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Festival da Mafalala chega ao fim
Após 30 dias de muita festa e animação o Festival da Mafalala vai a encerrar este fim-de-semana, sábado, dia 01 de Dezembro, num grandioso e colorido espectáculo a decorrer no Campinho da Mafalala (Xicampanine – Rua de Goa) a partir das 16horas. Na sua 5ª Edição, este festival realizado num formato diferente do habitual, com fortes inovações, no que tange a projecção de filmes e a introdução de seminários sobre a história do bairro da Mafalala. Vai, mais uma vez, brindar o seu público com as performances de vários artistas com destaque para a banda Unsi Maravilha, João Bata, Lina Vilanculos, Aniceto Guibissa, Projecto Sigaúque e muitos outros. A organização do evento não estando a alheia a pandemia do HIV/SIDA pretende nesta data transmitir ao público uma mensagem de prevenção e protecção.
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Banda Kassav na Beira
Mais de 7 mil pessoas, das cidades da Beira, Chimoio, Quelimane e Tete, afluíram em massa, sábado último, ao campo do Ferroviário da Beira, para assistir à actuação de uma das melhores bandas de Zouk do Mundo, o grupo Kassav, num show alusivo aos 15 anos da mcel.
Os representantes de Guadalupe levaram, em mais uma noite mágica do Verão Amarelo, ao delírio o público de Chiveve, com os seus maiores sucessos musicais do seu vasto repertório, onde sobressaem temas como “Se pa dye dye”, “Solei”, “Cale maman”, “Non la”, entre outros.
Os Kassav, bem liderados pelo veterano e sempre activo, Jacob Desvarieux, num concerto intenso, com som e luz de qualidade requintada, proporcionada por técnicos sul-africanos, brilharam num espectáculo ímpar, que há bastante tempo não assistia, na cidade da Beira.
Jacob Desvarieux, com a sua voz contagiante, secundado por outros elementos da banda como Jocelyne Beroard, Jean-Philippe Marthely, Eric Brouta e Jean-Claude Naimro superaram as expectativas do público, fazendo lembrar o seu último show realizado em Maputo, em Março, aquando do Festival do Zouk, também patrocinado pela maior operadora de telefonia móvel do Pais.
A banda antilhana não poupou esforços, interpretando sucessivamente um total de 28 temas, durante duas horas e meia de espectáculo.
Apesar de os Kassav centralizarem as atenções, o espectáculo contou também com exibições dos músicos moçambicanos, nomeadamente os Djaakas, Júlia Duarte, Madala, Slowly, Neyma, Key-Key, Nyacha, Calisto Ferreira e Valdemiro José.Abordado no local do show, Artur Curado, comentou que há dez anos ou mais que não assistia um espectáculo igual: “Em nome do público da Beira e da zona centro, agradeço à mcel por ter apoiado a vinda dos Kassav aqui para a Beira. Pois que a nossa juventude teve a oportunidade de beber da música dos Kassav da década 80”, frisou.
Falando aos jornalistas, numa conferência de imprensa que teve lugar no Aeroporto da Beira, um pouco depois da chegada dos Kassav, o administrador Comercial da mcel, Cláudio Chiche, enfatizou o facto de o espectáculo coincidir com as celebrações dos 15 anos da operadora: “Juntamos o útil ao agradável, temos aqui a banda Kassav que está na cidade da Beira na altura em que a mcel completa os 15 anos. Só podemos manifestar a nossa alegria e satisfação, porque realmente estamos juntos”.
Entretanto, no último domingo, já na cidade de Maputo, Stewart Sukuma, Liloca e Lourena Nhate abrilhantaram o público da capital que acorreu em massa ao Estadio Nacional do Zimpeto, para assistir à final da Taça Moçambique – mcel cujo vencedor foi a Liga Muculmana.
Stewart Sukuma, no seu estilo característico, fez vibrar o público da capital com dois temas já conhecidos do seu vasto repertório, como é o caso da " Xi Tchuketa Marrabenta " e "Caranguejo".
Um fim de semana, em cheio, foi o que proporcionou a mcel, a operadora preferida por mais de 5 milhões de moçambicanos.Leandro Paul
Director Executivo
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Comercialização de algodão comprometida em Mecubúri
Cerca de duas mil e quinhentas toneladas de algodão caroço, equivalentes a 25 milhões de meticais, estão em risco de ficar deterioradas no distrito de Mecubúri, maior produtor da cultura na província de Nampula. A consumar-se tal tragédia, segundo classificou o Governo distrital, levanta-se o sério risco de insegurança alimentar, pois os produtores dedicaram a sua atenção ao algodão em detrimento de culturas alimentares.
Informações avançadas pelo administrador de Mecubúri, Hilário Anapacala, dão conta que dificuldades de ordem financeira podem estar a afectar a empresa fomentadora de algodão no seu distrito. Segundo aquele dirigente, a Sociedade Algodoeira de Namialo, Sanam, alega falta de sacaria no mercado para distribuição aos produtores de algodão, um passo fundamental para a comercialização do produto.
Estimativas baseadas na monitoria permanente dos resultados da última campanha agrícola apontam que a produção global de algodão no distrito de Mecubúri situa-se em cerca de doze mil toneladas do produto, mais do dobro da meta fixada pelo sector da Agricultura ao nível da província. -
Moma: Produção agrícola supera 55 mil toneladas
O distrito de Moma, a sul da província de Nampula, prevê o aumento da sua produção agrícola durante a presente campanha para mais de 355 mil toneladas de produtos diversos, onde se destacam as culturas alimentares como a do milho, mapira, arroz, mexo-eira, mandioca, amendoim batata-doce e as de rendimento o gergelim e algodão, um crescimento que se espera atingir os cerca de 15 por cento em relação da safra do período homólogo anterior.
Falando à margem da última sessão ordinária do governo provincial, o administrador do distrito, Araújo Chale Momade, disse que até ao mês de Julho, Moma havia produzido 276.809.5 toneladas de diversos produtos num cumprimento da meta estabelecida em 77,9 por cento. Espera-se com aumento dos volumes de produção o distrito de Moma, não registe nenhuma bolsa de fome, garantido desde modo a segurança alimentar apesar de junto dos produtores haver reservas de produtos que poderão ficar nos seus celeiros até Março de 2013.
O aumento da produção que se prevê registar durante a presente campanha de comercialização agrária, tem a ver com facto do incremento das áreas de cultivo que passou de pouco mais de 100 mil hectares para mais de 110 mil, o que corresponde a um crescimento de 10 por cento de área preparada e semeada. -
Camponeses arrecadam 4 milhões de meticais com produção de mandioca para cerveja
O cultivo da mandioca destinada à produção de cerveja pela Cervejeira de Moçambique, a CDM, rendeu aos camponeses cerca de quatro milhões de meticais. A informação foi avançada em Maputo, pela presidente da CDM, Isidora Faztudo, igualmente Deputada do Parlamento moçambicano, durante o anúncio de resultados comerciais do Cerveja Impala, produzida a partir da mandioca, que completa um ano.
No cultivo de mandioca para a produção da cerveja foram envolvidos mais de 500 famílias, em 10 distritos do país. A CDM diz que foram cultivadas, durante o primeiro ano da produção da cerveja, 2.700 toneladas de mandioca que resultaram em 9 milhões de garrafas equivalentes a 50 mil hectolitros de cerveja produzida. A cerveja Impala é produzida em 70 por cento de mandioca comprada aos camponeses. -
Refriango aposta em Moçambique
A angolana Refriango, do sector de bebidas e refrigerantes, vai estabelecer-se em Moçambique e pretende atingir um volume de vendas de dois milhões de litros, cumprindo mais um passo no processo de internacionalização, anunciou hoje a empresa.
Cristina Lima, directora da Refriango, disse à Lusa que a entrada no mercado moçambicano é uma resposta à preferência dos clientes locais pelo sumo "Blue", "a estrela maior" das marcas da empresa, durante os seis meses em que o produto esteve à venda em Moçambique a título experimental.
A reacção positiva ao mais famoso sumo angolano encoraja a Refriango a avançar para a construção de um armazém no distrito industrial da Matola, sul de Moçambique, como forma de garantir um "stock de segurança" para assegurar um fornecimento contínuo, acrescentou a diretora de marketing da empresa.
"Só nesta fase de lançamento, pretendemos atingir até dois milhões de litros de vendas e investir 1,5 milhões de dólares em marketing", assinalou Cristina Lima.
A Refriango começou a operar no mercado angolano a partir dos anos 1990, especializando-se na produção e comercialização de bebidas alcoólicas, águas, sumos, e refrescos.
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Sumol+Compal pretende abrir terceira linha de produção em Moçambique
A administração da Sumol+Compal adianta que já iniciou “a produção de sumos, da marca Gud (concentrados), em Moçambique, na instalação industrial adquirida em Março e, muito brevemente, iniciar-se-á a venda dos produtos fabricados naquela unidade”. Adianta ainda que “esta fase do projecto deverá estar concluída no início do próximo ano com o arranque de uma terceira linha de produção para a marca Compal”.
A Sumol+Compal, que nos primeiros nove meses do ano registou uma quebra de vendas de 14,6% em Portugal e um aumento de 5,1% no exterior, acredita que “nos mercados internacionais a Sumol+Compal deverá continuar a crescer, beneficiando de enquadramentos favoráveis e do reforço da aposta estratégica nestes mercados”.
O grupo, que quando em Fevereiro do presente ano anunciou a intenção de compra da unidade em Moçambique estimou que iria aplicar oito milhões de euros no primeiro ano do projecto industrial, avançou quarta-feira última que, entre Janeiro e Setembro, o investimento que realizou, globalmente, ascendeu a 10,2 milhões de euros. “Destes, a grande maioria destinou-se à expansão de capacidade com o investimento numa nova fábrica em Moçambique. Uma menor parte destinou-se à modernização de equipamentos e instalações”, adiantou no comunicado divulgado recentemente.
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Portugal deixa de ser accionista da HCB
Moçambique e Portugal concluíram ontem um acordo de transferência das últimas acções que o Governo português ainda detinha na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB).
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Projecto Impala beneficia economia
A Cervejas de Moçambique, SA (CDM) acaba de celebrar o primeiro ano de existência do Projecto Impala. Num evento que contou com a presença e o apoio do Ministro do Comércio e Indústria Armando Inroga, a Embaixatriz dos Países Baixos (Holanda) em Moçambique, Frédérique de Man, entre outros ilustres convidados, fez-se o balanço do ano que passou e dos próximos passos que vão contribuir para o crescimento e consolidação do projecto Impala.
O primeiro ano do projecto Impala, que arrancou na província de Nampula, envolveu 500 famílias de agricultores em 10 distritos, graças aos quais se produziram 2700 toneladas de mandioca e consequente fabricação de 9 milhões de garrafas de 0,5 litro de cerveja Impala. Este projecto permitiu um rendimento de 4.34 milhões de meticais de rendimento para os agricultores.
Visto que a mandioca tem de ser utilizada no prazo de 24 horas, os agricultores cultivam e vendem a mandioca à DADTCO – empresa holandesa de Desenvolvimento e Comércio Agrícola, especializada no processamento de mandioca. A DADTCO desloca-se de região em região recolhendo a mandioca e processando a mesma no local com uma unidade móvel de processamento. A DADTCO vende depois a matéria processada (pasta de mandioca) à CDM que a integra no processo de produção de cerveja Impala, cujo formulário é de 70% de mandioca e 30% de malte.
Depois do seu lançamento em Novembro de 2011, a Impala atingiu em Janeiro de 2012 o primeiro milhão de garrafas vendidas. Em Agosto, a fábrica da CDM na Beira começou a produzir cerveja Impala com o excedente de produção de mandioca da província de Nampula. Hoje, a Impala já vendeu 9 milhões de garrafas, tornando-se na quarta maior marca da CDM. O plano para produção e comercialização da Impala está previsto ter início no primeiro semestre de 2013, na fábrica da Cervejas de Moçambique em Maputo, a qual irá produzir cerveja Impala com a mandioca das machambas do sul do país.
Com um sabor agradável e um teor alcoólico de 7% (cuidado com as quantidades…), a Impala assemelha-se mais à 2M que à Laurentina, pois não tem aquele travo “amargo” característico das cervejas alemãs/belgas. No próximo ano veremos então a aceitação que a Impala vai ter entre os consumidores da zona Sul.
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Em 2011: Moçambique importou 4.270 viaturas novas contra mais de 31.000 usadas
Maputo acolheu, neste fim de semana, a primeira feira automóvel a acontecer em Moçambique – o Standard Bank Mozambique Motorshow.
O evento contou com a participação de 11 empresas que representam, no País, algumas marcas de viaturas consideradas as melhores do mundo.
Trata-se de uma parceria entre o Standard Bank e a Petromoc, com o objectivo de facilitar a aquisição de viaturas novas, através de serviço leasing do Standard Bank.
De acordo com dados divulgados pelo Presidente do Conselho de Administração da Petromoc, José Mateus Kathupa, durante a cerimónia de lançamento da primeira edição do Motorshow, o nosso País importou, no ano passado, 4.270 viaturas novas, contra mais de 31.000 usadas.
Kathupa acrescentou que ″há necessidade de uma reversão deste cenário, através de iniciativas como esta, a fim promover cada vez mais o acesso ao público em geral, à oportunidade de compra de viaturas novas.ʺ
Por sua vez, o administrador delegado do Standard Bank, António Coutinho, afirmou que também constituiu objectivo da feira informar a população sobre as vantagens da compra de um carro novo, aliando isso, ao facto ″das taxas de juros nos Bancos estarem a reduzir, permitindo um mais fácil acesso ao crédito.ʺ
A cerimónia de lançamento do Standard Bank Mozambique Motorshow, contou ainda com a presença especial do presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, que enalteceu a feliz coincidência de o Leasing Standard Bank estar a completar 5 anos de existência, a par dos 35 anos da Petromoc e 125 anos da Cidade de Maputo.
António Ramalho, representante da General Motors, a nível nacional, agradeceu o convite ao Standard Bank pela possibilidade de expôr as viaturas na feira e apelou para que sejam realizados outros eventos do género.
Participaram no Motorshow, concessionárias de venda de automóveis como a Petroauto, Jac, Interauto, Bell Equipment, Intercar, Técnica Industrial, (JFS), Entreposto, Toyota, Motorcare, Ronil e Somotor. -
CADE vai premiar alunos, professores e jornalistas
É já nesta sexta-feira, que terá lugar, em Maputo, a V edição da Gala Nacional da Educação, para homenagear e premiar individualidades e instituições que se destacaram na luta pelo desenvolvimento da educação em Moçambique, ao longo de 2012.
Segundo foi anunciado numa conferência de imprensa, ocorrida quarta-feira última, em Maputo, no evento, organizado pela CADE – Comunidade Académica para o Desenvolvimento da Educação, em parceria com o Ministério da Educação, serão premiados 11 alunos, 11 professores de todas as províncias do País, inovadores, parceiros da CADE, individualidades e jornalistas.
Nove mil dólares norte-americanos, dos quais cinco foram disponibilizados pelo Standard Bank, é o valor total do prémio para os jornalistas a ser subdividido entre as categorias de melhor reportagem jornalística sobre a educação na imprensa escrita, radiofónica e televisiva.
Cassamo Nuvunga, presidente da CADE, disse, na ocasião que, pela primeira vez o melhor professor do País vai receber como prémio uma viatura ligeira zero quilómetro: “Os prémios incluem ainda 10 motorizadas, mobiliário de sala de jantar para os 11 melhores professores, 11 bicicletas para os melhores alunos, telemóveis e ainda uma viagem internacional para o melhor aluno”, indicou o presidente da CADE.
Por seu turno, Hélia Campos, directora de Recursos Humanos do Standard Bank, um dos principais patrocinadores da iniciativa, referiu que “as acções desenvolvidas pela CADE com vista a apoiar o Ministério da Educação na sua nobre missão deveriam ser acarinhadas pelo sector empresarial e à Gala de Educação, em particular, pelo seu imensurável valor de reconhecer e estimular o excelente desempenho de professores e alunos deveria merecer uma atenção maior, ainda, do sector empresarial e da sociedade em geral”.
Por isso, conforme acrescentou Hélia Campos, esta Gala deve ser acarinhada e perpetuada pois é o único evento no qual a excelência dos melhores alunos e professores do País é reconhecida.
Já o chefe do departamento de marketing da mcel, Sérgio Inglês, indicou que “a Educação é um tema que faz parte da vida de todos, pois é ela que tem contruído as bases do nosso País”.
“No ano em que a mcel faz 15 anos de existência, é com enorme orgulho que recebemos a proposta de valorizar os estudantes, a fidelização de um compromisso para a vida, porque quando se começa a estudar é com um objectivo, cujos valores são a base da luta de todos os estudantes durante toda a sua infância para serem grandes profissionais no futuro”, frisou Sérgio Inglês.
Refira-se que a V Gala Nacional de Educação contará com a participação dos ministros da Educação, Ciência e Tecnologia, Trabalho, Juventude e Desportos, para além dos membros dos Conselhos de Administração das instituições parceiras do evento e outros convidados. -
Próximo sábado: Cidade da Beira vai vibrar com os Kassav
O grupo Kassav, uma das melhores bandas de Zouk e a primeira a surgir no mundo, virá a Moçambique, para realizar mais um grande show, no próximo sábado, dia 24 de Novembro, em mais uma noite do Verão Amarelo da mcel.
Desta vez, o local escolhido para a actuação é a cidade da Beira, onde o público local vai vibrar ao som deste estilo de música, originário das Ilhas Guadalupe, situadas na região das Caraíbas Orientais.
Os músicos das Antilhas Francesas vão partilhar o mesmo palco com artistas moçambicanos como os Djaakas, Júlia Duarte, Madala, Slowly, Neyma, Key-key, Nyacha, Calisto Ferreira e Valdemiro José.
Com 33 anos de existência, a banda Kassav tornou-se popular através do álbum "Yélélé", do qual se destaca o sucesso "Zouk la sé sèl médickaman nou ni". Os membros fundadores da banda são Jocelyn Beroard, Jacob Desvarieux, Jean-Philippe Marthely, Jean-Claude Naimro, Georges Decimus e Patrick Saint Éloi, que perdeu a vida aos 52 anos, em 2010.Aguarda-se, na cidade da Beira, uma noite cheia de emoção, o que é aliás já uma característica do vasto programa cultural e desportivo Verão Amarelo.
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Descoberto minério raro em Moma
A Kenmare acaba de descobrir na área das areias pesadas de Moma, na província de Nampula, um minério denominado monazite, matéria-prima usada no fabrico de baterias recarregáveis, televisores, celulares, material hospitalar e da indústria automóvel, cerâmica, entre outros.






