O Projecto Chonga Maputo entrou na sua segunda fase, com a assinatura dos memorandos de entendimento entre o grupo Soico, Conselho Municipal de Maputo e outras instituições como a Britalar Ar-lindo e a JAT constrói, em que cada uma ofereceu-se a pintar um edifício.
As restantes empresas que aderiram a esta iniciativa propuseram-se a fornecer descontos na compra de tintas e a Autoridade Tributária (AT) encarregou-se de fiscalizar o processo.
O projecto vista estimular no seio dos munícipes, a prática de manutenção regular dos seus prédios e mudar a face pálida da capital do país e inicia com a pintura de dois edifícios situados nas avenidas Eduardo Mondlane e 24 de Julho, seleccionados pela associação dos condóminos da cidade de Maputo.
O lançamento da segunda fase do projecto acontece num ano em que a cidade celebra os 125 anos. O presidente do Conselho Municipal, David Simango, disse que o envolvimento do sector privado é um estímulo para que os condóminos abracem o movimento de pintura dos seus prédios e, desse modo, contribuam para que a nossa cidade se vá renovando.
«A pintura dos prédios não tem apenas um efeito estético, os revestimentos de paredes não só dão outro visual ao edifício, também protegem contra a chuva, atrasando a sua penetração na parede, permitindo desta forma uma resistência às variações climáticas», disse David Simango.
Na ocasião, a associação dos condóminos pediu ao município outras intervenções para complementar a pintura dos edifícios.
Com uma fraca manutenção por parte dos seus utentes, os prédios fora-se degradando gradualmente, alterando negativamente a imagem da urbe e pondo em causa a própria segurança dos usuários.
Esta iniciativa é uma oportunidade para reverter este cenário, oferecendo maior segurança aos condóminos e trazendo a esta cidade costeira, brilho e beleza aliados à frescura proporcionada pelas acácias circundantes.