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  • CFM, TFR, Swazi Rail e MPDC assinam acordo para a melhoria de eficiências operacionais

    No âmbito da cooperação entre os países da SADC, a empresa de Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM), a Transnet Freight & Rail (TFR) da África do Sul, a Swaziland Railway e a Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) assinaram um Memorando de Entendimento (MOA) que visa melhorar a coordenação e planeamento do material circulante das respectivas linhas férreas. Este MOA pretende aumentar a eficiência do transporte ferroviário de cargas.

    O MOA cobre igualmente a incorporação de um Centro de Operação Conjunta (JOC) entre as partes, que irá permitir a integração e gestão eficiente dos diversos fluxos de carga e optimização do desempenho do sistema ferro-portuário ao longo do Corredor de Maputo.

    Neste acordo, as partes comprometeram-se a fazer os investimentos e contribuições de forma a apoiar o aumento no tráfego de carga no Corredor de Maputo – promovendo, desta forma, o desenvolvimento da região.

  • Protecção Social Básica em reflexão em Maputo

    A Plataforma da Sociedade Civil Moçambicana para a Protecção Social (PSCM-PS), realizará no dia 21 de Agosto corrente, no Hotel VIP em Maputo pelas 8h30, em encontro de reflexão sobre alternativas e oportunidades para financiamento da Protecção Social Básica em Moçambique.
    O encontro contará com a presença de investigadores e especialistas, e tem como objectivo promover um debate entre as Organizações da Sociedade Civil, Universidades e Instituições de Pesquisa sobre as questões-chave do financiamento da Protecção Social Básica em Moçambique, bem como, identificar alternativas viáveis para o seu financiamento autónomo e regular, que responda ás necessidades dos seguimentos de que dela necessitam.

    Espera-se ainda, colher contribuições concretas para a elaboração de um posicionamento da sociedade civil sobre a temática, assim como, o estabelecimento de uma pauta de advocacia interventiva e baseada em evidências a qual orientará acções de pressão junto do Governo e do Parlamento.

    A PSCM-PS é uma rede de Organizações sem fins lucrativos, que assume a missão de “contribuir para que a Sociedade Civil moçambicana seja influente nos processos decisórios, na formulação de políticas e estratégias de Protecção Social e tenha uma participação activa nos programas e projectos desenhados nesta área, assim como, participe na sua implementação, monitoria e avaliação”.

  • Economia moçambicana resiste bem à crise da zona Euro

    O Governo moçambicano considera que a economia moçambicana tem estado a resistir aos abalos da crise da zona euro, tendo a produção global crescido no primeiro semestre 7.3 por cento, contra uma meta anual de 8.5 por cento planificada para Dezembro de 2012. Segundo o Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Aiuba Cuereneia, considera que esses dados indicam que a produção global está no bom caminho. Para que o crescimento da produção global no período em análise atingisse aquela percentagem, foi determinante o desempenho dos sectores de construção, como resultado do volume de investimentos na construção e reabilitação de infraestruturas públicas e privadas; a indústria extractiva, mercê da contribuição das areias pesadas de Moma e da produção de carvão mineral em Moatize e Benga.

  • Consumo pressiona produção de frango no país

    Durante os próximos dois anos, o crescimento de consumo de frango deverá situar-se nos 19% em Moçambique, atingindo a fasquia de 80 mil toneladas em 2014, uma cifra que pressiona a pacata indústria avícola moçambicana. Neste momento, a capacidade de produção de frangos é de, aproximadamente, 50 mil toneladas, pelo que, segundo as previsões da Associação Moçambicana de Avicultores (AMA), o país deverá continuar a importar carne de frango para responder às necessidades de consumo interno, perante a incapacidade dos avicultores locais.

  • IESE: Três livros de uma só vez

    A obra “Moçambique: Descentralizar o Centralismo? Economia Política, Recursos e Resultados”foca as relações entre o governo central e os governos locais, apresentando estudos relacionados com a dimensão financeira e fiscal da descentralização. O Fundo de Desenvolvimento Distrital, ou fundo dos “sete milhões”, e a dotação financeira e sustentabilidade dos municípios são temas igualmente aflorados. “A Mamba e o Dragão: Relações Moçambique-China em Perspectiva” tem como objectivo entender as características e especificidades das relações entre a China e África. As suas páginas trazem uma descrição histórica das relações entre Moçambique e China, focando a relevância do investimento chinês em Moçambique, de 2000 a 2010. “A Mamba e o Dragão…” explora ainda a questão do investimento chinês no sector bancário moçambicano, ilustrando as alianças de negócios entre as elites chinesas e moçambicanas. Recorde-se que estes dois livros fazem parte de um conjunto de três obras, que incluem ainda “Desafios para Moçambique 2012” e que serãolançados em Maputo com a chancela do IESE, a 3 e 4 de Setembro, durante a sua III Conferência Internacional subordinada ao tema "Moçambique: Acumulação e Transformação num Contexto de Crise Internacional".

  • As escollhas de Mary

    Há uma loja muito discreta em Maputo, mais propriamente no Kaia Kwanga, que, além de muitos predicados, tem o condão de surpreender pela positiva. Chama-se ‘Fifty Four’ e possui propostas várias para gostos altamente requintados.

    Se é empresária, ou empreendedora, e procura um atendimento personalizado, com dicas sempre bem-vindas em termos de consultoria em imagem, não hesite, visite aquele pequeno recanto e converse com a D. Mary.

    Uma vez lá, poderá encontrar um tailleur à sua medida, os sapatos e as carteiras de design italiano, sendo que qualquer uma das opções é exclusiva.

    Para os maridos que gostam de mimar as esposas com prendas mas que ficam sempre na dúvida sobre se o tamanho é o ideal ou se a peça é a que melhor se adapta à sua silueta, eis o sítio ideal para obter um atendimento altamente profissional e atencioso. Se quiser, pode até reservar a sua hora de atendimento.

  • Oferta de Emprego para agentes de aluguer

    O Empregador é uma conceituada empresa de aluguer de viaturas sediada em Maputo e com balcões de atendimento em varias cidades em Moçambique, oferece emprego para: AGENTES DE ALUGUER.

    Objectivo da Função

    Receber clientes, preencher a informação necessária para completar o aluguer, informar clientes da tarifa de aluguer, extras e condições de aluguer, atender e receber chamadas telefónicas, receber e responder a e-mails, resolver reclamações, comunicar efetivamente com os colegas, entregar e receber viaturas dos clientes, inspecionar as viaturas antes e depois do aluguer, receber pagamento de clientes.

    Requisitos mínimos

    ▪ Idade mínima 23 anos;

    ▪ Carta de condução valida;

    ▪ 12ª Classe;

    ▪ Fluente em Português e Inglês;

    ▪ Disponibilidade de horário (trabalho por turnos);

    ▪ Atitude profissional e entusiástica;

    ▪ Excelente habilidade de comunicação com clientes e colegas;

    ▪ Bom relacionamento interpessoal;

    ▪ Boa apresentação;

    ▪ Capacidade de gerir situações de stress;

    ▪ Grande capacidade de organização;

    ▪ De preferência com experiência profissional;

    ▪ Disponibilidade de viajar para dentro e fora do país;

    ▪ Bons conhecimentos de Microsoft Office;

    ▪ Nacionalidade moçambicana;

    ▪ De preferência com residência na cidade para a qual se candidatam à vaga.

    Oferecemos

    ▪ Oportunidade de trabalhar para uma das maiores empresas do mundo nesta área;

    ▪ Remuneração compatível com o seu nível de experiência e aplicação;

    ▪ Prémios de desempenho;

    ▪ Formação.

    Os candidatos deverão enviar o seu CV detalhado com foto recente e respectiva carta de apresentação, evidenciando no mail a vaga para a qual se candidatam, para: recrutamento

    Veja mais detalhes em: http://www.facebook.com/notes/consultoria-grh/oferta-de-emprego-para-maputo-beira-tete-nampula-nacala-pemba-agente-de-aluguerc/415246498504386

    Data limite de apresentação de candidaturas: 31 de Agosto.

  • Nampula perto da meta global

    38,5 milhões de meticais é meta global estabelecida para este ano na província de Nampula, que no primeiro semestre já tinha alcançado 23,551 mil milhões de meticais, faltando apenas 15 mil milhões para atingir a meta.

    O desempenho da economia reflecte os resultados da produção agrícola e pecuária.

    O sector de serviços, concretamente o de alojamento, restauração e bebidas destacou-se no segundo plano, como resultado da expansão a nível territorial e que veio responder, de certa forma, a demanda de hóspedes e turistas nacionais e estrangeiros que afluem à província para exercício de actividades empresariais e turísticas.

    As áreas de construção civil e montagem também se evidenciaram no crescimento da economia da província justificado pelo volume de infraestruturas económicas e sociais construídas e em fase de construção. Contou também com o desempenho dos sectores de indústria transformadora, de energia e lubrificantes.

    Devido ao crescimento da produção no primeiro semestre do ano corrente, um total de 3.335 postos de trabalho foi criado, contribuindo, desta forma, para a redução dos níveis de desemprego.

    Entretanto, a colecta de receita do Estado situou-se na cifra de 2.133 mil milhões de meticais, correspondendo a um cumprimento em relação ao planificado de cerca de 35 porcento no período em análise, representando 0,3 porcento em relação a igual período 2011.

    O bom desempenho verificado na cobrança das receitas internas foi influenciado pelas medidas tomadas pelo Ministério das Finanças, no concernente à educação fiscal e sensibilização das comunidades e dos contribuintes, o que concorreu para o alargamento da base tributária.

  • Investimento português gera mais 96 apartamentos em Maputo

    A Indiconstroi – Sociedade de Construções de Moçambique Lda., empresa moçambicana constituída por empresários portugueses, está a finalizar a construção de 96 apartamentos e uma área comercial de 600 metros quadrados, em Maputo, num investimento de oito milhões de dólares.

    A obra, em fase final de construção, está inserida na Urbanização do Zimpeto a cargo da mesma empresa, que prevê a construção de 574 fogos perfazendo um investimento total de 47 milhões de dólares.

    A localização deste novo núcleo urbano é um dos factores distintivos do empreendimento, uma vez que se situa junto dos acessos da nova circular de Maputo, junto ao estádio nacional do Zimpeto.

    «Estamos muito satisfeitos com o bom acolhimento que o nosso projecto está a despertar, junto das autoridades moçambicanas e de prestigiados clientes locais» refere o empresário João Nogueira, administrador da Indiconstroi.

    Segundo João nogueira, já foi iniciada a comercialização dos espaços, sendo que a procura está a ultrapassar a nossa oferta, por outro lado, já assegurada a instalação de uma agência do Millennium bim numa das lojas da urbanização.

    «Apostamos na excelência da qualidade, com padrões europeus, sem esquecermos a competitividade do preço», sublinha o responsável frisando em seguida que «a Indiconstroi não quer entrar na febre da especulação imobiliária que se faz sentir no centro da cidade de Maputo»

  • Encontro de Reflexão sobre Alternativas e Oportunidades para o Financiamento da Protecção Social Básica em M oçambique

    A Plataforma da Sociedade Civil Moçambicana para a Protecção Social (PSCM-PS), realizará no dia 21 de Agosto corrente, no Hotel VIP pelas 8h:30m, em encontro de reflexão sobre alternativas e oportunidades para financiamento da Protecção Social Básica em Moçambique.
    O encontro contará com a presença de investigadores e especialistas, e tem como objectivo promover um debate entre as Organizações da Sociedade Civil, Universidades e Instituições de Pesquisa sobre as questões-chave do financiamento da Protecção Social Básica em Moçambique, bem como, identificar alternativas viáveis para o seu financiamento autónomo e regular, que responda ás necessidades dos seguimentos de que dela necessitam.
    Espera-se ainda, colher contribuições concretas para a elaboração de um posicionamento da sociedade civil sobre a temática, assim como, o estabelecimento de uma pauta de advocacia interventiva e baseada em evidências a qual orientará acções de pressão junto do Governo e do Parlamento.
    A PSCM-PS é uma rede de Organizações sem fins lucrativos, que assume a missão de “contribuir para que a Sociedade Civil moçambicana seja influente nos processos decisórios, na formulação de políticas e estratégias de Protecção Social e tenha uma participação activa nos programas e projectos desenhados nesta área, assim como, participe na sua implementação, monitoria e avaliação”.

  • Guebuza satisfeito com níveis de produção agrícola

    O Presidente Armando Guebuza destaca que a produção e produtividade agrícolas no país estão a registar índices encorajadores e, como consequência, uma maior disponibilidade de produtos alimentares para as populações. Trata-se de constatações feitas pelo Chefe do Estado moçambicano no decurso das diversas visitas de trabalho efectuadas ao longo deste ano a todas as províncias do país, actividade rotineira de Guebuza sob o signo de “Presidência Aberta e Inclusiva e que o governo considerou de ‘bastante positivo’.

  • Campanha TAKO MÓVEL vem aí

    O BCI lança este fim-de-semana o “Tako Móvel”, um serviço inovador que permite aos cerca de 500.000 Clientes do BCI com cartão de débito transferir dinheiro para telemóvel, mesmo para quem não tiver conta ou cartão bancário.

    O “Tako Móvel” tem um enorme potencial para a população que até agora não tem beneficiado das vantagens dos serviços bancários, uma vez que quem receber a transferência para o seu telemóvel pode fazer o levantamento, em qualquer ATM do BCI, sem custos, e sem necessidade de qualquer cartão bancário.

    Com o “Tako Móvel”, o BCI pretende estender a sua plataforma financeira a cada vez mais moçambicanos, mesmo antes da abertura da sua primeira conta bancária, oferecendo-lhes, desde já, os benefícios dos serviços bancários e promovendo a sua posterior bancarização.

    O lançamento do “Tako Móvel” será acompanhado de uma ampla campanha publicitária que conta com a participação da cantora Neyma, que ajudará a divulgar de forma educativa os procedimentos de adesão e utilização deste novo serviço do BCI, muito fácil de usar em ATM e telemóvel.

  • Redução do preço desmotiva produção de algodão em Sofala

    A redução do preço de compra desta cultura de rendimento nesta campanha de comercialização agrícola como resultado da crise financeira internacional é o motivo da desmotivação dos comerciantes.

    Este ano, o valor de compra do algodão caroço da primeira qualidade está fixado em 10.5 meticais por cada quilograma, oito da 2ª e cinco meticais da 3ª classe contra 15, 13 e 10 meticais aplicados, respectivamente, na comercialização passada. Consequentemente, alguns camponeses confessaram que a produção do chamado “ouro branco” vai ser relativamente baixa na campanha agrícola 2012/2013.

    Os distritos de Chemba e Marínguè lideram, neste momento, o cultivo de algodão ao nível da província de Sofala e os produtores do sector familiar mostram-se, aparentemente, arrependidos por ter aderido em massa este ano à prática desta cultura motivados com o preço aplicado no ano passado que consideraram como justo.

    O governador de Sofala Carvalho Muária encorajou os camponeses a cultivarem o algodão como forma de contribuírem no combate à nudez, deixando a mensagem de esperança de que, um dia, o preço voltará a ser estimulante com a estabilização da economia mundial.

    O presidente da Associação dos Produtores de Algodão (FONPA) em Marínguè, Carlos Mabuleza, propôs ao governador que aquele distrito acolhesse este ano o Fórum Provincial sobre a marcação do preço pelo facto daquela região contar com um grande número de produtores calculados em 10.151 operadores.

    Marínguè conta ainda com 14 associações de produtores do algodão, das quais dez estão legalizadas, sendo que, na globalidade, atingiram nesta campanha 11.067.5 hectares cuja produção está estimada em sete mil toneladas contra seis mil da última safra.

  • Moçambique e Botswana assinam acordo sobre transporte

    O Botswana vai passar a ter acesso ao Oceano Índico nos termos de um memorando de entendimento assinado com o governo de Moçambique.

    O Botswana deu início a um programa ambicioso para explorar reservas de carvão estimadas em 212 mil milhões de toneladas, a maior parte das quais a serem exportadas para os mercados asiáticos utilizando as rotas para oriente através do Zimbabwe e de Moçambique pelos portos de Beira e de Maputo.

    Actualmente ,decorrem estudos de viabilidade económica para a expansão das infraestruturas ferroviárias e portuárias, com estimativas preliminares a indicarem que o Botswana pode actualmente exportar 2 milhões de toneladas/ano através de Moçambique, quantidade que poderá subir para 60 milhões de toneladas/ano quando as infraestruturas tiverem sido modernizadas e ampliadas.