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  • Memorável espectáculo musical abre edição Verão Amarelo 2012

    Uma constelação de estrelas moçambicanas, nomeadamente Stewart Sukuma, Mingas, Valdemiro José, 3H e Skalled abrilhantou a noite de sábado último em Maputo, num memorável espectáculo musical, marcando o início das noites quentes e emocionantes do Verão Amarelo.
    Foram quatro horas de cocktail musical, traduzindo-se no maior “Show dos amigos da mcel”, integrado no vasto programa de música e entretenimento a ser proporcionado pela maior operadora de telefonia móvel do País, ao longo dos próximos quatro meses.

    A abertura do show esteve a cargo da sonante voz da Skalled, a artista revelação do momento, que actuou como convidada de honra. Com melodias que mesclam o R&B e ritmos africanos, a jovem cantora despertou o público para a festa, arrancando aplausos com a sua habilidade na dança.

    Depois seguiu a vez do Hip Hop: 3H, um dos membros do consagrado agrupamento GPRO, encarregou-se de encantar o público amante deste género musical, numa grande noite de emoção.
    Por sua vez, a nossa diva Mingas rebuscou do seu vasto repertório, entre várias composições, os temas Mwety e Xokongolotana, para colocar toda a plateia de pé a cantar, vibrar e dar gosto ao pé, ao ritmo destas músicas. Considerada a voz de ouro, Mingas levou o público ao rubro com o seu estilo de música, uma mistura afro-pop.

    Antes de Stewart Sukuma fazer-se ao palco, houve ainda espaço para a actuação da incontornável dupla de humoristas Búfalo e Watsongo, que com as suas estórias pôs os espectadores sob estrondosas gargalhadas.
    Acompanhado pela banda Nkuvu, Stewart Sukuma, cujo estilo combina a música moçambicana tradicional e contemporânea, que pode ser chamado de Afro/Pop/Jazz, revisitou vários temas, incluindo Xitchuketa Marrabenta, Felismina e Caranguejo. Aliás, esta última composição serviu para encerrar o show com chave de ouro, após o cantor ter feito duetos com 3H e Valdemiro José.

    A-propósito do show, o sociólogo Honório Isaías considerou que “o espectáculo é oportuno, pois a vida não é feita apenas de pão, mas também de cultura, daí que a mcel, ao promover a iniciativa do Verão Amarelo e trazer esse naipe da cultura moçambicana, na verdade, vem acrescer um pouco daquilo que a gente precisa em termos de cultura no País”.

    “Estão aqui artistas de peso, que representam a cultura moçambicana, por isso, estou aqui a conferir e celebrar o Verão, que este ano promete muito”, frisou Honório Isaías.
    Interpelada momentos após actuar, a cantora Skalled disse estar emocionada com o calor que recebeu do público: “Isto é prova de que o Verão Amarelo vai bombar mesmo, uma vez que tem muitas surpresas”, vaticinou Skalled.

    Refira-se que a edição do Verão Amarelo 2012 acontece num momento ímpar, em que a mcel comemora 15 anos de existência no nosso País, sendo a primeira operadora em Moçambique e na qual estão ligados mais de 5 milhões de clientes.

  • Fórum de Comércio e Investimento Turquia – Moçambique

    Empresários moçambicanos e da Turquia reuniram-se, esta sexta-feira em Maputo, para participar num Fórum de Comércio e Investimento entre os dois países.
    O encontro foi organizado pela AKIB, TIM e TUSKON, em parceria com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique, CTA, e por algumas instituições subordinadas ao Ministério da Economia da República da Turquia. O encontro tinha como objectivo estreitar as relações comerciais e a troca de informações entre os homens de negócios dos dois países.

    Intervindo na ocasião, o vice presidente da CTA, Agostinho Vuma, falou sobre as vantagens de investir em Moçambique, tendo acrescentado que “o intercâmbio empresarial garante o desenvolvimento do sector privado em Moçambique, contribuindo para que o mesmo seja forte, participativo e capaz de influenciar políticas e promover a competitividade”.

    A delegação turca é composta por 100 empresários e investidores e é chefiada pelo Ministro da Economia daquele país, Zafer Çaglayan. Estes estão interessados em investir em áreas como equipamento médico, material doméstico, agro-processamento, construção, têxtil e vestuário, entre outras.

    “Nós olhamos para Moçambique como um país importante para investir em áreas viradas principalmente para o desenvolvimento do capital humano”, afirmou Zafer Çaglayan.
    O Ministro da Indústria e Comércio de Moçambique, Armando Inroga, destacou o progresso que a economia nacional registou nos últimos tempos, atingindo acima de 6% de crescimento. Também considerou crucial o papel das políticas do Governo para o melhoramento do ambiente de negócios no país.

    “Nesta conferência, mais do que reforçar a cooperação política, queremos concretizar a cooperação comercial com a Turquia”, frisou.
    De referir que, durante este fórum empresarial, foram também apresentados os órgãos sociais da recentemente criada Câmara de Comércio Moçambique Turquia, um órgão relevante para a promoção empresarial entre as duas nações.

  • Universidade Politécnica recebe prémio na Suíça

    A Universidade Politécnica, representada seu Reitor, Lourenço do Rosário, recebeu em Genebra, na Suíça, no próximo domingo, dia 30 de Setembro, o Prémio ISAQ, "International Star for Quality", na categoria Ouro, em reconhecimento aos resultados alcançados no campo da cultura e da qualidade.
    "Internacional Star for Quality" é um programa anual da Business Initiative Directions (B.I.D.), que visa reconhecer o prestígio das empresas de destaque, organizações e empresários do mundo dos negócios.
    Receber um prémio internacional desta envergadura constitui, inequivocamente, um reconhecimento por todo o trabalho que tem sido desenvolvido pela Universidade Politécnica. Os prémios da B.I.D contribuem positivamente para a promoção das entidades galardoadas, tanto no que concerne à atenção mediática, quanto no que se refere às vantagens técnicas de implementação da qualidade.

    A atribuição do prémio em Genebra à Universidade Politécnica constitui uma ocasião ímpar, para a difusão de informação em torno desta instituição de ensino superior no seio da comunidade e do sector empresarial.
    A cerimónia teve a participação de empresas de 74 países, líderes de diferentes áreas de negócios, profissionais do mundo da economia, das artes e imagem corporativa, especialistas em qualidade, bem como personalidades académicas e representantes do corpo diplomático.

    De referir que a Universidade Politécnica recebeu em 2007, o prémio Melhor Universidade de Moçambique, atribuído pelo Banco Mundial e em 2009 os prémios Empreendedor do Ano, atribuído no Principado do Mónaco ao Reitor da Universidade Politécnica, Lourenço do Rosário, e ainda o Prémio Responsabilidade Social, pela Ernest & Young.

    Leandro Paul
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  • Mais de 800 turistas visitam o Parque Nacional de Gorongosa

    860 turistas visitaram, nos primeiros seis meses deste ano, o Parque Nacional da Gorongosa, no distrito do mesmo nome, província de Sofala.

    A chefe do Departamento do Turismo na Direcção Provincial deste sector em Sofala, Rosa Guilambe, disse que a maior parte dos turistas foram estrangeiros, cuja lista é liderada por americanos, com setenta e seis entradas, seguido da Índia com sessenta e dois.

    Rosa Guilambe, disse que no período em referência, o Parque Nacional da Gorongosa registou a entrada de 180 turistas nacionais e apontou o fraco poder económico como sendo um dos principais factores que leva a que pouco moçambicanos afluam aos locais turísticos existentes na província, em particular, e no país em geral. Aquela dirigente disse haver muitas construções de infra-estruturas turísticas em Sofala, como forma de acompanhar o desenvolvimento da cidade da Beira.

  • Liloca lança “Mulher Moçambicana”

    A cantora moçambicana Liloca, galardoada com o prémio, “Melhor Música Dança” na sétima edição do Mozambique Music Awards, lança no sábado dia 29, no Cine África, o disco intitulado “Mulher Moçambicana”.

    É um disco que comporta 16 temas com ritmos que variam desde Marrabenta, House Afro Music. Para o show do lançamento foram convidados os músicos, MC Roger, Hermínio, Anita Macuácua, Ta Basily, entre outros.

  • Captura de animais selvagens em fotos

    Esta patente até 3 três de Outubro no Museu de História Natural, uma exposição fotográfica alusiva a “IV edição do Concurso de Fotografia Vida Selvagem”.

    Trata-se de uma iniciativa do Ministério do Turismo, lançada em Janeiro como contributo ao incentivo para que moçambicanos e estrangeiros residentes em Moçambique possam revelar alguns dos encantos ainda não desvendados na vida selvagem do país.

  • Grupo ABB abre escritório em Maputo

    O grupo ABB, um dos líderes mundiais em energia e tecnologias de automatização, que permitem a consumidores industriais de corrente eléctrica melhorar o seu desempenho e reduzir o impacto ambiental, vai abrir o seu escritório em Outubro próximo, em Maputo, onde pretende expandir as suas operações.

  • Grupo português aposta na área de ‘rent-a-car’ com a Hertz

    O grupo Hipogest, do empresário Hipólito Pires, está a preparar a entrada no mercado de Moçambique, através do
    lançamento da marca de ‘rent-a-car’ Hertz, de que já é representante para Portugal, Cabo Verde e Angola.
    Esta nova frente de negócios, que o empresário confirmou ao Diário Económico estar em andamento, vai estar sob a
    área de gestão do vice-presidente do grupo, Duarte Guedes, enquanto Hipólito Pires irá manter-se à frente dos negócios
    instalados em Angola.
    Duarte Guedes adianta que esteve "há duas semanas em Moçambique para fazer uma prospecção daquele mercado",
    depois de a Hertz ter solicitado ao parceiro português a análise da eventualidade de estenderem o negócio de ‘rent-acar’
    para aquele país africano. Segundo aquele responsável, a análise de mercado foi favorável, pelo que a Hertz e a
    Hipogest preparam "a entrada em Moçambique a partir de 2013". Numa primeira fase, o investimento – "que ainda não
    está contabilizado" – vai ser efectuado sob a chancela daquela marca internacional.
    O vice-presidente do grupo adiantou ainda que a Hipogest aproveitou para estudar a dimensão do mercado automóvel
    de Moçambique no sentido de perceber oportunidades noutras áreas – como é o caso da venda de automóveis, negócio
    que mantém tanto em Portugal como em Angola. No entanto, nesta área, segundo adiantou, não há ainda uma decisão
    final: "Não é certo que venhamos a avançar para a venda de automóveis em Moçambique. Para já, o foco é no ‘rent-acar’."

  • Grupo suiço ABB vai investir 50 milhões de USD na HCB

    O montante será aplicado na renovação da estação de conversão de corrente contínua de alta voltagem de Songo, para garantir a fiabilidade do sistema e permitir à Hidroeléctrica de Cahora Bassa respeitar o acordo de fornecimento de energia assinado com a estatal sul-africana Eskom.

    O grupo suíço ABB obteve um contrato de 50 milhões de dólares da Hidroeléctrica de Cahora Bassa para proceder à renovação da estação de conversão de corrente contínua de alta voltagem do Songo, informou o grupo, em comunicado segunda-feira divulgado em Zurique.

    A ABB é uma empresa fornecedora de tecnologia de energia e automação industrial, com investimentos em vários países do mundo.
    A estação de conversão e equipamento associado constitui peça-chave da linha de transmissão de 1 920 megawatts gerados no aproveitamento hidroeléctrico de Cahora Bassa até à rede da África do Sul, onde a maior parte da energia eléctrica produzida localmente tem origem na queima de carvão.

    De acordo com o comunicado da ABB, a renovação da estação vai garantir a fiabilidade do sistema, o que permitirá à Hidroeléctrica de Cahora Bassa respeitar o acordo de fornecimento de energia assinado com a estatal sul-africana Eskom.

    In O Pais

  • DECA em força

    Empresa DECA vai adquirir em Moçambique 30 mil toneladas de milho
    A empresa Desenvolvimento e Comercialização Agrícola (DECA) deverá despender 160 milhões de meticais (5,5 milhões de dólares) na compra de 30 mil toneladas de milho no decurso da campanha de comercialização em curso.

  • Coreórafa moçambicana em NY

    A conceituada coreógrafa e dançarina moçambicana Maria Helena Pinto, apresentou-se na passada sexta-feira para um selecto público no New York Live Arts, onde exibiu a sua obra “Sombra”.
    Num artigo intitulado “Vozes de força”, publicado no jornal The New York Times, a colunista Gia Kourlas, escreve que a artista moçambicana ‘tinha algo a transmitir-nos sobre a ligação entre o feminismo e a arte’.

  • Nos centros de saúde de Maputo: criadas condições para medição da tensão arterial aos doentes

    Um total de oito esfignomanómetros acabam de ser oferecidos aos centros de saúde da Malhangalene, Polana Caniço, Mavalane e 1º de Maio, para a medição da tensão arterial aos utentes desta unidades sanitárias, nas filas de espera durante as consultas médicas, numa iniciativa da AMOCOR – Associação de Moçambicana do Coração em parceria com o Standard Bank.

    A doação, feita através da direcção de Saúde da Cidade de Maputo, enquadra-se no âmbito da campanha do mês do coração desenvolvida pelo Banco, em associação com a AMOCOR, visando despertar a atenção dos clientes, parceiros, colaboradores do Banco e a sociedade em geral, para a necessidade de manterem uma vida saudável, de modo a reduzir os factores de risco de contracção de uma doença cardíaca.

    Momentos após receber o equipamento, Alice Abreu, médica chefe da Cidade de Maputo, disse que o material vai beneficiar quatro unidades sanitárias da capital do País, de um total de 33 unidades existentes, representanto aproximadamente 15 por cento da cobertura.

    “Fazendo a medição da tensão, a todos os utentes das unidades sanitárias, que estão à espera da sua consulta, vai-nos dar a informação sobre o número aproximado de pessoas que temos na cidade de Maputo que não conheciam a sua condição de hipertensas, possibilitando providenciar o devido tratamento, antes de se atingir as sequelas da doença”, realçou a médica chefe.

    Relativamente ao envolvimento do Banco no projecto, a chefe do departamento de Marketing do Standard Bank, Sandra Zumbire, referiu tratar-se de uma acção de responsabilidade social que tem por objectivo consciencializar as pessoas sobre esta doenças e contribuir para as estatísticas relativas ao número de hipertensos no País, para que mais cedo se consiga minimizar os efeitos nefastos da doença.

    Já o médico cardiologista Albertino Adamasceno, presidente da AMOCOR, considerou que “como a alta tensão arterial não dói e não se sente precisamente nada, por ter a pressão arterial elevada, se não medirmos periodicamente, nós não conseguimos saber se somos hipertensos ou não, daí que a ideia é aumentar o grau de conhecimento das pessoas em relação à hipertensão arterial, usando as salas de espera dos centros de saúde”.

    “Arrancamos agora com os centros de saúde da Malhangalene, Polana Caniço, Mavalane e 1º de Maio, mas a projecção, caso os resultados sejam práticos, é alargar o projecto a todos os centros de saúde da cidade e, eventualmente, ao nível de todo o Pais, porque a hipertensão arterial é extremamente prevalente, sendo que em cada três adultos um é hipertenso”, frisou o cardiologista.

    Ainda no âmbito deste programa, o Standard Bank promoveu, ao longo deste último fim-de-semana, sessões de medição de tensão arterial envolvendo adeptos de futebol, dirigentes desportivos, clientes e colaboradores do Banco, incluindo atletas e equipas de arbitragem, no decurso das partidas do Moçambola entre o Clube Desportivo de Maputo e o Clube de Chibuto e ainda o Costa do Sol contra Chingale de Tete, realizadas nos campos do 1º de Maio e Costa do Sol, respectivamente.

    Após medir a sua tensão arterial, Augusto Rafael, vice-presidente da Liga Moçambicana de Futebol, disse ser “importante contar com iniciativas desta natureza, pois poucos jogadores fazem a inspecção médica antes de se fazerem presentes nos jogos: apelamos para que este programa continue, não apenas na cidade de Maputo, mas também em todo o País, para que as pessoas possam conhecer o seu estado de saúde”, finalizou.

  • Associação Moçambicana para Vítimas da Insegurança Rodoviária assinala “Dia Mundial Sem Carro”

    Assinalou-se neste sábado, 22 de Setembro, o “Dia Mundial Sem Carro”, um movimento global que visa a consciencialização de cidadãos de todo o mundo, sobre a necessidade de se reduzir o impacto ambiental, resultante do uso de veículos movidos a combustíveis fósseis, o maior responsável pela degradação da camada de ozono, pondo em risco a vida na Terra.
    Para celebrar esta data, a mcel – Moçambique Celular irá juntar-se à Associação Moçambicana para Vítimas da Insegurança Rodoviária (AMVIRO), à PRM, concretamente à Polícia de Trânsito, à Autoridade Tributária, entre outros parceiros, numa série de actividades de recreação, limpeza e saneamento do meio.

    O momento mais alto das celebrações será marcado por uma marcha, no próximo dia 13 de Outubro próximo. Em Maputo, a marcha vai começar na Praça dos Trabalhadores, devendo desaguar na avenida do Zimbabwé, na cidade da Matola.

    Numa conferência de imprensa realizada, na última sexta-feira, em Maputo, o presidente da AMVIRO, Alexandre Nhampossa, disse que “este ano vamos celebrar a terceira edição do “Dia Mundial Sem Carro”, sendo que desde 21 de Agosto passado temos vindo a trabalhar em actividades de preparação, tendo sido concebido um programa de várias actividades que envolvem palestras, actividades relacionadas com a promoção da saúde pública, educação rodoviária e fiscal”.

    Por seu turno, Eduardo Chabana, chefe do Departamento Central da Polícia de Trânsito, afirmou que “abraçamos este movimento do Dia Mundial Sem Carro, por considerarmos que tem extrema importância e por ser um momento de reflexão em todo mundo, dos problemas que são causados pelos carros, a partir dos problemas ambientais, congestionamento de vias e acidentes de viação, daí que a PRM, como parceiro da AMVIRO, se identifica com este movimento e os seus programas em prol da segurança rodoviária”.

    Chabana disse, num outro desenvolvimento, que só no primeiro semestre deste ano registaram-se 738 casos de acidentes de viação contra 858 em igual período do ano passado, números assustadores que se pretende ver reduzidos.

    O “Dia Mundial Sem Carro” é um movimento que teve o seu início em algumas cidades da Europa nos últimos anos do século XX, e desde então, a iniciativa vem-se espalhando pelo mundo, ganhando a cada edição mais adesão nos cinco continentes.

    A mcel, no âmbito da sua responsabilidade social, participa deste movimento levado a cabo pela AMVIRO como filosofia de vida para um ambiente saudável.

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  • Energia e portos são a nova aposta em Moçambique

    REN, Sumol+Compal, Efacec e uma nova empresa luso-moçambicana para gerir infraestruturas ferro-portuárias são os novos investimentos.

    A criação de uma congénere da REN em parceria com o Governo moçambicano e de uma outra empresa para desenvolver projectos de infraestruturas ferro-portuárias juntam-se a mais dois anúncios de investimento naquele país africano. A Sumol+Compal vai construir uma fábrica e a Efacec ganhou um negócio de 20 milhões de euros.

    Foi o próprio primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, quem anunciou a criação da nova empresa de infraestruturas eléctricas uma empresa, que vai ter "por missão estruturar todas as ligações eléctricas, em particular um projecto muito importante conhecido em Moçambique como ‘espinha dorsal’ e no qual a REN será também participante". Mais recentemente, outro governante, António Almeida Henriques, secretário de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, numa visita àquele país, anunciou a criação de uma empresa de capitais mistos para desenvolver projectos de infra-estruturas ferro–portuárias. "A lógica é dar resposta às várias vertentes do projecto de desenvolvimento de infraestruturas", referiu o mesmo governante.

    A nova fábrica da Sumol+Compal nos arredores de Maputo, Moçambique, vai iniciar produção em Novembro. Grande parte dos produtos continuarão a ser fornecidos pelo mercado português, nomeadamente algumas das frutas usadas na confecção de sumos e néctares, como por exemplo a pêra rocha, tida como um dos sabores preferidos dos moçambicanos.

    Este investimento de dez milhões de dólares (oito milhões de euros) vai criar 70 postos de trabalho e visa abastecer o mercado moçambicano e dos países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, que tem um potencial de 170 milhões de consumidores.

    A Efacec ganhou uma nova encomenda da EDM para aumentar a capacidade de fornecimento de energia eléctrica a Maputo e arredores, em Moçambique, num investimento de 20 milhões de euros. O projecto vai ser financiado através da linha da Caixa Geral de Depósitos (CGD) para a área da cooperação.

    A remodelação e reforço da rede eléctrica de Maputo vai envolver a subcontratação de outras empresas nacionais – como a Cabelte, a Solidal, a Fisola, a Tovisi e a Electro AS – e a criação de cerca de uma centena de postos de trabalho para levar a cabo a obra.

    Uma boa aposta de investimento
    O banco britânico Barclays considerou a economia moçambicana "uma boa aposta", apesar de fortemente influenciada pela banca portuguesa, que a instituição financeira pretende evitar por receio de contágio, por alegado "risco de redenominação". Este risco é explicado pelos financeiros do banco com as potenciais perdas com a mudança de divisa destes países para moeda local e consequente desvalorização. A maior quota da banca moçambicana é detida por bancos de capitais de origem lusa.

    Trabalho publicado na edição de 18 de Setembro de 2012 do Diário Económico