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  • Vale concretiza importantes metas em Cateme

    A Vale Moçambique em coordenação com a Electricidade de Moçambique iniciou a electrificação da vila de Cateme, com a mobilização de todo o equipamento para o início da montagem de mais de 800 postes e de 35 km de linhas de transmissão para sistemas de iluminação, após o contrato assinado em Junho por estas empresas. As obras de electrificação, avaliadas em US$ 1.7 milhão de dólares, vão consistir no aumento da rede de distribuição por todas as ruas da povoação de Cateme, incluindo a facilitação da ligação entre as residências. A conclusão desta etapa está prevista para Fevereiro de 2013.
    De acordo com Ricardo Saad, Director da Vale em Moçambique, esta acção reforça o compromisso da empresa em aprimorar o seu relacionamento com as comunidades locais. Saad referiu ainda que a Vale tem agido para além da gestão dos impactos das suas operações e projectos, contribuindo voluntariamente e através de parcerias com o Governo e a sociedade para o desenvolvimento local.
    Paralelamente à electrificação, a Vale Moçambique mobiliza neste momento o inicio dos trabalhos para a implantação de um sistema interligado de abastecimento e distribuição de água para a vila de Cateme. Esta é uma acção subsequente à manutenção realizada no sistema de captação, armazenamento e distribuição já implantado no primeiro semestre de 2012. A manutenção incluiu a substituição dos depósitos de água e de torneiras em todos os fontanários, no âmbito da reestruturação do sistema de abastecimento de água no Bairro 25 de Setembro e na vila de Cateme.
    De recordar ainda, que decorre desde meados de Outubro o inicio da construção de aproximadamente 8,5 Km de asfalto, estrada que ligará a rodovia da EN7 à povoação de Cateme, incluindo os sistemas de drenagem de águas ao longo da referida estrada. As obras devem terminar em meados do próximo ano e estão orçadas em cerca de US$ 7 milhões de dólares.

    Desenvolvimento Social

    A Vale Moçambique em conjunto com uma comissão de reassentamento composta por representantes das Direções Provinciais de Recursos Minerais, Coordenação para Ação Ambiental, Obras Públicas e Habitação e de Agricultura, respectivamente, para além do Administrador do Distrito de Moatize, Presidente do Conselho Municipal da Vila de Moatize e da Secretária Permanente do Governo da Província de Tete, que presidiu a Comissão, contando com o suporte de uma consultoria especializada, traçaram durante a fase do estudo de viabilidade do Projecto Carvão Moatize, ao longo de três anos de amplas discussões com as comunidades e estudos específicos, um Plano de Acção de Reassentamento das famílias que viviam nas áreas com previsão de actividades industriais dentro da área de concessão mineira.
    O processo de mudança das famílias foi finalizado em Agosto de 2010, dando início ao programa de pós-ocupação e implementação do programa social. A Vale empenhada no desenvolvimento de acções de apoio a essas famílias, em conjunto com as esferas governamentais, para atender às demandas das comunidades reassentadas, assinou com o Governo de Tete em 2012, um Memorando que prevê o estabelecimento de mecanismos de intervenção conjunta para a melhoria das condições de vida das populações reassentadas nas povoações de Cateme e Bairro 25 de Setembro.
    Ao abrigo deste Memorando a Vale está a proceder à reestruturação e manutenção de infra-estruturas e serviços de água e electricidade e à reabilitação de habitações. Paralelamente, estão a ser implementados programas de auto sustento e de rendimento na área de agricultura, está a ser aumentada a capacidade na prestação dos serviços de saúde, bem como implementados programas de formação técnica e profissional de curta duração e realização de estágios profissionalizantes para estudantes das escolas públicas das respectivas povoações.

  • Empresas da Argentina buscam parcerias em Moçambique

    Um total de 28 investidores de pequenas e médias empresas das províncias argentinas de Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Salta, Santa Fé e CABA reuniram-se em Maputo, a semana passada, com perto de 60 homens de negócios locais, com o intuito de gerar parcerias e projectos de investimentos.
    Encabeçada pelo vice-ministro da Indústria da Argentina, Horacio Roura, a primeira missão de cooperação industrial internacional daquele país latino-americano a Moçambique visa associar estratégias entre investidores e potenciar o intercâmbio comercial entre ambos os países, que anualmente ascende a 100 milhões de dólares norte-americanos.
    Para além de homens de negócios das áreas alimentar, química, automotriz, metalúrgica, construção civil, software e electrónica, maquinaria agrícola e indústrias culturais, a delegação argentina integra ainda os representantes do Banco da Nação Argentina, do Ministério da Agricultura e do Instituto Nacional de Tecnología Industrial.
    Dirigindo-se aos investidores da Argentina, o vice-predente da CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Agostinho Vuma, convidou-os “a aproximar as empresas já estabelecidas no mercado nacional, bem como as autoridades governamentais para a sua integração industrial e de prestação de serviços, tirando vantagens de um sector em franco crescimento”.
    “O ambiente de negócios em Moçambique é bastante bom e seguro para o investimento estrangeiro”, enfatizou Agostinho Vuma, acrescentando que o “Governo e o sector privado, representado pela CTA, estão empenhados nas reformas e acredita-se que, por volta de 2014/15, o País poderá ocupar lugares de destaque no Relatório sobre o Doing Business, contrariando a recente queda neste índice”.
    Por seu turno, o vice-ministro da Indústria da Argentina, Horacio Roura, indicou que “pelo crescente mercado interno, Moçambique apresenta uma demanda em constante aumento de produtos industriais, como maquinaria e equipamentos para o desenvolvimento de infra-estruturas, medicamentos, insumos para a melhoria das condições sanitárias e transferência de tecnologias para o desenvolvimento das potencialidades nos sectores como a agricultura, energia e mineração”.
    “Pretendemos com esta missão empresarial, partilhar o caminho do desenvolvimento com Moçambique, uma vez que apesar de estarmos em diferentes níveis por sectores, todos temos os mesmo desafios , que são a edificação de sociedades cada vez mais desenvolvidas e abertas, em que todos podem participar na geração da riqueza”, frisou Horacio Roura.
    Refira-se que a missão de cooperação industrial internacional argentina iniciou na segunda-feira última, devendo terminar na quarta-feira, após uma visita à zona industrial de Beluluane, na Matola, local onde se situação a Mozal.

  • Standard Bank lança primeira pedra do novo edifício sede

    A primeira pedra para a construção do novo edifício sede do Standard Bank foi lançada na última quinta-feira, na Cidade de Maputo. O empreendimento, que terá uma duração de cerca de 18 meses, está avaliado em 42 milhões de dólares norte-americanos.
    Trata-se de um imponente edifício moderno de sete pisos, com fachada frontal totalmente de vidro, comportando todos os serviços centrais do Banco, nomeadamente escritórios, salas de reuniões, incluindo parques de estacionamento.
    A cerimónia contou com a presença do governador do Banco de Moçambique, Ernesto Gove, do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, do presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Tomaz Salomão, membros da Comissão Executiva do Banco, entre outros convidados.
    Ernesto Gove referiu, na ocasião, que a dimensão do investimento a ser realizado pelo Standard Bank representa a confirmação dos 150 anos de experiência que este Banco comercial acumula em África e no resto do mundo, 118 anos dos quais em Moçambique.
    “Presumo que este investimento se deva ao facto de o nosso País encontrar-se numa trajectória ascendente, que tem como pano de fundo a estabilidade política e macro-económica”, indicou o governador do Banco Central, ajuntando tratar-se “de um projecto que representa a confiança que se tem no futuro de um País, que vem crescendo a taxas elevadas se comparadas com os países vizinhos, África e o mundo”.
    Para o presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, “mais do que oferecer um espaço acolhedor e com tecnologia de ponta para responder às exigências dos clientes com celeridade e todo o profissionalismo, que já nos é característico, a nova sede do Standard Bank vai congregar vários serviços que hoje estão dispersos”.
    Segundo realçou Tomaz Salomão, “a construção da nova sede é um claro sinal de cometimento do Banco para com o crescimento da cidade e que o Standard Bank pretende continuar por mais 100 anos a ajudar os moçambicanos a fazerem negócios e melhorarem as suas vidas”.
    “Com 118 anos a operar no País, sentimos que já é altura de associar a postura clássica que nos é característica com um pouco de modernidade e jovialidade”, disse o presidente do Conselho de Administração.
    Já o presidente do município da Cidade de Maputo, David Simango, aproveitou a ocasião para referir que o processo de registo para se chegar a esta etapa foi um "parto difícil", pois exigiu diálogo entre o Conselho Municipal, o Banco e as instituições que funcionam nas redondezas do terreno, onde será erguida a nova sede do Standard Bank, devido à altura máxima exigida na zona.
    “O lançamento da primeira pedra para a construção da nova sede do Standard Bank coincide com os 125 anos da nossa cidade, pelo que consideramos este projecto, um presente para o município”, sublinhou o edil da Cidade de Maputo.

  • Mais de 20 mil pessoas no festival Umoja

    Mais de 20 mil pessoas afluíram, de sexta-feira a domingo último, à Praça da Independência, em Maputo, para assistir à sétima edição do festival internacional UMOJA, que movimentou cerca de 50 artistas, entre nacionais e estrangeiros ligados à dança, música e circo.
    Dentre várias estrelas convidadas, incluindo noruegueses, quenianos, etíopes e tanzanianos, Stewart, Xidiminguana, Marlene, Zico, Anita Macuácua, Trio Fam, Imbila Muzimba, Lorena Nhate, Wazimbo e João Bata foram alguns dos nomes moçambicanos que desfilaram no evento, que tem como patrona a cantora sul-africana Miriam Makeba, Oliver Mutukuzi, do Zimbabwe e o pintor moçambicano, Malangatana Valente Nguenha.
    A iniciativa, que visa promover o desenvolvimento institucional, estimular a criatividade e trocar experiências entre artistas plásticos, bailarinos, músicos e escritores, envolve 17 instituições culturais de sete países e conta com o apoio do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Noruega.
    Stewart Sukuma, que teve uma brilhante actuação, referiu ter sido uma “experiência única e sensacional”.
    O músico moçambicano interpretou a sua composição Wulombe, partilhando-a com a cantora zimbabweana, Dudu Manhenga, e a tanzaniana Carola Kinasha.
    O público eufórico correspondeu, chegando mesmo ao êxtase no final da música.
    A outra música escolhida por Stewart foi Xitchuketa Marrabenta, como forma de celebrar os 125 anos da Cidade de Maputo e vincar, de forma inequívoca, a participação de Moçambique neste festival. Mais uma vez, o público reagiu de forma exuberante com canto e dança.
    Entretanto, Stewart Sukuma tem ainda agendada a realização de mais quatro concertos, no Mbuva, em Maputo, (23 de Novembro), no Salam Music Festival, em Adis Abebba, Etiópia, (8 de Dezembro), no Festival “Estamos Juntos”, no Centro Cultural Franco Moçambicano, em Maputo, (14 e 15 de Dezembro), e no Boleia Africana, no Brasil, (24 de Fevereiro).
    Inserido nas comemorações dos 30 anos da sua carreira, o Festival “Estamos Juntos” vai juntar, em aproximadamente duas horas e meia de show, alguns músicos que de alguma forma influenciaram a carreira de Stewart Sukuma, nomeadamente a banda Nkhuvu, Hortêncio Langa, Fernando Luis, José Barata, Elsa Mangue, Ali Faque e Pureza Wafino.
    Pretende-se com este projecto juntar valores da Música Popular Moçambicana que há muito deixaram de aparecer nos grandes palcos, apesar de terem marcado positivamente os anos 70 e 80 de forma criativa e revigorante, deixando muitas saudades nos amantes do seu estilo musical.
    Após este show, seguir-se-á o concerto Boleia Africana a ter lugar no Parque Ibirapuera, São Paulo, Brasil. Trata-se de um auditório que apresenta espectáculos de música, teatro e dança, servindo de espaço para o desenvolvimento de novos talentos e a promoção do encontro entre culturas e expressões artísticas nos âmbitos nacional e internacional. Neste show em Ibirapuera Stewart Sukuma pretende um reencontro com Eliza Rodrigues com quem gravou a música Wulombe em estúdio e a cantora Socorro Lira com quem partilhou o palco em Dezembro do ano passado no CCFM.

  • Mcel e CDM consideradas as melhores marcas pela Superbrands

    As empresas mcel-Moçambique Celular e CDM-Cervejas de Moçambique viram as suas marcas distinguidas com o estatuto "Superbrands 2012".
    Os galardões foram entregues, segunda-feira última, em Maputo, durante a primeira grande gala de apresentação oficial dos Superbrands Moçambique 2012, na qual foram distinguidas as 11 marcas eleitas por critério de avaliação, feita com base em metodologia internacional.
    No evento foram certificadas com o estatuto Superbrands de 2012, as seguintes marcas: mcel, 2M e Laurentina (marcas da CDM) Águas de Namaacha, Açúcar Nacional, BCI, Brithol Michoma, Cotur, DStv, Ernest & Young, Millennium bim e a televisão Miramar.
    Após receber a distinção, Benjamim Fernandes, director de Marketing da mcel, referiu que “o prémio representa a excelência na área de telefonia móvel, e acima de tudo o reconhecimento do trabalho de todos os trabalhadores da mcel para satisfazer continuamente as necessidades dos clientes”.
    A Superbrands é uma organização internacional independente, dedicada à promoção de marcas de excelência em 89 países e chegou ao nosso País no ano passado.
    Patrícia Aquarelli, representante oficial da Superbrands Moçambique, disse que a eleição das marcas Superbrands 2012 foi feita com base numa pesquisa, em que foram recolhidas cerca de 200 marcas.
    “Estas marcas foram enviadas para o Conselho Superbrands, que as classificou de acordo com as dimensões longevidade, domínio de mercado e fidelização nas seguintes categorias: marcas mais conhecidas, em que se confia, com quem se identifica, que satisfazem as necessidades e marcas únicas”, sublinhou.
    Refira-se que o evento serviu, igualmente, para a presentação do livro Superbrands, uma publicação anual que apresenta e reconhece as marcas de excelência a operar no nosso País (FDS).

  • Universidade Politécnica acolhe lançamento livro 50 anos da Frelimo

    Uma obra literária, retratando o percurso de 20 figuras moçambicanas que marcaram decisivamente as várias fases da epopeia do País, desde a criação da Frelimo, passando pela luta armada, proclamação da independência, fundação do Estado e implantação da democracia, foi lançado, sexta-feira última na Universidade Politécnica, em Maputo.

    Intitulado “50 Anos de História”, o livro reúne, em 20 entrevistas, experiências pessoais dos protagonistas, suas memórias, itinerário político e sua interpretaçao individual dos factos vividos, nos 50 anos da Frente de Libertação de Moçambique – Frelimo.

    Aliás, ao fazer a apresentação da obra, o jornalista da Soico, Jeremias Langa, referiu que se trata “literalmente de uma viagem simbólica pelo tempo, convocando a memória dos protagonistas ao revelar factos da sua interioridade, no sentido de alguns deles nos fazerem compreender como se procedeu a luta de libertação nacional e a construção do Estado moçambicano, até aos dias de hoje”.

    “O projecto maior deste livro é sobretudo deixar um legado, pois os testemunhos históricos, quer orais, quer escritos, não abundam no nosso País, apesar de abundantes terem sido os actores deste processo e muitos deles, para a nossa felicidade, continuarem vivos”.

    Maria Inês Nogueira da Costa, vice-reitora da Universidade Politécnica, instituição que acolheu a cerimónia, afirmou, por sua vez, que “durante anos muitos estudantes quiseram saber sobre o que se tinha passado durante a luta de libertação nacional e era embaraçoso, porque não havia documentação disponível".

    O compêndio da autoria da Soico e editado pela Texto Editora traz entrevistas de personalidades políticas como Feliciano Gundana, Sérgio Vieira, Pascoal Mocumbi, Mariano Matsinha, Lopes Tembe, Inácio Nunes, Cara Alegre Tembe, Francisca Dhlakama, Fernando Vaz, entre outras, num total de 20 testemunhos.

    Dirigindo-se à plateia de aproximadamente 200 pessoas, um dos protagonistas, Sérgio Vieira, comentou que “se o nosso testemunho não for devidamente registado, corremos o risco de ser um Povo sem história, uma vez que a nossa voz pode ser sufocada pelo testemunho de muitos que estiveram contra nós durante a guerra colonial” (FDS).

  • 125 anos da cidade de Maputo: “Poesia Total” arrecada 100 mil meticais

    A colectânea de poemas intitulada “Poesia Total”, da autoria do escritor Leo Sidónio, venceu o Prémio Literário 2012 do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, segundo foi anunciado no decurso do jantar de gala, ocorrido, sábado último, em Maputo, por ocasião da celebração dos 125 anos da cidade capital, efeméride que se comemora a 10 de Novembro.
    Aos versos, que apresentam uma apurada técnica de compor poemas, coube um prémio de 100 mil meticais.
    A cerimónia, dirigida pelo presidente do Conselho de Administração da Cidade de Maputo, David Simango, contou com a participação de várias personalidades, incluindo o presidente do Conselho de Administração do Standard Bank, Tomaz Salomão, na qualidade de patrono das celebrações dos 125 anos de Maputo.
    Intervindo na ocasião, Tomaz Salomão referiu que “como é comum em todas as grandes cidades, Maputo também sofre dos fenómenos que as caracterizam, como sejam o saneamento do meio, gestão dos resíduos sólidos, a rede de transportes e o planeamento urbano resultante do rápido crescimento da população”.
    Normalmente, conforme salientou Tomaz Salomão, existe sempre um défice entre o existente e o necessário, exigindo recursos que estão acima da capacidade de resposta, gerando por vezes ansiedade.
    “Na visão do Standard Bank e o seu estatuto de único Banco a operar no País há mais de cem anos, que testemunhou as diferentes transformações que Moçambique foi vivendo, é-nos conferida a responsabilidade para cumprirmos com os desafios que se nos impuseram”, referiu o presidente do Conselho de Administração do Banco, patrono das celebrações dos 125 anos da cidade de Maputo.
    Por sua vez, o edil de Maputo, David Simango, agradeceu o todos os presentes na gala, principalmente aos agentes económicos que, directa ou indirectamente, deram o seu contributo para que a celebração da efeméride tivessem a dimensão que os 125 anos de vida representam.
    “Uma saudação especial vai para o patrono destas festividades, o Standard Bank que não tem regateado esforços para tornar as festas dos 125 anos da cidade alegres, desafiantes e promissoras”, finalizou David Simango.
    No mesmo dia, teve lugar a prova de natação em águas abertas, a Travessia Maputo-KaTembe. A competição, enquadrada igualmente nas festividades dos 125 anos de Maputo, foi ganha pelos irmãos Valdo Lourenço e Raquel Lourenço, nas categorias de federados masculinos e femininos, respectivamente.
    Os primeiros classificados por categoria, do ranking resultante do torneio de voleibol de praia Standard Bank – Maputo 125 anos, que se iniciou a 21 de Outubro, é o seguinte: dupla Délcio/Justino (federados masculinos), Amélia/Guigui/Constância (federados masculinos), Ernesto/Vanildo (júniores masculinos), Vanessa/Delmira (júniores femininos) e Bernarno/Vânia (juvenis mistos).

  • Rodeada de amigos

    “Rodeada de muitos amigos”, foi a fórmula escolhida para a Laurentina continuar a celebrar o seu octagésimo aniversário. O evento que ontem juntou mais de 500 convidados especiais no cine-teatro Scala serviu ainda para apresentar em antemão a “Experiência Laurentina”, uma exposição sensorial, que nos conta a viagem da Laurentina de forma interactiva, que irá estar aberta ao público, com entrada gratuita, até ao dia 23 Novembro.

    Pedro Cruz, director comercial da CDM revela que “a celebração dos 80 anos não podia ser só nossa, da Cervejas de Moçambique. Esta celebração deve ser feita com todos aqueles que cresceram e conviveram com a Laurentina, com todos aqueles que acarinham esta marca e apreciam o produto, com todos aqueles para quem a Laurentina é sinónimo de Moçambique, de evolução, de desenvolvimento, de futuro. E esta celebração não se podia esgotar num só dia, num só momento, tinha de ser acessível a todos as pessoas que queiram celebrar os 80 anos de história, já a pensar nos próximos 80”.

    Depois da pré-inauguração, que contou ainda com o concerto cheio de energia e boas vibrações dos famosos Ghorwane, a “Experiência Laurentina” abre então hoje as portas ao público.

    Para além das várias experiências sensoriais que invadiram as antigas salas do Scala, os visitantes poderão ficar a saber um pouco mais da história da marca; ver a evolução das campanhas de comunicação; conhecer alguns dos rótulos de garrafas Laurentina Clara que os alunos da Escola Nacional de Artes Visuais (ENAV), do Instituto Superior de Artes e Cultura (ISArC) e do Instituto Superior de Comunicação e Imagem de Moçambique (ISCIM) desenvolveram; saborear cervejas de vários sabores, desfrutar de uma zona lounge ecologicamente desenhada para o evento e ainda aproveitar a programação de concertos e dj sets às quintas e sábados.

    Horários Exposição (entrada gratuita)

    Dias : entre 9 a 23 de Novembro de 2012

    Horas: entre as 10h00 e as 19h00.

    Programa Concertos (preço do bilhete: 200 meticais)

    15 Novembro às 19h – Just Jazz com Orlando da Conceição, Hélder Gonzaga, Cremildo e Muzila + DJ Set Nandele

    22 de Novembro às 19h- Concerto Cheny Wa Gune e Dilon Djinji + Dj Set Nandele

    Programa DJ SETS

    10 Novembro, às 20h – DJ Set Sir Bastian

    17 Novembro, às 20h – DJ Set Tiago Correia Paulo apresenta A Million Things

  • Buraka Som Sistema animam noite em Maputo

    Buraka Som Sistema, a banda portuguesa de música electrónica, especificamente de Kuduro progressivo, vai actuar, pela primeira vez, em Moçambique. O espectáculo vai acontecer esta sexta-feira, no Coconuts, na cidade de Maputo.
    O grupo, conhecido através da sua música "Wegue Wegue", ou ainda pelo seu primeiro grande sucesso com a música "Yah!", veio ao nosso País para garantir momentos de alegria ao público e aquecer mais uma noite do Verão Amarelo proporcionado pela mcel, a operadora preferida por mais de 5 milhöes de moçambicanos.
    Zófimo Muiuane, representante da mcel na conferência de imprensa, endereçou um convite especial aos amantes deste estilo de música e não só, para aderirem ao concerto musical, a ter lugar esta sexta-feira, naquela que é considerada a "catedral" do entretenimento nocturno.
    "Faço votos que todos possam dirigir-se ao local do show e apreciar algo diferente. Através das parcerias que temos, iremos concretizar mais um sonho dos moçambicanos de ver a essência do Kuduro e a sua raiz" – segundo disse.
    Rui Pité, um dos integrantes da banda Buraka Som Sistema, que disse ser descendente de moçambicanos, afirmou que há muito ansiava visitar o nosso País.
    Quanto ao espectáculo de sexta-feira, Pité assegurou que "será algo poderoso e cheio de energia do princípio ao fim" (FDS).

  • Processo de avaliação dos impactos ambientais e sociais

    A Grindrod Terminals, Lda. está a promover o processo de Avaliação dos Impactos Ambientais e Sociais para o Desenvolvimento da Fase 4 do TCM no porto da Matola, província de Maputo.
    No âmbito do processo de participação pública, previsto na fase do EIA, uma reunião pública será realizada com o objectivo de recolher as principais preocupações e sugestões das comunidades locais e órgãos governamentais, informação que permitirá avaliar o impacto ambiental e social do projecto em referência.
    A reunião terá lugar na seguinte data no dia 6 de Novembro de 2012, às 08h00, no Centro Cultural do Banco de Moçambique, na cidade de Matola.
    O rascunho do Relatório do EPDA poderá ser consultado nos seguintes locais:
    – Direcção Nacional de Coordenação da Acção Ambiental;
    – Direcção Provincial p/Coordenação da Acção Ambiental de Maputo
    – Município da Matola, e
    – Escritório da Consultec.
    Para esclarecimentos, contacte a Consultec:
    Emanuel Viçoso – Tel: 21 49 15 55 – Fax: 21 49 15 78
    Email: evicoso.

  • Missão Argentina

    Na ocasião da visita do Vice-Ministro da Indústria da Argentina, Horácio G. Roura à cidade de Maputo entre os dias 5 e 8 de Novembro, o Ministério da Indústria e o Ministério das Relações Exteriores e Culto da República da Argentina em coordenação com a CTA organizam um encontro de negócios entre empresários da Argentina e de Moçambique no hotel Avenida, no dia 6 de Novembro, às 8h30.
    Os seguintes sectores comerciais serão abrangidos:
    Alimentação, Construção, Electrónico, Automóvel, Farmacêutico, Equipamento e Maquinaria Agrícola, Saneamento (tratamento de aguas), Químico, Máquinas e Ferramentas, Audiovisual e Serviço para empresas de Petróleo e Gás.
    O registo pode ser feito no seguinte endereço electrónico: fqr ou via telefone: +258 86 29 18 586.

  • FMI apreensivo quanto a aumento preços dos transportes em Moçambique

    O Fundo Monetário Internacional (FMI) aconselhou hoje em Maputo as autoridades moçambicanas a agirem com "muito cuidado" na questão do aumento dos preços dos transportes públicos, para não penalizar as camadas mais pobres da população.

    A capital moçambicana vive com alguma tensão devido a receios de que se possam repetir as cenas de violência popular de 2010, quando na próxima semana entrarem em vigor os novos preços dos transportes públicos, aprovados na semana passada pela Assembleia Municipal de Maputo.

    O representante do FMI em Moçambique, o brasileiro Victor Lledó, aconselhou "muito cuidado" na aplicação de preços dos transportes públicos, para não penalizar os segmentos mais desfavorecidos da sociedade.

    "São decisões difíceis que devem ser tomadas com muito cuidado, devem ser bem pensadas de modo a que possam ser defendidas as camadas mais pobres da população", afirmou Victor Lledó.

    Apesar de defender a proteção dos mais pobres, o representante sublinhou que as tarifas devem atender à necessidade de custos que não prejudiquem a sustentabilidade do transporte público.

    A Assembleia Municipal de Maputo aprovou na semana passada o aumento do preço de viagem nos autocarros públicos de 5 para 7,5 meticais (cerca de 18 cêntimos de euro) e de 7,5 para nove meticais (cerca de 23 cêntimos) no transporte público de operadores privados.

    in OJE/Lusa

  • Heavy C faz público se render a seus pés

    O cantor, produtor e compositor angolano Heavy C fez o público do Coconuts se render a seus pés, durante o primeiro espectáculo do projecto Mozangola, enquadrado no Verão Amarelo da mcel, na noite de sexta-feira última, em Maputo.

    Em cerca de uma hora, o autor de “Eu Não Me Sinto Nada Bem” e Telefone é Meu”, deu um verdadeiro recital de música, cantada e tocada quer em kizomba, semba, zouk R&B e soul music, levando a maior parte dos convivas a ensaiarem passos de dança, na que é hoje considerada a "catedral" nocturna da música em Maputo, o Coconuts.

    Nas suas composições, algumas das quais são introspectivas da sua vida social, Heavy C canta sobre o dia-a-dia dos angolanos, e também dos moçambicanos, especialmente assuntos relacionados com o matrimónio e as relações extra conjugais.

    Acompanhado pela sua banda, composta maioritariamente por artistas moçambicanos, o músico angolano realizou deste modo a sua sétima actuação em solo moçambicano.
    A festa do Mozangola iniciou com a actuação dos artistas moçambicanos, nomeadamente Júlia Duarte, Mimae, Richard Sulemane e Valdemiro José.
    Considerado uma das revelações do momento, Richard Sulemane constituiu a grande surpresa da noite ao emocionar meio-mundo com o seu mais recente sucesso musical “Vou cuidar de ti”, interpretado em dueto com Mimae.
    Abordada no local do show, a espectadora Marliza Cambe, referiu ter sido “um bom espectáculo, com óptima qualidade. Primeiro cantaram os artistas moçambicanos e seguiu-se o Heavy C, que, também, correspondeu à expectativa do público”.

    “O Verão Amarelo está em alta, que continue assim, proporcionando-nos momentos de diversão ímpares”, frisou a espectadora.
    Sábado à tarde, a festa do Mozangola continuou com a realização de mais um show de música, em redor da piscina do Coconuts, e que contou com a presença dos DJs Damost, Faya, Mandito, Gerson e Dj Kallas de Angola.
    O Verão Amarelo da mcel continua repleto de novidades, com o intuito de animar o público no decurso dos próximos três meses.

  • “Encontros Brasileiros com a Literatura Moçambicana”

    "Encontros Brasileiros com a Literatura Moçambicana" é o tema de um colóquio a ter lugar em Maputo, nos dias 6 e 7 de Novembro de 2012.
    Organizado pela Universidade Politécnica em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), o evento tem por objectivo "dinamizar os debates em torno da Literatura Moçambicana, a partir do encontro de estudiosos brasileiros com escritores, professores e críticos moçambicanos".
    De acordo com os organizadores, com a realização deste colóquio pretende-se, ainda, "promover a cooperação cultural entre Brasil e Moçambique, com a participação de instituições académicas interessadas no diálogo a respeito do património que nos é comum".