazerem o acompanhamento das acções de melhoramento das casas a serem desenvolvidas pelos pensionistas.

    Os contemplados agradeceram o gesto do INSS, tendo encorajado a instituição a dar continuidade aos programas de apoio aos pensionistas e a outros utentes do Sistema que estiverem necessitados.

    As acções no âmbito do Programa da Acção Sanitária e Social são anualmente aprovadas pelo Conselho de Administração do INSS, visando a concessão de prestações não pecuniárias às famílias dos beneficiários, a luta contra os efeitos das calamidades e endemias, bem como a ajuda financeira ou participação em instituições públicas ou privadas, agindo nos domínios sanitário e social, cuja actividade se revista de interesse para a população abrangida pelo Sistema.

  • Global Shapers: Jovens moçambicanos chamados a debater Objectivos de Desenvolvimento Sustentável

    Foi lançada recentemente, na cidade de Maputo, o Fórum Sustentável de Moçambique, uma iniciativa da Comunidade Global Shapers de Maputo, que conta com o apoio da Organização das Nações Unidas-ONU.

    Agendando para 20 de Setembro próximo, o Fórum Sustentável de Moçambique juntará, na mesma sala, a juventude, académicos, entidades públicas e privadas, tomadores de decisão e a sociedade civil, para o debate sobre os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS em Moçambique, determinados pelas Nações Unidas e implementados a partir de 1 de Janeiro de 2016, que visam transformar o nosso mundo até ao ano 2030.

    Com esta iniciativa, conforme referiu Eliana Nzualo, gestora do projecto, é objectivo da Comunidade Global Shapers de Maputo incluir os jovens moçambicanos na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

    “Queremos incluir os jovens nos debates sobre os ODS, fazendo com que eles sejam mais participativos e que criem sinergias com as Organizações Não-Governamentais-ONGs, Governo, iniciativas privadas e toda a Sociedade Civil”, reiterou Eliana Nzualo, assumindo que só com o envolvimento da juventude é que o País poderá alcançar os 17 ODS definidos pela ONU.

    Também presente no evento, o oficial de mobilização social das Nações Unidas em Moçambique, Ney Cardoso, explicou, por sua vez, que a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável visa transformar o mundo num lugar melhor para as pessoas viverem até 2030.

    “É neste âmbito que as Nações Unidas apoiam o Governo e a Sociedade Civil de Moçambique e do mundo para que estes objectivos sejam uma realidade”, manifestou.

    O oficial de mobilização social das Nações Unidas em Moçambique apelou, igualmente, à juventude a participar em massa no Fórum Sustentável de Moçambique a realizar-se no próximo dia 20 de Setembro, considerando que “são os jovens de hoje que vão implementar esta agenda, visto que daqui a 13 anos serão os líderes da nação e a força motriz do desenvolvimento”.

    Importa referir que a Comunidade Global Shapers é uma iniciativa do Fórum Económico Mundial, composta por uma rede internacional de 459 comunidades em várias cidades ao redor do mundo, incluindo em Moçambique. Tem o papel de, ao criar e desenvolver projectos de impacto na sociedade, trabalhar em prol dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

    FOTO: Eliana Nzualo, gestora do Projecto

  • Odebrecht constrói segunda maior barragem do continente africano

    Uma das maiores barragens hidroeléctricas do continente africano, construída pela empreiteira Odebrecht, com um custo estimado em 4,3 biliões de dólares norte-americanos acaba de ser inaugurada, em Angola.

    Pretende-se com este empreendimento, cuja usina está capacitada para produzir 2.070 megawatts de energia, reduzir os apagões naquele país, que é um dos grandes produtores de petróleo a nível mundial.

    A barragem hidroléctrica de Laúca, no rio Kwanza, é a terceira barragem construída neste rio e deverá funcionar com toda a potência no próximo ano.

    A energia vai ser gerada por seis turbinas com capacidade de 334 megawatts cada. A primeira e a segunda devem entrar em funcionamento em Julho do próximo ano.
    Neste momento, estão concluídos os trabalhos de engenharia civil da primeira turbina e em paralelo decorre a montagem dos equipamentos electrónicos.

    A albufeira, que representa o volume de água que a barragem tem a capacidade de reter, tem 188 quilómetros de extensão. A barragem de Laúca, a maior obra de engenharia angolana e a segunda maior barragem no continente africano, é um exemplo de sucesso de cooperação de empresas dos países lusófonos.

    Para a construção da infraestrutura, a Odebrecht subcontratou várias empresas de origem portuguesa e de outras nacionalidades.

  • A CTA sobre o Processo de Paz em Moçambique

    A CTA – Confederação das Associações Económicas de Moçambique tomou conhecimento, com profundo agrado e elevada esperança, do encontro de alto nível decorrido hoje, dia 6 de Agosto, entre Sua Excelência, Filipe Jacinto Nyusi, o Presidente da República e o Presidente da RENAMO, Afonso Dhlakama, em Gorongosa, onde discutiram e acordaram sobre os próximos passos no Processo de Paz. A grande boa nova deste encontro, e que é necessário destacar, é que houve um progresso concreto, tendo sido indicado um prazo para finalizar todo o processo.

    Pela primeira vez neste processo, temos indicação de prazos para a conclusão e para uma paz efectiva.

    Segundo a Presidência da República, o PROCESSO DA PAZ SERÁ CONCLUÍDO ATÉ FINAL DO CORRENTE ANO. Este anúncio de prazos concretos reduz a incerteza que se tinha sobre o Processo da Paz e aumenta a confiança do Mercado.

    Paralelamente, e como fruto desse diálogo liderado por Sua Excelência Presidente da República, continuamos a desfrutar da paz no País; Continuamos a fazer os nossos negócios livremente; continuamos a sonhar livremente!

    A CTA sempre defendeu publicamente que o processo de Paz deve ser liderado ao mais alto nível e directamente pelo Presidente da República, o que estamos a verificar neste momento.

    O progresso hoje alcançado demonstra que, de facto, os diversos acordos de cessação de hostilidades não foram em vão, foram, sim, o gradualismo necessário para construir, de forma irreversível e efectiva, um futuro risonho para todos os moçambicanos. Este é o momento de darmo-nos as mãos e celebrar o futuro desejado.

    A CTA, em nome de toda comunidade empresarial, congratula o Presidente da República pela entrega e humildade de ir até onde for necessário para assegurar a Paz em Moçambique, pressuposto básico para o desenvolvimento económico. A CTA, congratula, igualmente, ao Presidente da RENAMO por toda a sua colaboração e cometimento para este grande progresso.

    A CTA reafirma o seu apoio total ao Processo de Paz em curso e encoraja o Presidente da República e Presidente da RENAMO a prosseguir com os esforços que nos torna orgulhosos da nossa moçambicanidade e das lições de liderança que nos são transmitidas neste diálogo e que, culminará com a completa reconciliação da família moçambicana.

    Os nossos parabéns ao Presidente da República e o Presidente da RENAMO pela liderança e esperança de uma Paz Efectiva Pela Paz, pressuposto básico para um futuro de uma nação em Desenvolvimento, o nosso muito obrigado.

    Por Um Melhor Ambiente de Negócios!

  • Exposição “Errantes” de Carlos Fornasini no CCBM

    Será realizado hoje, 10 de agosto, às 18h30, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, coquetel de abertura da exposição "Errantes", de Carlos Fornasini, integrada por dezoito pinturas do artista, além de desenhos e objetos, e que tem como tema central entes que permanecem sempre em movimento, que transitam em diversos lugares e que, muitas vezes por isso, vivem nas margens. Participou da curadoria da exposição o diretor do Museu Nacional de Arte, Jorge Dias.

    Notas sobre o artista
    Carlos Fornasini, nascido em 1960 em Maputo, iniciou-se como artista plástico em 1996. Criou o seu atellier “Veleiro Artes” e tornou-se membro do “Núcleo d’Arte”, tendo participado em diversas exposições coletivas e workhops. Tem obras adquiridas por colecionadores em diversas partes do mundo.

    Exposições Individuais
    Jardins Perdidos – 1999 – Galeria Cats-Garden
    Ausências – 2001 – Bureau de Informação Pública
    Zabela – 2006 – Associação Moçambicana de Fotografia
    Outros Lugares – 2011 – Instituto Camões

    Evento de Facebook: https://www.facebook.com/events/1827782170865665/?active_tab=about

  • Vamos todos contar Moçambique

    O Governo dos Estados Unidos apoia orgulhosamente o Instituto Nacional de Estatística (INE) em Moçambique na preparação e implementação do IV Censo Populacional 2017.

    Através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), trabalhamos em parceria com o Governo Moçambicano e com as organizações locais e empresas em projectos de desenvolvimento, que tocam a vida de milhões de cidadãos moçambicanos. Colaboramos para assegurar que as famílias recebam serviços de saúde, independentemente do lugar onde vivem, que as oportunidades económicas atinjam todos os cidadãos moçambicanos e que as crianças moçambicanas tenham a educação que merecem para um futuro próspero. A nossa parceria baseia-se na confiança, numa visão partilhada do crescimento económico equitativo em Moçambique e, o mais importante, nos dados! A informação que o censo fornece irá ajudar o Governo de Moçambique a dirigir os serviços e a produzir políticas com equidade, que respondam efectivamente às necessidades dos cidadãos moçambicanos.

    Em apoio ao IV Censo Populacional 2017, a USAID e o Bureau do Censo dos Estados Unidos trabalharam com o INE para projectar os mapas do censo que estão a ser usados por homens e mulheres dedicados, que vão de casa em casa para colher os dados. Nos próximos meses, continuaremos a nossa parceria com o INE para ajudar a analisar os dados do recenseamento e divulgar os resultados ao público moçambicano.

    Gostaríamos de felicitar o Instituto Nacional de Estatística pela realização do IV Censo Populacional 2017. Estamos orgulhosos de ter desempenhado um pequeno papel na implementação deste incrível empreendimento. Os dados do recenseamento garantem que Moçambique possa atender melhor às necessidades de todos os cidadãos moçambicanos. Juntos, vamos desenhar os programas de desenvolvimento que fornecem soluções reais, não só para os grandes desafios de desenvolvimento, mas também para os pequenos desafios.

  • Seminário sobre reforço da segurança das fronteiras é lançado

    A Embaixada dos E.U.A., o Serviço Nacional de Migração Moçambicano e a Organização Internacional para as Migrações lançam seminário sobre reforço da segurança das fronteiras

    10 de Agosto de 2017 – A Embaixada dos E.U.A. em Maputo, juntou-se ontem ao Director-Geral Adjunto do Serviço Nacional de Migração Moçambicana (SENAMI) e ao Chefe de Missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM), em Bilene, para a cerimónia de abertura de um seminário de três dias para melhorar a capacidade dos oficiais de migração do SENAMI. Os participantes incluíam directores provinciais de migração e outros altos funcionários de migração de todo o país. O seminário concentrou-se em familiarizar os participantes com alternativas à detenção e o programa de regresso e reintegração voluntária assistida, bem como desenvolver habilidades de gestão de identificação.

    O seminário é apenas uma componente de um programa de capacitação em gestão de fronteiras financiado pelo Governo dos Estados Unidos e implementado pela OIM. O projecto global inclui uma avaliação abrangente das capacidades e necessidades na gestão de fronteiras, desenvolvimento de procedimentos operacionais padrão para melhorar a comunicação inter-agências e a cooperação na gestão de fronteiras, e o fornecimento de formação e equipamento. O projecto visa permitir que o Governo da República de Moçambique fortaleça ainda mais a capacidade da nação para proteger as suas fronteiras nacionais, combater o crime organizado transnacional e prevenir o tráfico ilícito de bens, pessoas e fauna bravia.

    O projecto é um exemplo da colaboração abrangente dos Estados Unidos com o Governo de Moçambique, em coordenação com parceiros como a OIM, para promover a prosperidade económica, combater as ameaças criminais transnacionais e fortalecer as instituições governamentais e democráticas.

  • TDM acolhe 54ª reunião do Instituto Africano de Nível Avançado de Telecomunicações

    O Instituto de Formação das Telecomunicações de Moçambique (IFT) acolhe em Maputo, entre os dias 14 e 18 de Agosto, a 54ª reunião do Conselho de Governação do Instituto Africano de Nível Avançado de Telecomunicações (AFRALTI), organizado pela empresa Telecomunicações de Moçambique (TDM), em coordenação com o Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM).
    O Instituto Africano de Nível Avançado de Telecomunicações é um organismo intergovernamental criado para complementar e liderar os esforços de desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) no continente, principalmente nos países de expressão inglesa, cuja presidência rotativa, está a cargo do Uganda.
    Igualmente, o AFRALTI proporciona oportunidades de formação de nível avançado de gestão do pessoal de nível médio e superior, em cargos técnicos e de gestão, no sector de telecomunicações na África Oriental e Austral.
    Em 2002, a União Internacional de Telecomunicações (UIT) designou e apoiou o AFRALTI para se tornar um centro de excelência no fornecimento de soluções de Tecnologias de Informação e Comunicação para organizações em países africanos de língua inglesa, ampliando o seu âmbito para incluir a prestação de serviços de consultoria, actuando como um ponto focal para iniciativas regionais da sociedade da informação.
    Actualmente, o AFRALTI possui sete países-membros activos, representados pelos respectivos reguladores das áreas de telecomunicações e TIC’s, nomeadamente Quénia, Tanzânia, Uganda, Malawi, Zimbábuè, Moçambique e Suazilândia, sendo o nosso representado pela TDM, tendo o INCM como observador a par do Sudão de Sul.