Mais 35 mil pessoas acorreram ao Campo do Maxaquene, nos dias 24 e 25 de Abril, para assistir à quarta edição do Maputo Festival Tropical Zouk, o maior evento deste género musical no País e no continente africano, que decorre anualmente na cidade de Maputo.
O local tornou-se, literalmente, pequeno para acolher o público que quis ver e ouvir os músicos e bandas nacionais e internacionais fazedores da música zouk que, nos dois dias, partilharam o palco do festival, que já é uma referência nos países de expressão portuguesa, e não só.
Uma das atracções do primeiro dia do festival foi a banda Mobass, para além das brilhantes actuações dos Tabanka Djaz, Jean Michael Rotin, Ary, Kaysha e dos moçambicanos Cláudio Ismael, Júlia Duarte, C. Duarte, Slowly e Calisto Ferreira.
Já no sábado, dia 25, coube à banda Kassav levar o público ao delírio, ao interpretar os seus temas de sucesso, na sua maioria antigos, mas sobejamente conhecidos pelos seus fiéis amantes.
O segundo dia do festival foi igualmente marcado pelas actuações dos músicos Abuchamo Munhoto, Humberto Luís, Twenty Fingers, Euridse Jeque, Swit, Grace Évora, Suzana Lubrano, Yola Semedo e Kyaku Kyadaff.
O denominador comum, entre todos os artistas e bandas, foi a excelente performance em palco e a interacção com os espectadores, que viram superadas as suas expectativas em relação à qualidade do evento.
Entretanto, a quarta edição do Maputo Festival Tropical Zouk serviu, por um lado, para promover o reencontro entre o público e músicos e bandas que, por várias razões, andam distantes dos palcos há anos, como são os casos de Swit e do projecto Mobass.
Por outro lado, foi uma oportunidade para alguns artistas pisarem, pela primeira vez, o palco do maior evento de música zouk do continente. A nova promessa da música moçambicana, Euridse Jeque, e os angolanos Kyaku Kyadaff e Ary são disso exemplo.
Quem também esteve a assistir ao festival, na noite do dia 25, foi o Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, tendo sido recebido pelo Administrador Delegado da mcel, António Saíze e o Administrador Comercial, Cláudio Chiche.
"A troca de sinergias entre os artistas que participam neste festival promove os nossos valores culturais e enaltece a música moçambicana. É importante que hajam eventos deste género no País", considerou o nosso Primeiro-Ministro.
Por seu turno, Cláudio Chiche, Administrador Comercial da mcel, patrocinador oficial do festival, fez um balanço positivo da quarta edição do Maputo Festival Tropical Zouk, a julgar pela organização e adesão do público.
"O Festival Zouk transformou-se numa referência do mercado musical do nosso País e do continente. É um sucesso, sem dúvida, e a adesão do público é disso prova. Um evento deste género e magnitude já fazia falta, por isso a mcel apostou neste projecto, que já vai na sua quarta edição", afirmou Cláudio Chiche.
Categoria: Moçambique
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Estiveram 35 mil pessoas no festival Zouk
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Forum Empresarial de Maputo
As cidades como factor de desenvolvimento económico
Para dar a conhecer as necessidades e capacidades de investimentos, nas autarquias da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), Maputo acolheu as jornadas empresariais promovidas por esta organização, em parceria com o Conselho Municipal da Cidade de Maputo.
No encontro, subordinado ao tema “As cidades como factor de desenvolvimento económico”, o presidente da CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Rogério Manuel, referiu que a sua organização propõe-se a trabalhar continuamente com o Governo e empresários nacionais, para a materialização dos objectivos económicos e empresariais da UCCLA e, por conseguinte, catapultar as economias das cidades capitais, para níveis cimeiros, contribuindo assim, para um sector económico empresarial da união, mais robusto, inclusivo e dinâmico.
“As cidades capitais, para além de gerar riqueza, quantidade significativa de conhecimentos científicos de qualidade, jogam um grande papel no processo de globalização económica e cultural, que vem decorrendo no mundo, nas últimas décadas, facto que obriga os governos a regrar de forma consciente o crescimento das suas cidades, promovendo a implementação de planos de estrutura e de urbanização”, destacou Rogério Manuel.
Por sua vez, o vice-ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Omar Mithá, salientou que Moçambique, para além de ter um ambiente de paz, estabilidade e democracia, tem procurado desenvolver e estabelecer um quadro estratégico orientador, legal e institucional, que não só torna efectiva e visível a melhoria do ambiente de negócios ao nível das autarquias, mas como também torna atractivo e competitivo o seu clima de investimentos.
“Os desafios continuam, porque cresce a economia e nós temos que traduzir isso nos bolsos dos cidadãos, dos empresários e das pequenas e médias empresas, daí que apostamos nessa estratégia de desenvolvimento, para diminuir o fosso entre aqueles que têm e os que não têm”, indicou o governante, acrescentando ser seu desejo que neste fórum de empresários sejam desencadeadas relações de parceria e negociação e realização de projectos que incrementem cada vez mais a cooperação empresarial, entre as sete cidades capitais dos países da CPLP-Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa.
Para o presidente da Direcção da Confederação Empresarial dos PALOPs-Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, Francisco Viana, estas jornadas empresariais constituem a concretização de mais um acto de parceria público-privada que irá proporcionar uma maior aproximação e conhecimento mútuo entre os municípios presentes e o sector privado da CPLP.
“Acreditamos que estes encontros permitem aos municípios apresentarem as suas estratégias de desenvolvimento económico e social, proporcionando às empresas a obtenção de informação preciosa sobre as oportunidades de negócio, bem como o contacto directo com as lideranças dos municípios e as suas respectivas equipas”, finalizou Francisco Viana.
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CTA preocupada com baixo volume de exportações para o Brasil
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) mostrou-se preocupada com o baixo volume de exportações para o Brasil, que actualmente não ultrapassa a barreira de 1%, o que revela que as empresas nacionais têm apostado pouco na sua internacionalização.
Para reverter este cenário, pouco favorável, de acordo com Agostinho Vuma, vice- presidente da CTA, que falava durante a cerimónia de abertura do Seminário sobre Oportunidades de Negócios entre Brasil e Moçambique, havido esta segunda-feira, 13 de Abril, na cidade de Maputo, as empresas nacionais devem apostar na sua capacidade técnica e financeira, para competir em pé de igualdade com as estrangeiras que investem no País.
Ainda de acordo com Agostinho Vuma, é necessário que os investimentos que têm sido feitos no País beneficiem, em primeiro plano, ao empresariado nacional, o que pode ser feito através de parcerias, consórcios e transferência de tecnologias, pois só assim é que serão criados mais postos de trabalho.
Sobre o seminário, organizado pela Câmara de Comércio, Indústria e Agropecuária Brasil-Moçambique, o vice-presidente da CTA considerou que o mesmo constitui uma "excelente oportunidade para a troca de experiências entre empresários dos dois países, cujas relações comerciais têm vindo a crescer nos últimos tempos".
"Moçambique tem um manancial de potencialidades económicas, com destaque para a recente descoberta e início de exploração de recursos naturais, o que o torna um destino de elevadíssimos volumes de investimentos. Já o Brasil possui uma vasta experiência de crescimento e de fortalecimento da classe empresarial, pelo que, encorajamos que haja transferência de conhecimento diverso, particularmente no agro-negócio e manufacturas", afirmou Agostinho Vuma.
Por seu turno, Sabrina Ferraz, directora regional da Câmara de Comércio, Indústria e Agropecuária Brasil-Moçambique, fez saber que, entre 2009 e 2013, as trocas comerciais entre os dois países cresceram 34.8%, tendo o investimento brasileiro executado em Moçambique ascendido aos 9.5 biliões de dólares norte-americanos na última década.
Moçambique é um dos maiores parceiros comerciais do Brasil a nível de África, ultrapassando a média de exportações do Brasil para o resto do mundo, que se situam nos 27%, explicou Sabrina Ferraz, que também destacou o facto de os dois países terem assinado em Março último um acordo de cooperação e facilitação de investimentos, que visa alavancar a internacionalização de empresas.
Importa realçar que o Seminário anual sobre Oportunidades de Negócios entre Brasil e Moçambique insere-se no âmbito da Semana do Brasil em Moçambique, edição 2015 e conta com a participação de cerca de 40 representantes de empresas brasileiras que vêm conhecer as oportunidades de negócio que o País tem a oferecer. -
EMATUM apresenta de oportunidades de negócio ao empresariado
O ministro moçambicano do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, insta o empresariado nacional a explorar as oportunidade de negócios criadas com o início de actividades da Empresa Moçambicana de Atum (EMATUM), em Dezembro de 2014.
Agostinho Mondlane, que falava na quinta-feira, 9 de Abril, na cidade de Maputo, num jantar de apresentação de oportunidades de negócios ao sector privado organizado pela EMATUM, considera o envolvimento do empresariado nacional um factor primordial para a maximização dos benefícios da pesca deste recurso no País.
"Estamos confiantes de que estão criadas todas as condições adequadas para que o sector empresarial nacional explore as janelas de investimento e negócios que Moçambique dispõe e contribua para o crescimento e desenvolvimento do sector pesqueiro", disse o ministro.
Por seu turno, Rogério Manuel, presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, enalteceu a iniciativa de divulgar as oportunidades adjacentes à cadeia de valor do atum.
"Temos a convicção de que as informações partilhadas abrem caminho para que as empresas interessadas, com destaque para as pequenas e médias, possam tirar melhor proveito do actual leque de oportunidades existentes neste sector. Ao promover estas ligações, a EMATUM vem contribuir de uma forma particular na geração da riqueza e criação de emprego para os jovens", considera Rogério Manuel.
No evento, foi dado a conhecer ao empresariado nacional as áreas nas quais podem investir no sector pesqueiro e que são do interesse da EMATUM, nomeadamente formação e recrutamento, fornecimento de materiais e equipamento, consumíveis, alimentação, tecnologias, energias e combustíveis, processamento do atum, entre outras.
Refira-se que, neste momento, a Empresa Moçambicana de Atum, que se dedica à pesca deste recurso à escala industrial, conta com 24 barcos equipados com alta tecnologia, sendo 21 atuneiros e três de apoio, com câmaras frigoríficas com capacidade para 30 toneladas cada. -
Jovens defendem Objectivos de Desenvolvimento do Milénio
A Associação Internacional de Estudantes de Ciências Económicas e Empresariais (AIESEC) considera que os jovens devem tomar a dianteira, no que diz respeito ao desenvolvimento de acções, visando atingir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio no País.
Para o efeito, a AIESEC realizou esta sexta-feira, 27 de Março, um seminário denominado Juventude Milénio, durante o qual foi apresentado o relatório de actividades realizadas em 2014 e o seu impacto nas comunidades.
Segundo Rui Correia, vice-presidente da AIESEC, o encontro tinha como objectivo consciencializar os jovens universitários, e não só, sobre a necessidade da sua participação activa nas acções que estão a ser levadas a cabo para que o País atinja os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, definidos pelas Nações Unidas.
Em relação ao balanço das actividades desenvolvidas em 2014, Rui Correia referiu que a organização construiu um aviário no posto administrativo da Matola-Gare e reabilitou a biblioteca da Escola Primária da Coop, para além de ter trabalhado com crianças e mulheres nas comunidades.
"O aviário vai ser útil para a comunidade em termos de rendimento e alimentação. Sobre a biblioteca da Escola Primária da Coop, para além da sua reabiliação, estamos a apetrechá-la com a ajuda dos nossos parceiros do Brasil e de Portugal", explicou o vice-presidente.
Mais adiante, Rui Correia referiu que a AIESEC também recebeu 350 estagiários estrangeiros e trabalhou nas áreas da Saúde e Educação, o que permitiu atingir cerca de 3.000 crianças e 200 mulheres.
Em relação aos planos para o presente ano, a organização espera receber 255 estudantes estagiários e trabalhar nas áreas da saúde, educação de crianças, capacitação de jovens, saneamento, cultura, entre outras.
Importa realçar que a AIESEC é uma organização internacional presente em mais de 2.100 universidades de 125 Países, formada por 100 mil membros activos, entre estudantes universitários e licenciados. Em Moçambique, a mesma implantou-se há seis anos, estando neste momento representada em 17 instituicões de ensino superior e universidades nas cidades de Maputo, Beira e Nampula.No foto: Rui Correia, vice-presidente da AIESEC
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CTA recomenda ao Governo a adopção de uma política horizontal
Um estudo apresentado esta quinta-feira, 26 de Março, pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) recomenda que o País resolva os problemas estruturais com que as indústrias se debatem como forma de impulsionar este sector, há muito adormecido.
Segundo o documento, intitulado Opções de Política Industrial para Moçambique, as acções do Estado neste sector devem ser desenvolvidas no sentido de adoptar políticas que possam beneficiar todas as indústrias, o que passa pelo desenvolvimento de infra-estruturas e criação de um ambiente de negócios favorável às empresas.
O estudo recomenda ainda que o Estado facilite a livre circulação do capital, da mão-de-obra e de outros recursos necessários às novas indústrias promissoras, assim como a saída das que estão em declíneo.
A elaboração deste estudo, de acordo com Hipólito Hamela, assessor económico da CTA, faz parte da revisão da Política e Estratégia Industrial que está a ser feita pelo Governo moçambicano, através do Ministério da Indústria e Comércio, em parceria com esta agremiação.
Este é um estudo preliminar que a CTA encomendou para definir as políticas industriais adequadas para o País. As constatações indicam que Moçambique deve adoptar uma política horizontal, ou seja, a que resolve os problemas estruturais e transversais a todas as indústrias, tais como infra-estruturas, estradas, água, energia, comunicações, etc, referiu Hipólito Hamela.
Entretanto, o estudo, elaborado pela SPEED, Programa de Apoio ao Desenvolvimento Económico e Empresarial da USAID, adianta que a revisão da Política e Estratégia Industrial deve ser feita em paralelo com a reforma do ambiente de negócios.
A Política e Estratégia Industrial e a reforma do ambiente de negócios devem ser complementares, pois têm os mesmos objectivos, nomeadamente reduzir ou eliminar as barreiras do livre funcionamento dos mercados, incluindo controlo de preços, salário mínimo, regulamentos restritivos, burocracia, falta de protecção dos direitos de propriedade, entre outros. -

Medifarma no XI Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa

Distribuidora retalhista de produtos para a saúde em Moçambique há mais de 18 anos, a Medifarma participou no XI Congresso Mundial de Farmacêuticos de Língua Portuguesa que decorreu, em Maputo, entre os dias 26 e 27 de Março de 2015.
Segundo o director comercial, João Barata, esta acção pretente reforçar a visibilidade da empresa para os profissionais da saúde moçambicanos.
A Medifarma representa vários laboratórios internacionais, abrangendo a maioria das áreas terapêuticas, disponibilizando produtos farmacêuticos e material médico-cirurgico.
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Missão: Melhorar o doing business
O ministro da Indústria e Comércio garantiu total abertura e interesse em trabalhar de uma forma fluída, com a CTA – Confederação das Associações Económicas de Moçambique, para encontrar soluções, visando a concretização dos objectivos do Governo, na perspectiva de desenvolver a indústria, com vista a agregar valor aos produtos nacionais.
Ernesto Max Elias Tonela fez este pronunciamento, quarta-feira última, 25 de Fevereiro, em Maputo, momentos após efectuar uma visita de cortesia àquela agremiação do sector privado, onde se inteirou do ponto de situação do diálogo público-privado, da proposta do novo modelo de diálogo público-privado, da morosidade na resposta às preocupações colocadas pelo sector privado, dentre vários outros aspectos.
“O diálogo com o sector privado, com vista à criação de um melhor ambiente de negócios, constitui um dos pilares de suporte do Governo, daí que tivemos este encontro com a CTA, no qual auscultámos as preocupações que o sector privado tem, quanto à implementação das acções listadas e que estão ainda pendentes”, indicou o governante, acrescentando que “tentámos igualmente perceber melhor as razões que justificam a morosidade na execução dos compromissos que foram assumidos entre o sector privado e o Governo”.
É que, segundo consta, de uma matriz de cerca de 118 pontos apresentados pela CTA ao Governo, para a melhoria do ambiente de negócios em Moçambique, foram apenas resolvidos 19 assuntos, num espaço de um ano e meio.
“Temos uma estratégia para a melhoria do ambiente de negócios, já acordada para o período 2013-2017. A implementação das acções previstas nesta matriz vai permitir que Moçambique possa se posicionar melhor ao nível do ranking Doing Business. Essas acções serão, portanto, priorizadas no diálogo entre o sector privado e o Governo”, sustentou.
Em relação ao novo modelo de diálogo público-privado, Ernesto Max Elias Tonela assegurou que “iremos trabalhar na perspectiva de encontrar a forma mais eficaz de resolver as questões que vão surgindo”.
“Nós temos a noção das acções que devemos tomar para tornar o nosso ambiente de negócios mais apetecível e, nessas acções, as componentes que fazem parte da estratégia acordada estão alinhadas com os critérios da avaliação do Banco Mundial. Obviamente, que não depende somente do que nós faremos, mas também do que outros países irão fazer. A nós cabe tomar as medidas e acções o mais rapidamente possível para a melhoria da imagem do País, assim como para permitir que o País possa atrair o máximo de investimento possível”, frisou.
Por sua vez, o presidente da CTA, Rogério Manuel, considerou a visita como um marco muito importante no início de uma nova relação com Ministério da Indústria e Comércio, para a melhoria do diálogo público-privado em Moçambique.
Entretanto, na véspera desta visita, a CTA manteve um encontro informal com os representantes dos principais órgãos de informação, onde foi feita uma apreciação ao desempenho da agremiação nos últimos anos. -
Ministro dos transportes e comunicações visita mcel
O ministro dos Transportes e Comunicações encorajou a direcção da mcel-Moçambique Celular para continuar a pautar por métodos de gestão rigorosos e pela contenção de custos, bem como a apostar na formação e crescimento da carteira de clientes, por forma a justificar o investimento efectuado nesta operadora de telefonia móvel pública.
Carlos Mesquita, que visitou, sexta-feira última, 13 de Fevereiro, as instalações da sede da mcel, disse ter constatado existir um compromisso profundo por parte da direcção da empresa, em investir em equipamentos tecnológicos, para além do esforço que está a ser feito na formação de rotina e na continuidade da formação dos técnicos, para fazerem uma melhor abordagem de todos os assuntos relacionados com o atendimento ao público, incluindo o processo de crescimento do volume de negócios.
“O ano passado não foi bom, mas para este ano existem perspectivas de que os resultados financeiros sejam muito mais encorajadores e positivos, o que resulta do esforço que a direcção da mcel tem estado a empreender para ultrapassar as dificuldades que se apresentam”, frisou o governante.
No decurso da sua visita, Carlos Mesquita inteirou-se ao pormenor do processo de gestão diária da mcel, sua integração no mercado e os aspectos relativos à concorrência existente com as outras operadoras.
“Abordámos, igualmente, questões de desenvolvimento tecnológico e humano que a empresa tem estado a atravessar como factores de risco e de desafio, que é preciso ter sempre em mente para satisfazer os anseios duma sociedade cada vez mais exigente”, afirmou.CONCORRÊNCIA É SEMPRE BOA
Num outro desenvolvimento, Carlos Mesquita destacou ser óbvio, “que a concorrência é sempre boa, pois nos ajuda a ter uma outra posição no mercado, sendo de aplaudir que outras empresas estejam posicionadas, mas só que é preciso ter em consideração que os aspectos e a metodologia de competição têm que ter uma plataforma idêntica para todos”.
“Sabemos que, em alguns momentos, têm havido abordagens menos abonatórias sobre o desempenho das empresas de telefonia móvel e quisemos constatar no terreno o que está a acontecer e que medidas a equipa de gestão tem estado a pôr em prática para ultrapassar aquilo que são os aspectos menos dignificantes”, finalizou. -
Energia reposta no Norte
Foi restabelecido na ultima terça-feira, 10 de Fevereiro, o fornecimento de energia eléctrica às províncias de Nampula, Cabo Delgado, Niassa e norte da Zambézia, que esteve interrompido desde a madrugada do dia 12 de Janeiro devido às chuvas, que provocaram a queda de 10 torres de transporte de Alta Tensão no distrito de Mocuba, província da Zambézia.
Este restabelecimento é o culminar de um trabalho que durou 27 dias e que envolveu mais de 200 pessoas, entre gestores, técnicos e trabalhadores da empresa Electricidade de Moçambique E.P. (EDM) e mão-de-obra local, que de forma abnegada fizeram de tudo para que as zonas afectadas pudessem ter energia.
Os trabalhos consistiram na construção de uma linha provisória composta por 45 pórticos de madeira, uma vez que a reposição definitiva das 10 torres metálicas derrubadas está condicionada à sua encomenda e importação.
Entretanto, devido à queda constante da chuva e ao facto de o incidente ter ocorrido numa zona de difícil acesso, no rio Licungo, que dista cerca de 15 quilómetros da Estrada Nacional Número Um, a EDM contratou uma empresa para fazer o melhoramento do troço, através da drenagem das águas e colocação de saibro e pedras.
A intransitabilidade da via, provocada pela lama, dificultou sobremaneira a movimentação do material e do pessoal, situação que só foi contornada com recurso à força humana e a um helicóptero cargueiro, para além de equipamento pesado, nomeadamente gruas, bulldozers, retroescavadoras, tractores, entre outros.
O sucesso deste trabalho, segundo o Presidente do Conselho de Administração da Electricidade de Moçambique, Gildo Sibumbe, só foi possível "graças ao empenho e entrega da equipa que esteve envolvida nesta operação e, acima de tudo, à compreensão dos clientes e consumidores das regiões afectadas".
"As pessoas estavam agastadas com a situação, mas estavam conscientes de que se tratava de uma situação provocada pela natureza. Ou seja, tinham a noção de que a Electricidade de Moçambique não era a culpada. Por isso vai o nosso maior agradecimento", reconheceu Gildo Sibumbe.
Por outro lado, Gildo Sibumbe também reconheceu e louvou o apoio prestado pelos governos a nível central, provincial e local, e pela imprensa, que confiaram e acreditaram na EDM, e tiveram a paciência de esperar 27 dias, período durante o qual estiveram privados de energia, acrescentou.
De salientar que, após este incidente e durante o período em que decorreram os trabalhos de reposição da linha de 220KV que alimenta o Norte do País e parte da província da Zambézia, a Electricidade de Moçambique activou os grupos de emergência com vista a alimentar os serviços mínimos.
Trata-se das centrais de Lichinga e Cuamba, que são de natureza hídrica, e Nacala e Pemba, que funcionam a diesel, as quais permitiram o funcionamento de serviços mínimos tais como hospitais, instituições públicas, entre outros. -
Universidade Politécnica tem novo vice-reitor
A Universidade Politécnica conta, desde a última quarta – feira, 4 de Fevereiro, com um novo vice-reitor, que substitui a Professora Doutora Maria Inês Nogueira da Costa, falecida em Novembro do ano passado, vítima de doença.
O Professor Doutor Armando Jorge Pereira Lopes tomou posse no decurso do Conselho Directivo, órgão constituído por responsáveis de diversos departamentos e directores das escolas e institutos daquele estabelecimento privado de ensino superior.
O encontro tinha como objectivo fazer uma reflexão sobre o actual estágio do funcionamento da Universidade Politécnica, assim como planificar as estratégias e actividades para o ano lectivo de 2015.
O linguista Armando Jorge Pereira Lopes trabalhou no sector da educação durante 42 anos. Nos anos 80, exerceu as funções de director pedagógico da Universidade Eduardo Mondlane e, posteriormente, foi director-adjunto da Faculdade de Letras e Ciências Sociais para a investigação. De 2007 a 2012, assumiu o cargo de director da Faculdade de Letras e Ciências Sociais naquela universidade pública.
Na base da sua experiência anterior, Armando Jorge Pereira Lopes promete dar uma nova dinâmica ao desenvolvimento da Universidade Politécnica e diz estar esperançado que as suas ideias e intervenções sejam úteis aos seus colegas, estudantes e à instituição em geral.
“Foi com muita satisfação que recebi o convite para assumir o cargo de vice-reitor da Universidade Politécnica. Para mim, esta é uma nova experiência e um desafio interessante, porque é a primeira vez que vou dar o meu contributo no sector privado, após longos anos ao serviço do Estado” – referiu o empossado.
Armando Lopes afirmou ainda que a sua grande expectativa “é de ver a Universidade Politécnica a caminhar em bom ritmo, com vista a se colocar em melhores níveis no ranking nacional e internacional”.
Por sua vez, o Professor Doutor Lourenço de Rosário, reitor da Universidade Politécnica, diz ser uma grande alegria para a Universidade Politécnica ter como vice-reitor o Professor Doutor
Armando Lopes.
“Não foi fácil encontrar alguém com o perfil científico, académico e autoridade para substituir a Professora Doutora Maria Inês. Também não foi fácil convencer ao nosso novo vice-reitor a desempenhar esse cargo junto da nossa instituição. Hoje nos sentimos honrados e satisfeitos por contarmos com ele, um homem que tem um longo perfil e larga experiência em cargos de direcção no ensino superior” – referiu.INAUGURAÇÃO EM NACALA
Entretanto, a Universidade Politécnica vai ainda inaugurar, no próximo sábado, 7 de Fevereiro, no município de Nacala Porto, na província de Nampula, o Instituto Superior Politécnico e Universitário de Nacala, ISPUNA.
A criação do ISPUNA surge na sequência da recente extinção do pólo de Nacala da Escola Superior de Estudos Universitários de Nampula, ESEUNA.
A cerimónia de inauguração, a ser dirigida pelo presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Rosário Fernandes, contará ainda com a presença do governador da província de Nampula, Victor Borges, e do administrador do distrito de Nacala Porto, Rodrigues Artur Ussene.
Trata-se da primeira instituição privada de ensino superior em Nacala Porto a funcionar em infraestruturas próprias construidas de raiz.
Importa referir que a ESEUNA, cujo início do ano lectivo de 2015 está previsto para o dia 16 de Fevereiro, espera matricular 120 estudandes, para além de introduzir dois novos cursos, nomeadamente ciências sociais e engenharias. -
Business Breakfast sobre as potencialidades da Finlândia no sector da Saúde
Um grupo de empresários finlandeses do sector de equipamentos de saúde apresentou, esta quarta-feira, 4 de Fevereiro, em Maputo, as potencialidades do seu País, nesta área, num "business breakfast", organizado pela CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, em parceria com a embaixada da Finlândia.
O encontro constituiu uma oportunidade para os empresários nacionais importadores de equipamentos de saúde, gestores de hospitais, clínicas privadas e o Ministério da Saúde interagirem, directamente, com alguns dos maiores produtores mundiais de equipamentos e tecnologias de saúde.
Intervindo, na ocasião, o presidente da CTA, Rogério Manuel, referiu que “os empresários moçambicanos do sector da saúde estão conscientes dos desafios que assolam este sector e da necessidade de se investir mais em equipamentos e tecnologias mais avançadas”.
“Moçambique gasta aproximadamente 39 dólares per capita em saúde, situando-se muito abaixo da média regional. Por outro lado, o País depende fortemente do financiamento dos doadores (66 por cento dos gastos totais de saúde), o que mostra que Moçambique precisa desenvolver iniciativas, para mobilizar o financiamento interno para o sector, facto que necessariamente passa pelo envolvimento do sector privado, nesta área”, destacou Rogério Manuel.
A Finlândia, como um país detentor de "know how", nesta área, conforme sublinhou o presidente da CTA, “poderá trazer-nos as suas experiências e ajudar, igualmente, na criação de laboratórios de análises,
com cada vez maior eficiência e equipamentos de saúde mais sofisticados”.
Por sua vez, a embaixadora da Finlândia em Moçambique, Seija Toro, indicou que as exportações da indústria de tecnologias de saúde finlandesas e a balança comercial registaram uma excelente performance em 2013.
“Neste sector, as exportações atingiram 1.660 mil euros, dos quais 47 por cento correspondem às exportações de altas tecnologias”, disse Seija Toro, realçando o facto de o seu país possuir cientistas altamente qualificados e clínicos profissionalizados, para além de uma estreita cooperação entre as indústrias, organizações de saúde e a academia.
Para o director Nacional de Saúde Pública, Francisco Mbofana, o crescimento contínuo dos gastos na saúde, a produção cada vez maior de novas tecnologias e as mudanças do perfil de doenças das populações, ocorridas nas últimas décadas, têm levado à necessidade diversificada de atenção.
“Desta forma, se faz social e politicamente necessário desenvolver mecanismos de articulação entre os sectores desenvolvidos na produção, incorporação e utilização das tecnologias nos sistemas de saúde”, finalizou Francisco Mbofana. -
Moçambique Rumo à Expo Milano 2015
Está patente, desde segunda-feira, na Mediateca do BCI, a Exposição de Arte, Fotografia e Artesanato intitulada “Moçambique Rumo à Expo Milano 2015”, uma iniciativa do Comissariado- Geral para Expo Milano 2015 (COGEMI) em parceria com o BCI, inserida no conjunto das acções promovidas pelo Governo, de preparação da participação de Moçambique na Exposição Universal a decorrer de 01 Maio a 31 de Outubro na cidade italiana de Milão.
Abrilhantado com os acórdãos musicais da guitarra do músico José Mucavele e a recitação poética da Actriz Ana Magaia, o evento contou com a presença de personalidades da arena política, musical e da literatura moçambicana, com destaque para a Vice-Ministra da Cultura e Turismo, Ana Comoana, Vice-Ministra da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Leda Hugo e Luís Bernardo Honwana, autor de “Nós Matámos o Cão Tinhoso”.
O Ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, que presidiu o evento, afirmou que os objectivos preconizados pela Expo Milano 2015 constituem um grande contributo para a consolidação do desempenho do país face aos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, em conformidade com as políticas do desenvolvimento económico e humano implementadas pelo Governo.
Dado o papel que as exposições exercem na inserção do país no concerto das nações e na internacionalização da cultura e das artes moçambicanas, Moçambique aderiu à Convecção relativa às Exposições Internacionais, tornando-se assim, Membro do Bureau Internacional de Exposições, facto que tem estado a permitir uma participação activa do país nos órgãos directivos, realçou o dirigente.
De acordo com o Comissário- Geral de Moçambique, Joel Libombo, o tema escolhido para o certame, “Nutrir o Planeta, Energia para a Vida” visa proporcionar um debate a nível internacional sobre como é que a cultura, tradição, inovação, criatividade e tecnologia se relacionam com a segurança alimentar e educação em nutrição, e de que forma contribuem para a redução da fome, mortalidade infantil e desnutrição.
Segundo o Comissário, as obras de arte, fotografia e artesanato expostas na Mediateca do BCI são um autêntico testemunho do envolvimento dos fazedores das artes e cultura, em particular da juventude neste processo que culminará com a divulgação da imagem do país além-fronteiras.
Libombo sublinhou que durante os seis meses da Expo, o dia 25 de Setembro, foi definido como o “Dia Nacional”, em que Moçambique irá celebrar a sua presença no evento. Diversas actividades foram agendas para a cidade italiana de Milão, sendo de destacar as visitas de delegações à Expo, participação de grupos culturais envolvendo 45 artistas, degustação da comida moçambicana e promoção de palestras temáticas sobre a biodiversidade, o papel da mulher na agricultura focada ao cultivo e uso de cereais, tubérculos e raízes. Estas actividades serão replicadas durante 10 dias seguintes nas chamadas cidades satélites como a Reggio, Emilia, Turim e Veneza, contando com a participação da comunidade moçambicana residente.
O Comissariado-Geral para Expo Milano 2015, entidade criada pelo Governo, está a trabalhar a todo o gás para a materialização da participação de Moçambique no evento. Os Ministros da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco, dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, fazem parte da Comissão de Honra que integra o COGEMI, para além da Sub-Comissão Técnica composta por representantes das instituições do Governo que superintendem as áreas de Agricultura, Negócios Estrangeiros e Cooperação, Cultura e Turismo, Energia, Indústria e Comércio, Ambiente, Acção Social, Saúde, Pescas, Ciência e Tecnologia entre outros sectores.
BCI junta-se à iniciativa do COGEMI
Os eventos desta envergadura acarretam elevados custos, requerendo uma comparticipação do sector público-privado para ajudar a assumir os encargos financeiros envolvidos. É neste sentido que o BCI decidiu juntar-se à iniciativa, ao assinar com o COGEMI um Memorando de Entendimento que simboliza o envolvimento desta instituição como o Banco Oficial que já criou um mecanismo de apoio, no sentido de garantir que Moçambique participe com dignidade no concerto das nações.
De acordo com o Presidente da Comissão Executiva do BCI, Paulo de Sousa, sendo a cultura um dos pilares da responsabilidade social corporativa da instituição, “mostramo-nos disponíveis para sermos um parceiro de referência desta manifestação cultural, com a certeza de que ela contribuirá para a elevação da auto-estima do povo moçambicano no evento que congregará a atenção de todos os povos do mundo”.
Aquele dirigente sublinhou que as Exposições Universais por constituírem eventos que promovem o intercâmbio económico, científico, tecnológico e cultural, o banco olha para o certame como uma oportunidade para a exibição de experiências de desenvolvimento e de troca de ideias em busca de soluções inovadoras para muitos dos problemas que os povos enfrentam. Assim, de Sousa revelou que para além do apoio financeiro às actividades do COGEMI, o BCI associa-se a esta iniciativa com soluções que congregam uma gama de produtos e serviços direccionados a agricultura, no sentido de responder às principais necessidades dos intervenientes no processo de produção agrícola.
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Festival Marrabenta animou
Uma constelação de artistas nacionais fez, este sábado, 31 de Janeiro, na Praça da Independência, em Maputo, uma grandiosa festa musical, que marcou a estreia da 8ª edição do Festival da Marrabenta, patrocinado pela mcel-Moçambique Celular.
O espectáculo teve iniciou por volta das 16 horas, com a apresentação da jovem banda Tseque, seguida do avassalador agrupamento de Makwaela dos TPM. Daí em diante, o público assistiu e vibrou ao ritmo da marrabenta executada por uma chuvarada de conceituados artistas nacionais, nomeadamente os Galtones, Djambo, Pedro Ben, Stewart Sukuma, acompanhado pela banda Nkuvu, Mr.Bow, Dilon Djindje, Xidiminguana, Mabessa, Liloca, entre outros.
Numa noite quente, os músicos esmeraram-se, dando o melhor de si, para cativar a atenção de centenas de pessoas, que acorreram àquela praça para assistir ao já considerado maior espectáculo de sempre da música moçambicana no País.
Foi um concerto com muito requinte e boa música, que primou, acima de tudo, pela boa qualidade da luz e do som, incluindo outros aspectos logísticos organizacionais.
Jonas Alberto, chefe do Grupo de Eventos, Patrocínios e Promoções da mcel, disse à margem do show, que na edição do Verão Amarelo 2014-2015 a operadora apostou principalmente na promoção da música moçambicana, daí que o projecto do Festival da Marrabenta não poderia ficar de fora, por este estilo musical constituir a bandeira cultural de Moçambique.
“Hoje tivemos um bom começo do festival, com uma boa aderência pelo que convidamos as pessoas a participar noutros espectáculos, onde vão estar ainda presentes muitos artistas moçambicanos, numa mistura de gerações”, referiu, acrescentando ser importante exaltar a cultura moçambicana.
Por sua vez, Roberto Dove, director Nacional da Acção Artístico Cultural do Ministério da Cultura e Turismo, considerou que o Festival da Marrabenta constitui uma grande iniciativa, uma vez que visa divulgar um dos géneros musicais mais apreciados no País, que é a marrabenta, para além de permitir com que as diferentes gerações de artistas nacionais possam conviver no mesmo palco, trocando experiências.
“O Ministério da Cultura e Turismo olha para este projecto cultural, como uma iniciativa que deve ser acarinhada para que possa durar por mais tempo, uma vez que transmite aos mais jovens a nossa identidade cultural”, frisou.
Paulo Sithoe, director-geral do Laboratório de Ideias, instituição organizadora do festival, referiu que “começámos muito bem. Arrancamos com uma banda jovem. Preparamos um palco digno para a marrabenta e vamos, dia 2 de Fevereiro, de comboio, para Guaza Muthini, no dia seguinte, vamos para Matalane, para no dia 5 juntarmo-nos à festa da Matola. No dia sete, será a vez de Xai-Xai”.











