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  • Cornelder é a melhor segundo a KPMG

    De acordo com a 14ª publicação feita pela KPMG sobre a Pesquisa sobre as “100 Maiores Empresas de Moçambique a Cornelder Moçambique, SA foi apurada como a melhor empresa de 2011, com um crescimento do volume de negócios na ordem dos 33%. A pesquisa realizada pela KPMG constatou que, a taxa de rentabilidade do volume de negócios e a rentabilidade de capitais próprios para esta empresa situaram-se ao nível de 28% e 72.9%, respectivamente.

    Segundo o relatório, no que concerne à autonomia financeira e à liquidez geral, Cornelder de Moçambique, SA situou-se ao nível de 59.8% e 2%, respectivamente. A segunda e terceira posições deste ranking são ocupadas pela companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos, SA e pela SIM – Seguradora Internacional de Moçambique, SA respectivamente.

    No entanto, a Mozal liderou a lista das 100 maiores de Moçambique com um volume de negócios que atingiu 43,1 mil milhões de meticais em 2011, seguida da Petróleos de Moçambique, SA (Petromoc), Hidroeléctrica de Cahora Bassa, SARL (HCB).

    O prémio para a maior empresa de capitais privados de Moçambique recaiu para a Hidroeléctrica de Cahora Bassa com um capital de 33.4 biliões de MT. Por outro lado, a Mozambique Leaf Tobaco, Telecomunicações de Moçambique e CMA CGM Moçambique foram distinguidas como a empresa com maior rendimento de capitais, maior entrada no ranking e com maior salto (no ranking) comparativamente a edição anterior.

    Já a CMA CGM Mozambique, Lda registou maior taxa de crescimento do volume de negócios com uma taxa igual a 238.1%, seguida pelos Hotéis Polana, SA COM 171.8%.

    A DP World Maputo, Lda, Matola Cargo Terminal, SARL e a Construa, Lda lideram o ranking relativo à autonomia financeira, enquanto que, a Kudumba Investiments, Lda, os Aeroportos de Mocambique, SA lideram os ranking das melhores empresas com as maiores taxas de rentabilidade do volume de negócios.

  • 19 December, 2012 15:34

    KPMG lança as 100 maiores empresas de Moçambique

    A empresa de consultoria KPMG Moçambique lançou a 14ª Edição da Pesquisa sobre as “100 Maiores Empresas de Moçambique”.

    A pesquisa, que tem como objectivo analisar os resultados financeiros e económicos de 2011 comparativamente a 2010, contou com a participação de 201 empresas, das quais 41 estrearam.

    A metodologia usada na pesquisa, sobre as 100 Maiores de Moçambique, consistia num questionário de colecta de dados financeiros e económicos de empresas participantes para uma posterior análise e subscrição do reconhecimento do posicionamento das “100 Maiores Empresas de Moçambique” no mercado e a atribuição de prémios de liderança em categorias e sectores específicos.

    Falando na cerimónia de lançamento das “100 Maiores de Moçambique” o Director Geral da KPMG, Dr. Filipe Mandlate, disse que esta iniciativa tem o objectivo de contribuir para concorrência entre as empresas e promover um ambiente transparente de negócios.

    Segundo o Director Geral da KPMG, as “100 Maiores de Moçambique” contribuíram 66% para o produto interno bruto (PIB) nacional contra os 63% de 2010. O seu volume de negócios foi de 233,874 milhões de meticais (MT), o que representa um crescimento de 20% desde 2010.

    O representante da KPMG adiantou que as “100 Maiores de Moçambique” empregaram em 2011 um total de 62,197 pessoas o que representa um incremento de 4.6% em relação ao ano anterior.

    De referir que, na lista das 100 maiores, um quarto são Pequenas e Médias Empresas (PME´s). Estas totalizaram, em 2011, um volume de negócios de cerca de 26,608 milhões de MT, o que representa um crescimento de 25.5% quando comparado ao período de 2010.

    No que diz respeito ao volume de negócio por sectores, a indústria lidera com um peso de 33.8% seguido do sector de Comércio com 20.8%. Seguem-se depois os sectores de transporte e armazenagem, serviços e actividades financeiras e de seguros com 10.9%, 10.8% e10.8% respectivamente. O sector com menos peso é o de alojamento, restauração e similares com importância relativa de 0.5%.

  • Tailandeses querem investir

    Uma delegação da Tailândia, composta por 10 empresários encontra-se em Maputo, em busca de oportunidades de negócios e ainda para expor os seus produtos no mercado moçambicano.
    O grupo, constituído por empresários de diferentes sectores, nomeadamente, sectores de agro-indústria de processamento castanha de caju, montagem e distribuição de carrinhas de 900 kg, montagem e distribuição de motociclos, piscicultura, gestão aeroportuária e operação de infra-estrutura de ferro portuária, reuniu-se, na última terça-feira em Maputo, com representantes do sector privado nacional com o objectivo de estabelecer parcerias económicas e trocar experiências sobre os diferentes ramos de negócios e identificar oportunidades.
    Durante o encontro, o vice-presidente da CTA, Prakash Prehlad, encorajou as intenções dos tailandeses em investir em Moçambique e, para o efeito, sustentou que o nosso País goza de um bom ambiente para fazer negócios e tem uma localização privilegiada e estratégica.
    “A África e Moçambique, em particular, são os destinos apetecíveis de investimento. Quero acreditar que os contactos empresariais que sairão deste encontro permitirão consolidar essa nova dinâmica que todos desejamos para o bom relacionamento entre Moçambique e Tailândia”, comentou Prehlad.
    Enquanto isso, o ministro dos Transportes e Comunicação de Moçambique, Paulo Zucula, sublinhou que a vinda da delegação tailandesa resulta de contactos estabelecidos entre os governos dos dois países, há sensivelmente três meses, sobre uma possível cooperação, quer ao nível do governo, quer a nível empresarial.
    “Os primeiros contactos estabeleceram-se em Outubro, com a visita a Moçambique, de Nalinee Taveesin, representante desta delegação. Passado três meses, temos já aqui dez empresários tailandeses ansiosos em investir em Moçambique".
    Por seu turno, Nalinee Taveesin, a representante da delegação tailandesa, afirmou que o grupo de empresários que vem consigo, é constituído por selecção de homens de negócio de vários sectores de extrema importância na Tailandia. “A nossa delegação é composta por membros seniores de empresas diversos ramos como a agro-indústria, montagem e distribuição de motociclos, piscicultura, gestão aeroportuária, operação de infra-estrutura de ferro portuária, entre outros” finalizou (FDS).

  • Uso da rega cresce de forma lenta em Moçambique

    A proporção de explorações que usam sistemas de rega no país tem vindo a crescer no país, mas de forma lenta, tendo aumenta-do de 3,7 porcento em 2000 para 5,3 passados dez anos. Este nível de irrigação continua aquém das potencialidades, sendo que a agricultura familiar continua a ser predominantemente de sequeiro. Esta situação, segundo um estudo levado a cabo por Maria Nha-livilo, do Instituto Nacional de Estatística, tendo como base os registos do recém-realizado censo agro-pecuário, faz com que a mai-oria dos agregados familiares rurais se torne vulnerável às intempéries. Segundo o mesmo estudo, as regiões centro e norte do país possuem um maior potencial agro-ecológico para a produção de culturas, esperando-se, pois, uma maior proporção de explo-rações que usam a rega. Entretanto, mesmo sendo estas duas as regiões potencialmente mais produtivas é a província de Maputo que perfaz 30 porcento do total de investimento, sendo que aquelas quase que não recebem fundos. Nhalivilo aponta no estudo, divulgado recentemente pelo INE, que existem no país 257 regadios com uma área de 118 mil hectares, dos quais, 21 regadios têm mais de 500 hectares (representando 70 porcento), mas apenas 34 porcento em média estão a ser explorados.

  • Arranca descasque de arroz em Namacurra

    Uma fábrica de processamento e descasque de arroz, recentemente construída no distrito de Namacurra, província da Zambézia, está desde o corrente mês a funcionar em regime experimental, de acordo com a AIM. Na primeira fase, o empreendimento que poderá gerar oportunidades de emprego para 160 pessoas, absorve 30 trabalhadores, alguns dos quais em regime de estágios, que asseguram entre várias actividades o ensaio, teste, inspecção, entre outras. Rufino Bila, delegado provincial do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), citado pelo “Diário de Moçambique”, disse que o empreendimento foi erguido por uma empresa chinesa e custou cerca de nove milhões de dólares, co-financiados por um banco da China.

  • Suécia aprofunda parceria empresarial com Moçambique

    Uma delegação composta por 11 empresários da Suécia encontra­-se em Maputo, em busca de oportunidades de negócios, troca de experiências e estabelecimento de parcerias com investidores locais.

    O grupo, constituído por empresários de diferentes áreas de actividade, nomeadamente, mineira, infra-estruturas e energia, reuniu-se, esta segunda-feira, com o sector privado moçambicano, num seminário organizado pela CTA – Confederação das Associações Económicas de Moçambique.

    Intervindo na abertura do encontro, Rogério Manuel, presidente da CTA, afirmou que, actualmente, Moçambique carece de infra-estruturas para que possa concretizar o seu potencial económico e citou, como exemplo, a preocupação e o desafio actual das empresas que operam no País de como escoar o carvão e carga diversa, incluindo de países vizinhos, para os portos nacionais, com vista à sua exportação.

    “Esses desafios só podem ser ultrapassados, através de junção de esforços e parcerias entre empresários moçambicanos e estrangeiros para complementar os esforços do Governo para construção de novas infra-estruturas” – disse Rogério Manuel encorajando, assim, os homens de negócios suecos a investir no nosso País.

    Por seu turno, o vice-ministro da Indústria e Comércio, Kenneth Marizane, afirmou na ocasião que o Governo moçambicano tem vindo a apostar em reformas importantes, com vista a encorajar o investimento estrangeiro e realçou o facto de o nosso País ser um participante activo no processo de integração regional da SADAC.

    “Gostaríamos de convidar os distintos empresários suecos a explorarem as oportunidades de investimento que Moçambique oferece e apelamos ao estabelecimento de parcerias consistentes e ao investimento multiforme, em função das facilidades que o País tem” – afirmou Kenneth Marizane.

    A embaixadora da Suécia em Moçambique, Ulla Andrén, afirmou, por seu turno, que o nosso País sairá a ganhar e só poderá crescer se continuar a apostar no comércio e com investimento externo, tal como fez a Suécia no passado.

    “A Suécia tem fortes relações de longa data com Moçambique e há muitas oportunidades de parcerias entre empresas moçambicanas e suecas que, a partir de já, deverão ser aprofundadas” – realçou a embaxadora sueca.
    De referir que, depois de Maputo, a missão empresarial da Suécia desloca-se, esta terça-feira, a Tete para contactos com empresas suecas que já se encontram a operar naquela província.

    Leandro Paul
    Director Executivo
    FDS – Fim de Semana Lda.
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  • Sean Paul arrasa

    Com um exibição repleta de energia, o músico jamaicano Sean Paul arrasou na madrugada deste sábado, em Maputo, contagiando a plateia de mais de dez mil pessoas que lotaram por completo o Parque dos Continuadores.
    Depois da brilhante actuação dos artistas moçambicanos, nomeadamente Gpro, Dj Adilles, Dama do Bling, Ras Haitrm e Dj Faya, Sean Paul subiu ao palco por volta das três horas de madrugada, para proporcionar ao público presente um show radiante e maravilhoso.
    Acompanhado pela sua banda e quatro excelentes bailarinas, Sean Paul levou os fãs ao delírio total, fazendo vibrar o Parque dos Continuadores com a cadência das suas melodias e da sua dança.
    Da poderosa voz do jamaicano desfilaram vários sucessos musicais, entre os mais antigos aos mais recentes.
    O momento mais alto da memorável noite de Verão Amarelo 2012 aconteceu quando o cantor de ragga, com influência de hip-hop, interpretou "Got To Love You", um tema sobejamente conhecido pelos moçambicanos, que cantaram, dançaram e gritaram de emoção.
    Em jeito de retribuição ao enérgicos fãs, Sean Paul atirou, constantemente para o público, as toalhas brancas que usava para secar o rosto, numa intensa interacção entre o plateia e o artista, própria de um show ao vivo.
    Enquadrado no projecto “One Night Stand” da Produtora Brand Lover´s, com o alto patrocínio da mcel, cujo objectivo é trazer o mercado internacional de música para Moçambique e criar um intercâmbio cultural e de partilha de emoções sentidas e expressas em uníssono, entre os seus participantes, o evento prolongou-se até o raiar do sol.
    Interpelado no local do espectáculo, o administrador comercial da mcel, Cláudio Chiche, referiu que se trata de mais "uma etapa das acções do Verão Amarelo, o que acrescenta valor, porque este é o ponto mais alto da edição do programa da estação quente de 2012".
    “Um espectáculo desta magnitude mostra a importância que o Verão Amarelo tem, pois esta grande afluência demonstra que as pessoas estão alinhadas com a mcel no que tange à cultura”, frisou Cláudio Chiche.
    Por seu turno, o director de marketing do Banco Comercial e de Investimentos (BCI), Rui Ilhéu, considerou que “o Verão Amarelo é uma iniciativa interessante por constituir uma oportunidade que proporciona ao público moçambicano a possibilidade de ver artistas nacionais interagirem com artistas internacionais, o que é uma prova de capacidade de produção e criatividade, pelo que estou satisfeito com isso”.
    Refira-se que, para além da oferta de óptimas condições logísticas, efectivos da Polícia da República de Moçambique, Corpo de Salvação Pública e Cruz Vermelha de Moçambique, incluindo a Polícia de Trânsito fizeram-se ao local, garantindo segurança para a enorme moldura humana que assistiu ao show de Sean Paul, sem registo de ocorrências assinaláveis.

  • Iniciativa ProSavana: Financiadas cinco empresas

    O Fundo para a Iniciativa de Desenvolvimento Pro-Savana acaba de aprovar o primeiro pacote de financiamento a empresas ope-rando na cadeia de valor do agro-negócio no Corredor de Nacala. Este primeiro pacote, num montante total na ordem dos 11,5 mi-lhões de Mt, beneficiou cinco empresas cujos investimentos têm impacto directo no acesso de produtores de pequena escala a no-vos mercados e tecnologias. Esta iniciativa foi lançada em Setembro último pelo Ministério da Agricultura e pela Gapi -Si com o apoio da JICA (cooperação japonesa). A comissão que lidera esta iniciativa reuniu-se no passado dia 19 de Novembro na Delegação da Gapi-SI em Nampula e deliberou financiar as propostas de investimento apresentadas pelas empresas Lozane Farms, para a região de Alto-Molócuè; IKURU, para Monapo e Mogovolas; Orwera Seed Company, para Mogovolas e Murrupula; Matharia Empreendi-mentos, para Ribaue; e Santos Agrícola, que opera em Meconta. Os empréstimos concedidos a estas empresas obedecem a “condições de mercado facilitadas”, pelo que as taxas de juro cobradas pela Gapi-SI serão no máximo de 10%2525 sem quaisquer outras comissões.

  • ENI descobre mais gás natural em Moçambique

    O grupo italiano ENI (Ente Nazionale Idrocarburi) descobriu mais 6 biliões de pés cúbicos de gás natural no mar de Moçambique, elevando para 68 biliões de pés cúbicos as reservas já encontradas, anunciou o grupo em comunicado quarta-feira divulgado em Milão.

    As novas descobertas decorreram da realização de dois furos de prospecção, os sexto e sétimo a terem sido efectuados no complexo Mamba da Área 4, tendo o primeiro sido efectuado a uma profundidade de 4300 metros e 1918 metros de água e o segundo a 4725 metros e 1950 metros de água.

    No comunicado, o grupo actualizou para 75 biliões de pés cúbicos de gás natural o potencial do complexo Mamba.

    O grupo italiano funciona como operador da Área 4 com uma participação de 70%, sendo os restantes 30% detidos pelo grupo português Galp Energia, sul-coreano Kogas e a estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, todos com 10% cada.

  • Semana de moda em contagem decrescente

    OVodacom Mozambique Fashion Week 2012, nesta edição sob o lema “Encontre-se” a 8ª edição do VODACOM MFW promove o encontro de diferentes culturas e levará também ao palco um encontro entre o Glamour e a Responsabilidade Social. De encontros será assim feita esta edição do VODACOM MFW, “esperamos encontrar um público vibrante, que valorize a importância de divulgarmos a moda feita em Moçambique, seja por estilistas estabelecidos, ou pelos young designers, mas que saiba também apreciar a riqueza humana do desfile de 60 crianças, dos 4 aos 14 anos, que irão vestir conjuntos infantis Vavasati, criados pela Associação das Mulheres Bordadeiras do Xai-Xai, bem como por algumas lojas de Maputo. As receitas deste desfile, a ocorrer no Centro de Conferências Joaquim Chissano, no dia 9 de Dezembro reverterão integralmente para a Associação e destinam-se a apoiar crianças portadoras de HIV”, afirmou Vasco Rocha, director do evento.

    “Nesta ocasião não posso deixar também de realçar a importância que o VODACOM MFW School terá para o desenvolvimento da indústria de moda em Moçambique” e, continua Vasco Rocha, referindo-se ao concurso que permitirá descobrir novos talentos “ o VODACOM MFW School, um grupo de 30 jovens estudantes de escolas secundárias e universitárias que se inscreveram e apresentaram os seus conceitos e que no próximo dia 8 de Dezembro irão levar à prática os mesmos e ver os seus modelos desfilarem nas passadeiras do VODACOM MFW, sendo avaliada, por um júri independente, a criatividade e a produção dos conjuntos. Deste concurso sairá uma escola e um estilista vencedores, os quais receberão prémios monetários e materiais oferecidos pelo Standard Bank”.

    De encontros, mais uma vez, se trata esta 8º VODACOM MFW, em que estilistas internacionais consagrados, de entre os quais se destaca Fátima Lopes, presença habitual nas semanas de moda de Paris, estarão lado a lado com os novos talentos da VODACOM MFW School, com os estilistas estabelecidos e com os young designers.

    A edição de 2012 do VODACOM MFW contará ainda com a 2ª edição do concurso MOZAMBEAT, um desafio lançado aos DJ´s Moçambicanos para criação de músicas dirigidas exclusivamente para o evento. Esta edição conta com alguns dos DJ´s de maior renome que irão tocar nos after party. Os DJ’s vencedores terão as suas músicas editadas em CD.

    VODACOM Mozambique Fashion Week 2012, ENCONTRE-SE de 7 a 15 de Dezembro de 2012.

  • A 1 de Dezembro: Artistas comemoram 30 anos da música moçambicana e 15 da mcel

    Um grandioso espectáculo musical, em comemoração dos 30 anos da música moçambicana e também dos 15 anos da mcel terá lugar, no próximo dia 1 de Dezembro, na Praça da Independência, em Maputo, no qual irão actuar grande nomes da música ligeira moçambicana.

    O mega concerto, enquadrado no programa do Verão Amarelo da maior operadora de telefonia móvel do País, é organizado pela Vidisco, uma produtora que se tem empenhado na divulgação da música ligeira moçambicana.
    Grandes "monstros" da música moçambicana, nomeadamente Xidimingwana, Zena Bacar, Wazimbo, Fernando Luís, Stewart Sukuma, entre outros, vão partilhar o mesmo palco com cantores da nova geração, como Sizaquiel, Kaliza, Aly Faque.

    Este evento vai proporcionar ao público moçambicano uma noite inesquecível de música da “nossa terra”, trazendo à ribalta nomes como Fernando Luís, Elvira Viegas e lendárias bandas como Yophuro e Galleton, que há bastante tempo andavam aparentemente hibernadas. Será um verdadeiro momento para "recordar e viver".

    O acesso a este concerto, que coincide com a celebração do dia mundial da luta contra o Sida, será totalmente livre.
    De acordo com Zófimo Muiuane, representante da mcel, o evento vai permitir que o Povo moçambicano tenha oportunidade de vibrar, "sentir aquilo que é nosso e o orgulho de ser moçambicano, daí que a entrada seja grátis".

    Enquanto isso, o representante da Vidisco, Vali Sauji, salientou que o concerto vai ser diferente por englobar onze artistas do Norte ao Sul de Moçambique e, ainda por cima de várias gerações. "Estamos a falar da Zena Bacar dos Yophuro, Aly Faque, Wazimbo, Stewart Sukuma e outros”, segundo frisou.

  • Fundição re Ferro-Gusa: Britânicos procuram parceiros para Tete

    A companhia britânica, Baobab Resources, anunciou que está a procura de um parceiro para formar uma joint-venture e construir uma gigantesca fundição de ferro-gusa na província de Tete, em Moçambique. O ferro-gusa é o principal ingrediente para a produção de aço.

    Segundo o director geral da Baobab, Ben James, os testes realizados pela sua empresa na província apuraram a existência de 482 milhões de toneladas de minério de ferro.

    Prevê-se que novos testes venham a confirmar a existência de uma quantidade adicional entre 120 a 260 milhões de toneladas de minério de ferro.

    Falando a AIM, James disse que os resultados preliminares indicam que o minério de ferro poder ser separado a um custo relativamente mais barato e que não vai precisar de uma fundição com um elevado consumo de energia.

    “Isso representa uma poupança significativa em termos de custos de capital e operacionais”, disse.

    Segundo James, existe minério de ferro suficiente para suportar uma produção de um milhão de toneladas por ano (Mtpa) de ferro-gusa durante mais de 100 anos.

    “Estamos a considerar vários cenários de produção até um máximo de quatro 4 Mtpa”, disse.

    Por isso, James fez questão de vincar que “é importante notar que a maior fundição do mundo de ferro gusa produz 2,5 Mpta”.

    Para a implementação do projecto, a Baobab está a trabalhar num modelo com uma produção inicial de 1 Mtpa, que poderá depois ser expandido para 2 Mtpa no sétimo ano de produção e, eventualmente, 3 ou 4 Mtpa no décimo quarto ano de produção.

    Como resultado, o “projecto da Baobab irá, indubitavelmente, tornar-se numa operação de classe mundial, e que irá fazer de Moçambique uma das capitais de ferro e aço na região da SADC”.

    Ben James aproveitou a oportunidade para exprimir a sua satisfação com o apoio prestado pelo governo moçambicano, afirmando que a sua empresa tem recebido um apoio inestimável do Ministério dos Recursos Minerais (MIREM).

    Prosseguindo, James disse que “o MIREM tem sido muito proactivo e com uma atitude prática que encoraja a colaboração com o sector privado. Também estamos a trabalhar com o Ministério da Energia e a empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, que entendem o imenso potencial e a importância de acrescentar valor em Moçambique através da beneficiação do mineral de ferro, carvão e energia para gerar um maior valor acrescentado e demanda pelo ferro gusa”.

  • Oportunidade de formação

    ‘AFRIKA KOMMT! é uma iniciativa conjunta de capacitação promovida por empresas-líder alemãs.

    O programa destina-se a jovens profissionais altamente qualificados de países da África Sub-Saariana que possuam vários anos de experiência profissional.

    A estadia de 12 meses na Alemanha, com estágio de 9 meses numa das empresas participantes constitui o cerne do programa.

    Para mais informações, consulte a rubrica ‘Oportunidades’, www.cta.org.mz

    Data limite de candidatura: 15.12.2012

  • Oportunidades de Negócios no sector aéreo (Empresas Francesas)

    Esta em Moçambique uma delegação de empresários franceses do sector de transportes aéreos, com vista a selar parcerias com empresários nacionais do mesmo ramo. Sendo assim, dia 28 de Novembro, pelas 15 horas, haverá um encontro de negócios na CTA, sita na rua Fernando Ganhão nº 120, bairro da Sommerschield.

    Para proceder com a inscrição, envie o seu nome, nome da empresa e contactos para vcadir