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  • Banco Mundial concede financiamento a Moçambique

    Moçambique vai receber do Banco Mundial um crédito equivalente a quase 84 milhões de euros, no âmbito do programa de redução da pobreza e melhoria das condições de vida.

    "Este é o nono de uma série anual de empréstimos no âmbito do Crédito de Apoio à Redução da Pobreza (PRSC) que o Banco Mundial tem feito desde 2004, e constitui mais um inequívoco compromisso com as metas de médio e longo prazo do país", disse o responsável da instituição pela relação com Moçambique, Laurence Clarke.

    "Esta série de empréstimos ao abrigo do PRSC apoia a agenda de desenvolvimento das políticas em Moçambique, abordando os constrangimentos nas políticas públicas que podem constituir impedimentos a um crescimento económico sustentável a longo prazo e abrangente", acrescentou o responsável do banco sedeado em Washington.

  • Mozambique Music Awards está aí!

    Com o tema Liberta a Música! O Mozambique Music Awards conta pela segunda vez consecutiva com o apoio do BCI como principal patrocinador, é um projecto que tem como principal objectivo fornecer uma plataforma internacional aos artistas locais sobre a qual eles podem ser reconhecidos, respeitados e apreciados pela sua contribuição para a indústria da música moçambicana.

    Desta vez mais do que ser diferente o BCI MMA 2013, pretende marcar a diferença para todos nós. Para os artistas tem a exposição mediática, distinção e internacionalização da música e para o público, muito entretenimento, alegria, curiosidades, descontracção, simplicidade e muitas novidades.

    O Projecto conta com o principal patrocínio do BCI e da DSTV e ainda com o apoio incondicional da Associação dos Músicos Moçambicanos que sempre tem velado pelo sucesso e reconhecimento além fronteiras da música de Moçambique e este ano promete fazer o melhor para o sucesso deste projecto.

    É deste modo que, trazendo muita inovação e novidades O Lançamento Oficial do BCI MMA 2013, está marcado para o dia 23 de Julho pelas 17.30h na Mediateca do BCI. Representantes de todos os patrocinadores, músicos, imprensa e amantes da música moçambicana estarão presentes no lançamento. Neste dia, serão conhecidas as datas mais importantes do projecto, nomeadamente, das inscrições, anúncio dos nomeados, votações e o momento mais importante do Projecto: a Gala Final!

  • Salimo Abdula passa a presidir à Confederação Empresarial da CPLP

    O empresário Salimo Abdula vai passar a presidir à Confederação Empresarial da CPLP-Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa, segundo foi anunciado no decurso do 1º Encontro Económico e Empresarial Público-Privado da CPLP, ocorrido esta quarta-feira, em Maputo.
    No fórum, que reuniu cerca de 250 agentes económicos e empresariais, para uma reflexão conjunta sobre as oportunidades de negócio deste mercado lusófono, sob o lema “Inovar e expandir para novos mercados”, o presidente da CTA, Rogério Manuel, disse que a indicação de Salimo Abdula visa “imprimir maior dinamismo no negócio nas rotas comerciais da CPLP”, acrescentando que “a CTA propõe-se a trabalhar continuamente com o Governo e empresários nacionais, para a materialização dos objectivos económicos e empresariais da CPLP e, por conseguinte, catapultar as nossas economias, para níveis cimeiros, contribuindo assim para um sector económico empresarial da CPLP que seja robusto, inclusivo e dinâmico, capaz de criar condições que permitirão aos Estados membros produzir riqueza, gerar postos de trabalho e reduzir a pobreza”, segundo frisou Rogério Manuel.
    Na sua intervenção, o ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Armando Inroga, referiu que o lema “Inovar e Expandir Novos Mercados" tem o grande significado de contextualizar os nossos seculares laços históricos, forjados através da língua e visão compartilhada do desenvolvimento e da democracia, o que representa o fortalecimento dos laços de amizade e cooperação entre os países da CPLP, cada vez mais crescentes em todos os domínios, com destaque para os domínios económico e comercial”.
    Na ocasião, aquele governante enalteceu “o papel desempenhado pelo sector privado na promoção económico-social que, lado a lado, com o Governo tem procurado soluções práticas para a promoção da economia dos nossos países, numa altura em que alguns deles registam taxas de crescimento consideráveis, impulsionando as regiões económicas a que se encontram ligados”.
    Ainda na sessão de abertura do fórum, que debateu o futuro de uma comunidade económica diversificada, o Secretário Executivo da CPLP, o moçambicano Murade Murargy, considerou que “as dinâmicas de diversos sectores entre os países membros da organização e no plano internacional permitiram à CPLP fixar a importância da cooperação económica e empresarial para o desenvolvimento da nossa comunidade, não esquecendo as parcerias público-privada”.
    “Vamos potenciar ainda mais as acções de cooperação entre os Estados membros, sobretudo nos domínios da cooperação económico e empresarial, mas também estará focada noutros sectores como os da Defesa, Segurança, Cultura, Finanças, Trabalho e Acção Social, entre outras”, segundo realçou.
    De referir que o 1º Encontro Económico e Empresarial Público-Privado da CPLP consistiu ainda em workshops sobre a “Dinâmica Público-Privada na CPLP para o Desenvolvimento Económico, Empresarial e Oportunidades de Negócios”, assinatura de acordos de parceria com a Confederação Empresarial da CPLP, apresentação da Declaração Económica e Empresarial da CPLP, para além da tomada de posse de membros dos órgãos sociais da organização.

  • BCI apetrecha Pediatrias com receitas do Cartão Daki

    No seguimento das acções de Responsabilidade Social que tem vindo a promover associadas ao Cartão de Débito Daki, lançado no início deste ano, o BCI procedeu na passada 6ª feira, 12 de Julho, à oferta de jogos de lençóis infantis para o apetrechamento dos Serviços de Pediatria dos Hospitais Gerais de Mavalane e da Machava, e do Centro de Saúde da Polana-Caniço.

    Os actos formais que culminaram com a entrega daqueles donativos foram realizados em cada uma daquelas unidades hospitalares, tendo, nas ocasiões, o BCI sido representado pelo Dr. Paulo Sousa, Presidente da Comissão Executiva do BCI, que se fazia acompanhar por uma comitiva constituída por quadros superiores do Banco.

    Estas acções resultam do compromisso público assumido pelo Banco de afectar uma parte das receitas geradas pelo Cartão de Débito Daki no apoio a Instituições de Solidariedade Social moçambicanas vocacionadas, em particular, na assistência a segmentos da população mais frágeis e desprotegidos.

    Esse facto, aliás, foi reforçado pelo Dr. Paulo Sousa nas intervenções que proferiu, destacando, igualmente, a persistência do BCI na manutenção de um posicionamento virado ao apoio das Comunidades em que está inserido, “apesar de uma conjuntura internacional que recomenda particulares cuidados nos investimentos realizados pelas Empresas, e que, em muitos casos tem levado à diminuição de investimentos e mesmo ao desinvestimento em causas de natureza social e humanitária”.

    O BCI, referiu, está aqui para dizer “PRESENTE” e retribuir a preferência dos seus Clientes também através destas acções que, esperamos, venham a contribuir em muito para a melhoria das condições de tratamento e recuperação de muitas e muitas crianças nestas unidades de Saúde.

    Os donativos foram unanimemente bem acolhidos e considerados oportunos pelos representantes das unidades hospitalares beneficiárias, que, nos actos da sua recepção, enalteceram a iniciativa do BCI e comprometeram-se a dar-lhes o melhor uso e conservação.

    Recorde-se que no decorrer do primeiro semestre deste ano, em acções similares realizadas no âmbito da excelente receptividade e adesão dos Clientes e do público em geral, à iniciativa do BCI de reforçar o seu compromisso no apoio a Instituições de solidariedade social, com receitas da utilização do Cartão de Débito Daki, o BCI destinou apoios ao INGC, para apoio às vítimas das intempéries que assolaram o Sul e o Centro do País nos no primeiro trimestre; ao Programa Inter-Religioso Contra a Malária (PIRCOM), através de uma doação monetária para reforço da sua capacidade institucional na execução dos seus programas de sensibilização e combate àquela doença; e ao Hospital Rural de Morrumbala, através da oferta de equipamento hospitalar.

  • Uma oportunidade de empreender desconhecida

    O Governo lançou, em Fevereiro de 2011, o Mecanismo de Subsídio Empresarial (MESE), um instrumento cujo foco é dar suporte financeiro a novas iniciativas empreendedoras e às actividades das pequenas unidades empresariais.

    Hoje, dois anos mais tarde, o fundo de 25 milhões de dólares norte-americanos é muito pouco solicitado, justamente numa altura em que o acesso ao crédito é apontado como o principal obstáculo para o desenvolvimento da classe empresarial.

    O fenómeno sugere falta de conhecimento sobre a existência do MESE, daí o apelo do ministro da Indústria e Comércio, Armando Inroga, no sentido que haja mais gente com perspectivas de desenvolver negócios a candidatar-se ao financiamento.

    “As pessoas devem aderir mais porque estes recursos foram disponibilizados para assistir à necessidade de crédito para iniciativas e actividades empresariais”, disse o ministro da Indústria e Comércio em entrevista à Capital, aquando da XIII Conferência Anual do Sector Privado (CASP) em finais de Fevereiro.

    Segundo as regras estabelecidas, todas as Pequenas e Médias Empresas (PME’s) são elegíveis, desde que possuam organização contabilística das contas, estrutura de marketing e capacidade de inovação. Ainda segundo Armando Inroga, a maior parte dos montantes de empréstimo decorrem em forma de donativo.

    Os 25 milhões de dólares serão desembolsados por etapas, sendo que estão disponíveis 4,5 milhões para a primeira fase. A iniciativa pretende, igualmente, melhorar o volume e qualidade de produtos finais que as PME colocam no mercado, assegurar a ligação entre vários sectores da economia e criar valor acrescentado à produção primária.

  • Agro-negócios: Um novo domínio de interesse empresarial

    Empresários portugueses e brasileiros já desobriram as oportunidades que o mercado moçambicano oferece e prometem implantar negócios. Para apoiar os investidores nacionais, o Governo e os parceiros já disponibilizaram pouco mais de 35 milhões de dólares.

    A área de agro-negócios tem estado a “roubar” a atenção reservada à área mineira quando se fala em negócios. Cada vez mais, há um maior despertar para os agro-negócios, por parte do Governo e dos empresários, pelo facto de se tratar de um sector adormecido, mas que pode assegurar o retornos aos investimentos, a avaliar pelo potencial agro-ecológico de Moçambique.

    A agro-indústria consiste na transformação de matérias-primas provenientes da agricultura, pecuária ou silvicultura, sobretudo para a produção de alimentos.

    Recentemente, o Governo moçambicano, o Governo da Dinamarca e o GAPI-Sociedade de Investimentos lançaram uma linha de financiamento de 35.6 milhões de dólares para apoiar as pequenas empresas do ramo agro-industrial, durante um prazo de quatro anos.

    A linha Agro-investe é financiada pela Dinamarca em 33.1 milhões e pelo GAPI-SI em 2.5 milhões de dólares e inclui a capacitação institucional do Ministério da Agricultura. A linha irá disponibilizar 1.2 milhões de dólares para financiar iniciativas de jovens e prevê a aplicação de 12 milhões como fundos de garantia face ao alto risco de financiamento que a actividade representa. Entretanto, ainda falta definir algumas linhas de orientação, nomeadamente a taxa de juro a ser aplicada, o número de beneficiários, e os bancos responsáveis pela canalização dos montantes.

    Brasil e Portugal não ficam atrás

    Entre 23 de Fevereiro e 3 de Março deste ano, o país recebeu uma missão empresarial de Agronegócios organizada pela Câmara de Comércio, Indústria e Agropecuária Brasil-Moçambique (CCIABM) em parceria com o Sindicato de Trabalhadores Rurais de Guarapuava.

    Interessados em investir no país, os brasileiros mantiveram reuniões com representantes de entidades como o Centro de Promoção de Investimentos (CPI), o Ministério da Agricultura e o Centro de Promoção da Agricultura de Moçambique (CEPAGRI), além dos governos distritais das províncias de Nampula e Niassa, e de reuniões com empresas do ramo do agronegócio. No fim, a comitiva de produtores rurais retornou ao Brasil “disposta a investir em Moçambique”, segundo a CCIABM.

    Ainda em Março, foi a vez de um conjunto de empresários portugueses realizarem a primeira Feira Agro-alimentar em Moçambique. A ministra portuguesa da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território de Portugal, Assunção Cristas, defendeu então que ambos os países podem crescer no sector agro-alimentar e desafiou os empresários a investir nos dois mercados.

    In revista Capital

  • Petróleo, o “eterno” motor da economia angolana

    Num horizonte temporal de pelo menos 5 anos, o sector petrolífero afigura-se como o ramo que irá dar suporte às taxas de crescimento da economia angolana. Entretanto, perspectivas traçadas pela Economist Intelligence Unit revelam que a corrupção e falta de capital humano serão os entraves ao desenvolvimento de um sector privado dinâmico, constituído por empresários sem ligações políticas ou militares.

    Em termos económicos, Angola figura entre os países mais promissores do continente africano, apresentando taxas de crescimento muito animadoras. Esta tendência é justificada, segundo a Economist Intelligence Unit (EIU) num relatório que perspectiva a economia angolana caracterizada por um forte crescimento da produção de petróleo, e num contexto de maior procura de produtos petrolíferos e seus derivados, a nível mundial.

    A actual conjuntura do mercado internacional, sob o ponto de vista de demanda, é favorável à exploração petrolífera naquele país. Entretanto, da análise feita pela EIU salta à vista o paralelismo estabelecido entre o actual alinhamento político e as dinâmicas que se verificam nos diferentes segmentos da economia angolana. Por outras palavras, há uma forte ligação entre a política e a economia, de tal modo que a elite do tecido empresarial angolano é composta maioritariamente por políticos e por pessoas a estes associados, por via de diversos laços.

    Crescimento económico a um ritmo animador

    As previsões da EIU, para o período compreendido entre 2013 e 2017, apontam para um aumento constante da produção de petróleo, sendo que os preços historicamente altos deste recurso irão impulsionar o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) angolano.

    As estimativas mostram que a produção petrolífera poderá passar de uma média de 1,76 milhões de barris por dia (cifra registada em 2012) para uma fasquia de 2.23 milhões de barris por dia, em 2017. Porém, e devido a atrasos técnicos historicamente conhecidos e à ínfima possibilidade da OPEP (cartel de países produtores de petróleo) impor uma quota restrita de exportação do petróleo, existe a probabilidade da produção petrolífera crescer a um ritmo mais lento.

    Por outro lado, encontra-se o ambicioso e gigante projecto de produção de Gás Natural Liquefeito (GNL), orçado em cerca de 10 biliões, cujas exportações poderão arrancar ainda este ano, apesar dos severos atrasos já registados. A se materializar este último projecto, o desempenho económico de Angola vai aumentar significativamente, prevendo os especialistas da EIU um crescimento real do PIB na casa dos 8,9% em 2013.

    O crescimento económico de Angola vai continuar robusto nos próximos anos mas não se vai verificar às mesmas taxas de crescimento de 2013, que estão a ser largamente estimuladas pelo projecto de exportação de GNL. Daí que, entre 2014 e 2017, a taxa média de crescimento anual poderá vir a situar-se nos 5,7%, tendo por base a forte expansão sólida das operações no sector petrolífero.

    Neste contexto, o crescimento do capital intensivo vai prevalecer robusto e dependente do income proporcionado pelos grandes investidores do petróleo, mas com poucas ligações a sectores da economia que não sejam controlados pelo Governo, como é o caso da construção e finanças.

    Contudo, o desenvolvimento de um sector privado dinâmico deverá continuar a enfrentar sérios constrangimentos. Na origem destes entraves está, segundo o estudo da EIU, a falta de capital humano, a corrupção, um sistema judicial fraco e uma regulação deficiente.

    Novo código pode dinamizar sector da mineração

    Angola aguarda pela entrada em vigor de um novo código legal que pretende incentivar o investimento no sector da mineração, em larga escala. Este instrumento é tido como o factor que vai ajudar a diversificar a economia angolana, alicerçada na produção do petróleo e do gás.

    Na essência, o novo código legal tem como objectivo criar um maior nível de transparência na indústria, melhorar as garantias para os investidores estrangeiros e proteger o meio ambiente e os empregos locais. Contudo, são ainda necessárias melhorias de fundo nas infraestruturas para dar suporte à exploração mineira, caso o país queira ter, de facto, a sua nova “casa forte” no sector.

    Depois da independência do país, com a excepção dos diamantes, a mineração de um modo geral registou uma estagnação. Com o calar das armas, o Governo está agora empenhado em retomar a exploração.

    É neste contexto que as linhas férreas, estradas, e infraestruturas portuárias estão a beneficiar de intervenções de fundo. A par destas obras de construção, decorrem trabalhos de prospecção de minérios como o ferro, ouro e cobre, em vários pontos de Angola. Planos de médio prazo projectam a construção de usinas de alumínio e aço, que poderão acrescentar valor às exportações angolanas e que têm um forte potencial de criação de postos de trabalho.

    Tomando como base estas premissas, a economia angolana afigura-se como uma das mais promissoras em África e os seus recursos são autênticos chamarizes aos olhos dos investidores estrangeiros.

    In revista Capital

  • I Encontro Empresarial Público-Privado da CPLP esta quarta-feira em Maputo

    Tem lugar, esta quarta-feira (17/Julho) em Maputo, o Primeiro Encontro Empresarial Público-Privado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP, cujo objectivo será a reflexão conjunta sobre as oportunidades de negócios no mercado lusófono.

    Sob lema “Inovar e Expandir para os Novos Mercados”, o encontro é organizado pela Confederação Empresarial da CPLP, CE-CPLP, em coordenação com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique-CTA e a Associação Industrial de Moçambique-AIMO.

  • Forme-se em Turismo e Hotelaria!

    A ThDois é uma empresa sediada em Lisboa que promove formação em Turismo e Hotelaria, com cursos com opção de participação online.

    Caso o leitor da Olá Moçambique esteja interessado, eis os cursos disponíveis:

    – Curso de Escrita de Viagens: de 23 de Julho a 1 de Agosto às 3ª e 5ª Feiras das 19h às 22h. Preço online: 80€

    – Curso de Luxo, Decoração e Detalhe em Hotelaria de 29 Julho a 2 Setembro às 2ªs e 4ªs das 19h às 22h. Preço online: 110€

    – Hostels e Alojamento Low Cost: 7 Setembro das 10h às 19h30. Preço online: 80€

    Mais detalhes:http://www.facebook.com/l/8AQF12bkFAQF4WyXmyZrwo2cpOlHmMLtcC-83JdRmD2UJQA/www.th2.com.pt
    Inscrições e informações: training , (+351) 210 994 958 ou Skype: Catarina.Varao

  • Vale inaugura Centro Desportivo e acolhe Jogos Escolares 2013

    Sob o signo de uma grande festa popular, foi inaugurado no sábado último na Vila de Moatize, em Tete, o Centro Desportivo 25 de Setembro. Trata-se de uma moderna infra-estrutura, orçada em 5 milhões e meio de dólares americanos, que compreende um campo de relva sintética, uma pista de atletismo, duas arquibancadas, balneários e duas salas multi-uso para a prática de actividades desportivas, educativas e culturais.

    Juntaram-se à festa de inauguração, três estrelas do futebol Moçambicano, nomeadamente Chiquinho Conde, Tico-Tico e Dário Monteiro cuja actuação simbólica no jogo inaugural arrancou da multidão que acolheu ao recinto de jogos fortes aplausos.

    Falando por ocasião da abertura do Centro Desportivo 25 de Setembro, o Ministro da Educação, Augusto Jone, enalteceu a qualidade do novo espaço que irá contribuir para o êxito dos Jogos Escolares que este ano terão lugar na Província de Tete.

    Aquele governante também referiu na cerimónia que “os clubes federados podem encarar o Centro Desportivo como um laboratório aonde virão descobrir e buscar novos talentos para reforçarem os seus plantéis”.

    O campo de jogos tem as dimensões oficiais mínimas estipuladas pela FIFA para a prática do futebol e visa essencialmente promover a massificação do desporto, no âmbito da estratégia do Governo de assegurar para os jovens momentos de lazer, uma salutar ocupação dos tempos livres e padrões de saúde elevados.

    Joaquina Saranga, Directora Executiva da Fundação Vale, sublinhou que a inauguração do Centro Desportivo correspondia à concretização de um sonho e que daí em diante se colocava aos atletas, às entidades desportivas, ao Governo e à própria Fundação o desafio da manutenção e preservação do recinto para esta e outras gerações, “uma tarefa que é todos nós”, frisou.

    Para além da disponibilização do moderno recinto, a Fundação Vale está igualmente envolvida nos Jogos Escolares através do acolhimento nas modalidades de futebol e atletismo que o Distrito de Moatize leva à fase nacional dos Jogos Desportivos Escolares, agendados para terem lugar entre 20 e 29 do corrente mês.

    A cerimónia de inauguração do Complexo Desportivo foi honrada com a presença do Ministro da Educação, o Governador da Província de Tete, o Presidente do Conselho Municipal da Vila de Moatize, entre outros convidados do Governo, associações desportivas, líderes comunitários, atletas, estudantes e funcionários da Vale.

    Legenda: Governador de Tete inaugura Centro Desportivo

  • Paixão pela castanha de cajú

    Tudo começa em 2007 quando Gilberto Miranda decide investir na instalação de uma fábrica de processamento primário da castanha de cajú, denominada Anacardia. Até Dezembro de 2012, o empreendimento empregava 400 pessoas que trabalhavam no descasque da castanha.

    A Anarcadia continua, mas já não é propriedade de Miranda. O empreendedor abraçou, desde Janeiro último, outros desafios no subsector da castanha de cajú. Ao invés de processar primariamente a castanha, trabalha com a amêndoa, acrescentando valor, e exportando para os diferentes mercados.

    “É simples. O processamento primário requer muito investimento, além de uma mão-de-obra intensa. É uma actividade com muitos riscos. Ao mesmo tempo, os ganhos são extremamente irrisórios, comparativamente à cadeia de valor que vem a seguir”, contou Gilberto Miranda.

    Com o dinheiro da venda da Anacardia, o pequeno empesário adquiriu novas instalações na Machava, no município da Matola, uma cozinha industrial, e está apetrechar os espaços da nova indústria. O novo investimento leva o nome de Cashewyetú e dedica-se ao processamento final da amêndoa de cajú, adicionando sal e piri-piri à matéria-prima.

    Da Anacardia à Cashewyetú

    A Cashewyetú tem como produtos finais a amêndoa condimentada, noguetes e farinha de castanha de cajú (habitualmente usada para a cofecção de bolos), sendo que o principal mercado da fábrica é a região Austral da África. Miranda é apaixonado pela castanha de cajú, e trabalha com a mesma há quase duas décadas, mas a Anacardia é que o lança para o pesado mundo empresarial.

    Afinal, por quê a Cashewyetú e não a Anacardia?

    “Na outra empresa contava com 400 trabalhadores, mas aqui preciso de apenas 20, o que representa uma redução significativa dos custos ligados à mão-de-obra. Era necessário um investimento na ordem dos 400 mil dólares para a compra de matéria-prima, aqui preciso de aproximadamente 200 e os bancos são mais receptivos a financiar o processamento final da castanha de cajú, por acarretar poucos riscos”, comparou o empreendedor.

    Na fábrica da Matola está instalada uma capacidade de produzir cinco contentores de cajú da variedade de amêndoa processada, por mês, mas ainda não estão a ser produzidas estas quantidades devido à desconcentração das associações que trabalham no processamento primário da castanha.

    A ideia de Gilberto Miranda é envolver grande parte das associações de descasque da castanha, a sul do Save, no fornecimento da matéria-prima necessária para a actividade da Cashewyetú. “A nossa missão não se resume apenas em fazer negócios, mas temos de fazer negócios inclusivos, que proporcionem emprego, renda e bem-estar a muitos moçambicanos”, remata o empresário.

  • Mais perto de voar para a Europa

    O IACM – Instituto de Aviação Civil de Moçambique acompanhou atentamente as considerações feitas esta Quarta-feira, dia 10 de Julho de 2013, pelo Director Geral para a Mobilidade e Transporte da Comissão Europeia, Matthew Baldwin, que se referiu aos “bons sinais de progresso” registados em Moçambique.

    Matthew indicou que são salutares as melhorias que o IACM registou, onde se nota que conta com um profundo compromisso do Governo de Moçambique tendo em vista colmatar os pontos que terão sido o pretexto para a inclusão das companhias aéreas nacionais na lista de restrições ao Espaço Aéreo Europeu.

    Esta indicação serve de incentivo para o redobrado esforço no trabalho que o Instituto de Aviação Civil de Moçambique desenvolve, visando melhorias contínuas nos aspectos relacionados com a segurança, qualidade e conforto dos utentes dos serviços de aviação em Moçambique

    A referência feita pela Comissão Europeia enaltece o trabalho que é desenvolvido pelo Instituto de Aviação Civil de Moçambique.

  • teatro para a Infância

    O Grupo de teatro M´beu resolveu atender um novo alvo, geralmente pouco servido no panorama teatral nacional: o infantil. Assim, os petizes vêm assistindo, desde a última semana de Junho, em Maputo, a peça “N´wampfundla- O Coelho Preguiçoso.”

    A peça convida o público a fazer uma viagem ao universo infantil, onde o palco é transformado na casa do “vovô Zeca,” o contador de fascinantes histórias baseadas na realidade oral nacional. É nesta base que as crianças, as que são encarnadas pelos actores em palco, quebram a monotonia das habituais brincadeiras para partilharem lições de vida por detrás das fábulas moçambicanas.

    A peça está inserida no projecto “N´wamfundla – Teatro para Crianças” que tem como principal objectivo a produção de momentos teatrais para crianças, que exploram os contos tradicionais moçambicanos. A estratégia visa resgatar a tradição oral e a preservação de traços importantes da identidade cultural.

    Por outro lado cria-se, com o projecto, o gosto pelas artes nas crianças, especialmente o teatro.

    Segundo Isabel Jorge, actriz e produtora do grupo M´beu, a opção pelo teatro para a Infância vem à tona devido à lacuna existente no meio das artes cénicas nacionais, onde se privilegia os adultos como alvo. O espectáculo, com direito a temporada no Teatro Avenida, é também levada para as escolas.

  • Assinatura da escritura do projecto Intaka

    O Standard Bank é o primeiro banco comercial no País a financiar a aquisição de imóveis, no projecto de construção de 5.000 casas, no bairro de Intaka, no município da Matola.
    O acto de assinatura das escrituras ocorreu, na terça-feira última, em Maputo, entre aquele Banco, o Fundo de Fomento para a Habitação (FFH) e os beneficiários do financiamento bancário.
    Chuma Nwokocha, director da Banca de Particulares, Pequenas e Médias Empresas do Standard Bank, referiu, a-propósito, que a sua instituição sempre apostou no apoio aos cidadãos moçambicanos, sobretudo os jovens, a ter acesso à habitação.
    “Por isso, nos sentimos honrados em ver estes jovens a alcançar, finalmente, os seus sonhos em ter casa própria”.
    Chuma Nwokocha explicou ainda que o Standard Bank possui produtos financeiros para a área imobiliária, nomeadamente o “Crédito à Habitação” e “Equity Release”, que podem ajudar os clientes que pretendem obter habitação própria.
    Para além de conceder financiamentos, o Standard Bank, através destes produtos, faz o acompanhamento directo aos beneficiários na gestão do crédito.
    Após assinar o seu contrato, Olinda Pipe, uma das beneficiárias deste financiamento bancário, afirmou que o apoio do Standard Bank ajudou na realização do seu sonho de longos anos: “Sinto-me realizada. Estou muito satisfeita, é como se fosse a realização de um desejo”, frisou.
    Por seu turno, Borges da Silva, director do consórcio constituído pelo FFH e a Henan Guojin Imobiliária, disse que o envolvimento do Standard Bank representa mais um passo para a consolidação do projecto de construção das cinco mil casas.
    “Este acto, que acabámos de testemunhar, serviu de base para que as pessoas vejam que já é possível comprar as casas via banco, pois as condições para o efeito já estão criadas”, finalizou.